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- ... No
útero materno eles se alimentam,
diariamente, de formas mentais, sem
utilizarem a boca física, valendo-se da capacidade de absorção do organismo_perispirítico, mas ainda não sentem a extensão desses fenômenos
em suas experiências diárias.
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No
lar, na
via pública, no
trabalho, nas
diversões, cada criatura recebe o alimento mental que lhe é trazido por aqueles com quem convive, temperado com o magnetismo
pessoal de cada um.
Dessa
alimentação dependem, na maioria das vezes, mormente para a imensa
percentagem de encarnados que ainda não alcançaram o domínio das próprias
emoções, ...
O
homem absorve matéria mental,
em todas as horas do dia, ambientando-a dentro de si mesmo, nos círculos mais
íntimos da própria estrutura fisiológica.
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Nunca
sentiu a perturbação do fígado, depois
de um atrito verbal?
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Jamais
experimentou o desequilíbrio momentâneo do coração, recebendo uma notícia
angustiosa?
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Por
que a desarmonia orgânica, se a hora em curso era, muitas vezes, de satisfação
e felicidade?
É
que, em tais momentos, o homem recebe “certa quantidade de força_mental” em seu campo de pensamento,
como o fio recebe a “carga de eletricidade positiva. O ponto de recepção está efetivamente no cérebro, mas se a criatura
não está identificada com a lei de domínio emotivo, que manda
selecionar as emissões que chegam até nós, ambientará a força perturbadora
dentro de si mesmo, na intimidade das células
orgânicas, com grande prejuízo para as zonas vulneráveis.
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16a - página 220 ]
- André Luiz - 1943
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