|
Há virtude em resistir-se voluntariamente ao mal que se deseja praticar, sobretudo quando há possibilidade de satisfazer-se a esse desejo.
O desejo é a alavanca de nosso sentimento, gerando a energia que consumimos, segundo a nossa vontade. EMMANUEL
Somos Espíritos endividados, perante as Leis Divinas, e estamos situados na faixa de expressiva
transição, a transição do amor narcisista para o amor desinteressado.
Temos teorias de santificação para o sentimento, mas, na essência,
somos, na prática, simples iniciantes.
[73 - página 122] Ver: O bem e o mal
Todos nós, na estrada multissecular do conhecimento edificante, muita vez colocamos o desejo acima do dever e o capricho a cavaleiro dos princípios redentores que nos compete observar. [96 - págna 170]
Mensagem Muitas vezes, solicitas orientação para a vida espiritual. Entretanto, medita ...
No futuro, teremos o que estamos fazendo. Assim criamos o próprio destino usando as bençãos de Deus, através das quais receberemos da Sabedoria da Vida os resultados ou frutos de nossa próprias obras. EMMANUEL
Impossível é progredir no século, sem atender às obrigações da hora. Torna-se imprescindível, na
atualidade, recompor as energias, reajustar as aspirações e santificar os desejos.
[25 - página 30] -
Leonel, entidade delituosa, explicou:Aprendemos nas escolas de vingadores (organizações mantidas por Inteligências criminosas, homiziadas temporariamente nos planos inferiores) que todos possuímos, além dos desejos imediatistas comuns, em qualquer fase da vida, um "desejo-central" ou " tema básico" dos interesses mais íntimos. Por isso, além dos pensamentos vulgares que nos aprisionam a experiência rotineira, emitimos com mais freqüência os pensamentos que nascem do "desejo-central" que nos caracteriza, pensamentos esses que passam a constituir o reflexo_ dominante de nossa personalidade.
Desse modo, é fácil conhecer a natureza de qualquer pessoa, em qualquer plano, através das ocupações e
posições em que prefira viver. Assim é que ... Com esse objetivo, basta alguma diligência para situar, no convívio da criatura malfazeja que precisamos corrigir, entidades outras que se lhe adaptem ao modo de sentir e de ser, quando não possamos por nós mesmos, à falta de tempo, criar as telas que desejemos, com vistas aos fins visados, por intermédio da determinação hipnótica.
Através de semelhantes processos, criamos e mantemos
facilmente o "delírio psíquico" ou a "obsessão", que
não passa de um estado anormal da mente, subjugada pelo excesso de suas
próprias criações a pressionarem o campo
sensorial, infinitamente acrescidas de influência direta ou indireta de outras mentes
desencarnadas ou não, atraídas por seu próprio reflexo.
Os males deste mundo estão na razão das necessidades artificiais que criais para vós mesmos. Aquele que limitar os seus desejos, e ver sem cobiça o que está fora das suas possibilidades, poupa-se a muitos aborrecimentos nesta vida. O mais rico é aquele que tem menos necessidades. |
Páginas relacionadas:
