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Morte

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Morte - histólise do invólucro de matéria física

 

[56 - página 91]   

 

(Ver: Desencarnação natural )

 

"O que a vida começou, a morte continua..."

 

[28a - página 139]  - André Luiz - 1954

"Morrer é mudar de corpo como os atores mudam de roupa."

 

Plotino (205 - 270 d.C.)

 

A morte do corpo denso era sempre o primeiro passo para a colheita da vida

 

[83 - página 58] - André Luiz

  • "Para morrer bem é preciso viver bem", ensinava Confúcio.  

  • Para viver bem basta seguir o ensinamento de Jesus: "Amar a Deus e ao próximo como a si mesmo".

Consciência espírita: www.consciesp.org.br

       

        A morte apenas dilata as nossas concepções e nos aclara a introspecção, iluminando-nos o senso moral, sem resolver, de maneira absoluta, os problemas que o Universo nos propõe a cada passo, com os seus espetáculos de grandeza.

 

André Luiz  (Uberaba,15 de Janeiro de 1958) [56 - página 23]

        Há homens que afrontam os perigos dos combates, persuadidos, de certo modo, de que a hora não lhes chegou. Muito amiúde tem o homem o pressentimento do seu fim, como pode ter o de que ainda não morrerá. Esse pressentimento lhe vem_dos_Espíritos_seus_protetores, que assim o advertem para que esteja pronto a partir, ou lhe fortalecem a coragem nos momentos em que mais dela necessita. Pode vir-lhe também da intuição que tem da existência que escolheu, ou da missão que aceitou e que sabe ter que cumprir.

[9a - página 392 q.857]

Quem teme_a_morte é o homem, não o Espírito. Aquele que a pressente pensa mais como Espírito do que como homem. Compreende ser ela a sua libertação e espera-a.

 

[9a - página 392 q.858]

 

O corpo quase sempre sofre mais durante a vida do que no momento da morte; a Alma nenhuma parte toma nisso. Os sofrimentos que algumas vezes se experimentam no instante da morte são um gozo para o Espírito, que vê chegar o termo do seu exílio. 

 

[9a - página 114 q.154]

 

Após a decapitação, por exemplo, o homem, não raro, conserva durante alguns minutos a consciência de si mesmo, até que a vida orgânica se tenha extinguido completamente. Mas, também, quase sempre a apreensão da morte lhe faz perder aquela consciência antes do momento do suplício.

 

[9a - página 117 q.162]

 

A morte não extingue a colaboração amiga, o amparo mútuo, a intercessão confortadora, o serviço evolutivo. As dimensões vibratórias do Universo são infinitas, como infinitos são os mundos que povoam a Imensidade.

 

Emmanuel - (Pref. Obreiros da Vida Eterna)  [55 - página 111]

       

Se procuras contacto com o plano espiritual, recorda que a morte do corpo não nos santifica.

 

Emmanuel - (Roteiro)  [55 - página 111]

 

        Bem-aventurado o homem que segue vida afora em espírito!  Para ele, a morte aflitiva não é mais que alvorada de novo dia, sublime transformação e alegre despertar!

Emmanuel - (Pão Nosso)  [55 - página 112]

  • Lastimo aqueles que se agarram em demasia aos caprichos carnais. Para esses, sim, a situação não é agradável, porqüanto o semeador de espinhos não pode aguardar colheita de flores.
  • Os que se consagram à preparação do futuro com a vida eterna, através de manifestações de espiritualidade superior, instintivamente aprendem todos os dias a morrer para a existência inferior.

[40 - página 287] - André Luiz

Os que vivem com mais dedicação às coisas do Espírito, esses encontram maiores elementos de paz e felicidade no futuro; para eles, que sofreram mais, em razão do seu afastamento da vida mundana, a morte é um remanso de tranqüilidade e de esperança.  Encontrarão a paz ambicionada nos seus dias de lágrimas torturantes.

 

Emmanuel - (Emmanuel)  [55 - página 112]

 

Para os que permanecem na carne, a morte significa o fim do corpo denso; para os que vivem na esfera espiritual, representa o reinício da experiência

 

Emmanuel - (Vinha de Luz)  [55 - página 113]

        André_Luiz vem contar a você, leitor amigo, que a maior surpresa da morte carnal é a de nos colocar face a face com própria consciência, onde edificamos o céu, estacionamos no purgatório ou nos precipitamos no abismo infernal; vem lembrar que a Terra é oficina sagrada, e que ninguém a menosprezará, sem conhecer o preço do terrível engano a que submeteu o próprio coração.

[32 - página 11] - Emanuel - Pedro Leopoldo-MG, 03 de outubro de 1943.

A morte é simples mudança de veste, somos o que somos.
Depois do sepulcro, não encontramos senão o paraíso ou o inferno criados por nós mesmos.

[96 - págna 160] - André Luiz

        No plano físico,... 

  • muitos de nós supúnhamos que a morte seria ponto final aos nossos problemas, 

  • enquanto outros muitos se acreditavam privilegiados da Infinita Bondade, por haverem abraçado atitudes de superfície, nos templos religiosos.

        A viagem do sepulcro, no entanto, ensinou-nos uma lição grande e nova - a de que nos achamos indissoluvelmente ligados às nossas próprias obras.

        Nossos atos tecem asas de libertação ou algemas de cativeiro, para a nossa vitória ou nossa perda.
        A ninguém devemos o destino senão a nós próprios.

[83 - página 24]

        Quanto mais avança na ascensão evolutiva, mais seguramente percebe o homem a inexistência da morte como cessação da vida.

        E agora, mais que nunca, reconhece-se na posição de uma consciência retida entre forças e fluidos, provisoriamente aglutinados para fins educativos.

        Compreende, pouco a pouco, que o túmulo é porta à renovação, como o berço é acesso à experiência, e observa que o seu estágio no Planeta é uma viagem com destino às estações do Progresso Maior.

Emmanuel - (Nos Domínios da Mediunidade)  [28a - página 11 ]

    

        Intrigado, ao verificar tanta cautela, perguntei:
        — Meu caro Assistente, ...

  • todas as mortes se fazem acompanhar de missões auxiliadoras?
  • cada criatura que parte da Crosta precisa de núcleos de amparo direto?

        O amigo sorriu com indulgência, na superioridade legitima dos que ensinam sàbiamente, e esclareceu:
        — Absolutamente. Reencarnações e desencarnações, de modo geral, obedecem simplesmente à lei.

  • Há princípios biogenéticos orientando o mundo das formas vivas ao ensejo do renascimento físico,
  • e princípios transformadores que presidem aos fenômenos da morte, em obediência aos ciclos da energia vital, em todos os setores de manifestação.

        Nos múltiplos círculos evolutivos, há trabalhadores para a generalidade, segundo sábios desígnios do Eterno; entretanto, ...

  • assim como existem cooperadores que se esforçam mais intensamente nas edificações do progresso humano,
  • missões de ordem particular para atender-lhes as necessidades.

        Sentindo-me a estranheza, Jerônimo prosseguiu:
       - Não se trata de prerrogativa injustificável, nem de compensações de favor. O fato revela ordenação de serviços e aproveitamento de valores. Se determinado colaborador demonstra qualidades valiosas no curso da obra, merecerá, sem dúvida, a consideração daqueles que a superintendem, examinando-se a extensão do trabalho futuro. No plano espiritual, portanto, muito grande é o carinho que se ministra ao servidor fiel, de modo a preservar-lhe o devotado Espírito da ação maléfica dos elementos destruidores, com o desânimo e a carência de recursos estimulantes, permitindo-se, simultâneamente, que ele possa ir analisando a magnitude de nosso ministério na verdade e no bem, em face do Universo Infinito.

[40 - páginas 172/3] - André Luiz

(Ver: Escolhidos)

A Morte (por Léon Deniz): http://www.geocities.com/Athens/Cyprus/4786/amorte.htm 

EVANGELHO SEGUNDO TOMÉ O DÍDIMO

O Evangelho do Apóstolo Tomé

(Apostolo Dídimo Judas Tomé)

Texto Gnóstico encontrado em Nag Hammad, 1945

 

        Estas são as palavras secretas que Jesus o Vivo proferiu e que Dídimo Judas Tomé escreve:

  • (1) E ele disse: "Quem descobrir o significado interior destes ensinamentos não provará a morte."
  • ...

 

http://paginas.terra.com.br/servicos/ecard/apocrifosonline/evangelhos_gnosticos/evangelho_tome.htm 

Lembra-te Deles

        Lembra-te deles, os chamados mortos que embora invisíveis, não se fizeram ausentes...
        Compadece-te daqueles que passaram no mundo sem realizar os sonhos de bondade que lhes vibraram no seio e volve o coração reconhecido para quantos te abençoaram a existência com alguma nota de amor.
        Eles avançam para a vanguarda...
        Muitas vezes, quando menos felizes, esmolam-te o reconforto de uma oração e, vezes outras, mergulham as dores que os afligem na taça de teu pranto, sequiosos de paz e libertação...
        Outros muitos, porém, quais aves triunfantes nas rotas da Eternidade, buscam-te o coração por ninho de afeto que o tempo não destruiu, envolvendo-te o ser no calor de branda carícia para que o desânimo não te entorpeça a faculdade de caminhar...
        Lembra-te deles e guarda-lhes a lição.
        Ontem, apertavam-te nos braços, partilhando-te a experiência. Hoje, transferidos de plano, colhem os frutos das espécies que semearam.
        Aguça a audição mental e ouvirás o coro de vozes em que se pronunciam. Todos rogam-te
esperança e coragem, alargando-te os horizontes. E todos se lembram igualmente de ti, desejando aproveites a riqueza das horas na construção do bem para a doce morada de tua porvindoura alegria, porque, amanhã, estaremos todos novamente reunidos no Lar da União Sublime, sem lágrimas e sem morte.
Scheilla

Médium: Francisco Cândido Xavier

http://www.luizbertini.net/mensagem2.html

        O homem moderno, pesquisador da estratosfera e do subsolo, esbarra, ante os pórticos do sepulcro, com a mesma aflição dos egípcios, dos gregos e dos romanos de épocas recuadas. Os séculos que varreram civilizações e refundiram povos, não transformaram a misteriosa fisionomia da sepultura. Milenário ponto de interrogação, a morte continua ferindo sentimentos e torturando inteligências.

        Em todas as escolas_religiosas, a Teologia, representando as diretrizes de patriarcas veneráveis da fé, procura controlar o campo emotivo dos crentes, acomodando os interesses imediatistas da alma_encarnada. Para Isso, criou regiões definidas, tentando padronizar as determinações de Deus pelos decretos dos reis medievais, lavrados à base de audaciosa ingenuidade.

        Indubitavelmente, ...

      no entanto, o serviço teológico, nesse sentido, não obstante respeitável, atento ao dogmatismo tradicional e aos Interesses do sacerdócio, estabelece o "non_plus ultra", que não atende às exigências do cérebro, nem aos anseios do coração. (Ver: Fé raciocinada)

  • Como transferir imediatamente para o Inferno a mísera criatura que se emaranhou no mal por simples Influência da Ignorância? 

  • que se dará, em nome da Sabedoria Divina, ao homem primitivo, sedento de dominação e de caça? A maldição ou o alfabeto? 

  • Por que processo conduzir ao abismo tenebroso o espírito menos feliz, que apenas obteve contacto com a verdade, no justo momento de abandonar o corpo? 

  • Dentro das mesmas razões, como promover ao céu, em caráter definitivo, o discípulo do bem, que apenas se iniciou na prática da virtude

  • que gênero de tarefa caracterizará o movimento das almas redimidas, na Corte Celestial? 

  • formar-se-iam apóstolos tão só para a aposentadoria compulsória? 

  • como haver-se, no paraíso, o pai carinhoso cujos filhos fossem entregues a Satã? 

  • Que alegria se reservará a esposa dedicada e fiel, que tem o esposo nas chamas consumidoras? 

  • Estaria a Autoridade Divina, perfeita e ilimitada, tão pobre de recursos, a ponto de impedir, além_do_plano_carnal, o benefício da cooperação legítima, que as autoridades falíveis e deficientes do mundo incentivam e protegem? 

  • negar-se-iam possibilidades_de_evolução_aos_que_atravessam_a_porta_do_sepulcro, em plena vida maior, quando na esfera terrestre, sob limitações de vária ordem, há caminhos evolutivos para todas as formas e todos os seres? 

  • a palavra "trabalho" seria desconhecida nos céus, quando a Natureza terrena reparte missões claras de serviço, com todas as criaturas da Crosta_Planetária, desde o verme até o homem? 

  • como justificar um inferno onde as almas gemessem distantes de qualquer esperança, quando, entre os homens imperfeitos, ao influxo renovador do Evangelho_de_Jesus-Cristo, as penitenciárias são hoje grandes escolas de regeneração e cura psíquica? 

  • e por que meios admitir um céu, onde o egoísmo recebesse consagração absoluta, no gozo infinito dos contemplados pela graça, sem nenhuma compaixão pelos deserdados do favor, que caíram, ingênuos, nas armadilhas do sofrimento, se, entre as mais remotas coletividades de obscuras, zonas carnais, se arregimentam legiões de assistência fraterna amparando ignorante e infelizes?

        São interrogações oportunas para os teólogos sinceros da atualidade. Não, contudo, para os que tentam conjugar esforços na solução do grande e indevassado problema da Humanidade.

        O Espiritismo começou o inapreciável trabalho de positivar a continuação_da_vida_além_da_morte, fenômeno natural do caminho de ascensão. Esferas múltiplas de atividade espiritual interpenetrem-se nos diversos setores da existência. A morte não extingue ...

  • a colaboração amiga,
  • o amparo mútuo,
  • a intercessão confortadora,
  • o serviço evolutivo.

        As dimensões vibratórias do Universo são infinitas, como infinitos são os mundos que povoam a Imensidade.

        Ninguém morre. O aperfeiçoamento prossegue em toda parte.

        A vida renova, purifica e eleva os quadros múltiplos de seus servidores, conduzindo-os, vitoriosa e bela, à União Suprema com a Divindade...

       

        ... Naturalmente, a estranheza visitará os companheiros menos avisados e o sorriso irônico surgirá, sem dúvida, na boca, quase sempre brilhante, dos impenitentes incorrigíveis. Não importa, porém. Jesus, que é o Cristo de Deus, recebeu manifestações de sarcasmo da ignorância e da leviandade... Por que motivo, nós outros, simples cooperadores de "outro mundo", teríamos de ser intangíveis?

        Prossigamos, pois, no serviço da verdade e do bem, cheios de otimismo e bom ânimo, a caminho de Jesus, com Jesus.

Pedro Leopoldo-MG, 25 de março de 1946.

[40 - página 7] - Emmanuel

        Em nossa cultura, temos a tendência de ignorar o fato de nossa mortalidade, e é somente quando um amigo próximo ou parente está morrendo que nós, sem perceber, reconhecemos nosso próprio e inevitável progresso em direção à morte.
        Há milhares de anos, esse assunto tem sido uma questão central para o debate filosófico mais do que para a exploração científica e objetiva, mas, recentemente, a ciência começou a ampliar nossa compreensão sobre o que acontece quando morremos, tanto no aspecto psicológico quanto em termos da mente_humana.
        O trabalho do Dr. Raymond Moody e a publicação de seu livro Life After Life, em 1972, sugeriu haver um conjunto de fenômenos, que ele chamou de “experiência de quase-morte", que pode fornecer algumas pistas do que experimentamos no fim da vida.


[100_-_página_7] - Dr. Peter Fenwick, bacharel em Medicina e Cirurgia, membro do Royal College ofPsychiatrists, consultor neuropsiquidtrico e neurofisiolõgico do Instituto de Psiquiatria de Londres.

Ver também:

Crianças e Adolescentes

DESAPARECIDOS