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Em qualquer sentido, representa (...) o processo de libertação, tanto para o algoz[obsessor] quanto para sua vítima [obsidiado]. Deve ser entendida, ainda, como (...) remédio moral específico, arejando os caminhos mentais em que nos cabe agir, imunizando-nos contra os perigos da alienação e estabelecendo vantagens ocultas em nós, para nós e em torno de nós, numa extensão que, por enquanto, não somos capazes de calcular. Através dela, desaparecem doenças-fantasmas, empeços obscuros, insucessos, além de obtermos, com o seu apoio espiritual, mais amplos horizontes ao entendimento da vida e recursos morais inapreciáveis para agir, diante do próximo, com desapego e compreensão.
O conhecimento da problemática obsessão/desobsessão exige tempo, dedicação e estudo. Nem sempre conseguiremos resultados
imediatos. Mister se faz confiar na Divina Providência e insistir.É uma tarefa sacrificial que demanda paciência e humildade como normativas disciplinantes. Considerando, pois, toda essa complexidade que a desobsessão envolve, devemos confiar na misericórdia de Jesus, lembrando que Ele ...
O perseguidor (obsessor), reconhecido como tal, entre os encarnados, pode
revelar modificações, mas talvez a suposta vítima (obsidiado) não
esteja convertida. Na obsessão,
as dificuldades não são unilaterais. O eventual afastamento do perseguidor nem
sempre significa a extinção da dívida. E, em qualquer parte do Universo receberemos sempre de acordo com as nossas próprias obras.
[16a - página 295]
A obsessão é sempre uma prova,
nunca um acontecimento eventual. No seu exame, contudo, precisamos considerar os
méritos da vítima e a dispensa da misericórdia divina a todos os que sofrem.
Em casos de obsessão, em que a paciente ainda pode reagir com segurança, faz-se indispensável o curso pessoal de resistência. Não adianta retirar a sucata que perturba um imà, quando o próprio imã continua atraindo a sucata.
... Para os trabalhos da reunião que congregava nove pessoas terrestres, vinte e um colaboradores espirituais se movimentaram em nosso circulo de ação.Gúbio (instrutor de André Luiz) e Sidônio (o diretor espiritual dos trabalhos), em esforço conjugado, efetuaram operações magnéticas ao redor de Margarida, desligando finalmente os “corpos ovóides” que foram entregues a uma comissão de seis companheiros que os conduziram, cuidadosamente, a postos socorristas.
AUXÍLIO EM DESOBSESSÃOA desobsessão em si nasce originariamente da palavra esclarecedora, através do estudo, mas, em muitos casos, na lei das provas necessárias, possuímos instrumentos vários de auxílio a ela, tais quais sejam:
A reencarnação é sempre evolução, recapitulação, ensino, aprendizado e reaprendizado e tudo isso custa esforço, obstáculo, suor; entretanto, em muitas circunstâncias, é trabalho expiatório, regeneração ou processo curativo. Por isso mesmo, para as criaturas que se encontram em resgate, nos domínios da culpa, a área terrestre em que se encontram pode ser considerada como sendo região hospitalar e o corpo físico é interpretado por cela de tratamento, com a equipe doméstica, seja na consangüinidade ou nos contatos de serviço, mantendo a terapia de grupo. Amemos, estudemos, sirvamos, perdoemos e auxiliemos aos outros e a desobsessão será sempre a nossa precisa libertação por bendita luz a brilhar no caminho.
DESOBSESSÃO SEMPRE
align="justify"> Desobsedar-se alguém, na essência, será libertar-se da sombra e ninguém se livra da sombra sem fazer luz.
OBSESSÃO E CURA
align="justify"> Em qualquer progresso ou desenvolvimento de aquisições do mundo, nada se obtém sem paciência, amor, educação e serviço; como quereis, meus irmãos da Terra, que a obsessão - que é frequentemente desequilíbrio cronificado da alma, - venha a desaparecer sem paciência, amor, educação e serviço, de um dia para o outro?
PRECE EM DESOBSESSÃO Na supressão dos conflitos, em que nos inimizamos uns com os outros, induze-nos a ver, na condição de perseguidos, se não temos sido perseguidores. Em colhendo aflições e lágrimas, faze-nos observar se não temos semeado lágrimas e aflições nas estradas alheias. Ajuda-nos a receber ofensas por medicação que nos cure as enfermidades do espírito, e a acolher em nosso adversário instrumentos da vida, que nos experimentam a capacidade de compreender e servir, conforme os preceitos que Jesus exemplificou. Não me deixes, oh! Pai de Misericórdia, identificar nos companheiros menos felizes que nos imponham problemas senão irmãos com que necessitamos recompor o próprio caminho, em bases de fraternidade e paz. Auxilia-nos a verificar que todo processo de obsessão é compartilhado pela vítima e pelo agressor; leva-nos a reconhecer que unicamente com a luz do bem é que dissiparemos a sombra do mal; e ensina-nos oh! Deus de Infinita Sabedoria, que o amor, - e só o amor,- é a tua vontade para todas as criaturas, em toda parte e para sempre. Assim seja. [136 - capítulo 50]
No tratamento da obsessão é preciso saber distinguir seus efeitos, daqueles
outros causados pelas influências naturais (mais ou menos passageiras) e das
alterações emocionais oriundas do próprio psiquismo do paciente.Existem pessoas que procuram o Centro Espírita portando desequilíbrios psicológicos que, embora possam se beneficiar dos ensinamentos da Espiritualidade, também necessitam do apoio de terapeutas. A relação com a vida atual, a própria educação que recebeu ou seu passado reencarnatório trouxeram-lhes traumas e condicionamentos que os fazem sofrer. O estudo da Doutrina e as palestras públicas poderão ajudar esses indivíduos na recuperação da normalidade almejada, mas o entrevistador ou orientador não deve dispensar a competente orientação profissional, quando achar isso necessário. É evidente que o entrevistador ou dirigente do Centro Espírita têm de saber diferenciar a obsessão das outras anomalias psíquicas. Existem algumas regras gerais que podem ser observadas, mas o que vai ajudá-los em profundidade, será a experiência em torno dos casos examinados. José Queid Tufaile Huaixan http://www.espirito.org.br/portal (Link desativado)
No
trabalho de desobsessão, relembramos alguns conceitos doutrinários conhecidos
e falamos da necessidade de se lidar com a obsessão de maneira racional,
valendo-se de técnicas para se conseguir resultados satisfatórios no seu
tratamento.
Todo esse processo de atendimento, de investigação e tratamento das obsessões pode e deve ser organizado de maneira prática e objetiva. O Grupo Espírita Bezerra de Menezes já fez essa organização e tem um estudo à disposição
dos interessados, mostrando detalhes de todas essas fases do tratamento das
perturbações espirituais. Esse trabalho doutrinário está à disposição das
sociedades espíritas, assim como, os dirigentes que quiserem, poderão
verificar "in loco" seu funcionamento. José Queid Tufaile Huaixan http://www.espirito.org.br
Medicina reconhece obsessão espiritual Drº Sergio Felipe de Oliveira com a palavra: Ouvir vozes e ver espíritos não é motivo para tomar remédio de faixa preta pelo resto da vida... Até que enfim as mentes materialistas estão se abrindo para a Nova Era; para aqueles que queiram acordar, boa viagem, para os que preferem ainda não mudar de opinião, boa viagem também...
Uma nova postura da medicina frente aos desafios da espiritualidade. Mas, após a data mencionada acima, ela passou a definir saúde como o estado de completo bem-estar do ser humano integral:
Desta forma, a obsessão espiritual oficialmente passou a ser conhecida na Medicina como possessão e estado de transe, que é um item do CID - Código Internacional de Doenças- que permite o diagnóstico da interferência espiritual Obsessora. O CID 10, item F.44.3 - define estado de transe e possessão como a perda transitória da identidade com manutenção de consciência do meio-ambiente, fazendo a distinção entre...
Os casos, por exemplo, em que a pessoa entra em transe durante os cultos religiosos e sessões mediúnicas não são considerados doença. Neste aspecto, a alucinação é um sintoma que pode surgir ...
Portanto, a Psiquiatria já faz a distinção entre ...
O manual de estatística de desordens mentais da Associação Americana de Psiquiatria - DSM IV - alerta que o médico deve tomar cuidado para não diagnosticar de forma equivocada como alucinação ou psicose, casos de pessoas de determinadas comunidades religiosas que dizem ver ou ouvir espíritos de pessoas mortas, porque isso pode não significar uma alucinação ou loucura... Na Faculdade de Medicina DA USP, o Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, médico, que coordena a cadeira (hoje obrigatória) de Medicina e Espiritualidade. Na Psicologia, Carl Gustav Jung, discípulo de Freud, estudou o caso de uma médium que recebia espíritos por incorporação nas sessões espíritas. Na prática, embora o Código Internacional de Doenças (CID) seja conhecido no mundo todo, lamentavelmente o que se percebe ainda é muitos médicos rotularem todas as pessoas que dizem ouvir vozes ou ver espíritos como psicóticas e tratam-nas com medicamentos pesados pelo resto de suas vidas. Em minha prática clínica (também praticada por Ian Stevenson), a grande maioria dos pacientes, rotulados pelos psiquiatras de "psicóticos" por ouvirem vozes (clariaudiência) ou verem espíritos (clarividência), na verdade, são médiuns com desequilíbrio mediúnico e não com um desequilíbrio mental, psiquiátrico. (Muitos desses pacientes poderiam se curar a partir do momento que tivermos uma Medicina que leva em consideração o Ser Integral). Portanto, a obsessão espiritual como uma enfermidade da alma, merece ser estudada de forma séria e aprofundada para que possamos melhorar a qualidade de vida do enfermo. Texto de Osvaldo Shimoda
MARCOS [3]
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