A VERDADE em relação ao “PECADO” É preciso compreender que, ao longo dos séculos, as pessoas sentiram que certas facetas do comportamento humano eram prejudiciais para o bem-estar dos outros. Elas tinham testemunhado assassinatos, roubos de mulheres e de bens alheios, causas de grande dor e sofrimento para a comunidade, tornando a vida difícil, às vezes intolerável. Concluiu-se então que, com certeza, aqueles comportamentos deviam ser contrários à vontade daquele que chamavam “Deus”. Assim, deram àqueles comportamentos o nome de “pecado” e os definiram como sendo o “mal”.
Finalmente, os profetas concluíram que tal comportamento aberrante devia originar-se de uma força “malévola”, oposta a Deus e a chamaram de “Satanás”.
As crenças da igreja são uma trágica farsa de tudo o que tentei ensinar às pessoas na Palestina.
Moisés disse que “Deus” deu a ele os Dez Mandamentos e que, se os israelitas os desrespeitassem, teriam que sofrer o castigo - em alguns casos, isso significava a morte por apedrejamento.
Em resposta àquela oração, recebeu por inspiração os Dez Mandamentos, dados a ele para ajudá-lo em sua tarefa de dirigir os Israelitas, sem perigo, em sua jornada no deserto, com o menor grau de confusão. Esta era uma terra bela e produtiva que foi arrancada sem piedade de um povo trabalhador, assassinado aos milhares. Isso foi considerado como a coisa certa a fazer, uma vez que “Deus” tinha prometido para eles uma terra bela na qual se estabeleceriam.
Até hoje, os religiosos creem que, como “Deus” falou com Moisés, deve ter sido “Deus” quem decretou o derramamento de sangue.
Eles acreditavam não estar cometendo nenhum pecado, pois o massacre tinha sido ordenado por “Deus”. Que “Deus”!
Muitas pessoas sinceras ficam aflitas com a maneira pela qual ofendem a “Deus” e rezam pedindo seu perdão.
Há muito tempo, sacrificavam um sem número de animais no Templo de Jerusalém para apaziguar a “Deus”, na esperança de escapar das consequências de seus pecados. Como já expliquei, estas crenças são fisicamente impossíveis e contrárias aos fatos da criação. Nenhuma “Divindade” superior exige o pagamento pelos “pecados”. Este é um conceito inteiramente humano - e pagão. Qualquer tipo de derramamento de sangue, com o propósito de realizar ritos religiosos, é paganismo.
O que a Igreja Cristã tem apresentado aos seus seguidores é uma versão “glorificada” do paganismo.
Portanto, é uma questão de urgência combater fortemente estas crenças no “pecado” e na “salvação por minha morte na cruz”, - e a substituição - pela compreensão espiritual que está sendo fornecida a você nestas Cartas.
Porém, somente uns poucos evoluíram espiritualmente o suficiente, para irem além dos parâmetros das crenças religiosas e sentirem o influxo do “Poder”, uma vez que a grande maioria das pessoas só pode conceber a Verdade por meio de uma terminologia terrena. Sem dúvida chegou o momento em que deve ser dita a verdade sobre o “pecado” e o comportamento humano, e o que as pessoas estão presentemente fazendo ao mundo e a si mesmas - com a condição de que você tenha abandonado completamente os mitos seculares da doutrina religiosa e esteja agora ansioso, receptivo e de boa vontade, abrindo completamente seu coração às realidades da existência. Se não for assim, então o que tenho a dizer não terá nenhum sentido para você. (Ver: Evangelho de Maria) |
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