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O amor dinamiza os potenciais do ser, contribuindo para que os neurônios e as glândulas do sistema endócrino produzam enzimas saudáveis que imunizam o ser em relação a diversas infecções, enquanto vitalizam o emocional e o psíquico, afinal de onde dimana essa energia poderosa. JOANNA DE ÂNGELIS
Enquanto possuimos plena saúde física, enquanto os dias e as noites correm serenos, supomos que o corpo seja propriedade nossa.
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Todos
os corpos da Terra terão de morrer.
Assim, por força das leis naturais inelutáveis, jamais teremos, neste mundo, absoluta saúde física. Nosso organismo sofre a ação de todos os processos ambientes.
O calor incomoda, o frio nos faz tremer, a alimentação nos modifica, os atos da vida determinam a mudança dos hábitos. Possuindo-a, teremos transformado as causas de preocupação de nossa vida, e habilitamo-nos a gozar a relativa saúde física que o mundo pode oferecer nas suas expressões transitórias. EMMANUEL
Justifica-se o esforço dos
experimentadores da medicina tentando descobrir um caminho novo para atenuar a miséria
humana; todavia, sem abstrairmos das diretrizes espirituais, que
orientam os fenômenos patogênicos nas questões das provas individuais, temos necessidade de reconhecer a imprescindibilidade da saúde
moral, antes de atacarmos o enigma doloroso e transcendente das enfermidades
físicas do homem.
[71 - página 123]
Um aspecto a ser revisto quando se trata de seres humanos é que não somos
meras máquinas bioquímicas que podem recuperar o equilíbrio físico e mental
simplesmente tomando medicamentos.
Remédios e cirurgias são ferramentas muito eficazes desde que utilizados com cautela. O conceito de que podem resolver todos os problemas está errado. Cada vez que um medicamento é introduzido no organismo para corrigir um problema “A” acaba inevitavelmente causando um problema “B”, “C” ou “D”. E também não são os hormônios e neurotransmissores, controlados pelos genes, que dirigem nossa mente, nosso corpo e nossa vida, mas sim nossas crenças... [98 - página 34]
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Durante
muito tempo e ainda em algumas sociedades, a saúde dos seres humanos e seus distúrbios foram encarados de forma mágica e
religiosa.
Os detentores do poder da cura eram poderosos detentores de atributos divinos. Por isso eram capazes de restabelecer o equilíbrio do organismo com fórmulas secretas e magia. É na Grécia antiga que a medicina passa a ser considerada uma ciência, pois a doença passa a ser vista como um fenômeno natural.
Nesse período que vai de
cerca de 400 a.C. a 200 d.C., houve uma investigação mais sistemática dos
distúrbios orgânicos e, o que é mais importante, o conhecimento adquirido e
as teorias elaboradas eram transmitidas a discípulos em escolas de medicina.
A figura de maior destaque
nessa época foi Hipócrates, que viveu entre 460 e 377 a.C., justamente por ser
um dos primeiros defensores dessas novas ideias. Para Hipócrates, a saúde seria o estado natural do organismo, logo, a moderação e uma vida equilibrada
seriam essenciais para a manutenção desse estado. Um dos maiores entraves para o desenvolvimento da medicina havia sido a total proibição de realizar-se dissecações em cadáveres. Por isso no início do século, infelizmente, pouco se sabia sobre a estrutura interna dos organismo, como eram nossos órgãos, etc...
Porém, o quadro começou a se reverter ainda nesse século
quando Andrea Versalio realizou clandestinamente algumas dissecações. Apesar dos inquestionáveis progressos, ainda nesse período, restava muito a aprender sobre o funcionamento de nosso organismo e os distúrbios que o afetavam.
No
século XIX a medicina, de fato, alcança o status de ciência
incorporando procedimentos como a observação associada à experimentação
para resolver problemas. Mais informações em: ENCICLOPÉDIA DIGITAL 2002
Saúde: s. f. Bom estado do indivíduo, cujas funções orgânicas, físicas e mentais se acham em situação normal.
Atualmente,
já se admite uma definição, inclusive, espiritual. (Ver: Terapia holística, em Holismo)
Saúde:
s. f.
Especialistas estudam efeitos da espiritualidade à saúde do brasileiro Muitos profissionais já começam a se interessar pelo assunto, não só no Brasil, mas no mundo todo.
Um deles é o cardiologista Álvaro Avezum, do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, em São Paulo, que coordena o Grupo de Estudos em Espiritualidade, e participará como debatedor em duas mesas-redondas sobre o tema no 68º Congresso Brasileiro de Cardiologia, que será realizado em setembro, no Rio de Janeiro. http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/ |
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