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I CORINTIOS [15]
- 33 Não vos enganeis. As más companhias corrompem os bons costumes.
- 34 Acordai para a justiça e não pequeis mais; porque alguns ainda não têm conhecimento de Deus; digo-o para vergonha vossa.
- 35 Mas alguém dirá: Como ressuscitam os mortos? e com que qualidade de corpo vêm? (Ver: Perispírito após a morte)
- 36 Insensato! o que tu semeias não é vivificado, se primeiro não morrer.
- 37 E, quando semeias, não semeias o corpo que há de nascer, mas o simples grão, como o de trigo, ou o de outra qualquer semente.
- 38 Mas Deus lhe dá um corpo como lhe aprouve, e a cada uma das sementes um corpo próprio.
- 39 Nem toda carne é uma mesma carne; mas uma é a carne dos homens, outra a carne dos animais, outra a das aves e outra a dos peixes.
- 40 Também há corpos celestes e corpos terrestres, mas uma é a glória dos celestes e outra a dos terrestres.
- 41 Uma é a glória do sol, outra a glória da lua e outra a glória das estrelas; porque uma estrela difere em glória de outra estrela.
- 42 Assim também é a ressurreição, é ressuscitado em incorrupção.
- 43 Semeia-se em ignomínia, é ressuscitado em glória. Semeia-se em fraqueza, é ressuscitado em poder.
- 44 Semeia-se corpo animal, é ressuscitado corpo espiritual. Se há corpo animal, há também corpo espiritual.
- 45 Assim também está escrito: O primeiro homem, Adão, tornou-se alma vivente; o último Adão, espírito vivificante.
- 46 Mas não é primeiro o espiritual, senão o animal; depois o espiritual.
- 47 O primeiro homem, sendo da terra, é terreno; o segundo homem é do céu.
- 48 Qual o terreno, tais também os terrenos; e, qual o celestial, tais também os celestiais.
- 49 E, assim como trouxemos a imagem do terreno, traremos também a imagem do celestial.
- 50 Mas digo isto, irmãos, que carne e sangue não podem herdar o reino de Deus; nem a corrupção herda a incorrupção.
- 51 Eis aqui vos digo um mistério: Nem todos dormiremos mas todos seremos transformados,
- 52 num momento, num abrir e fechar de olhos, ao som da última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos serão ressuscitados incorruptíveis, e nós seremos transformados.
- 53 Porque é necessário que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade e que isto que é mortal se revista da imortalidade.
- 54 Mas, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrito: Tragada foi a morte na vitória.
- 55 Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?
- 56 O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei.
- 57 Mas graça a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo.
- 58 Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor.
Paulo de Tarso
Almeida Revista e Corrigida 1995: http://www.bibliaonline.com.br/rc/1co/15
Bíblia On Line - TioSaM: http://www.tiosam.net/Biblia/biblia.asp?livro=46&capitulo=15
Iluminalma: http://www.iluminalma.com.br/dph/4/0418.html
Sociedade Bíblica Britânica: http://www.bibliaonline.com.br/tb/1co/15
A Bíblia Net: http://www.cvvnet.org/cgi-bin/biblia
Versão Católica: http://www.bibliaonline.com.br/vc/1co/15
American Standard Version: http://www.bibliaonline.com.br/asv/1co/15
Basic English (Ed. 1965): http://www.bibliaonline.com.br/bbe/1co/15
Reina Valera (Ed. 1960): http://www.bibliaonline.com.br/rvr/1co/15

Sabemos que a morte não é milagre. Cada qual desperta, depois
do túmulo, na posição espiritual que procurou para si... Ora, o homem vulgar sente-se mais à solta junto das entidades que lhe
lisonjeiam as paixões,
estimulando-lhe os apetites, de vez que todos somos constrangidos a educar-nos,
na vizinhança de companheiros evoluídos, que já aprenderam a
sublimar os próprios impulsos, consagrando-se à lavoura incessante do bem.
[28a - página 255 ] - André Luiz
- Em desencarnando, não entra o Espírito na posse de poderes absolutos.
- A morte significa apenas uma nova modalidade de existência, que continua, sem milagres
e sem saltos.
[71
- página 23] - Emmanuel
Sem a posse delas, é impraticável a ascensão_do_espírito_humano. Personalidades vulgares apegam-se à salvaguarda
de recursos exteriores e neles centralizam os sentimentos mais nobres,
prendendo-se a fantasias inúteis... Encarcera-se-lhes, então, a
mente na insegurança, na fragilidade, no pavor. O choque_da_morte imprime-lhes tremendos conflitos à organização_perispirítica, veículo destinado às suas próprias manifestações
no circulo novo de matéria diferente a que foram arrebatadas, e, após
perderem abençoados anos no campo didático da esfera carnal, enredadas em
conflitos deploráveis, erram aflitas, exânimes e revoltadas, ajustando-se ao
primeiro grupo de entidades viciosas que lhes garantam continuidade de aventura
em fictícios prazeres.
Formam associações enormes e compactas, com base nas emanações da Crosta do
Mundo, onde milhões de homens e mulheres lhes sustentam as exigências mais
baixas; fazem vida coletiva provisória à força de sugarem_as_energias_da_residência_dos_irmãos_encarnados, qual se fôssem
extensa colônia de criminosos, vivendo a expensas de generoso rebanho bovino.
[96
- página 34] - Anré Luiz

II TIMóTEO [2]
- 15 Procura apresentar-te diante de Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.
- 16 Mas evita as conversas vãs e profanas; porque os que delas usam passarão a impiedade ainda maior,
- 17 e as suas palavras alastrarão como gangrena; entre os quais estão Himeneu e Fileto,
- 18 que se desviaram da verdade, dizendo que a ressurreição é já passada, e assim pervertem a fé a alguns.
Em nossa organização espiritual de vida
coletiva, irmãos sofredores convenientemente amparados...
[25
- página 224] - André Luiz
O padre François Brune, encerrando
seu livro Linha Direta do Além, afirma: “Estou
verdadeiramente convencido de que, com a transcomunicação
instrumental, dispomos de novos meios, fantásticos,
que nos garantem nossa sobrevivência
após a morte.”
No livro Os mortos nos falam, lamenta: "O
mais escandaloso é o silêncio, o desdém, até mesmo a censura exercida pela Ciência
e pela Igreja,
a respeito da descoberta inconteste mais extraordinária de nosso tempo: o após-vida existe e nós podemos nos comunicar com aqueles que chamamos de mortos.”
|
O sacerdote católico francês, François Brune, é da ordem de S. Sulpício.
Poliglota e com vasta cultura, tanto teológica, quanto nos mais diversos
segmentos do conhecimento humano, há vários anos interessava-se pelas
Experiências nas Fronteiras da Morte. |
http://www.mundoespiritual.com.br/comunicacoes.eletronicas.htm
O
estudo da situação espiritual da criatura humana, após
a morte do corpo, não pode ser relegado a plano secundário. Todas
as civilizações que antecederam a glória ocidental nos tempos modernos
consagraram especial atenção aos problemas de além-túmulo.
-
O
Egito mantinha incessante intercâmbio_com_os_trespassados e ensinava que os mortos sofriam rigoroso
julgamento entre Anúbis, o gênio com cabeça de chacal, e Hórus, o gênio
com cabeça de gavião, diante de Maât, a deusa da justiça, decidindo se
as almas deveriam ascender ao esplendor solar ou se deveriam voltar
aos Labirintos da provação,
na própria Terra, em
corpos deformados e vis; (Ver: Pistis
Sophia e Reencarnação)
-
os
hindus admitiam que os desencarnados, conforme as resoluções do Juiz
dos Mortos, subiriam ao Paraíso ou desceriam aos precipícios do reino de
Varuna, o gênio das águas, para serem insulados em câmaras de tortura,
amarrados uns aos outros por serpentes infernais;
-
hebreus, gregos, gauleses
e romanos sustentavam crenças mais ou menos semelhantes, convictos
de que a elevação celeste se reservava aos Espíritos retos e bons, puros
e lies, guardando-se os tormentos do inferno para quantos se rebaixavam na
perversidade e no crime, nas regiões de suplício, fora do mundo ou no
próprio mundo, através da reencarnação
em formas envilecidas pela expiação
e pelo sofrimento.
[83
- página 13] - André Luiz
-
O
Espírito encarnado no corpo constitui a alma.
-
Quando o deixa, por ocasião da morte,
não sai dele despido de todo o envoltório.
-
Todos
os Espíritos nos dizem que
conservam a forma humana e, com efeito, quando nos aparecem, trazem as
que lhes conhecíamos.
Observemo-los
atentamente, no instante em que acabem de deixar a vida;
-
acham-se em
estado de perturbação;
-
tudo se lhes apresenta confuso, em
torno;
-
vêem
perfeito ou mutilado, conforme o gênero da morte, o corpo que tiveram;
-
por outro lado se reconhecem e sentem vivos;
-
alguma coisa lhes diz que
aquele corpo lhes pertence e não compreendem como podem estar separados
dele.
-
Continuam a ver-se sob a forma que tinham antes de morrer e
esta visão, nalguns, produz, durante certo tempo, singular ilusão: a
de se crerem ainda vivos.
-
Falta-lhes a experiência do novo estado
em que se encontram, para se convencerem da realidade.
Passado
esse primeiro momento de perturbação,
-
o corpo se lhes torna uma veste
imprestável de que se despiram e de que não guardam saudades.
-
Sentem-se mais leves e como que aliviados de um fardo.
-
Não mais
experimentam as dores físicas e se consideram felizes por poderem
elevar-se, transpor o espaço, como tantas vezes o fizeram em sonho,
quando vivos (1).
-
Entretanto, mau grado à falta do corpo,
comprovam suas personalidades; têm uma forma, mas que os não importuna
nem os embaraça; têm, finalmente, a consciência de seu eu e de sua
individualidade.
Que devemos concluir daí? Que a alma não deixa
tudo no túmulo, que leva consigo alguma coisa.
[17b
- página 76 item 53] |
|
(1)
Quem se quiser reportar a tudo o que dissemos em O
Livro dos Espíritos sobre os sonhos e o estado do Espírito durante o sono (ns. 400 a 418),
conceberá que esses sonhos que quase toda gente tem, em
que nos vemos transportados através do espaço e como que voando, são mera
recordação do que o nosso Espírito experimentou,
quando, durante o sono, deixara momentaneamente o corpo material,
levando consigo apenas o corpo_fluídico, o que ele conservará depois da
morte.
Esses sonhos, pois, nos podem dar uma idéia do estado do
Espírito, quando se houver desembaraçado dos entraves que o
retêm preso ao solo. |
Uma
vez de volta ao mundo dos Espíritos, a alma conserva as percepções que tinha
na Terra. Além de outras de que aí não
dispunha.
[9a
- página 159 questão 237]
A
Alma
no seu regresso ao mundo dos Espíritos, é acolhida da seguinte forma:
-
A
do justo, como bem-amado irmão, desde muito tempo esperado.
-
A do mau, como
um ser desprezível.
[9a
- página 182 questão 287]
- Deixando
seus despojos mortais é necessário
algum tempo para que a Alma
se reconheça a si mesma e alije o véu material.
- Após este estágio,
vê imediatamente os parentes e amigos que a
precederam.
[9a
- página 182 questão 286]
Não se deve perder de vista que o Espírito não se transforma subitamente, após
a morte do corpo. Se
viveu vida condenável, é porque era imperfeito. Ora, a morte não o torna
imediatamente perfeito. Pode, pois, persistir em seus erros, em suas falsas
opiniões, em seus
preconceitos, até que se haja esclarecido pelo estudo, pela reflexão e
pelo sofrimento.
[9a
- página 460 questão 997]
É uma graça concedida aos bons Espíritos o lhes virem
ao encontro os que os amam, ao passo que aquele que se acha maculado permanece em insulamento,
ou só tem a rodeá-lo os que lhe são semelhantes. É uma punição.
[9a
- página 182 questão 289]
O
Espírito se encontra imediatamente com os que
conheceu na Terra e que morreram antes dele. Conforme
à afeição que lhes votava e a que eles lhe consagravam. Muitas vezes
aqueles seus conhecidos o vêm receber à entrada do mundo dos Espíritos e o ajudam
a desligar-se das faixas da matéria.
Encontra-se também com muitos dos que conheceu e perdeu
de vista durante a sua vida terrena. Vê os que estão na erraticidade,
como vê os encarnados e os vai visitar.
[9a
- página 116 questão 160]
Admitíamos que a transição do sepulcro fosse lavagem miraculosa, liberando-nos o Espírito, mas ressuscitamos no
corpo sutil de agora com os males que alimentamos em nosso ser.
[83
- página 25]
Além do túmulo,
o Espírito desencarnado não encontra os milagres da sabedoria, e as
novas realidades do plano imortalista transcendem aos quadros do conhecimento
contemporâneo, conservando-se numa esfera quase inacessível às cogitações
humanas, escapando, pois, às nossas possibilidades de exposição, em face da
ausência de comparações analógicas, único meio de impressão na tábua de
valores restritos da mente humana.
[41a
- página 20]
- Emmanuel
A
sepultura não é milagroso acesso às zonas da luz integral ou da sombra
completa. Somos defrontados por novas modalidades da Divina Sabedoria a se
traduzirem por mistérios mais altos
Emmanuel - (Reformador - 9/948) [55
- página 166]
Quem
passa pela sepultura prossegue trabalhando e, aqui quanto aí, só existe
desordem para o desordeiro. Na crosta da terra ou além de seus círculos,
permanecemos vivos invariavelmente.
Emmanuel - (Pão Nosso) [55
- página 164]
Na
Terra, não formulamos idéia
do volume de obrigações que nos espera depois da
morte...
[73
- página 231] - André Luiz
A
vida no Além é também atividade, trabalho,
luta, movimento. Se as almas estão menos submetidas ao cansaço, não
combatem menos pelo seu aperfeiçoamento.
Emmanuel - (Emmanuel) [55
- página 174]
Não
te esqueças de que os desencarnados não são magos, nem adivinhos. São
irmãos que continuam na luta de aprimoramento.
Emmanuel - (Pão Nosso) [55
- página 166]
Nós,
os desencarnados, somos também criaturas humanas em diferentes círculos vibratórios,
tão necessitados de aplicação do Evangelho Redentor, quanto os companheiros
que marcham pelo roteiro carnal.
Emmanuel - (Reformador - 9/948) [55
- página 166]
|
Metamorfoseada, pois, não obstante o fenômeno da desencarnação,
a personalidade humana continua, além-túmulo,
o estágio educativo que iniciou no berço, sem perder a própria identidade,
somando consigo as experiências da vida carnal, da desencarnação e da
metamorfose no plano extrafísico.
Perceberemos, desse modo, que a existência da criatura, na reencarnação,
substancializa-se não apenas na Terra,
onde atende à plantação dos sentimentos, palavras, atitudes e ações com que
se caracteriza, mas também no Mundo_Espiritual, onde incorpora a si mesma a colheita da sementeira
praticada no
campo físico, pelo desdobramento do aprendizado com que entesoura as
experiências necessárias à sublime ascensão a que se destina.
André
Luiz (Uberaba-MG,
5
de Março de 1958) [56
- página 84]
(Ver:
Intermissão
(Erraticidade)) |
É imprescindível
compreender que, depois da morte no corpo_físico,
prosseguimos desenvolvendo os pensamentos que cultivávamos na experiência
carnal. E não podemos esquecer que a Lei traça princípios universais que não
podemos trair. Subordinados à evolução, como avançar sem lhe acatarmos a
ordem de harmonia e progresso? A idéia
fixa pode operar a indefinida estagnação da vida mental no tempo.
[28a - página 234] - André Luiz
Os
Espíritos encarnados que sofreram desequilíbrio mental de alta expressão
não voltam imediatamente à lucidez espiritual após a
desencarnação. Porquanto a perturbação dilatada exige a convalescença indispensável,
cuja duração naturalmente varia com o grau de evolução do enfermo
em reajuste.
[56
- página 207]
- Uberaba-MG, 18/6/1958.
... "Continuávamos vivendo, apenas
sem a máquina_fisiológica,
mas as novas condições de existência não significavam subtração da
oportunidade de evolver.
Os motivos de competição benéfica, as possibilidades de crescimento
espiritual haviam lucrado infinitamente.
-
Podíamos recorrer aos poderes
superiores,
-
entreter relações edificantes,
-
tecer esperanças e sonhos de amor,
-
projetar experiências mais elevadas no
setor reencarnacionista,
aprimorando-nos no trabalho e no estudo e dilatando a capacidade de servir.
Em suma, a passagem_pelo_sepulcro
conduzira-nos a uma vida melhor; mas... e os milhões que transpunham o
estreito limiar da morte, permanecendo apegados à Crosta da Terra?"
[25 - página 39]
- André Luiz
|
Depois da morte
física, o que há de mais surpreendente para nós é o reencontro da
vida. Aqui aprendemos que o organismo_perispirítico que nos condiciona em matéria mais leve e mais plástica,
após o sepulcro, é fruto igualmente do processo_evolutivo. Não somos criações milagrosas, destinadas ao adorno de
um paraíso de papelão. Somos filhos de Deus e herdeiros dos séculos, conquistando
valores, de experiência em experiência, de milênio a milênio. Não há
favoritismo no Templo Universal do Eterno, e todas as forças da Criação
aperfeiçoam-se no Infinito:
-
A
crisálida de consciência, que reside no cristal a rolar na corrente do
rio, aí se acha em processo liberatório; (Ver: Alma
grupo)
-
as
árvores que por vezes se aprumam centenas de anos, a suportar os golpes do
Inverno e acalentadas pelas carícias da Primavera, estão conquistando a
memória;
-
a fêmea
do tigre, lambendo os filhinhos recém-natos, aprende rudimentos do
amor;
-
o símio,
guinchando, organiza a faculdade da palavra.
Em verdade, Deus criou o mundo, mas nós nos conservamos ainda longe da obra
completa. Os seres que habitam o Universo
ressumbrarão
suor por muito tempo, a aprimorá-lo. Assim também a individualidade.
Somos criação do Autor Divino, e devemos aperfeiçoar-nos integralmente. O
Eterno Pai estabeleceu como lei universal que seja a perfeição obra de
cooperativismo entre Ele e nós, os seus filhos.
[25
- página 45] - André Luiz |
Depois
do sepulcro,...
-
o
dia do bem é mais luminoso,
-
e a
noite do mal é,
sobremaneira, mais densa e tormentosa.
[25
- página 148] - André Luiz
Não
suponhas que a fatal passagem do sepulcro
nos abra portas à liberdade: segue-nos a Lei, a toda parte, e o Supremo
Senhor, se exerce a infinita compaixão, não despreza a justiça inquebrantável.
Dá-nos, invariavelmente, a Eterna Sabedoria o lugar onde possamos ser mais úteis
e mais felizes.
[25
- página 187 ] André Luiz 
-
Entidades de boa intenção buscavam-nos sequiosas de paz e esclarecimento, mas, francamente, doía-me observar tanta ignorância, além da morte do corpo.
- Na maior parte dos presentes não surgia o mais leve traço de compreensão da espiritualidade.
- Raciocínios e sentimentos jaziam presos ao chão terrestre, vinculados a interesses e paixões, angústias e desencantos.
[96 - página 223] - André Luiz
Inútil
é supor que a morte_física
ofereça solução pacífica aos espíritos em extremo_desequilíbrio, que entregam o corpo aos desregramentos
passionais. A loucura, em que se debatem, não procede de simples modificações do cérebro:
dimana da desassociação dos centros
perispiríticos, o que exige longos períodos de reparação.
[25
- página 156]
- André Luiz
São
muitos os irmãos afins que se reúnem, depois da morte
do corpo, em tarefas de amparo_fraternal, quando já alcançaram os primeiros degraus da escada de
purificação.
[16a
- página 72] - André Luiz - 1943
|
SABEDORIA INTEGRAL E ORDEM INVIOLÁVEL
Cabe-nos, pois, a nós que depois da morte
já não encontramos nenhum ponto de dúvida, exclamar para os que crêem
e esperam:
"Ó
irmãos nossos, que confiais na Providência Divina, dentro da escuridão
do mundo!... Do portal de claridade do Além-Túmulo,
nós vos estendemos mãos fraternas!... Nossas palavras correm pelo mundo
como sopro poderoso de verdades. A morte
não existe e o Espírito
é a única realidade imutável da existência. Todas as Babilônias do
passado jazem no pó dos tempos, com as suas glórias reduzidas a um
punhado de cinzas, mas dentro do Universo mil laços nos unem. Sobre as ruínas,
sobre os escombros das civilizações mortas e dos templos desmoronados, nós
viveremos eternamente. Uma justiça soberana, íntegra e misericordiosa,
preside aos nossos destinos.
Na Terra ou no Espaço, unamos os nossos esforços pelo bem coletivo.
Guardai convosco o sagrado patrimônio das crenças porque, acima das
coisas transitórias do mundo, há uma Sabedoria Integral e uma Ordem
Inviolável. Lutemos, pois, com destemor e coragem, porque Deus
é justo e a alma é
imortal.”
[71
- página 38]
- Emmanuel - 1938 |
A vida no Além é também atividade,
trabalho,
luta, movimento. Se
as almas estão menos submetidas ao cansaço, não combatem menos pelo seu
aperfeiçoamento.
A lei das
afinidades a tudo preside, entre os seres despidos dos indumentos
carnais, e, liberto o Espírito dos laços que o agrilhoavam à matéria,
recebe o apelo de quantos se afinam pelas suas preferências e inclinações.
[71
- página 73]
- Emmanuel - 1938
O
reino da vida, além da morte, não é domicílio
do milagre.
Passa o corpo, em trânsito
para a natureza inferior que lhe atrai os componentes, entretanto, a alma
continua na posição evolutiva em que se encontra.
-
Cada
inteligência apenas consegue alcançar a periferia do círculo de valores e
imagens dos quais se faz o centro gerador.
-
Ninguém
pode viver em situação que ainda não concebe.
-
Dentro
da nossa capacidade de autoprojeção, erguem-se os nossos limites.
Em suma, cada ser apenas atinge a vida, até onde possa chegar a onda
do pensamento que lhe é próprio.
-
A
mente primitivista de um mono,
transposto o limiar da morte, continua
presa aos interesses da furna que lhe consolidou os hábitos instintivos.
-
O
índio desencarnado dificilmente ultrapassa o âmbito da floresta que lhe
acariciou a existência.
-
Assim
também, na vastíssima fauna social das nações, cada criatura dita
civilizada, além do sepulcro,
circunscreve-se ao círculo das concepções que, mentalmente, pode
abranger.
A residência da alma permanece situada no manancial de seus próprios pensamentos.
Facilmente explicável, assim, a continuidade dos nossos hábitos e tendências,
além da morte.
-
A
escravidão ou a liberdade residem no imo de nosso próprio ser.
-
Corre
a fonte, sob a emanação de vapores da sua própria corrente.
-
Vive
a árvore rodeada pelos fluidos sutis que ela mesma exterioriza, através
das folhas e das resinas que lhe pendem dos galhos e do tronco.
-
Permanece
o charco
debaixo da atmosfera pestilencial que ele mesmo alimenta,
-
e
brilha o jardim, sob as vagas do perfume que produz.
-
Assim
também a Terra, com o
seu corpo ciclópico, arrasta consigo, na infinita paisagem cósmica, o ambiente
espiritual de seus filhos.
Atravessado o grande umbral
do túmulo, o homem deseducado prossegue reclamando aprimoramento.
-
A
criatura viciada continua exigindo satisfação aos apetites baixos.
-
O
cérebro desvairado,
entre indagações descabidas, não foge, de imediato, ao poço de
obscuridades em que se submergiu.
E a alma de boa-vontade encontra mil recursos para adiantar-se na senda
evolutiva, amparando o próximo e descobrindo na felicidade dos
outros a própria felicidade.
Em razão das leis que nos governam a vida,...
Determinadas inteligências desencarnadas se comunicam com determinados instrumentos
mediúnicos.
A necessidade do Evangelho,
portanto, como estatuto de edificação moral dos fenômenos
espíritas, é impositivo inadiável. Com a Boa Nova, no mundo abençoado
e fértil da nossa Doutrina de
luz e amor, possuímos a estrada real para a nossa romagem de elevação.
[10
- página 123] - Emmanuel - 1952
|
A morte não prodigaliza
estados miraculosos para a nossa consciência.
Desencarnar é mudar de plano, como alguém que se transferisse de uma
cidade para outra, aí no mundo, sem que o fato lhe altere as enfermidades
ou as virtudes com
a simples modificação dos aspectos exteriores. Importa observar apenas a
ampliação desses aspectos, comparando-se o plano terrestre com a esfera
de ação dos desencarnados.
Imaginai um homem que passa de sua aldeia para uma metrópole moderna.
Como se haverá, na hipótese de não se encontrar devidamente preparado
em face dos imperativos da sua nova vida?
A comparação é pobre, mas serve para esclarecer que a morte não
é um salto dentro da Natureza. A alma
prosseguirá na sua carreira_evolutiva, sem milagres prodigiosos.
Os dois planos, visível e invisível, se interpenetram no mundo, e, se a
criatura humana é incapaz de perceber o plano da vida imaterial, é que o
seu sensório está habilitado somente a certas percepções, sem que lhe
seja possível, por enquanto, ultrapassar a janela estreita dos cinco
sentidos.
Nos primeiros tempos da vida de além-túmulo,
a alma desencarnada procura naturalmente as atividades que lhe eram
prediletas nos círculos da vida material, obedecendo aos laços afins,
tal qual se verifica nas sociedades do vosso mundo.
- As vossas cidades não se encontram repletas de associações, de grêmios,
de classes inteiras que se reúnem e se sindicalizam para determinados
fins, conjugando idênticos interesses de vários indivíduos?
- Aí, não
se abraçam os agiotas, os políticos, os comerciantes, os sacerdotes,
objetivando cada grupo a defesa dos seus interesses próprios?
O homem desencarnado procura ansiosamente, no Espaço, as aglomerações_afins_com_o_seu_pensamento, de modo a continuar o mesmo gênero
de vida abandonado na Terra,
mas, tratando-se de criaturas apaixonadas e viciosas, a sua
mente reencontrará as obsessões de materialidade, quais as do
dinheiro, do álcool, etc., obsessões que se tornam o seu martírio moral de cada hora, nas esferas mais próximas
da Terra.
Daí a necessidade de encararmos todas as nossas atividades no mundo como
a tarefa de preparação para a vida_espiritual, sendo indispensável à nossa felicidade, além do
sepulcro, que tenhamos um coração sempre puro.
- Se
a sua existência terrestre foi o apostolado do trabalho
e do amor a Deus, a transição do plano terrestre para a esfera
espiritual será sempre suave.
Nessas condições, poderá encontrar imediatamente aqueles que foram
objeto de sua afeição no mundo, na hipótese de se encontrarem no mesmo
nível de evolução. Uma felicidade doce e uma alegria perene
estabelecem-se nesses corações amigos e afetuosos, depois das amarguras
da separação e da prolongada ausência.
- Entretanto, aqueles que se desprendem da Terra, saturados de obsessões pelas posses efêmeras do mundo e tocados pela sombra das revoltas
incompreensíveis, não encontram tão depressa os entes queridos que os
antecederam na sepultura. Suas percepções restritas à atmosfera escura
dos seus pensamentos e seus valores negativos impossibilitam-lhes as doces
venturas do reencontro.
É por isso que observais, tantas vezes, Espíritos_sofredores e
perturbados fornecendo a impressão de criaturas desamparadas e esquecidas
pela esfera da bondade superior, mas, que, de fato, são desamparados por
si mesmos, pela sua perseverança no mal, na intenção criminosa e na
desobediência aos sagrados desígnios de Deus.
A morte não apresenta perturbações à
consciência reta e ao coração amante da verdade e do amor
dos que viveram na Terra tão-somente para o cultivo da prática
do bem, nas suas variadas formas e dentro das mais diversas crenças.
Que
o espiritista
cristão não considere o seu titulo de aprendiz de Jesus como um simples
rótulo, ponderando a exortação evangélica — “muito se pedirá
de quem muito recebeu”, preparando-se nos conhecimentos e nas obras
do bem, dentro das experiências do mundo para a sua vida futura, quando a
noite do túmulo houver descerrado aos seus olhos espirituais a visão da
verdade, em marcha para as realizações da vida imortal.
[41a
- página 92]
- Emmanuel - 1940 |
Depois da morte do corpo, ...
-
as criaturas efetivamente santificadas
encontram as mais altas quotas de serviço, na expansão da luz ou da caridade, do
conhecimento ou da
virtude, de que se fizeram a fonte viva de
inspiração, quando no aprendizado humano.
-
O céu beatífico e estanque existe apenas
na mente ociosa daqueles que pretendem progresso sem trabalho e paz sem esforço.
Tudo é criação, beleza, aprimoramento, alegria e luz incessantes na obra de Deus, a
expressar-se, divina e infinita, através daqueles que se elevam para o Infinito Amor. Assim pois, o coração que
deixe na Terra uma sementeira de
fé e abnegação passa a
nutrir, do plano_espiritual, a lavoura das idéias e dos exemplos que legou aos irmãos de luta evolutiva, lavoura
essa que se expande naqueles que lhe continuam o ministério sagrado, crescendo, assim, em trabalho e
influência para o bem, no setor de ação iluminativa e santificante que o
Senhor lhe confia.
[83
-
página 159] - André Luiz
Assim
é que os planos de vivência para os habitantes do Além se personalizam de múltiplos
modos, e é
compreensível - que assim seja.
-
Quanto
maior a cultura de um Espírito encarnado, mais dolorosos se lhe mostrarão
os resultados da perda de tempo.
-
Quanto
mais rebelde a criatura perante a Verdade, mais aflitivas se lhe revelarão
as consequências da própria teimosia.
Além disso, temos a observar que a sociedade, para lá
da morte, carrega consigo os reflexos dos hábitos a que se afeiçoava
no mundo.
Os desencarnados de uma cidade asiática não encontram, de imediato, os
costumes e edificações de uma cidade ocidental e vice-versa.
Nenhuma construção digna se efetua sem a cooperação do serviço e do tempo,
de vez que a precipitação ou a violência não constam dos Planos Divinos que
supervisionam o Universo.
Para não nos alongarmos em apontamentos dispensáveis, reafirmamos tão-somente
que encontraremos o retrato espiritual de nós mesmos com as situações que
forjamos,...
[73
- página 7] - Emmanuel - 18/4/1968
Cada qual de nós é um mundo por si e, em razão disso, cada individualidade,
após largar o carro físico,
encontrará...
-
emoções,
-
lugares,
-
pessoas,
-
afinidades
-
e
oportunidades, conforme desempenhou o ofício, ou melhor, os deveres que lhe
competiam durante a existência, na Terra.
Ninguém pode conhecer o que não estuda, nem reter qualidades que não
adquiriu. (Ver: Amor
e Conhecimento)
[73
- página 66] - André Luiz
Muitos espíritos, logo
após a morte,
acreditam permanecer com o seu corpo_físico e sentem dificuldade em adaptar-se à nova vida, no plano
espiritual. Opõem firme
recusa mental à verdade, à vista de suas convicções religiosas, louváveis
mas provisórias, convicções que jazem solidamente estruturadas em seus espíritos...
Se não nascessemos_na_Crosta_Planetária
pelo regaço materno, com o período da infância, logo após, constrangendo-nos
a longos serviços de readaptação, não seria a mesma coisa?
[73
- página 69] - André Luiz
Revejamos, superficialmente, a Humanidade encarnada em si e perceberemos que contamos
na Terra, de onde somos egressos, milhões de pessoas...
-
sensatas
e espiritualmente desequilibradas,
-
sadias
e enfermas,
-
instruídas
e ignorantes,
-
relativamente
sublimadas e outras tantas ainda excessivamente animalizadas,
-
confiantes
e descrentes,
-
amadurecidas
na evolução ou iniciantes nela.
Impraticável categorizá-las, depois da morte,
segundo um critério exclusivo. Cada qual estará em seu grupo e cada grupo em
sua comunidade ou faixa_de_afinidades.
Nada fácil padronizar as situações dos Espíritos desencarnados. Basta
recordar que 150.000 pessoas, aproximadamente, por dia, saem da circulação do
ambiente físico, na média flutuante de 100 por minuto, largando afetos,
realizações, compromissos, problemas... Ora, todos são filhos de Deus e
recebem de Deus atenções e providências, análogas do ponto de vista do amor
com que somos envolvidos na Criação, embora diversas nos modos múltiplos em
que se exprimem.
Razoável reconhecer que por muito se enfeitem, externamente, com as honras que
lhes são prestadas pelos entes queridos, quando se despedem do mundo, os
homens, quaisquer que sejam, chegam aqui como são... Porque hajam desencarnado,...
-
o
louco não adquire o juízo, de um dia para outro,
-
e
nem o ignorante obtém a sabedoria por osmose.
Depois da morte, somos o que fizemos de nós,
na realidade interna, e colocamo-nos em lugar compatível com...
[73
- página 70] - André Luiz - 1968
Quantos de vós viestes escutar aqui as vozes da verdade para as quais tantas
vezes selastes os ouvidos do corpo
terreno?
A Divina Providência não pergunta o que fostes, porque nos conhece a cada um
em qualquer tempo... Entretanto, é justo investigue sobre o que fizestes dos
tesouros do tempo, concedido a nós todos em parcelas iguais...
-
Sábios, em que
aplicastes os dotes do conhecimento superior?
-
Ignorantes, onde colocáveis
o talento das horas?
-
Ricos, em que trabalho
dignificastes o dinheiro?
-
Irmãos destituídos de
reservas douradas, mas tanta vez detentores de bênçãos maiores,
que realizastes com as oportunidades de paciência e serviço, compreensão
e humildade na esfera da obediência?
-
Jovens, que operastes
com a força?
-
Companheiros encanecidos
na marcha do cotidiano, em que boas obras convertestes o clarão de
vosso entendimento?
Não vos iludais!...
Qual ocorreu a nós outros, os que habitamos atualmente o Plano_Espiritual desde longas décadas, trouxestes para cá o que
efetuastes de vós mesmos... Aprendestes o que estudastes, mostrais o que
fizestes, entesourais o que distribuístes!...
Em suma, atravessada a Grande Fronteira, somos simplesmente o que somos!
Reconhecereis, assim, no curso do dia-a-dia, neste domicílio das realidades
excelsas, que todos os disfarces que nos encobriam a individualidade real no
mundo se extinguem naturalmente, expondo-nos à vista a esfera íntima.
Fora das constrições carnais, cada espírito se revela por si.
Mecanicamente, na residência ancestral da alma, estampamos nas atitudes e
palavras os sentimentos e
pensamentos que nos são peculiares, sem que nos
seja mais possível qualquer recurso à simulação.
Patenteando de todo o que somos e o que temos, nos recessos do ser, terá
chegado para cada um de nós a hora do julgamento, porqüanto a Divina Misericórdia
do Senhor nos oferece ainda, aqui como em tantas outras estâncias da
Espiritualidade, esta cidade-lar, como sendo antecâmara de estudo e serviço,
possibilitando-nos valiosos aprestos para a ascensão à Vida Maior, em cujas
províncias nos aplicaremos à conquista de dons inefáveis, na continuação da
luta bendita pelo aperfeiçoamento
próprio.
[73
- página 96] - André Luiz
A
morte apenas dilata as nossas concepções e nos aclara a introspecção,
iluminando-nos o senso
moral, sem resolver, de maneira absoluta, os problemas que o Universo nos propõe a cada passo, com os seus espetáculos de grandeza.
André
Luiz (Uberaba,15
de Janeiro de 1958) [56
- página.23]
Milhões de pessoas depois da morte encontram perigosos inimigos no medo e na vergonha de si mesmas. Nada se perde no círculo de...
O registro de nossa vida opera-se em duas fases distintas, ...
O espírito, em qualquer parte, move-se no centro das criações que desenvolveu.
A criatura na Terra ouve argumentos alusivos ao Céu e ao Inferno e acredita vagamente na vida_espiritual_que_a_espera,_além-túmulo. Mais cedo que possa imaginar, perde o veículo_de_carne e compreende que não se pode ocultar por mais tempo, desfeita a máscara do corpo sob a qual se escondia à maneira da tartaruga dentro da carapaça. Sente-se tal qual é e receia a presença dos filhos_da_luz, cujos dons de penetração lhe identificariam, de pronto, as mazelas indesejáveis. O perispírito, para a mente, é uma cápsula mais delicada, mais suscetível_de_refletir-lhe a glória ou a viciação, em virtude dos tecidos_rarefeitos_de_que_se_constitui. Em razão disso, as almas decaídas, num impulso de revolta contra os deveres que nos competem a cada um, nos serviços de sublimação, aliam-se umas às outras através de organizações em que exteriorizam, tanto quanto possível, os lamentáveis pendores que lhes são peculiares, não obstante ferretoadas pelo aguilhão das inteligências vigorosas e cruéis. (Ver: Perispírito após a morte e Aura humana)
[96
- página
58] - André Luiz
Os
recém-desencarnados
http://www.espirito.org.br/portal/publicacoes/herculano/opd-22.html |