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"Está próxima a época em que se demonstrará que a alma humana pode viver desde esta existência terrestre, em comunicação estreita e indissolúvel com as Entidades imateriais do mundo dos espíritos. Então será compreendido que esse mundo age sobre o nosso e lhe comunica influências profundas de que o homem de hoje não tem conhecimento". Kant Consciência espírita: www.consciesp.org.br
DO “MODUS OPERANDI” DOS ESPÍRITOS O “modus operandi” das entidades que se comunicam, nos ambientes terrestres, tem a sua base no magnetismo_universal, dentro do qual todos os seres e mundos gravitam para a perfeição suprema; e incalculável é a extensão do papel que a sugestão e a telepatia representam nos fenômenos mediúnicos. [71 - página 153] (Ver: Energia escura)
O contacto com o reino espiritual, enquanto nos demoramos no envoltório terrestre, não pode ser dilatado em toda a extensão, para que nossa alma não afrouxe o interesse de lutar dignamente até o fim do corpo. [4 - página 97]
O Espírito encontra dificuldade em expressar seu pensamento, por falta de termos apropriados.
A perda_dos_entes que nos são caros constitui para nós legítima causa de dor, tanto mais legítima quanto é irreparável e
independente da nossa vontade. Essa causa de dor
atinge assim o rico, como o pobre ...
Tendes, porém, uma consolação em poderdes comunicar-vos com os vossos amigos ...
Não
pode haver profanação na comunicações com o
além-túmulo, quando haja recolhimento e quando a evocação seja
praticada respeitosa e convenientemente. A prova de que assim é tendes no fato
de que os Espíritos que vos consagram afeição
acodem com prazer ao vosso chamado. Sentem-se felizes
por vos lembrardes deles e por se comunicarem convosco. Haveria profanação, se
isso
fosse feito levianamente. A possibilidade
de nos pormos em comunicação com os Espíritos é uma dulcíssima consolação,
pois que nos proporciona meio de conversarmos com os nossos_parentes_e_amigos,
que deixaram antes de nós a Terra. Pela evocação, aproximamo-los de nós,
eles vêm colocar-se
ao nosso lado, nos ouvem e respondem. Cessa assim, por bem dizer, toda separação
entre eles e nós. Auxiliam-nos com seus conselhos, testemunham-nos o afeto que nos guardam e a alegria que experimentam por nos
lembrarmos deles. Para nós, grande satisfação
é sabê-los ditosos, informar-nos, por seu
intermédio, dos pormenores da nova existência
a que passaram e adquirir a certeza de que um dia nos iremos a eles juntar.
De modo algum duvidamos de que Jesus possa manifestar-se; mas, se os Espíritos verdadeiramente superiores não o fazem, senão em circunstâncias excepcionais, a razão nos inibe de acreditar que o Espírito por excelência puro responda ao chamado do primeiro que apareça. Em todo caso, haveria profanação, no se lhe atribuir uma linguagem indigna dele. Allan Kardec
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