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Fluido
cósmico (universal; primitivo;
elementar) - Elemento universal - Plasma
Divino - ( Ver: Éter
) |
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O fluido
cósmico universal é, como já foi demonstrado, a matéria
elementar primitiva,
cujas modificações e transformações constituem a inumerável variedade dos
corpos da Natureza.
Como princípio elementar do Universo,
ele assume dois estados distintos:
-
o
de eterização ou imponderabilidade, que se pode considerar o
primitivo estado normal
-
e
o de materialização ou de ponderabilidade, que é, de
certa maneira, consecutivo àquele (mundo
visível). (Ver: Partícula
de Higgs)
O
ponto intermédio é o da transformação
do fluido em matéria
tangível. Mas, ainda aí, não há transição brusca, porquanto podem
considerar-se os nossos fluidos
imponderáveis como termo médio entre os
dois estados.
[38 -
capítulo XIV página 273 item 2 ]
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No estado de eterização, o fluido
cósmico não é uniforme; sem deixar de
ser etéreo, sofre modificações tão
variadas em gênero e mais numerosas talvez
do que no estado de matéria tangível. Essas modificações constituem fluidos
distintos que, embora procedentes do mesmo princípio, são dotados de
propriedades especiais e dão lugar aos fenômenos peculiares
ao mundo invisível.
[38 -
capítulo XIV página 274 item 3 ]
A
matéria etérea e sutil que constitui esse fluido vos é imponderável. Nem por
isso, entretanto, deixa de ser o princípio da vossa matéria
pesada.
[9a
- página 61 questão 29]
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A matéria cósmica primitiva continha os elementos ...
Ela é a mãe fecunda de todas
as coisas, a primeira avó e, sobretudo, a eterna geratriz.
-
Absolutamente não desapareceu essa substância donde provêm
as esferas siderais; (Ver:
Matéria escura)
-
não morreu essa
potência, pois que ainda, incessantemente, dá à luz novas criações e
incessantemente recebe, reconstituídos, os princípios dos mundos que se apagam do livro eterno.
A substância etérea:
-
mais
ou menos rarefeita, que se difunde pelos espaços
interplanetários;
-
esse fluido
cósmico que enche o mundo, mais
ou menos rarefeito, nas regiões
imensas, opulentas de aglomerações de estrelas;
-
mais
ou menos condensado onde o céu astral ainda não brilha;
-
mais
ou menos modificado por diversas combinações, de acordo com as
localidades da extensão, nada mais é do que a substância
primitiva onde residem as forças universais,
donde a Natureza há tirado todas as coisas.
[38 -
capítulo VI página 116 item 17 ] -
Allan Kardec - A Gênese - 1868
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O
fluido cósmico é o plasma
divino, hausto do Criador ou força nervosa do
Todo-Sábio. Nesse elemento primordial constelações
e sóis, mundos e
seres, como peixes no oceano.
(Ver:
Matéria escura)
André
Luiz (Uberaba,15
de Janeiro de 1958) [56
- página 21]
Compete-nos,
pois, anotar que o fluido cósmico ou plasma divino é a força em que todos
vivemos, nos ângulos variados da natureza, motivo pelo qual já se afirmou, e
com toda a razão, que "em Deus nos movemos e existimos" (*)
André
Luiz (Uberaba,15
de Janeiro de 1958) [56
- página 25]
(*)
- Paulo de Tarso, em Atos, 17:28.
O
fluido universal, onde se contém o principio
da vida, é o agente principal das manifestações,
agente que recebe impulsão do Espírito, seja encarnado, seja errante.
Condensado, esse fluido constitui
o perispírito, ou invólucro semimaterial do Espírito. (Ver:
Natureza
do perispírito)
[17b
- página 100 item 75]
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As respostas seguintes nos foram dadas pelo Espírito
São Luís. Muitos outros, depois, as confirmaram.
-
I. Será o
fluido universal uma emanação da
divindade?
"Não."
-
II. Será uma criação da
divindade?
"Tudo é criado, exceto Deus."
-
III. O
fluido universal será ao mesmo tempo o elemento universal?
"Sim, é o princípio elementar de todas as coisas."
-
IV. Alguma relação tem ele com o
fluido elétrico, cujos efeitos
conhecemos?
"É o seu elemento." (Ver: Energia
escura)
-
V. Em que estado o
fluido universal se nos apresenta, na sua maior
simplicidade?
"Para o encontrarmos na sua simplicidade absoluta, precisamos ascender
aos Espíritos puros. No vosso mundo, ele sempre se acha mais ou menos modificado, para formar a matéria compacta
que vos cerca. Entretanto, podeis dizer que o estado em que se encontra mais próximo
daquela simplicidade é o do fluido a que chamais fluido magnético animal."
(Ver: Matéria PSI)
-
VI. Já disseram que o
fluido universal é a fonte da vida. Será ao mesmo
tempo a fonte da
inteligência?
"Não, esse fluido apenas anima a matéria."
-
VII. Pois que é desse fluido que se
compõe o
perispírito, parece que,
neste, ele se acha num estado de condensação, que o aproxima, até certo ponto,
da matéria propriamente
dita?
"Até certo ponto, como dizes, porquanto não tem todas as propriedades
da matéria. É mais ou menos condensado, conforme os mundos." (Ver:
Matéria escura)
[17b
- página 92 item 74]
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Recentemente,
foi descoberta pelo Dr. Paul Nogier do Gemer Institute da França (SOUZA,
1999) uma energia denominada Reticular, a
qual, projeta-se em linha reta através dos pólos norte ou sul de um imã
após passar através de filtros especiais. Tem
ação sobre o metabolismo celular, ...
É mais um passo no entendimento das possibilidades de expressão energética
do fluido cósmico (KARDEC,
1986) ou energia cósmica (IMBASSAHY,
2002).
GEOMAT
- DCTM - Escola Politécnica - UFBA
ANDADSYSTEM
- Eng. Consultor
jbarbosa@e-net.com.br,
jbarbosa@ufba.br
http://www.porthal.org/pesqcientif.html
Fluido
universal:
-
1. Plasma divino, hausto do Criador, elemento
primordial em que vibram e vivem constelações e sóis, mundos e seres.
-
2. É
o princípio material do universo, do qual se derivam todas as coisas materiais
mediante alterações e combinações ainda insondáveis.
-
3. As matérias
derivadas do fluido universal apresentam-se nos estados sólido, líquido,
gasoso e no estado fluídico propriamente dito, também chamado de fluido
espiritual, tanto que, enquanto os três primeiros podem ser manipulados pela mão
do homem, o último é sensível ao poder do pensamento e da vontade dos Espíritos.
http://www.espirito.org.br/portal/doutrina/vocabulario/letra-f.html
Essa energia fundamental, provavelmente a tida hoje em Física,
como a energia amorfa fundamental.
Tem
sido cada vez mais entendida como o veículo do pensamento
divino, no fantástico
processo de criação e sustentação da vida.
Em tempos, aliás, da chamada Teoria da Grande Unificação, em que se
busca reunir os quatro tipos de forças fundamentais conhecidas (eletromagnética,
gravitacional, interação fraca e interação forte) em uma única grande força,
a idéia de um “fluido cósmico”, apontada pelos instrutores de Kardec,
surge cada vez mais compreensível.
[1
- página 27]
[8 - páginas 20 a 23]*
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Em
1975 Murray Gell Mann, à frente do
acelerador de partículas da Stanford University estabeleceu o novo princípio
revolucionário de que as partículas atômicas, por si só, jamais poderiam ser
formadas se, sobre a energia cósmica universal não atuassem agentes estranhos
ao domínio material e com poderes para estruturá-las.
O físico
alemão Werner Karl Heisenberg, ao formular em 1927 o Princípio da
Incerteza, observou que, partículas
lançadas sobre um mesmo alvo em idênticas condições, nem sempre obedeciam a
mesma trajetória, sofrendo um desvio anômalo sem que se pudesse saber o motivo
pelo qual assim agiam. Ele chegou a dizer que pareciam ovelhas
desgarradas com vontade própria. Foi dessa maneira que se estabeleceu o primeiro princípio
admitindo que, sobre a energia cósmica universal atuariam agentes externos
capazes de modulá-la e dar-lhes forma dita material. Ou melhor, dotar-lhe da
tal "vontade própria".
Ver:
Mônada
(em: evolução e corpo espiritual)
A tese, posteriormente, foi
reforçada pelas pesquisas do Observatório Heck II do Haway ao verificar, ao
final do século XX, que a estrela Alfa Centauro estaria formando um sistema
planetário sugerindo que, em seu entorno, haveria uma ação conjunta de
agentes externos ao Universo com poderes capazes de agregar a poeira cósmica,
dando início ao sistema planetário em causa.
A Ciência está um
passo de admitir que exista um outro domínio externo ao Universo, que, para os
reencarnacionistas, seria o mundo espiritual.
(Ver: Preparando
uma galáxia)
http://www.cvdee.org.br/trata_artigosn.asp?ID=118
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Imagine
um universo sem estrelas, sem
galáxias e sem luz: apenas uma mistura
negra de gases primordiais imersa em um oceano de matéria
invisível.
Centenas de milhares de anos depois da ofuscante explosão do Big Bang, o Universo foi lentamente mergulhando em trevas que durante quase meio
bilhão de anos. Foi então que ocorreu algo que mudou tudo, algo que
levou ao surgimento não só de estrelas
e galáxias, mas também à
criação de planetas, pessoas, begônias e lagartos. O que aconteceu?
[Revista
National Geographic Brasil - FEV/2003]
www.nationalgeographicbr.com.br |
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Carlos de Brito Imbassahy |
Eu já tenho
explicado, que o FCU (Fluido Cósmico
Universal) foi imaginado por Sir
Isaac Newton para justificar, na sua teoria das emissões luminosas, a
propagação óptica pelo espaço sideral.
Em
1905, Einstein provou que não podia existir nenhum fluido dentro das
condições estabelecidas por Newton e o astrônomo norte americano Edwin
Powell Rubble, estudando a expansão do Universo, concluiu que, de fato, não
poderia existir nenhum fluido (FCU) enchendo o éter, como propusera
Newton. Rubble faleceu em 1953 e deixou um vasto estudo comprovado pelo
satélite-telescópio que leva seu nome. Neste estudo ele evidencia que a
curvatura universal se deve à expansão cósmica devida a esta energia
fundamental da qual tudo se forma.
Einstein já houvera, com sua famosa equação, provado que a matéria
nada mais era senão energia condensada.
Fluido
é apenas a fase da matéria não sólida, compreendendo os líquidos e os
gases. Como não existe nenhum dos dois fora das atmosferas dos astros, não
se pode dizer que o espaço sideral seja fluídico.
http://www.ajornada.hpg.ig.com.br/colunistas/imbassahy/imb-0002.htm
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Em se falando da, lei de fluidos, cada orbe a possui de conformidade com
a sua organização planetária.
Com relação ao plano terrestre, somente Jesus e os seus mensageiros mais
elevados conhecem os seus processos, com a devida plenitude, constituindo essa
lei um campo divino de estudos, não só para a mentalidade humana, como também
para os seres desencarnados que já se redimiram dos labores mais grosseiros
junto dos círculos da carne, a fim de evolutirem nas esferas mais próximas do
cenário terrestre.
[41a
- página 33]
Emmanuel - 1940
Assim como o fluido
mentomagnético envolve e penetra o organismo
fisiopsicossomático do ser humano, que modela e comanda em suas
mais íntimas estruturas, o Universo
inteiro vive mergulhado e penetrado pelo fluido cósmico
e vivificador que dimana da Mente Paternal de Deus.
(segundo o Espírito São Luiz - Livro dos Médiuns
item 74 - não se trata de uma emanação da Divindade, é uma criação da
Divindade, isto é, produto da Vontade de Deus: "que dimana da Mente
Paternal de Deus" [0])
Como já foi dito, é no Eterno Pai que somos e vivemos. Ele é nossa vida e
nossa luz, nossa essência e nossa destinação. DEle recebemos o dom do
raciocínio e do movimento, da consciência e da vontade. Ele é a alma de
nossa alma, a substância de nosso ser. Existimos e evoluímos para conhecê-Lo,
amá-Lo e nEle nos realizarmos na plenitude do Espírito, que é felicidade
e harmonia, amor e poder. Viajamos para Ele desde tempos imemoráveis,...
Através das eras incontáveis e das inúmeras transformações evolutivas
que experimentamos, Seu Divino Amor nos guia e sustenta, no carinho e na
lucidez da Sua Justiça Misericordiosa e da Sua ilimitada Bondade.
Infinito em Sua Solicitude, Ele não cessa de se mostrar a nós, Seus
filhos, todos os dias, a todas as horas e em todas as situações, no sol da
manhã e nas estrelas da noite, na imponência dos desertos e na placidez
dos oásis, na doçura das fontes e na grandeza dos mares, no milagre dos
nascimentos e no mistério das mortes.
É no celeiro inesgotável do Seu Hausto Divino que os Arcanjos retiram o
plasma vivificante com que constroem as galáxias e formam as constelações,
distendendo e multiplicando, pelos domínios do sem-fim, a esplêndida
sinfonia da vida.
Esse Supremo Ser, Todo-Poderoso na Sua Eternidade e na Sua Glória Infinita,
vive em nós, e nós vivemos nEle! Seu Hálito nos envolve e nos penetra sem
cessar. Somos Seus filhos, aprendizes da ciência e da arte de buscá-Lo, de
descobri-Lo e de revelá-Lo em nós mesmos, pelo nosso esforço de comunhão
com Sua Divina Santidade, através do trabalho e do amor, na subida
evolutiva que não pára.
Quanto mais aprendemos e crescemos, mais pequeninos nos sentimos na escala
infinita dos seres, em face das excelsas grandezas que continuamente
deparamos. Quando, porém, nos voltamos para o Senhor de Tudo e de Todos, e
sentimos vibrar dentro de nós o Espírito
Divino de nosso Criador e Pai, reintegramo-nos na graça e na
esperança, na alegria e na felicidade de existir, cônscios de que, através
do tempo-espaço de nossas limitações e de nossas dores, chegaremos um dia
à intemporalidade ilimitada da perfeição, no Seio Paterno do Onipotente
Amor de que provimos.
O fluido cósmico que liga a
Criação ao Criador é fonte inexaurível, sempre ao alcance de todas as
criaturas. É nele que a nossa mente espiritual busca e encontra a
quintessência
energética de que se sustenta, e é a partir dele que
elabora a matéria mental
que expede através do pensamento, sob a forma de fluido mentomagnético.
Somos, por isso, de Deus, como tudo é de Deus, porque nós, como tudo, dEle
provimos e dEle nos sustentamos. Ao malbaratarmos os bens da vida,
depredamos o que é do Pai Celeste, que, todavia, nos tolera e nos ensina
pacientemente a usar a herança que Ele nos destinou ao nos criar, até que
aprendamos, com os recursos do tempo e da experiência, a assumir e a
exercer definitivamente o Principado Espiritual, no seu Reino Divino.
[45
- página 101]
Se o espaço for preenchido com um tipo de “supercondutor” que afete
mais a interação fraca que o eletromagnetismo,
ele atribuirá massa para os bósons W e Z e limitará o alcance das interações
fracas. Esse supercondutor é formado por partículas chamadas bósons de Higgs.
Os quarks e léptons também adquirem massa por meio de suas interações
com bósons de Higgs. Ao adquirirem massa dessa forma, em vez de obtê-la
intrinsecamente, essas partículas permanecem fiéis às exigências da
simetria da força fraca.
Revista
SCIENTIFIC AMERICAN - Brasil - ANO 6 - N° 70 - Março de 2008 - página
59
www.sciam.com.br
Link
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