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A prece é
instrumento de comunicação plena do espírito.
http://www.sbee.com.br/txt_glossario.htm
A prece é um ato de adoração.
Orar a Deus é pensar Nele; é aproximar-se Dele; é pôr-se em comunicação
com Ele. A três coisas podemos propor-nos por meio da prece:
[9a
- página 319 questão 659]
A prece é em
tudo um poderoso auxílio na cura_da_obsessão.
Mas, crede que não basta que alguém murmure
algumas palavras, para que obtenha o que deseja. Deus assiste os que obram, não
os que se limitam a pedir. É, pois, indispensável que
o obsidiado faça, por sua parte, o que se torne
necessário para destruir em si mesmo a causa da atração dos maus
Espíritos.
[9a
- página 252 questão 479]
|
Poderemos
utilmente pedir a Deus que perdoe as nossas faltas. Deus sabe discernir o bem do
mal; a prece não esconde as faltas.
Aquele que a Deus pede perdão de suas
faltas só o obtém mudando de proceder. As boas ações são a melhor prece,
por isso que os atos valem mais que as palavras.
[9a
- página 319
questão 661] |
Em
qualquer posição de desequilíbrio, lembra-te de que a prece
pode trazer-te sugestões divinas, ampliar-te a visão
espiritual e proporcionar-te consolações abundantes; todavia, para o Senhor
não bastam as posições convencionais ou verbalistas.
Emmanuel - (Vinha de Luz) [55
- página 151]
A prece tecida de inquietação e angústia não pode distanciar-se dos
gritos desordenados de quem prefere a aflição e se entrega à imprudência,
mas a oração tecida de harmonia e
confiança é força imprimindo direção à bússola da fé viva, recompondo a
paisagem em que vivemos e traçando rumos novos para a vida superior.
Emmanuel - (Vinha de Luz) [55
- página 151]
|
Faz-se preciso que o homem reconheça a necessidade da luta
como a do pão cotidiano.
-
A
crença deve ser a bússola,
o farol nas obscuridades que o rodeiem na existência passageira
-
e
a prece deve ser cultivada, não para
que sejam revogadas as disposições da lei
divina, mas a fim de que a coragem e a paciência inundem o coração
de fortaleza nas lutas ásperas, porém necessárias.
A alma, em se voltando para
Deus, não deve ter em mente
senão a humildade sincera na aceitação de sua vontade superior.
[71
- página 23]
Emmanuel
|
Pelos
seus pensamentos
e preces,
os pais podem melhorar o Espírito do
filho que lhes nasceu e está confiado. Esse o
dever deles. Os maus filhos são uma provação
para os pais.
[9a
- página 137
questão 210]
(Ver:
Prece ao filho que
está para nascer )
|
As
vossas provas estão nas mãos de Deus e algumas há que têm de ser suportadas
até ao fim; mas, Deus sempre leva em conta a resignação. A
prece traz para
junto de vós os bons_Espíritos e, dando-vos estes a força de suportá-las
corajosamente, menos rudes elas vos parecem. Temos dito que a prece nunca é
inútil, quando bem feita, porque fortalece aquele que ora, o que já constitui
grande resultado.
Ajuda-te a ti mesmo e o céu te ajudará, bem o
sabes.
Demais,
não é possível que Deus mude a ordem da Natureza ao sabor de cada um,
porquanto o que, do vosso ponto de vista mesquinho e do da vossa vida efêmera,
vos parece um grande mal é quase sempre um grande bem na ordem geral do Universo. Além disso, de quantos males não se constitui o homem o próprio
autor, pela sua imprevidência ou pelas suas faltas? Ele é punido naquilo em
que pecou. Todavia, as súplicas justas são atendidas mais vezes do que
supondes. Julgais que Deus não vos ouviu, porque não fez
a vosso favor um milagre, enquanto que vos assiste por meios tão naturais que
vos parecem obra do acaso ou da força das coisas. Muitas vezes também, as mais
das vezes mesmo, ele vos sugere a idéia que vos fará sair da dificuldade pelo
vosso próprio esforço.
[9a
- página 320 questão 663] |
A
oração não suprime, de imediato, os
quadros da provação, mas renova-nos o espírito, a fim de que venhamos a
sublimá-los ou removê-los.
EMMANUEL
[64
- página 159]
-
Quando
a dor te entenebrece
os horizontes da alma,
subtraindo-te a serenidade e a alegria, tudo parece escuridão envolvente e
derrota irremediável, induzindo-te ao desânimo e insuflando-te o desespero;
-
todavia, se acendes no coração leve flama da prece,
fios imponderáveis de confiança ligam-te o ser à Providência Divina.
EMMANUEL
[64
- página 161]
|
A
prece não poderá afastar os dissabores e
as lições proveitosas da amargura, constantes do mapa de serviços que cada
Espírito deve prestar na sua tarefa terrena, mas deve ser cultivada no intimo,
como a luz que se acende para o caminho tenebroso, ou mantida no coração como
o alimento indispensável que se prepara, de modo a satisfazer à necessidade própria,
na jornada longa e difícil, porquanto a oração
sincera estabelece a vigilância e constitui o maior fator de resistência
moral, no centro das provações mais escabrosas e mais rudes.
EMMANUEL
[64
- página 163]
|
Em todos os processos de intercâmbio_dos_Espíritos_com_os_encarnados, desde a mediunidade_torturada à mediunidade_gloriosa, a prece é abençoada
luz, assimilando correntes superiores de força
mental que nos auxiliam no resgate ou na ascensão.
[28a
- Página 197]
André Luiz - 1954
|
A
diferenciação do ambiente
... A atmosfera interior impregnava-se de elementos balsâmicos, regeneradores. Cá
fora, na rua, porém, o ar pesava. Acentuara-se-me, sobremaneira, a
hipersensibilidade, diante das emanações grosseiras da rua. As lâmpadas elétricas
semelhavam-se a globos pequeninos, de luz muito pobre, isolados em sombra
espessa.
Aspirando as novas correntes de ar, observava a diferença indefinível. O oxigênio
parecia tocado de magnetismo menos agradável.
Compreendi, uma vez mais, a sublimidade da oração
e do serviço da Espiritualidade superior, na intimidade das criaturas.
A modificação, evidentemente, é inexprimível.
-
Entre as vibrações harmoniosas da
paisagem interior, iluminada pela oração,
-
e a via pública, repleta de emanações
inferiores, há diferenças singulares.
O pensamento elevado santifica a
atmosfera em torno e possui propriedades elétricas que o homem comum está
longe de imaginar. A rua, no entanto, é avelhantado repositório de vibrações
antagônicas, em meio de sombrios materiais psíquicos
e perigosas bactérias de variada procedência, em vista de a maioria dos
transeuntes lançar em circulação, incessantemente, não só as colônias
imensas de micróbios diversos, mas também os maus pensamentos de toda ordem.
[16a
- página 43] - André Luiz - 1943
(Ver:
Psicosfera
ambiental) |
Estivesse orando numa igreja católica
romana ou num templo
budista, receberia o socorro da Esfera espiritual, por intermédio
desse ou daquele grupo de trabalhadores do Cristo.
Naturalmente, no seio de uma organização indene das sombras do preconceito e
do dogmatismo, o concurso
fraternal das entidades espirituais pode ser mais eficiente, mais puro, e as
suas possibilidades de aproveitamento são muito mais vastas. É preciso
assinalar, porém, que os auxiliadores magnéticos transitam em toda parte, onde
existam solicitações da fé
sincera, distribuindo o socorro do Divino Mestre, dentro da melhor divisão de
serviço. Onde vibre o sentimento sincero e elevado, aí se abre um caminho para
a Proteção de Deus.
[16a
- página 303] - André Luiz - 1943
A prece, no sentido a que aludimos, é
sempre um atestado de boa-vontade e compreensão, no testemunho da nossa condição
de Espíritos devedores... Sem dúvida, não poderá modificar o curso das leis,
diante das quais nos fazemos réus sujeitos a penas múltiplas, mas renova-nos o
modo de ser, valendo não só como abençoada plantação de solidariedade em
nosso benefício, mas também como vacina contra reincidência no mal. Além
disso, a prece
faculta-nos a aproximação com os grandes benfeitores que nos presidem os
passos, auxiliando-nos a organização de novo roteiro para a caminhada segura.
[83
- página 259] - André Luiz
A legítima acepção do vocábulo orar não
é apenas...
Quando o Divino Preceptor
nos aconselhou a orar, ...
-
não
intentou incitar-nos à recitação improdutiva de fórmulas cediças,
-
nem
pretendeu induzir-nos à atitude estéril de interesseiros rogadores;
-
visou,
isto sim, a nos fazer partícipes ativos da grande comunhão celeste,
incentivando-nos a utilizar nossos poderes
mentais para felizes contactos com as Esferas Mais Altas, de onde
emanam as luzes puras da virtude
e da graça.
Sabedores agora de que é o teor das nossas idéias
que determina a qualidade das nossas companhias espirituais e a natureza da
nossa própria atmosfera
psíquica, podemos hoje compreender melhor o elevado alcance do
conselho messiânico.
Em verdade, o ato de pensar
já é, em si mesmo, uma prece, porque pensando
expedimos para fora de nós ondas de força
mentelétrica, carregadas de peculiar magnetismo,
que sensibilizam outras mentes ajustadas no mesmo plano de sentimentos
e interesses.
Nascem daí simpatias, alianças e compromissos que varam, por vezes, os milênios,
semeando atos e fatos que marcam destinos e produzem extraordinárias conseqüências.
Como o pensamento contínuo
é faculdade natural comum a todos os seres humanos, os desejos,
as esperanças e as expectativas de cada coração representam preces
contínuas, invocações poderosas, dirigidas a todos quantos vibrem na mesma
faixa de entendimento e de vontade.
Assim, a invocação dos irresponsáveis e dos maus se dirige permanentemente
aos gênios trevosos, em apelos repetidos, de que eles se valem para
multiplicar, no mundo, os instrumentos de suas iniqüidades.
Orar, portanto, longe de ser atitude esporádica
de alguns poucos, é exercício de todos, a todos os instantes, força de conexão
que mantém as sintonias em ação, que forja acontecimentos, muitas vezes de
importância e de conseqüências imprevisíveis.
Daí a necessidade de vigilância mental dos discípulos do Senhor,
porque as palavras enunciadas, na verbalização das preces,
muito amiúde nada têm a ver com a essência das forças postas em movimento
pelas mentes em atividade.
Seja, pois, a nossa vida uma oração perene, dirigida ao Altíssimo, pela essência
viva de nossas idéias e de nossos atos, na ação de cada minuto, porque é no
trabalho incessante do Bem que havemos de conseguir a união verdadeira com o
Mais Alto.
Desejando paz, formulamos votos carinhosos de prosperidade espiritual e vos
almejamos saúde da alma e vitória em
Cristo.
André
(Espírito)
[90
- página 131]
Na fria atmosfera de vossa Terra, glacial e refratária à vida espiritual, não sabeis quanto é mantida pela prece freqüente a relação magnética entre o vosso espírito e os guias, que esperam a petição para transmiti-la. Oraríeis mais ainda se soubésseis que rica bênção espiritual a prece traz. O laço se aperta por um freqüente uso, a intimidade pela associação mútua. Os vossos sábios eruditos discutiram muito sobre o valor da prece. A ignorância deles os fez tatear em um labirinto de opiniões confusas. Nada souberam; como poderiam sabê-lo? Anjos mensageiros sempre prontos a ajudar o espírito que grita pelo seu Deus, eles experimentaram medir os efeitos da prece, comparar os resultados, mas essas coisas escapam à ciência humana, por serem espirituais e variarem conforme os casos.
Muitas vezes a petição inarticulada, que não parece ter sido ouvida, traz à alma que ora abundantes bênçãos. O apelo íntimo do ser oprimido, que se atira no espaço, e o grito arrancado por uma dor amarga produzem um alívio desconhecido até então. A alma é aliviada; não sabeis por quê. Seria preciso ver, como nós, os guias trabalhando para derramarem na alma aflita o bálsamo de consolação, e saberíeis então donde vem essa estranha paz, que faz penetrar no espírito a certeza de que existe um Deus misericordioso. A prece executou a sua obra, atraiu um amigo invisível, e o coração intumescido, macerado, é reconfortado por uma angélica simpatia.
A simpatia_magnética, da qual podemos rodear aqueles que estão em íntima comunhão conosco, é um dos efeitos benditos da ardente invocação que uma alma humana dirige ao seu Deus.
A plenitude das relações espirituais não pode ser realizada em outras condições. Só o ente espiritualizado pode penetrar as misteriosas mansões dos anjos. É da alma que vive em freqüente comunhão conosco, que melhor podemos aproximar-nos; é isso uma outra face da imutável lei que governa as nossas relações com o vosso mundo. Para a alma espiritualizada, os dons espirituais. O homem, em sua ignorância, espera às vezes uma outra resposta ao seu pedido, mas o deferimento seria muitas vezes cruel; o pedido formulado em sua prece é abandonado, mas a prece pôs a sua alma em comunicação com uma inteligência pronta a aproveitar-se dessa ocasião oportuna para aproximar-se dele a fim de fortificá-lo e consolá-lo.
Os homens deveriam tomar a resolução de orar com mais freqüência, de ter uma vida de prece. Não essa vida de devoção mórbida, que consiste em abandonar o dever e em consumir as horas preciosas de tirocínio, para atrofiar-se indolentemente a fim de se submergir em investigações prejudiciais, para se perder em imaginária contemplação ou em súplicas impostas. A vida de prece é inteiramente outra. A prece real é o grito espontâneo do coração à procura dos amigos invisíveis. A invenção de uma prece cochichada aos ouvidos de um Deus sempre presente, e disposto a responder a um pedido caprichoso, modificando leis inalteráveis, tem desacreditado a idéia de prece. Não penseis desse modo. A prece, impulso da alma para seu Deus, não se ostenta exteriormente, não tem nenhuma necessidade de preparação formal. Petição inarticulada, levam-na os agentes desvelados de altura em altura até a um poder que possa responder a ela.
- A verdadeira prece é a voz sempre pronta da alma comunicando com a alma;
- o apelo aos invisíveis amigos com os quais ela tem costume de conversar;
- a centelha ao longo da linha magnética, que transmite uma súplica e, rápida como o pensamento, traz uma resposta.
- É unir uma alma sofredora a um Espírito que pode tranqüilizar e curar.
Essa prece não requer nem palavras, nem atitude, nem forma; é mais verdadeira sem formalidades nem aparatos, e só tem necessidade de sentir-se próxima de um guia, de ser levada à comunhão. Para atingir essa meta, ela deve ser habitual; de outro modo, como o membro muito tempo privado do uso, ela ficaria paralisada. Assim, aqueles dentre vós que vivem mais em espírito penetram nos mistérios ocultos; podemo-nos aproximar deles. Fazemos vibrar as cordas secretas da sua natureza, as quais ressoam somente sob o nosso influxo, insensíveis às influências desse mundo. São eles que se elevam mais alto durante a vida terrestre, pois sabem já comungar em espírito e nutrir-se do pão espiritual; os mistérios, ocultos aos seres materiais, abrem-se diante deles, e a sua perpétua prece lhes permite pelo menos que, sem ser isentos de sofrimentos e de penas, vivam entretanto acima deles, pois sabem-nos necessários ao seu desenvolvimento.
Ah! Falamos do que é pouco conhecido. Se essa grande verdade fosse mais bem compreendida, o homem, por sua atitude espiritual, afastaria de si as perniciosas influências que muitas vezes assaltam os que, sem a isso ser autorizados, querem aprofundar mistérios muito acima da sua inteligência. As melhores almas nem sempre estão ao abrigo de penosos assaltos; mas se essa grande verdade não pode livrar do perigo, assegura a proteção para afrontá-lo, fortifica, purifica os motivos, santifica os atos e é a força auxiliar da comunhão espiritual. (Ver: Antídodo do vampirismo)
Orai então, mas sem formalidade, sem desatenção, sem súplica vã. Comungai conosco na comunhão do espírito; observai os efeitos dessa comunhão sobre o vosso próprio ser; o resto virá oportunamente. Deixai as questões abstratas e inquietadoras de controvérsia teológica humana e aproximai-vos das verdades centrais que afetam tão intimamente o bem-estar do vosso espírito. As fúteis perplexidades, de que o homem rodeou a simplicidade da verdade, são múltiplas. Não vos compete separar nem decidir o que é ou não essencial. Sabereis mais tarde que o que considerais hoje como verdade essencial é apenas uma forma transitória de ensinamento, empregada quando necessária. A fraqueza humana impele-vos a precipitar-vos para a finalidade. Demais, deveis demorar-vos, amigo, demorar-vos muito antes de atingir a meta. Tendes muitas noções falsas a retificar antes de poder estudar todos os mistérios. Poderíamos dizer muito mais sobre esse assunto; mas é bastante, presentemente. Possa o Supremo guiar-nos, assim como a vós, e permitir-nos conduzir-vos de tal modo que enfim a verdade venha a brilhar em vossa alma obscura e a paz possa nela manifestar-se.
† Imperator
[108 - páginas 129/132] - William Stainton Moses (*05/11/1839 - +05/9/1892)
RELAÇÃO DE TEMAS SOBRE A
PRECE
PUBLICADOS NA REVISTA
ESPÍRITA
SOB A ORIENTAÇÃO DE
ALLAN KARDEC
(Conforme
publicação da EDICEL)
| |
Página |
Ano |
|
1
Efeito da prece nos Espíritos sofredores
2
Opinião de um padre sobre a prece para os mortos
3
Efeito da prece na opinião de um pastor protestante
4
Efeitos da prece sobre os Espíritos perversos
5 Importância da prece
sobre os mortos
6
Proteção da prece contra a inveja e paixões
7
Efeitos da prece no alívio das aflições
8
O valor da prece na opinião do Dr. Guizot
9
O valor da prece do ofendido em favor do ofensor
10 Preces cio ofendido e alívio
do Espírito culpado
11 A diferença entre a prece
dos vivos e a dos Espíritos
12 O poder da prece no domínio
de si mesmo
13 O poder da prece no
afastamentos dos Espíritos maus
14 Valor da prece em benefício
dos Espíritos sofredores
15 A prece na cura (ias idéias
fixas, mágoas etc
16
A prece no tratamento da loucura
17 Aversão dos Espíritos
perversos à prece
18 Qual o valor da prece
sobre os Espíritos..?
19 Uma prece pelas pessoas
estimadas
20 A amizade e a prece
21 Poder da prece a Deus dita
por um médium curador
22 A importância da prece dita
por um médium curador
23 Considerações sobre as preces
do Evang. Seg. Esp.
24
Prece inteligível — Preces ininteligíveis
25 A principal qualidade da
prece — A oração dominical
26 Prece e sentimento
27 Preces quotidianas
28 A prece fervorosa
29 Prece e assistência
espiritual
30 Aprece nas aflições
31 Considerações sobre a
prece no Espiritismo
32 A negação sobre a
utilidade da prece
33 A prece é uma necessidade
universal
34 A espontaneidade da prece
no perigo
35 A prece como veículo de
forças espirituais
36 Aquiescência à prece
37 Nenhuma prece altera as
leis de Deus
38 Pureza da prece
39 O recolhimento na prece |
357
358
361
058
409
238
380
412
247
248
249
359
364
383
005
005
36/137
147
148
192
007
009
231
232
233
233
234
254
155
156
005
007
006
43/45
044
153
154
154
346 |
1859
1859
1859
1860
1860
1861
1861
1861
1862
1862
1862
1862
1862
1862
1863
1863
1863
1863
1863
1863
1864
1864
1864
1864
1864
1864
1864
1865
1866
1866
1866
1866
1866
1866
1866
1866
1866
1866
1868 |
[91
- página 147]
“seja
feita a vossa vontade”
O “seja feita a vossa vontade”, da oração comum,
constitui nosso pedido geral a Deus, cuja Providência, através dos seus
mensageiros, nos proverá o espírito ou a condição de vida do mais útil,
conveniente e necessário ao nosso progresso
espiritual, para a sabedoria e para o amor.
O que o homem não deve esquecer, em
todos os sentidos e circunstâncias da vida, é a prece_do_trabalho e da dedicação, no santuário da existência de
lutas purificadoras, porque Jesus abençoará as suas realizações de esforço
sincero.
Amém
interj. Palavra hebraica, usada no fim de orações para expressar a idéia de assim seja. S. m. Concordância, aprovação, anuência. Var.: âmen.

Pai
Nosso em Aramaico
LINKs:
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