Allan Kardec - Revista Espírita, fevereiro de 1858 http://www.novavoz.org.br/kardec-18.htm
Mesmerismo: Expressão atribuída ao magnetismo animal, estudado por Antoine
Mesmer (1734 – 1815), que pode ser definido como a ação
recíproca de dois seres vivos por intermédio de um agente especial
chamado fluido magnético. Ciência conhecida em toda a antiguidade, sobretudo no Egito, onde era prática nos mistérios, assim o provam os documentos autênticos. Orson Peter Carrara http://www.espirito.org.br/portal/ artigos/orson/osfluidos.html (Link desativado) (*) Livro Definições Espíritas,
1. Mesmer, fundador da doutrina a que deu o seu nome, apoiando-se nas idéias de Descartes e de Newton, admitia como princípio uma corrente universal que tudo penetra e abraça
num movimento alternativo e perpétuo, assemelhando-se ao fluxo e refluxo do mar.É a esse movimento alternativo universal que ele atribuía a formação dos corpos, as influências astrais, e a influência mútua que todos os corpos da natureza exercem uns sobre os outros. [131 - Capítulo I - Página 11] (Ver: A Verdade da Existência)
Os atuais estudos de Biomagnetismo - o verdadeiro Magnetismo Animal -
consideram que, embora os campos magnéticos produzidos
pelo corpo humano sejam da ordem de nanoteslas (109 T), justificam
as pesquisas em desenvolvimento por mais de 50 grupos no
mundo, os quais vêm obtendo relativo sucesso na magnetobiologia e no biomagnetismo, buscando analisar os campos gerados pelo cérebro,
coração, pulmões, fígados e outros órgãos, visando
diagnósticos não invasivos de doenças e auxilio às cirurgias e tratamentos.
(ARAÚJO et al, 1999).
O físico Carlos Imbassahy (1997) chama-o de Campo Biofísico, enquanto o geofísico e cientista francês Yves Rocard (1989) denomina-o Ferromagnetismo Orgânico. (Ver: Ferromagnetismo e Mediunidade) Formas de Bioenergia: Segundo o médico Dr. Richard Gerber, pode-se estudar as diversas emissões bioenergéticas considerando-se não só aquelas catalogadas e previstas pelas ciências biomédicas tradicionais...
Manoel
Messias Canuto Oliveira - GEOMAT
- DCTM - Escola Politécnica - UFBA - jbarb2005@gmail.com, http://www.porthal.org/pesqcientif.html
Rivail (Allan Kardec)
ao contatar os fenômenos das mesas girantes e criar a ciência espírita, tinha já 49 a 51 anos (1804 a 1855 /1857) e havia uns
trinta e cinco anos, já que ele era estudioso do magnetismo,
uma área de estudos, uma área de saber que datava do século dezoito e deitava
raízes em séculos até bem anteriores, quiçá milênios.Quem fala de magnetismo aí, não está falando propriamente do fenômeno conexo com a eletricidade, que Maxwell unificou na teoria do eletromagnetismo, não. É outra coisa: os estudiosos e partidários do magnetismo estudado por Rivail dividiam-se entre magnetizadores e magnetistas, organizavam-se em duas áreas e duas corporações diferentes, conflitantes entre si. O magnetismo nasceu da crença muito antiga da influência dos minerais e metais sobre a saúde humana, primeiro teve a ver com a magia, a alquimia e a astrologia também, como a própria medicina, física, química e a astronomia, um dia também tiveram. Mas foi com Mesmer (Francisco Antônio Mesmer), um físico vienense (que é um nome de médico de antigamente, dizia-se antigamente que era "físico" o doutor de medicina, sem que fosse de fato um físico, já no entendimento comum atual) que se consolidou a ideia de existir um fluído magnético humano, um fluído vital que podia ser cedido, doado, passado por um ser humano a outro, numa operação chamada de ... "passe". Mesmer chegou a construir uma máquina, por ele chamada de "Celha" uma cuba, como uma espécie de acumulador, imitando os estudos de Volta e Galvani com as pilhas elétricas, em que ele pensava se acumulasse o fluído_magnético ou fluído mesmérico tal qual hoje lidamos com as baterias de autos. o magnetismo tornou-se um território de crença e opinião místicas, muito mais do que propriamente um saber científico, mas na época de Rivail ainda era um espaço de estudos e metodologias acreditado, respeitável, com muitos sábios que se dedicavam a ele, fossem como magnetizadores ou magnetistas. Krishnamurti de Carvalho Dias http://www.panoramaespirita.com.br/ liga_histo_pesq_ esp/ artigos/magnetismo.html (Link desativado)
"No século XVIII, Mesmer, após estudar a cura mineral magnética do astrônomo jesuíta Maximiliano Hell, professor da Universidade de Viena, bem como os trabalhos de cura magnética de J.J. Gassner, divulgou uma série de técnicas relativas à utilização do magnetismo humano, instrumentalizado pela imposição das mãos. Tais estudos levaram-no a elaborar a sua tese de doutorado - De Planetarium Inflexu, em 1766 - de cujos princípios jamais se afastou. Mais tarde, assumiram destaque as experiências do Barão de Reichenbach e do Coronel Alberto de Rochas". BREVE HISTÓRICO SOBRE MAGNETISMO www.autoresespiritasclassicos.com (Link desativado)
O magnetismo é um fenômeno da vida, por
constituir manifestação natural em todos os seres.Se a ciência do mundo já atingiu o campo de equações notáveis nas experiências relativas ao assunto, provando a generalidade e a delicadeza dos fenômenos magnéticos, deveis compreender que as exteriorizações dessa natureza, nas relações entre os dois mundos, são sempre mais elevadas e sutis, em virtude de serem, ai, uma expressão de vida superior. [41a - página 34]
Este
termo surge associado à palavra magneto, outro nome dado ao ímã.
O comportamento de atração e repulsão dos corpo imantados, como a bússola,
parece ter inspirado muitos pesquisadores, principalmente o famoso médico e químico
suíço Paracelsus (1493 - 1541), a utilizarem a analogia destes com os fenômenos humanos que eles pesquisavam (simpatias e antipatias, indução psíquica, cura pela imposição das mãos etc.), dando o nome "magnetismo animal".
Este nome ganhou grande notoriedade com o famoso médico austríaco Franz Anton Mesmer (1775 - 1815). Posteriormente, em 1841, o tema foi rebatizado por hipnotismo, pelo médico escocês James Braid (1795 - 1860). O termo magnetismo seguiu sendo utilizado até hoje, conforme pode-se constatar inclusive na literatura espírita. Magnetismo tem então dois significados:
Apesar da polissemia humano e/ou animal está ou não relacionado com o magnetismo dos imãs e correntes elétricas (é até possível que esteja) não importa, o ponto principal, atualmente, é que ambos são conceitos diferentes e em âmbitos diferentes. http://www.geocities.com/Athens/ Academy/8482/poliss.html (Link desativado)
Os encontros, que costumam dar-se, de algumas pessoas, comumente se
atribuem
ao acaso "Entre os
seres pensantes há ligação que ainda não conheceis. O magnetismo é o piloto
desta ciência, que mais tarde compreendereis melhor."(Ver: Telepatia)
A força magnética reside no homem,
mas é aumentada pela ação dos Espíritos que ele chama em seu auxílio.
Mesmo não crendo nos Espíritos, todo aquele que nutre o desejo do bem os chama, sem dar por isso, do mesmo modo que, pelo desejo
do mal e pelas más intenções, chama os maus.
O Espiritismo e o magnetismo nos dão a chave de uma imensidade de fenômenos sobre os quais a ignorância
teceu um sem-número de fábulas, em que os fatos se apresentam exagerados pela
imaginação.O conhecimento lúcido dessas duas ciências que, a bem dizer, formam uma única, mostrando a realidade das coisas e suas verdadeiras causas, constitui o melhor preservativo contra as ideias supersticiosas, porque revela o que é possível e o que é impossível, o que está nas leis da Natureza e o que não passa de ridícula crendice.
Os papiros nos falam das avançadas ciências
das civilizações egípcia, e, através deles, podem os egiptólogos modernos reconhecer que os
iniciados sabiam da existência do corpo espiritual preexistente, que organiza o mundo das coisas
e das formas.Seus conhecimentos, a respeito das energias solares com relação ao magnetismo humano, eram muito superiores aos da atualidade. Desses conhecimentos nasceram os processos de mumificação dos corpos, cujas fórmulas se perderam na indiferença e na inquietação dos outros povos.
Medicina espiritual: http://medicina.espiritual.nom.br/ (Link desativado)
Poder
curativo do magnetismo espiritual http://www.novavoz.org.br/kardec-19.htm (Link desativado)
Pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e da Universidade
da República (Udelar), de Montevidéu, no Uruguai, conseguiram transformar
um composto puramente orgânico e não-metálico - o carbono grafite - em um imã por meio de
um tratamento químico barato.O novo material abre caminhos para a fabricação de dispositivos magnéticos como sensores e detectores usados em áreas que abrangem da engenharia espacial até a medicina. Até agora pesquisadores europeus haviam conseguido tal feito, mas empregando técnicas bem mais caras e complexas, como é o caso do método desenvolvido por uma equipe de pesquisadores da Alemanha que recorreu ao bombardeio de um feixe de prótons, gerado por um reator nuclear, para produzir o magnetismo na grafite. http://tc.ciadocha.com/noticia_detalhe.asp?cod=99 (Link desativado)
O estudo das relações entre o campo magnético e os seres vivos é dividido,
metodologicamente, em duas áreas:
Dentre os principais campos de pesquisa, podemos destacar:
Magnetoencefalografia (MEG) que, conforme o próprio nome indica, refere-se ao estudo dos campos magnéticos produzidos pelo cérebro. Dráulio Barros de Araújo é físico, professor-doutor do Departamento de Física e Matemática da FFCLRP - USP - campus de Ribeirão Preto. Antônio Adilton O. Carneiro é físico, pesquisador, pós-doutorando no Departamento de Física e Matemática da FFCLRP - USP - campus de Ribeirão Preto. Oswaldo Baffa é físico, professor-titular do Departamento de Física e Matemática da FFCLRP - USP - campus de Ribeirão Preto. http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?pid
Pesquisa do GEPEB - Grupo de Estudos e Pesquisas Espíritas Ernesto Bozzano - A pesquisa foi restrita à forma do Magnetismo
Humano, tomando como referência os bons
resultados obtidos pelo Dr. Robert N. Miller (MILLER, 1977), e RINDGE,
(1983?), o qual se utilizou das faculdades da curadora Olga Worrall visando descobrir um processo para
medir a energia curativa no que obteve sucesso,
através de experiências controladas de medição da sua capacidade de
"reduzir a Tensão Superficial da água".Escolheu-se a água como substância de observação, levando-se em conta a tradicional afirmação nas grandes escolas espiritualistas, do seu papel de absorvedora de fluidos curativos, sua fundamental participação nos processos da natureza, principalmente nos ecossistemas orgânicos (NOGUEIRA, 1995), e finalmente pelo fato de podermos extrapolar os resultados das investigações para o sangue, a linfa e outros líquidos biológicos. Experiências com Bioenergia:
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