Jesus

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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        Com o nascimento de Jesus, há como que uma comunhão direta do Céu com a Terra. Estranhas e admiráveis revelações perfumam as almas e o Enviado oferece aos seres humanos toda a grandeza do seu amor, da sua sabedoria e da sua misericórdia.
        Aos corações abre-se nova torrente de esperanças e a Humanidade, na Manjedoura, no Tabor e no Calvário, sente as manifestações da vida celeste, sublime em sua gloriosa espiritualidade.
        Com o tesouro dos seus exemplos e das suas palavras, deixa o Mestre entre os homens a sua Boa Nova. O_Evangelho_do_Cristo é o transunto de todas as filosofias que procuram aprimorar o espírito, norteando-lhe a vida e as aspirações.
       Jesus foi a manifestação do amor de Deus, a personificação de sua bondade infinita.

[71 - página 27]  - Emmanuel - 1938

 

 

        Interpretação do sentido das palavras de João: “E o_Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e verdade”: 

  • Antes de tudo, precisamos compreender que Jesus não foi um filósofo e nem poderá ser classificado entre os valores propriamente humanos, tendo-se em conta os valores divinos de sua hierarquia espiritual, na direção das coletividades terrícolas.

  • Enviado de Deus, Ele foi a representação do Pai junto do rebanho de filhos transviados do seu amor e da sua sabedoria, cuja tutela lhe foi confiada nas ordenações sagradas da vida no Infinito.

  • Diretor angélico do orbe, seu coração não desdenhou a permanência direta entre os tutelados míseros e ignorantes, dando ensejo às palavras do apóstolo, acima referidas.

[41a - página 168] - Emmanuel - 1940

Jesus-Cristo é sem pai, sem mãe, sem genealogia.” 

(segundo Mateus)

 

Faz-se necessário entendermos a missão universalista do Evangelho_de_Jesus, através da palavra de João, para compreender tal afirmativa no tocante à genealogia do Mestre Divino, cujas sagradas raízes repousam no infinito do amor e de sabedoria em Deus.

[41a - página 169] - Emmanuel - 1940

        Que seria de nós, se Jesus permanecesse em continuado convívio com as nossas organizações e necessidades?

  • não passaríamos, talvez, de maravilhosas flores da estufa, sem vida essencial.
  • Por excesso de consulta e abuso de confiança, não desenvolveríamos a capacidade de administrar ou de obedecer.
  • Baldos de valor próprio, erraríamos de região em região, em compactos rebanhos de incapazes, à procura do Oráculo Divino.

        Talvez, em vista disso, o Mestre Sábio tenha limitado ao mínimo de tempo o apostolado pessoal e direto, traçando-nos serviços dignificantes para muitos séculos, em poucos dias. Deu-nos a entender, desse modo, que o homem é coluna sagrada do Reino de Deus, que o coraçao de cada criatura deve iluminar-se, como Santuário da Divindade, para refletir-lhe a grandeza augusta e compassiva. Não vos esqueçais, meus amigos, de que todos nós, individualmente considerados, somos herdeiros ditosos da sabedoria e da luz.

[40 - página 294] - André Luiz

A semente de mostarda

        As mentes_desequilibradas pela irreflexão permanecem, neste mundo, quase por toda a parte. É que nós temos descuidado das coisas pequeninas. Grande é o oceano, minúscula é a gota, mas o oceano não é senão a massa das gotas reunidas. Fala-nos o Mestre, em divino simbolismo, da semente de mostarda. Recordemos que o campo do nosso coração está cheio de ervas espinhosas, demorando, talvez, há muitos séculos, em terrível esterilidade. Naturalmente, não deveremos esperar colheitas milagrosas. É indispensável amanhar a terra e cuidar do plantio. A semente de mostarda, a que se refere Jesus, constitui o gesto, a palavra, o pensamento da criatura.

  • Há muitas pessoas que falam bastante em humildade, mas nunca revelam um gesto de obediência.
  • Jamais realizaremos a bondade, sem começarmos a ser bons.
  • Alguma coisa pequenina há de ser feita, antes de edificarmos as grandes coisas.
  • O Senhor ensinou, muitas vezes, que o reino dos céus está dentro de nós.

        Ora, é portanto em nós mesmos que devemos desenvolver o trabalho magnânimo de realização divina, sem o que não passaremos de grandes irrefletidos. A floresta também começou de sementes minúsculas. E nós, espiritualmente falando, temos vivido em densa floresta de males, criados por nós mesmos, em razão da invigilância na escolha de sementes espirituais.

  • A palestra de uma hora,
  • o pensamento de um dia,
  • o gesto de um momento, podem representar muito em nossas vidas.  

       Tenhamos cuidado com as coisas pequeninas e selecionemos os grãos de mostarda do reino dos céus. Lembremos que Jesus nada ensinou em vão. Toda vez que “pegarmos’ desses grãos, consoante a Palavra Divina, semeando-os no campo íntimo, receberemos do Senhor todo o auxílio necessário.

  • Conceder-nos-á a chuva das bênçãos,
  • o sol do amor eterno,
  • a vitalidade sublime da esfera superior.

         Nossa semeadura crescerá e, em breve tempo, atingiremos elevadas edificações. Aprendamos, meus filhos, a ciência de começar, lembrando a bondade de Jesus a cada instante. O Mestre não nos desampara, segue-nos amorosamente, inspira-nos o coração. Tenhamos, sobretudo, confiança e alegria!”

[103 - páginas 187/188] - André Luiz

A Personalidade de Jesus

        Jesus Cristo, objeto central dos dois Testamentos, ...

  • num, como esperança,
  • noutro, como modelo.

[Livro "PENSAMENTOS", página 284, pensamento 740 - Pascal]

        Provas de Jesus Cristro:

[Livro "PENSAMENTOS", página 284, pensamento 743 - Pascal]

“Aprendemos que Cristo é o primogênito de Deus e que é o Logos, do qual participa todo o gênero humano” (Justino - Apologia Prima, 46).

        Jesus O ser mais perfeito que Deus ofereceu aos homens, para lhes servir de modelo e guia.  O espírito de maior grau ou patente evolutiva já encarnado no planeta terra.  Segundo a doutrina_espírita, Jesus é o "administrador" espiritual do planeta e de todos os espíritos que nele se encontram, sejam encarnados ou não.  Sob sua tutela estão todos os espíritos aqui existentes. Trata-se de uma entidade espiritual de altíssima evolução moral.  Cujas faculdades_morais e espirituais jamais poderíamos definir em nossa linguagem.  

 

        Leitura básica: 

  1. O evangelho segundo o Espiritismo

  2. Livro dos Espíritos

  3. O sublime peregrino

  4. O Evangelho á luz do cosmo

  5. Jesus dos 13 aos 30 anos

  6. Novo Testamento

  • "O evangelho segundo o espiritismo" de Allan Kardec,

            Contém a explicação das máximas morais do Cristo, em concordância com o espiritismo e suas aplicações às diversas circunstâncias da vida --  por Allan Kardec.

  • Livro dos Espíritos -

            Livro básico da Doutrina Espírita, pedra fundamental do Espiritismo.  No decorrer de 1019 questões, os espíritos respondem às dúvidas universais: 

    • Quem somos? 

    • De onde viemos? 

    • Para onde vamos?

            Nele estão contidos os princípios fundamentais do Espiritismo, tal como foram transmitidos pelos Espíritos Superiores a Allan Kardec, através do concurso de diversos médiuns. Seu conteúdo é apresentado em 4 partes:

    • Das causas primárias. 

    • Do mundo espírita ou dos espíritos. 

    • Das Leis Morais 

    • e das esperanças e consolações.

            É um livro que abre novas perspectivas ao homem, pela interpretação que dá aos diversos aspectos da vida, sob o prisma das Leis Divinas, da existência e sobrevivência do Espírito e sua evolução natural e permanente, através de reencarnações sucessivas.
            Seus ensinamentos conduzem o homem atual à redescoberta de si mesmo, no campo do espírito, fornecendo-lhes recursos para que compreenda, sem mistério, quem é, de onde veio e para onde vai.

  •  "O sublime peregrino", obra psicografada pelo médium Hercílio Maes e ditada pelo espírito Ramatís.

            Ramatís procura transmitir-nos uma ideia mais nítida da realidade do Espírito angélico de Jesus, recorrendo a informações contidas nos "registros etéricos" e a indagações feitas a alguns dos próprios discípulos do Mestre em serviço no Espaço. Esclarece sobre diversos conhecimentos da vida oculta, preparando-nos para as revelações futuras, com referência à contextura do espírito imortal.

  •  "O evangelho á luz do cosmo" psicografado p/ Hercílio Maes e ditado p/ Ramatís.

            Livro de cunho iniciático, mas na linguagem acessível característica de Ramatís. Além da interpretação mais profunda e esotérica dos preceitos evangélicos, o leitor encontrará um estudo fascinante dos temas "Deus" e "Evolução", tratados com a profundidade e clareza típicos do velho mestre da Grécia antiga.
            Se na beleza irretocável dos ensinos e parábolas de Jesus nada pode ser acrescido ou alterado, contudo, hoje pode ser feita a leitura mais esotérica deles, e percebido o seu sentido interno e oculto, que durante séculos permaneceu velado à consciência comum da humanidade. É o objetivo da presente obra, que desvenda a dimensão secreta e cósmica das histórias singelas do Mestre Nazareno.

  •  "Jesus dos 13 aos 30 anos" de Francisco Klörs Werneck.

            Por que os evangelistas guardam absoluto silêncio do que Jesus teria feito dos 13 aos 30 anos, pela cronologia do evangelho, ou dos 14 aos 32 ou 35 anos conforme as investigações históricas?  Existem muitas hipóteses e alguns autores, baseando-se em documentos que aparentam exatidão, afirmam que Jesus esteve em várias escolas iniciáticas, no Egito, na Índia, ou mesmo na Judéia, entre os essênios.
            O autor apresenta as traduções de manuscritos históricos, que contam sobre um moço judeu que teria estado em vários templos de diferentes países. O moço corresponderia ao nome e características de Jesus de Nazaré.

  • "Novo Testamento": Mateus, Marcos, Lucas, João, Atos, Romanos, Coríntios, Gálatas, Efésios, Filipenses, Colossenses, Tessalonicenses, Timóteo, Tito, Filemom, Hebreus, Tiago, Pedro, João e Judas, não contando para o interesse específico o livro Apocalipse.

http://www.espirito.org.br/portal/doutrina/vocabulario/letra-j.html 

        Messias [do hebraico mashiah= ungido, pelo latim messias]

  • 1. Pessoa apontada como escolhida e enviada por Deus para revelar um caminho de redenção às demais criaturas.
  • 2. Líder carismático, pessoa esperada ansiosamente.
  • 3. Jesus é o Messias, considerado modelo e guia da humanidade pelos Espíritos superiores.

http://www.espirito.org.br/portal/doutrina/vocabulario/letra-m.html

"Quem é este? — Este é o profeta Jesus, de Nazaré na Galileia" (Mt 21,10-11).

Esta imagem foi construída por Anderson Moraes de Andrade, doada ao site cristohistórico.

(1978 - 2001)

http://www.cristohistorico.hpg.ig.com.br

Jesus está chamando

        Desde a primeira hora do Apostolado Divino, Jesus está chamando cooperadores para os serviços de extensão do Reino de Deus na Terra.

  • A princípio, buscou Pedro e André, os pescadores humildes, a tarefa de salvação.

  • Convocou Mateus, o administrador de impostos, à coleta de bens do Céu.

  • Trouxe Maria de Magdala, a obsidiada de vários demônios, à necessária renovação.

  • Convidou Joana, a esposa admirável de ilustre funcionário do bem público, ao concurso fraterno.

  • Chamou Zaqueu, o mordomo da fortuna, do alto do sicômoro, ao esforço de benemerência.

  • Exaltou em Maria da Betânia o valor da meditação.

  • Requisitou Marta, a preocupada servidora doméstica, às obras do pensamento sublime.

  • Acordou Nicodemos, o mestre intelectual de Israel, para o ministério da santificação.

  • Ergueu Lázaro, no sepulcro, para a manifestação do Divino Poder.

  • E ainda, no último dia e na derradeira hora, despertou um ladrão crucificado para a divina esperança.

      Em todos os vinte séculos de Cristianismo que estamos vivendo, o Senhor está chamando colaboradores para a sua obra excelsa de redenção e aprimoramento.
        Há serviço para cada um e degraus iluminativos para todos.
        Para onde segues, irmão?
        Jesus, por nós, imolou-se na cruz.
        Que fazemos nós por Ele?

Emmanuel

Médium: Francisco Cândido Xavier

http://www.luizbertini.net/mensagem1.html#a

O ORIENTADOR DA TRANSFORMAÇÃO INDIVIDUAL

        Efetivamente, as massas acompanhavam o Cristo, de perto, no entanto, não vemos no Mestre a personificação do agitador comum.

        Em todos os climas políticos, as escolas_religiosas, aproximando-se da legalidade humana, de alguma sorte partilham da governança, estabelecendo regras espirituais com que adquirem poder sobre a multidão.

        Jesus, porém, não transforma o espírito coletivo em terreno explorável.

  • Proclamando as bem-aventuranças à turba no monte, não a induz para a violência, a fim de assaltar o celeiro dos outros. Multiplica, Ele mesmo, o pão que a reconforte e alimente.

  • Não convida o povo a reivindicações.

  • Aconselha respeito aos patrimônios da direção política, na sábia fórmula com que recomendava seja dado “a César o que é de César”.

        Muitos estudiosos do Cristianismo pretendem identificar no Mestre Divino a personalidade do revolucionário, instigando os seus contemporâneos à rebelião e à discórdia; entretanto, em nenhuma passagem do seu ministério encontramos qualquer testemunho de indisciplina ou desespero, diante da ordem constituída.

        Socorreu a turba sofredora e consolou-a; não se mostrou interessado em libertar a comunidade das criaturas, cuja evolução, até hoje, ainda exige lutas acerbas e provações incessantes, mas ajudou o Homem a libertar-se.

  • Ao apóstolo exclama — “vem e segue-me.”

  • A pecadora exorta — “vai e não peques mais.”

  • Ao paralítico fala, bondoso — “ergue-te e anda.”

  • A mulher sirofenícia diz, convincente — “a tua fé te curou.”

        Por toda parte, vemo-lo interessado em levantar o espírito, buscando erigir o templo da responsabilidade em cada consciência e o altar dos serviços aos semelhantes em cada coração.

        Demonstrando as preocupações que o tomavam, perante a renovação do mundo individual, não se contentou em sentar-se no trono diretivo, em que os generais e os legisladores costumam ditar determinações... Desceu, Ele próprio, ao seio do povo e entendeu-se pessoalmente com os velhos e os enfermos, com as mulheres e as crianças.

        Entreteve-se em dilatadas conversações com as criaturas transviadas e reconhecidamente infelizes.

        Usa a bondade fraternal para com Madalena, a obsidiada, quanto emprega a gentileza no trato com Zaqueu, o rico.

        Reconhecendo que a tirania e a dor deveriam permanecer, ainda, por largo tempo, na Terra, na condição de males necessários à retificação das inteligências, o Benfeitor Celeste foi, acima de tudo, o orientador da transformação_individual, o único movimento de liberação do espírito, com bases no esforço próprio e na renúncia ao próprio “eu”.

        Para isso, lutou, amou, serviu e sofreu até à cruz, confirmando, com o próprio sacrifício, a sua Doutrina de revolução interior, quando disse: “e aquele que deseje fazer-se o maior no Reino do Céu, seja no mundo o servidor de todos.”

[10 - página 67] - Emmanuel - 1952

     
No bem, Hoje e Sempre

Se aspiras, efetivamente, a colaborar na construção do Reino Divino sobre a Terra, não solenizes o mal, para que o bem germine e se estenda ao grande campo da vida.

Ante as pedras da incompreensão, não renuncies ao arado sacrificial da tolerância, para que os calhaus da crueldade se convertam em alicerces da edificação espiritual a que te empenhas.

Nos espinheiros da perseguição gratuita, não te afastes da paciência, a fim de que os ingredientes da prova, pouco a pouco, se façam adubo da plantação de valores imperecíveis da alma a que te dedicas.

Não interpretes ninguém por inimigo.
Quando os adversários não se nos revelam por instrutores, são enfermos necessitados de amparo e entendimento.

Em toda parte, seremos defrontados por aqueles que realmente não nos conhecem e que, em nos julgando pelas impressões superficiais ou pelos pareceres de oitiva, se transformam em instrumentos de nossas dificuldades.

Aparecem, por vezes, na posição de companheiros que nos reclamam demonstrações de heroismo ou de santidade que eles mesmos ainda não possuem; ou na forma de censores que nos reprovam a presença e o trabalho sem cogitar do objetivo de nossas manifestações.

Recebamo-los todos com serenidade e amor, e continuemos a tarefa da boa vontade, na certeza de que o tempo falará por nós, hoje, amanhã e sempre.

Toda a vez que
o mal te procure, veste a couraça do bem e auxilia-o a renovar-se em experiência edificante.

Não recalcitres.

Imagina se Jesus tivesse adotado a reação da dignidade ferida!
O apelo à justiça teria apagado o esplendor da Boa Nova; no entanto, o silêncio e o sacrificio do Mestre Divino, ainda hoje, como ontem e qual ocorrerá no futuro, suscita o aprendizado e a sublimação da Humanidade inteira.

[120 - capítulo XV] - Emmanuel

        A encarnação de um Espírito sublime com o fim de regenerar a Humanidade não se limita a um só exemplo. O auxílio que a Humanidade obtém, por esses salvadores particulares, é o de que ela tem necessidade no momento em que eles aparecem. Essas encarnações especiais, sobre as quais sereis mais tarde mais bem instruído, diferem até um certo ponto das dos outros homens.

  • Os corpos dos homens pertencem a todos os graus, uns grosseiros e sensuais, outros purificados e etéreos.
  • O corpo humano de Jesus era da natureza mais etérea, mais perfeita.

        Jesus tinha sido preparado durante trinta anos de retiro para os três anos de trabalho ativo que Ele devia realizar.
        Errais supondo que o trabalho feito por um ser encarnado é limitado à duração da sua existência terrestre. A maior parte das vezes, e tal é o caso de Jesus de Nazaré, o efeito póstumo da vida é a parte mais real da tarefa que, começada durante esses três anos, prosseguiu sempre depois.
        A majestade e a baixeza de estado foram a nota da vida do Cristo. A majestade se descobria por momentos, em seu nascimento, em sua morte, no Jordão, quando a voz do espírito atestou a sua missão.
        Os homens reconheceram durante a sua vida que Ele não se lhes assemelhava completamente, que não era limitado pelos laços sociais ou domésticos, ainda que a harmonia do círculo social lhe fosse agradável. Os seus contemporâneos sabiam disso, e sob esse ponto de vista a Bíblia vos dá uma noção muito imperfeita da influência que Ele exerceu ao redor de si; ela não insiste bastante sobre o efeito moral que as suas palavras e atos produziam, e se apóia muito sobre as falsas interpretações provenientes das classes instruídas e consideradas, que então como sempre foram os mais arraigados inimigos de toda verdade nova. Os escribas e os juízes, os fariseus e os saduceus foram os adversários ignorantes e encarniçados do Cristo, como os vossos homens instruídos, doutores, teólogos e pretensos sábios odeiam a missão atual que dimana do Cristo e que eles perseguiriam de boa-vontade. (Ver: Retrato de Jesus)
        Quando escreverdes a história da nossa obra, não ireis haurir as vossas instruções entre essas classes de homens. A falta daqueles que deixaram a única narração que possuís da vida de Jesus, é que eles se apoiaram muito sobre a perseguição dirigida contra Ele pela ignorância letrada, e não tanto sobre a dignidade moral da sua existência entre aqueles que viviam perto dEle. Esses escritores não se aproximaram daqueles que receberam diretamente o ensino de Jesus, mas tomaram de segundas mãos as anedotas que afluíam. É importante notar isso.

  • A vida pública de Jesus compreende três anos e alguns meses;
  • Ele preparou-se para ela durante trinta anos;
  • comunicava-se sem cessar com o mundo espiritual;
  • recebia as instruções dos anjos exaltados que o inspiraram com zelo e amor;
  • e os seus ensinamentos o penetravam tanto melhor quanto o seu corpo não lhe era obstáculo.

        A maior parte dos espíritos encarnados na Terra, para nela exercer um ministério, estão em uma condição corpórea que lhes obscurece a vista espiritual e anula a lembrança da sua existência anterior. Isso não se verificou com o Cristo, porque o seu corpo dominava tão pouco o sentimento espiritual que Ele conversava com os anjos como se não os tivesse deixado, conhecendo as suas vidas e recordando-se da sua precedente encarnação. Nunca a sua memória foi obliterada; Ele passava uma grande parte do tempo fora do corpo, em consciente comunicação com o espírito. Prolongados transes, como chamais ao estado interior, o mantinham sempre pronto a isso, conforme encontrareis alguns indícios nas desfiguradas passagens dos vossos anais; por exemplo, a suposta tentação e o que é dito do seu costume de orar e de meditar sozinho sobre o cume da montanha ou no jardim da Agonia.
        Podeis também descobrir, conforme o que vos dizemos, alusões ao seu estado, antes da encarnação, até mesmo no que se pretende que disse: “na Glória do Pai antes do começo do mundo”. Essas alusões são numerosas.

  • A sua vida, pouco embaraçada pelo corpo, que era apenas um invólucro efêmero, só assimilava o que era necessário para que o espírito pudesse estar em contato com as coisas materiais;
  • diferente em grau, ainda que semelhante em espécie, à vida ordinária do homem.

        Uma tal vida tão superiormente pura, simples, nobre, amante e amada, não podia ser apreciada em seu valor pelos contemporâneos. Essas vidas são por necessidade incompreendidas, mal interpretadas, caluniadas. Isso é assim para tudo o que sai da rotina, mas particularmente para Ele.
        A ignorância e a maldade humanas ceifaram prematuramente essa vida divina. Os homens não deram valor algum à significação da verdade anunciada, de que o Cristo veio ao mundo para morrer pelo mundo. Veio ao mesmo tempo morrer pelo homem e salvá-lo, do mesmo modo, embora em um sentido ainda mais elevado ao de todos os regeneradores dos homens, que aceitaram uma existência terrestre por devotamento a uma imperiosa ideia mestra. A vida terrestre os submete à morte corpórea. Nesse sentido, Jesus veio a salvar os homens e morrer por eles, não de outro modo. O drama_do_Calvário é a obra do homem e não a de Deus, que não tinha concebido de toda a eternidade a intenção de fazer morrer Jesus quando a sua tarefa estava apenas começada. Essa morte foi o ato do homem imundo e maldito. Isso é uma verdade capital.

  • Os homens teriam recebido incalculáveis bênçãos se a ampla vida de Jesus houvesse tido o seu curso na Terra;
  • eles não eram dignos e repeliram, tendo apenas experimentado os bens que Ele lhes oferecia.
  • Assim, para todas as grandes vidas, os homens, não preparados, só recebem o que podem compreender e deixam o resto aos séculos do futuro, ou se afastam com impaciência, recusando ouvir o que quer que seja, e nos séculos seguintes oferecem um culto e veneram o espírito desconhecido durante a sua encarnação prematura. Isso também é uma verdade capital.

[108 - páginas 244/247] - Médium: William Stainton Moses - (1839 - 1892)

A SENTENÇA CONDENATÓRIA DE JESUS CRISTO

 

        Esta sentença encontra-se gravada numa placa de cobre e, em ambos os lados, lêem-se estas palavras: "uma placa igual foi encaminhada para cada Tribo".
        Foi encontrada dentro de um antigo vaso de mármore branco durante escavações realizadas em Áquila, reino de Nápoles, no ano de 1820, pelos comissionários de artes que acompanhavam o exército francês, após a expedição de Napoleão.
        O vaso encontrava-se dentro de uma caixa de ébano na sacristia dos Cartuxos, próximo a Nápoles; atualmente encontra-se na Capela de Caserte.
        A tradução a seguir, feita a partir do original em hebraico, foi realizada pelos membros da Comissão de Artes. Após muitas súplicas, os Cartuxos conseguiram que a referida placa não fosse levada [para a França], como reconhecimento dos inúmeros serviços que prestaram ao exército francês.

       
A SENTENÇA:
        No ano dezessete do império de Tibério César, a vinte e cinco do mês de março, na Santa Cidade de Jerusalém, sendo sacerdotes e sacrificadores de Deus         Anás e Caifás, Pôncio Pilatos, governador da baixa Galiléia, sentado na cadeira principal do pretório, Sentencia:
        Jesus de Nazaré a morrer em uma cruz, com outros dois ladrões, afirmando os grandes e notórios testemunhos do povo que: 

  • Jesus é sedutor. 

  • É sedioso. 

  • É inimigo da lei. 

  • Chama-se falsamente Filho de Deus.

  • Chama-se falsamente Rei de Israel. 

  • Entrou no Templo, seguido por uma multidão com palmas na mão. 

        Manda ao primeiro centurião, Quirilino Cornélio,que o conduza ao local de suplício. Fica proibido a qualquer pessoa, pobre ou rica, impedir a morte de Jesus.
        As testemunhas que firmam a sentença contra Jesus são: 

  • Daniel Robian, fariseu. 

  • Joannas Zorobatel. 

  • Rafael Robani. 

  • Capeto, homem público. 

        Jesus sairá da cidade de Jerusalém pela porta de Estruene.

http://www.scribd.com/doc/17614138/Apocrifo-A-SENTENCA-CONDENATORIA-DE-JESUS-CRISTO

        O marco fundamental da origem do cristianismo refere-se ao nascimento de Jesus Cristo. Uma série de feitos miraculosos são vinculados à figura de Jesus. Neste período, a disseminação da religião pelas camadas mais populares se deveu à dedicação nas pregações realizadas pelos doze apóstolos de Cristo (André, Bartolomeu, Felipe, Jaime, Jaime filho de Alfeu, João, Judas Iscariotes, Judas Tadeu, Mateus, Pedro, Tadeu e Tomás). Mas a grande expansão cristã deu-se, séculos mais tarde, com a própria expansão colonial dos povos cristãos europeus colonizadores, que levaram a fé cristã para além-mar, no período das Cruzadas. No Brasil, a fé cristã foi trazida inicialmente pelos primeiros catequizadores da Companhia de Jesus.
        O calendário internacional toma o nascimento de Jesus Cristo como marco referencial para a contagem dos anos. As datas cristãs comemoradas são o Natal (nascimento de Jesus Cristo), o Dia de Reis, a Quaresma e a Páscoa. A Ascensão e os Pentecostes também constituem datas comemorativas, embora sejam mais difundidas apenas entre os seguidores de algumas das doutrinas originadas do Cristianismo.
        A Bíblia Sagrada, constituindo a obra central para o Cristianismo como um todo, encerra as ideias fundamentais da crença. O Cristianismo baseia-se na crença monoteísta, ao contrário das crenças contemporâneas à sua origem. Segundo a religião, Deus é o criador de todas as coisas no Universo, tendo criado o mundo em sete dias (Gênese). As religiões cristãs preconizam o amor a Deus e ao próximo, conforme os ensinamentos de Jesus. Acredita-se na ressurreição de Cristo, e é estabelecido o conceito da Santa Trindade, em que Deus é pai, Jesus Cristo o filho, e o Espírito Santo a presença contínua de Deus na Terra.

http://www.viacapella.com.br/portal/religioes.htm

A FORÇA DO OLHAR

        Segundo a História, o senador Publius_Lentulus, designado pelo Senado romano para investigar o fenômeno Jesus Cristo na Palestina, Judéia e Samaria, destacou no seu relato, entre outros aspectos, a intensidade do olhar de Jesus. Segundo ele, “seu olhar era de um azul tão intenso que ninguém poderia fitá-lo de frente durante muito tempo”. Publius fora enviado pelo Senado romano para decifrar o fenômeno Cristo em razão das pouquíssimas informações que chegavam ao Senado a respeito de Jesus. O poder naquele tempo, na Roma dos Césares, era dividido entre a Corte e o Senado. Tendo seu próprio sistema de investigação, não interessava ao governo deixar o Senado bem informado. Afinal, o Senado era um órgão limitador do poder do Imperador da época. Assim, sem informações confiáveis, decidiu o Senado, por conta própria, enviar um dos seus membros para analisar o fenômeno Cristo.

        Conta a História, que Publius Lentulus assistiu anônimo o “Sermão da Montanha”. E ficou admirado com o discurso de Jesus. Segundo ele, o Cristo “dizia muitas coisas certas, porém pecava gravemente quando afirmava que perante Deus (o Deus de Jesus) todos os homens eram iguais”. Ora, tal afirmativa batia de frente com a realidade romana de então, que dividia os homens em castas bem separadas entre si, constituídas de nobres, plebeus e escravos – uma visão, portanto, separatista, totalmente diferente da defendida por Jesus.

http://www.tribunanacional.com.br/tribuna/modules/wordpress/index.php?cat=4

Filho do Homem, e Filho de Deus

Assim, o Filho do Homem até do sábado é senhor. [1]

E o centurião que estava defronte dele, vendo que assim clamando expirara, disse: Verdadeiramente, este homem era o Filho de Deus. [2]



        Temos divulgado a importância de se estudar o Evangelho_do_ Cristo, e mais, de assim o fazer à luz da Doutrina Espírita.
        Muitos podem pensar que a partir desta ideia nos achamos superiores aos irmãos vinculados a outras_escolas_religiosas, porém esta não é a verdade. Conforme nos ensina Emmanuel todos que se aproximarem do Evangelho com a disposição de aprender e o coração aberto para compreendê-lo com a alma, muito poderão realizar em matéria de iluminação_espiritual pertençam a que crença for.
        Todavia não podemos deixar de reconhecer que a doutrina codificada por Kardec nos instrumentaliza com recursos valiosíssimos para a compreensão da Boa Nova, sem os quais o entendimento amplo de algumas passagens se torna muito mais difícil.
        Russell Champlin, religioso e escritor estado-unidense, Bacharel em literatura bíblica no Immanuel College, pós-graduado em Novo_Testamento na Universidade de Chicago, e Ph. D. em línguas clássicas na Universidade de Utah,[3] afirma na Introdução ao Evangelho de Marcos que:
  • O termo Filho de Deus, de conformidade com o evangelho de Marcos é uma expressão muito importante para Marcos, e não pode ser derivada de qualquer compreensão judaica acerca do “Messias”…
        Mais á frente, no mesmo artigo, continua:
  • O Filho de Deus, de conformidade com o evangelho de Marcos, é participante da divina essência… (…) [Ele] triunfou sobre a morte, e promete o mesmo tipo de vida a todos quantos querem segui-lo em sinceridade e verdade. Ele é aquele que tem as propriedades de “asseidade” (do latim a-se-esse, aquele que tem vida em si mesmo, que é auto-existente, independente, participante da vida divina essencial). E é justamente esse tipo de vida que ele promete a outros. Haveremos de transformar-nos em seres que participam da vida divina, por intermédio de Cristo; e então possuiremos vida em nós mesmos, passando a ser verdadeiramente imortais, como Deus é imortal.

        Dizendo ainda em outro ponto do mesmo texto:
  • Contudo, Jesus também aparece no evangelho de Marcos como Filho do homem, estando perfeitamente identificado com o homem, sendo homem verdadeiro, cujos sofrimentos foram reais… (…)Jesus, na qualidade de homem, andou em comunhão com o Pai.

        Estaria Champlin enganado em sua interpretação, pensamos que não; todavia diante de suas colocações, ou adotamos a tese simplista e de pouca lógica que Jesus era Deus e homem ao mesmo tempo, ou teremos que buscar nas orientações da filosofia_espírita subsídios para interpretarmos a questão dentro de um prisma com melhor fundamentação.
        Dentro do nosso entendimento do que ensina a doutrina espírita, muito pelo contrário, Jesus não é nem Deus e nem homem conforme a compreensão usual deste termo. Porém, antes que os leitores deste texto possam se chocar com estas afirmativas, nos apressaremos em explicá-las.
        Um dos princípios básicos do espiritismo é a evolução. Evolução que é, segundo Emmanuel, Lei para tudo neste nosso Universo dual.
        Assim, explica o espiritismo, que o Espírito inicia sua fase evolutiva na matéria, e segue, passando pelos reinos inferiores da criação, até atingir na faixa hominal a condição de operar sobre o seu próprio destino. Porém este não é o fim, e apesar de não termos informações completas de como a evolução se processa a partir do homem é certo que ele chegará à condição de Espírito_Puro, que segundo os Espíritos disseram a Kardec, nesta fase eles não sofrem mais qualquer influência da matéria.
        Está é a condição, segundo o próprio Codificador, de Jesus, que por suas virtudes, estava muitíssimo acima da humanidade terrestre.[4]
        Ainda segundo as anotações de Emmanuel, Jesus recebeu do Criador a missão de formar, orientar e governar o planeta_Terra, e isso se deu desde o início quando este se desprendia da nebulosa solar.
        Quando se deu este evento? Há aproximadamente cinco bilhões de anos. Depreendemos deste fato que Jesus já era Cristo há cinco bilhões de anos, quando nós muito provavelmente ainda estávamos na condição de “simples e ignorantes” formando-nos nos reinos inferiores da criação.
        Portanto, nada mais lógico do que afirmar que se a condição humana em que nos situamos não é a última na escalada evolutiva, Jesus não pertence à raça humana; como disse Kardec, Ele está muitíssimo acima da humanidade terrestre.
        Com isso não queremos dizer que Ele não tenha tomado quando de sua encarnação um corpo_semelhante_ao_nosso tendo neste, sofrimentos reais. Pela lógica que temos aprendido o superior pode vir ao inferior, o contrário é que nem sempre é possível.
        Quanto a Jesus não ser Deus, não vamos nos ocupar deste assunto, já que escrevemos para espíritas e estes têm perfeita consciência disto. Seria repetir um tema que outros muito mais competentes do que este que lhes escreve já explicaram melhor.
        Mas para aqueles que ainda não se certificaram do assunto e desejam melhor se informar sobre ele, indicamos excelente estudo feito por Kardec no livro “Obras Póstumas”, sob o título: “Estudo Sobre a Natureza do Cristo”.
        Dito isto, podemos agora nos ocupar melhor com os comentários citados de Russell Champlin.
        Conforme nos ensina o professor Pastorino, a expressão filho que é uma expressão idiomática do hebraico e exprime o ser que possui a qualidade do substantivo que lhe segue. Assim, ...

  • filho da luz quer dizer iluminado;
  • filho da paz significa pacífico.
  • Portanto, filho de Deus é o ser que se divinizou. Divinizar não é tornar-se Deus, pois isso é impossível, é tornar-se participante da Divindade no sentido de se integrar Nela. O apóstolo Paulo, em Espírito, na questão 1009 de O Livro dos Espíritos nos diz que: gravitar para a unidade divina, eis o fim da Humanidade. Mostrando-nos que isso não só é possível, como é o fim de todos nós.       

        Dentro desta exposição do professor Pastorino filho do homem é o humano, o que contraria o que dissemos anteriormente sobre Jesus. Porém, explica o mestre que este conceito evoluiu de tal modo que ao tempo de Jesus filho do homem significava aquele que já teria se libertado do ciclo reencarnatório. Enquanto que filho de mulher expressava o homem ainda sujeito às reencarnações, filho do homem era o Espírito que, terminada sua evolução nos mundos materiais não precisava mais encarnar; eram assim, “produto do homem”, “fruto da humanidade”. [5]
        A partir destas explicações que só a exegese espírita do Novo_Testamento pode realizar, podemos compreender com clareza as colocações do renomado escritor norte americano quando afirma que o Jesus de Marcos – Filho de Deus – era participante da essência divina. Tinha-se feito “Um com Deus”, gravitado para a Unidade Divina.
        Ele triunfou da morte, afirma Champlin.
        é preciso dissociar na literatura bíblica morte de desencarnação. Já nos primeiros capítulos do livro Gênesis o redator da obra nos diz que Adão e Eva morreriam se se alimentassem do fruto da árvore da ciência do bem e do mal. Como todos sabem eles assim fizeram e não morreram, pois narra-nos o simbólico texto da Bíblia hebraica que foram todos os dias que Adão viveu novecentos e trinta anos. [6]
        Assim, a morte a que se refere o autor de Gênesis é a morte da transgressão à Lei de Deus, tese esta confirmada pelo apóstolo Paulo ao informar-nos:
       Porque o salário do pecado é a morte[7]

        Ele triunfou da morte, ou seja, Ele tornou-se puro, sem pecado; venceu o mundo. [8]
        Poderíamos até supor que Champlin conhecesse a Doutrina dos Espíritos, pelo que sabemos ele é protestante, pois afirma com naturalidade que Jesus promete o mesmo tipo de vida a todos quantos querem segui-lo em sinceridade e verdade…haveremos de transformar-nos em seres que participam da vida divina…
        Não é isso que sem nenhum dogmatismo, fundamentado na lógica e no bom senso ensina o espiritismo?
        Porém, não esqueçamos da continuidade do excelente artigo do também professor norte americano:
        Para que tudo assim se dê e possamos realmente ser auto-existentes, independentes, participantes da vida divina essencial é preciso ser como Jesus.
        …homem, [que] andou em comunhão com o Pai.

[1] Marcos, 2: 28
[2] Marcos, 15: 39
[3] Dados obtidos em http//pt.wikipedia.org/wiki/Russell_Norman_Champlin
[4] Cf. A Gênese, cap. XV
[5] Cf. Sabedoria do Evangelho, vol. 1
[6] Gênesis, 5: 5
[7] Romanos, 6: 23
[8] Cf. João, 16: 33
Cláudio Fajardo - Minas Gerais, Brazil
http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/

O Rosto de Cristo - A Formação do Imaginário e da Arte Cristã
Livro de Armindo Trevisan
 
http://www.artewebbrasil.com.br/historico/trevisan/orostodecristo.htm 

http://pedroozorio.com.br/mensagens/lentulus_e_jesus.htm

Lentulus e Jesus

Pai Nosso em Aramaico

(ligue o som durante a apresentação dos slides)

Pegadas na areia - Pe. Zezinho e Antonio Maria

http://www.youtube.com/watch?v=eotMu8e6_gM&feature=player_embedded

A Maior História de Amor - Jacob Luiz de Mello

http://www.youtube.com/watch?v=u5eTHWiplPg&feature=youtu.be

VIDEO RARÍSSIMO - ROBERTO CARLOS - MORRER NÃO É O FIM

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=ifgofsftWeI

Roberto Carlos - Tu És A Verdade Jesus

https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=gPep0Q_cTbw#at=33

SENHOR EM MEIO AS LUTAS E CORRERIA 
GUIA-ME , GUIA-ME , GUIA-ME
!!!!!!!

Daniela Araújo na Rádio Novo Tempo - Guia-me
https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=-kRD8cMTZ18

Ya´akov - Jacob (James)

bar - son of

Yosef - Joseph

akhui - brother

diYeshua - of Jesus

"Tiago filho de José irmão de Jesus"

JESUS TEVE OU NÃO TEVE UMA FAMÍLIA (IRMÃOS)?

https://www.youtube.com/watch?v=AGH5SbvDtzw#at=202

Justiça Divina

Um olhar espírita sobre a mensagem de Jesus 


Haroldo Dutra Dias

https://www.youtube.com/watch?v=v_5j27LGnso

LINKs:

Ver também:

Crianças e Adolescentes

DESAPARECIDOS