
http://patriciastreesebio.blogspot.com/2009/12/epigenetica.htm
Químicos e físicos, geômetras e matemáticos,
erguidos à condição de investigadores da verdade, são hoje, sem o desejarem,
sacerdotes do Espírito, porque, como conseqüência de seus porfiados estudos, o materialismo e o ateísmo serão compelidos a desaparecer, por falta de matéria, a base que lhes
assegurava as especulações negativistas.
... O futuro pertence ao Espírito!
Emmanuel - (Nos Domínios da Mediunidade) [28a
- página 10
]
O citoplasma, que é, no fundo, o elemento intersticial de vinculação das forças fisiopsicossomáticas, obriga as células ao
trabalho de que necessita para expressar-se, trabalho este que, à custa de
repetições quase infinitas, se torna perfeitamente automático para as
unidades celulares que se renovam, de maneira incessante, na execução das
tarefas que a vida lhes assinala.
André
Luiz (Uberaba-MG, 29
de Janeiro de 1958) [56
- página 45]
A ciência humana, porém,
caminha na direção do porvir.
-
A
nós, os Espíritos desencarnados, interessa, no plano_extrafísico, mais ampla sublimação,
para que façamos ajustamento de determinados princípios mentais,
com respeito à execução de tarefas específicas.
-
E
aos encarnados interessa a existência em plano moral mais alto para que
definam, com exatidão e propriedade, a substância_ectoplasmática, analisando-lhe
os componentes e protegendo-lhe as manifestações, de modo a oferecerem às
Inteligências Superiores mais seguros cabedais de trabalho,
equacionando-se, com os homens e para os homens, a prova inconteste da imortalidade.
[29
- página 126] - André Luiz - 1959
Evidências científicas mostram que os genes não controlam os seres
vivos e apresenta as fantásticas descobertas da epigenética,
um novo campo da biologia que desvenda os mistérios de como o ambiente
(natureza) pode influenciar o comportamento das células
sem modificar o código_genético.
É uma nova face da ciência, que revela mais detalhes sobre o complexo
sistema e estrutura das doenças, incluindo o câncer e a
esquizofrenia.
[98
- página 35] - Bruce
Lipton
Na
verdade, a epigenética, que é o estudo dos
mecanismos moleculares por
meio dos quais o meio ambiente controla a atividade genética, é hoje uma das áreas mais atuantes da
pesquisa científica em geral.
[98
- página 31] - Bruce
Lipton
|

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Best-seller nos Estados Unidos, A biologia da crença
– lançamento da Butterfly Editora –, de Bruce
Lipton, renomado cientista norte-americano, em linguagem
simples e direta, ao alcance de todos, traz surpreendentes
descobertas científicas que comprovam o poder do pensamento sobre a
matéria e esclarecem a reencarnação.
Seus estudos foram
precursores da epigenética –
estudo dos mecanismos moleculares por meio dos quais o meio ambiente
controla a atividade genética.
Sua vasta pesquisa
comprova que o DNA é controlado pela energia
que emana dos pensamentos, o que simplesmente significa
que nossas projeções
mentais influenciam diretamente em nossa saúde. |
Comprovação
científica
Finalmente, o poder do pensamento é evidenciado à luz da ciência:
trata-se de um salto quântico, o qual deu origem àquela que está sendo
denominada a “nova biologia”. Desde que o The Wall Street Science
Journal, no primeiro semestre de 2004, anunciou A biologia da crença,
cientistas, pesquisadores, médicos e biologistas do mundo inteiro foram
“sacudidos” pelas conclusões de Lipton.
Um deles foi Gregg Braden,
autor de The God code [O código de Deus] e The Isaiah effect [O efeito
Isaías]: “O doutor Bruce Lipton nos oferece o tão procurado elo
perdido entre a vida e a consciência. Responde a velhas questões e
esclarece os mistérios mais profundos de nosso passado. Não tenho a
menor dúvida de que este livro acabará se tornando uma base para a ciência
do novo milênio”.
Lipton recorda suas primeiras
conclusões que o levaram a adiantar as pesquisas que desenvolveu: “Se
direcionarmos melhor o que estamos pensando, poderemos mudar o estado do
nosso corpo”.
No seu livro, o cientista
simplesmente expõe suas conclusões e destaca o benefício que delas é
possível extrair. Professor universitário de grandes recursos recorre a
exemplos e ilustrações que facilitam o entendimento do que poderia, à
primeira vista, parecer complexo. Prova de sua capacidade de exposição
é o fato de que milhares de pessoas mudaram seu modo de pensar depois de
ler A biologia da crença.
A razão disso é muito
simples: o conceito de que a força do pensamento pode mudar nossa vida
– muito explorado nos livros de auto-ajuda, a maioria deles atrelada à
filosofia, à religião ou à psicologia – finalmente ganhou comprovação
científica pelas mãos de Bruce Lipton!
Lançamento da Butterfly
Editora, A biologia da crença é um livro revolucionário que
aproxima a ciência da filosofia e da religião, leitura agradável e
produtiva que certamente vai mudar a vida de seus leitores.
Ao escrever este livro, sinto-me como se estivesse desenhando uma linha na
areia, que divide a história da humanidade.
-
De um
lado está o neodarwinismo,
que dispõe a vida como uma eterna batalha entre robôs bioquímicos,
-
e do
outro está a “nova biologia”,
que a considera uma jornada de cooperação entre indivíduos de
vontade própria que podem se programar para criar uma existência
cheia de felicidade.
Ao
cruzar essa linha, passamos a entender claramente os conceitos da nova
biologia, encerrando definitivamente a polêmica sobre ...
Percebemos
que a mente consciente está muito além da
mera programação
genética. Creio que neste momento vivenciamos uma mudança
profunda e pragmática em nosso modo de ver a vida, algo semelhante ao que
aconteceu quando o conceito de que a Terra era redonda substituiu todas as
crenças da época.
[98
- página 35] - Bruce
Lipton
No Epílogo, explico como a
nova biologia me
fez perceber a importância da integração espírito-ciência e como
isso modificou radicalmente a visão agnóstica e científica que eu tinha
a respeito do mundo.
-
Você
está pronto para usar sua mente consciente e ter mais saúde, felicidade
e amor sem a necessidade de recursos da engenharia genética ou de
medicamentos?
-
Está pronto para abrir sua mente a uma realidade diferente
daquela que foi criada pelos modelos médicos, considerando o corpo humano uma
simples máquina bioquímica?
Não se preocupe. Não estou apresentando um
produto novo ou uma nova religião. É apenas um convite para que você
deixe de lado por alguns instantes todas as crenças impostas pela mídia
e pela ciência tradicional para vislumbrar o universo que se abre à sua
frente com as descobertas da nova ciência.
[98
- página 36] - Bruce
Lipton
Não acreditava em Deus,
embora deva confessar que quando imaginava a possibilidade de sua existência
a figura que surgia em minha mente era sempre a de um grande e perverso
controlador com senso de humor deturpado. Eu era, afinal, um biólogo
tradicional, para quem a existência de Deus era uma questão
totalmente irrisória. Considerava a vida mera conseqüência do acaso,
como a sorte no jogo. As probabilidades dos resultados genéticos são as
mesmas de um dado rolando sobre uma mesa. O lema de nossa profissão desde
a época de Charles Darwin era: “Deus? Não precisamos de um
Deus”.
Não que Darwin negasse a Sua existência. Ele simplesmente afirmava que o
acaso, e não a intervenção divina, é o verdadeiro responsável pela vida
na Terra. Em seu livro A origem
das espécies, publicado em 1859, Darwin afirma que as características
individuais são passadas dos pais para os filhos e que estas são “fatores
hereditários” que controlam a vida de todos nós. Essa
afirmação levou os cientistas a uma busca frenética para dissecar todas
as partes que compõem as moléculas em uma tentativa de decifrar os
mecanismos hereditários responsáveis pela vida.
A pesquisa chegou ao fim 50 anos
atrás, quando James Watson e Francis Crick descreveram a
estrutura e a função da espiral dupla do DNA,
o material do qual os genes
são feitos. Os cientistas finalmente entendiam os “fatores hereditários”
que Darwin mencionou em seus manuscritos no século 19. Os jornais anunciavam
a nova engenharia genética, a promessa de bebês com características
programadas e os medicamentos milagrosos. Até hoje me lembro das
manchetes daquele dia memorável em 1953: “Descoberto o segredo da vida”.
Os genes passaram então a ser a explicação para tudo e os mecanismos
pelos quais o DNA controla a vida biológica se tornaram o dogma central
da biologia molecular, descrito com detalhes em todos os livros e
pesquisas. A longa discussão sobre as características que herdamos ou
que adquirimos durante a vida acabou. Os cientistas estavam certos de que
tudo é herdado de nossos pais. No início, pensavam que o DNA fosse
responsável apenas por nossas características físicas. Com o tempo
passaram a acreditar que nossos genes também controlavam nossas emoções
e comportamento. Portanto, se alguém nascesse com um gene de felicidade
defeituoso só poderia esperar ter uma vida infeliz.
Eu me considerava uma dessas pessoas; uma vítima da fatalidade de ter
um gene de felicidade mutante ou mesmo ausente.
... Mas a
fase final de minha vida acadêmica foi na Escola de Medicina da
Universidade de Stanford, agora defendendo e propagando abertamente a “nova”
biologia. Questionava não apenas Darwin e sua versão canibal
da evolução, mas também o dogma central da biologia, segundo o qual os
genes controlam a vida. Este dogma tem uma séria falha: os genes não
ligam-desligam sozinhos. Ou, em termos mais técnicos, não são
aquilo que chamamos de “auto-emergentes. É preciso que fatores externos
do ambiente os influenciem para que entrem em atividade. Os biólogos já
sabiam disto havia muito tempo, mas o fato de seguirem cegamente os dogmas
da ciência os fazia ignorar esse conhecimento. Por isso, cada vez que
eu me manifestava era duramente criticado por todos. Tornei-me um
candidato à excomunhão; um bruxo para ser queimado na fogueira!
[98
- página 25] - Bruce
Lipton
A epigenética nos permite resgatar o
controle sobre nossa vida: Os teóricos que defendem a
tese de que os genes comandam nosso destino parecem ignorar as experiências
sobre as células anucleadas realizadas há mais de 100 anos. Mas não podem ignorar as novas pesquisas, que também mostram que eles
estão enganados.
Enquanto o projeto Genoma Humano
figurava em todas as manchetes, um grupo
de cientistas iniciava um novo e revolucionário campo da biologia chamado epigenética.
A ciência da epigenética, que significa
literalmente “controle sobre a genética”, modificou completamente os
conceitos científicos sobre a vida. Na última década, as pesquisas epigenéticas
estabeleceram que os padrões de DNA passados por meio dos
genes não são definitivos, isto é, os genes não comandam nosso
destino! Influências ambientais como...
Os epigeneticistas já descobriram
que essas modificações
podem ser passadas para as gerações futuras da mesma maneira que o
padrão de DNA é passado pela dupla espiral.
Não
há dúvida de que as descobertas epigenéticas deixaram para trás as
descobertas genéticas. Desde a década de 1940, os biólogos vêm
isolando o DNA do núcleo das células para estudar os mecanismos genéticos.
Nesse processo de abrir a membrana do núcleo retirado e remover os cromossomos, compostos metade de
DNA e metade de proteínas
reguladoras,
em sua ânsia de estudar o DNA, jogavam fora as proteínas. Na verdade,
estavam jogando fora o bebê junto com a placenta. Hoje esse bebê está
sendo resgatado com o estudo das proteínas dos cromossomos, que
desempenham um papel tão crucial na hereditariedade quanto o
DNA.
[98
- página 81] - Bruce
Lipton
A história do controle epigenético
é a
história de como os sinais ambientais controlam a
atividade dos genes.
Este novo e mais sofisticado fluxo de informações da biologia começa com um sinal do ambiente que age
sobre as proteínas reguladoras, depois sobre o DNA, o RNA e finalmente
sobre o resultado final, a proteína.
A ciência da epigenética também
deixa claro que há dois mecanismos pelos quais os organismos
transmitem suas informações hereditárias. Ambos permitem aos cientistas
estudar tanto as contribuições da natureza (genes) quanto as do aprendizado
(mecanismos epigenéticos) sobre o comportamento humano. Se
focarmos nossa atenção apenas nos padrões, como os cientistas vêm
fazendo há décadas, jamais vamos entender a influência do ambiente.
Vamos usar uma analogia para
tornar mais clara essa relação entre a epigenética e os mecanismos
genéticos. Você se lembra da época em que a programação da televisão
acabava à meia-noite? Quando os canais saiam do ar, um “padrão de
teste” era exibido na tela.
Imagine que o padrão da tela
é o padrão codificado por um determinado gene, como o de olhos
castanhos, por exemplo. Os botões e os
controles
da TV permitem que você modifique a aparência horizontal e vertical
da tela, ligue ou desligue o aparelho e altere características como cor,
tonalidade, contraste e brilho. Ao fazer essas modificações você pode alterar a aparência da tela, mas não
modificar padrão
original da imagem. Esse é o papel das proteínas reguladoras. Estudos
de síntese de proteínas revelam que os controles epigenéticos podem
criar mais de duas mil variações de proteínas a partir de um mesmo
padrão genético.
O controle da epigenética modifica a leitura do gene sem modificam
a
código de DNA.
[98
- página 84] - Bruce
Lipton
Outros
estudos mostram que os mecanismos epigefléticos
são um fator importante em diversas doenças, entre elas...
Na verdade, apenas cinco por cento dos pacientes
de câncer ou que apresentam problemas cardiovasculares podem atribuir
suas doenças a fatores hereditários. A mídia alardeou a descoberta do
gene do câncer de mama, mas deixou de mencionar que 90 por cento dos
casos desse tipo de câncer não está associado a genes herdados. A
maioria ocorre por alterações
induzidas pelo ambiente e não por genes defeituosos.
[98
- página 87]
- Bruce
Lipton
Epigenética:
 |
-
É
transmitida para a geração subseqüente
através da mitose e meiose
-
São
Reversíveis
-
Mudanças
Epigenéticas
são mais
freqüentes
que as Genéticas
-
Ocorrem
em resposta a sinais ...
-
ambientais,
-
comportamentais,
-
fisiológicos
e
-
patológicos
|
|
http://www.genetica.esalq.usp.br/pub/seminar/FSalvato-200702-PPT.pdf?PHPSESSID=6c371a6d33e2473b08d525a1e16886da
Temos de ver o gene apenas como uma possibilidade; ele tem a
informação mas só a mostra quando lhe é pedido. Tudo o que consegue
“abrir” o genoma
e forçá-lo a dar uma resposta é que chamamos epigenético.
O núcleo do zigoto inicia a sua divisão em duas células porque no citoplasma
do óvulo há uma substância química que atua sobre o núcleo como se
lhe perguntasse: não achas que é a altura de te dividires em dois para
fazeres duas células? E o núcleo responde ativando o processo de
duplicação do ADN para que cada uma das duas células
tenha uma parte igual da informação. Quando já há duas células, cada
uma é epigênese para a outra, o mesmo quando são quatro, oito, dezesseis
e por aí fora. Tudo o que é epigenético condiciona, estimula
ou inibe a expressão da informação gênica. Assim, como Ortega
y Gasset, disse, no plano social, eu sou eu e a minha circunstância,
também nós hoje, podemos dizer que, no plano biológico, o gene
é ele e a sua epigênese.
Daniel
Serrão
http://www.danielserrao.com/gca/index.php?id=72
Epigenética:
além da seqüência do DNA.
Artigo
de Eloi S. Garcia (pesquisador
da Fundação Oswaldo Cruz e membro da Academia Brasileira de Ciência)
O hábito de fumar, o uso de esteróides e certas drogas também
influenciam as funções genéticas por interagir química ou fisicamente
com o DNA
Recentes investigações genéticas
têm demonstrado que gêmeos idênticos (possuidores do mesmo genoma)
apresentam diferenças em seu comportamento e fisiologia.
Por exemplo, eles podem diferir
na susceptibilidade a doenças degenerativas e infecciosas.
Somos mais que nossos genes. Os
genes não são responsáveis por tudo. Uma nova área, a epigenética,
está sendo desenvolvida para explicar estas diferenças.
O termo epigenética
existe há mais de cem anos, mas somente C. H. Waddington em 1942 deu uma
definição mais precisa a ele.
Epigenética
é um campo da biologia que estuda as interações causais entre genes e
seus produtos que são responsáveis pela produção do fenótipo.
Pesquisas recentes realizadas
sobre genomas e proteomas revelam que esta definição está correta...
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=30541
A epífise preside aos fenômenos
nervosos da emotividade, como órgão de elevada expressão no corpo_etéreo. Desata, de certo modo, os laços divinos da Natureza, os quais
ligam as existências umas às outras, na seqüência de lutas, pelo
aprimoramento da alma, e deixa entrever a grandeza das faculdades
criadoras de que a criatura se acha investida.
As
glândulas genitais são demasiadamente mecânicas,
para guardarem os princípios sutis e quase imponderáveis da geração.
Acham-se absolutamente controladas pelo potencial magnético de que a epífise
é a fonte fundamental. As glândulas genitais segregam os
hormônios_do_sexo, mas a glândula pineal, se me posso exprimir assim,
segrega "hormônios psíquicos” ou “unidades-força” que vão
atuar, de maneira positiva, nas energias geradoras. Os cromossomos da
bolsa seminal não lhe escapam à influenciação absoluta e determinada.
No entanto, não estamos
examinando problemas de embriologia. Analisemos a epífise como
glândula da vida espiritual do homem.
-
Segregando delicadas energias
psíquicas, a glândula pineal conserva
ascendência em todo o sistema
endócrino.
-
Ligada à
mente, através de
princípios eletromagnéticos do campo
vital, que a ciência comum ainda
não pode identificar, comanda as forças subconscientes sob a
determinação direta da vontade.
-
As redes nervosas constituem-lhe os fios
telegráficos para ordens imediatas a todos os departamentos celulares, e
sob sua direção efetuam-se os suprimentos de energias psíquicas a todos
os armazéns autônomos dos órgãos.
-
Manancial criador dos mais
importantes, suas atribuições são extensas e fundamentais.
-
Na qualidade de controladora do mundo emotivo, sua
posição na experiência sexual é básica e absoluta.
De modo geral,
todos nós, agora ou no pretérito, viciamos esse foco sagrado de forças
criadoras, transformando-o num ímã relaxado, entre as sensações
inferiores de natureza
animal.
-
Quantas existências temos despendido na
canalização de nossas possibilidades espirituais para os campos mais
baixos do prazer materialista?
-
Lamentavelmente divorciados da lei do uso,
abraçamos os desregramentos emocionais, e daí, meu caro amigo, a nossa
multimilenária viciação das energias geradoras, carregados de
compromissos morais, com todos aqueles a quem ferimos com os nossos
desvarios e irreflexões.
-
Do lastimável menosprezo a esse potencial
sagrado, decorrem os dolorosos fenômenos da hereditariedade_fisiológica,
que deveria constituir, invariavelmente, um quadro de aquisições
abençoadas e puras.
-
A perversão do nosso plano mental consciente, em
qualquer sentido da evolução, determina a perversão de nosso psiquismo
inconsciente, encarregado da execução dos desejos e ordenações mais
íntimas, na esfera das operações automáticas.
-
A vontade desequilibrada
desregula o foco de nossas possibilidades criadoras.
Daí procede a
necessidade de regras morais para quem, de fato, se interesse pelas
aquisições eternas nos domínios do Espírito.
[
16a - página 18 ]
- André Luiz - 1943
Controle magnético das
céLuLas
Para
“perceberem” o ambiente ao redor, as células dependem de proteínas
receptoras presentes em sua superfície. Esses receptores engatam em moléculas
específicas, desencadeando uma cascata de eventos bioquímicos que
levam a certos comportamentos das células, como a secreção de hormônios
ou a destruição de patógenos. Mas, antes que os receptores possam
entrar em ação, eles geralmente precisam chocar-se. Donal Ingber, da
Harvard Medical School, e seus colegas demonstraram que poderiam controlar
essa ativação usando partículas de óxido de ferro presas a moléculas
de dinitrofenol (DNP), que se prendem aos receptores em mastócitos
produtores de histamina. Magnetizadas, as gotas de 30 nanometros de
largura atrairiam umas às outras, forçando os receptores a se
aglomerar e ficar ativos. Os pesquisadores detectaram aumento nos níveis
de cálcio dentro das células, o que é o primeiro passo na secreção de
histamina. A técnica poderia resultar em biossensores mais leves e econômicos
em termos de energia para detectar patógenos ou encontrar novas formas de
distribuir medicamentos. J. R.
Minkel
SIENTIFIC
AMERICAM Brasil - Abril 2008 - página 20
www.sciam.com.br
O estudo do papel dos genes na personalidade e no comportamento leva em
conta as influências afetivas,
sociais e ambientais que, por sua vez,
parecem exercer efeitos também na regulação da expressão gênica.
Os genes determinam nosso
metabolismo, nossa aparência e, em certa medida, nosso repertório de
comportamentos. Mas a ideia de onipotência genética, que vigora há
pelo menos 20 anos, está com os dias contados. O que a ciência vem
mostrando, com evidências cada vez mais convincentes, é que a expressão
gênica não só é muito flexível, como também pode ser modificada pela
experiência —
ideia
que pareceria absurda alguns anos atrás.
O velho antagonismo entre genética e
ambiente está sendo
finalmente superado. Um número cada vez maior de estudos mostra que
experiências afetivas e traumas repercutem na expressão de genes que
controlam funções importantes do organismo, como a reação ao stress.
O avanço da
biotecnologia nos últimos anos permitiu entender melhor como a
expressão genética é modulada por fatores externos, o que deu origem a
uma nova área de estudo conhecida como epigenética. Embora a definição
do termo seja ampla, a epigenética se ocupa principalmente das modificações
do DNA que são estáveis ao longo de
sucessivas divisões celulares.
O fato de influências ambientais atuarem na predisposição genética
não espanta. Trata-se de um princípio geral da biologia evolutiva
segundo o qual os seres vivos precisam se adaptar às condições externas
para sobreviver. Assim, cada um de nossos cerca de 30 mil genes é formado
não apenas pela região codificadora (de proteínas), mas também por
segmentos que não codificam proteína
alguma e são chamados promotores.
Os promotores
normalmente aparecem antes da região codificadora são compostos pelos
mesmos nucleotídeos que formam todo o DNA
e servem como pontos de ancoragem para fatores de transcrição, que são proteínas
que estimulam ou impedem a transcrição dos genes. Esse processo de
acoplamento depende de sinais bioquímicos que vêm de fora da célula e
ativam esses fatores de transcrição.
Como demonstraram diversos estudos recentes, ambientes ricos em estímulos
acionam a transcrição de muitos genes, principalmente dos que codificam
os fatores de crescimento neuronal. Um bom exemplo é o efeito do stress.
Influências ambientais como:

Revista
MENTE / CÉREBRO - SCIENTIFIC AMERICAN - ANO XV - Nº 181 - páginas 38,
42,
44 e 45. www.mentecerebro.com.br
Avancemos 3 mil anos, até a Grécia antiga. Filósofos faziam grandes
perguntas como:
Eles desenvolveram a teoria do átomo,
estudaram os movimentos celestes e buscaram princípios universais para o
comportamento ético. Durante milhares de anos, o único estudo do céu
foi a astrologia. Da astrologia surgiu a astronomia moderna, que deu
origem à matemática e à física. A alquimia, a busca da transmutação e
da imortalidade, gerou a química, de onde mais tarde
surgiram como especializações a física das partículas e a biologia
molecular. Hoje, a busca da imortalidade é conduzida pelos bioquímicos
que estudam o DNA.
[99
- página 12]

Evolução Espontânea - Bruce Lipton e Steve Bhaerman

http://www.youtube.com/watch?v=T7Qri9aJkAM
LINKs:
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