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Os Espíritos atestam sua presença de várias maneiras, conforme sua aptidão , vontade e maior ou menor elevação. Todos os fenômenos de que teremos ocasião de tratar ligam-se, naturalmente, a um ou outro desses modos de comunicação. Podem ser assim resumidas:
Revista Espírita de Allan Kardec
Os fenômenos paranormais, dividem-se em dois grandes grupos; os Psi-Gama e os Psi-Kappa.
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Não esqueçamos que a denominação de fenômenos mediúnicos propriamente ditos designa um conjunto de manifestações supranormais, de ordem física e psíquica, que se produzem por meio de um sensitivo a quem é dado o nome de médium, por se revelar qual instrumento a serviço de uma vontade que não é a sua. Ora, essa vontade tanto pode ser ...
Quando a de um vivo atua desse modo, à distância, somente o pode fazer em virtude das mesmas faculdades espirituais que um defunto põe em jogo. Segue-se que as duas classes de manifestações resultam de naturezas idênticas, com a diferença, puramente formal, de que, ...
Evidencia-se, portanto, que as duas classes de manifestações são complementares uma da outra, a tal ponto que o Espiritismo careceria de base, dado não existisse o animismo. [111 - página 51]
Alexandre_Aksakof classificou os fenômenos medianímicos em três categoriasde fenômenos:
Demonstrando que as duas primeiras categorias provinham das faculdades supranormais, inerentes à subconsciência humana, sem qualquer intervenção de Espíritos de mortos.
As
principais manifestações são:
O perispírito, como se
vê, é o princípio de todas as manifestações. O
conhecimento
dele foi a chave da explicação de uma imensidade de fenômenos e permitiu
que a ciência espírita desse largo passo, fazendo-a enveredar por nova senda, tirando-lhe todo o cunho de maravilhosa. Dos
próprios Espíritos, porquanto notai bem que
foram eles que nos ensinaram o caminho, tivemos a explicação da ação do
Espírito sobre a matéria, do movimento
dos corpos inertes, dos ruídos e das aparições.
Posta
de lado a opinião materialista,
porque condenada pela razão e pelos fatos, tudo se resume em saber se a alma, depois da morte, pode manifestar-se aos vivos. Reduzida assim à sua expressão
mais singela, a questão fica extraordinariamente desembaraçada. Caberia, antes
de tudo, perguntar por que não poderiam seres inteligentes, que de certo modo
vivem no nosso meio, se bem que invisíveis por natureza, atestar-nos de
qualquer forma sua presença. A simples razão diz que nisto nada absolutamente
há de impossível, o que já é alguma coisa. Demais, esta crença tem a seu
favor o assentimento de todos os povos, porquanto com ela deparamos em toda
parte e em todas as épocas. Ora, nenhuma intuição pode mostrar-se tão
generalizada, nem sobreviver ao tempo, se não tiver algum fundamento. Acresce
que se acha sancionada pelo testemunho dos livros sagrados e pelo dos Pais da
Igreja, tendo sido preciso o cepticismo e o materialismo do nosso século para
que fosse lançada ao rol das ideias supersticiosas. Se estamos em erro,
aquelas autoridades o estão igualmente.
Justino (em latim: Flavius Iustinus ou Iustinus Martir), também conhecido como Justino Mártir ou Justino de Nablus (100 - 165) foi um teólogo do século II.
São Justino, Apologética, I, 18 (edição dos Beneditinos de 1742, pág. 54), escreve o seguinte a respeito das manifestações dos mortos:
Fenômeno e Doutrina Até hoje, os fenômenos mediúnicos que se desdobraram à margem do apostolado do Cristo se definem como sendo um conjunto de teses discutíveis, mas os ensinamentos e atitudes do Mestre constituem o maciço de luz inatacável do Evangelho, amparando os homens e orientando-lhes o caminho. Existe quem recorra à idéia da fraude piedosa para justificar a transformação da água em vinho, nas bodas de Caná. Ninguém vacila, porém, quanto à grandeza moral de Jesus, ao traçar os mais avançados conceitos de amor ao próximo, ajustando teoria e prática, com absoluto esquecimento de si mesmo em benefício dos outros, num meio em que o espírito de conquista legitimava os piores desvarios da multidão. Invoca-se a psicoterapia para basear a cura do cego Bartimeu. Há, todavia, consenso unânime, em todos os lugares, com respeito à visão superior do Mensageiro Divino, que dignificou a solidariedade como ninguém, proclamando que “o maior no Reino dos Céus será sempre aquele que se fizer o servidor de todos na Terra”, num tempo em que o egoísmo categorizava o trabalho à conta de extrema degradação. Fala-se em hipnose para explicar a multiplicação dos pães. O mundo, no entanto, a uma voz, admira a coragem do Eterno Amigo que se consagrou aos sofredores e aos infelizes sem qualquer preocupação de posse terrestre, conquanto pudesse escalar os pináculos econômicos, numa época em que, de modo geral, até mesmo os expositores de virtude viviam de bajular as personalidades influentes e poderosas do dia. Questiona-se em torno do - reavivamento de Lázaro. Entretanto, não há quem negue respeito incondicional ao Benfeitor Sublime que revelou suficiente desassombro para mostrar que o perdão é alavanca de renovação e vida, num quadro social em que o ódio coroado interpretava a humildade por baixeza. Debate-se, até agora, o problema da ressurreição dele próprio. No entanto, o mundo inteiro reverencia o Enviado de Deus, cuja figura renasce, dia a dia, das cinzas do tempo, indicando a bondade e a concórdia, a tolerância e a abnegação por mapas da felicidade real, no centro de cooperadores que se multiplicam, em todas as nações, com a passagem dos séculos. Recordemos semelhantes lições na Doutrina Espírita. Fenômenos mediúnicos serão sempre motivos de experimentação e de estudo, tanto favorecendo a convicção, quanto nutrindo a polêmica, mas educação evangélica e exemplo em serviço, definição e atitude, são forças morais irremovíveis da orientação e da lógica, que resistem à dúvida em qualquer parte.
Quando
começaram a produzir-se os estranhos fenômenos do
Espiritismo, ou, dizendo melhor, quando esses fenômenos se renovaram nestes últimos tempos, o primeiro sentimento que despertaram foi o
da dúvida, quanto à realidade deles e, mais ainda, quanto à causa que lhes
dava origem. Uma vez certificados, por testemunhos irrecusáveis e pelas
experiências que todos hão podido fazer, sucedeu que cada um os interpretou a
seu modo, de acordo com suas ideias pessoais, suas crenças, ou suas
prevenções. Daí, muitos sistemas, a que uma observação mais atenta
viria dar o justo valor.
Quem
quer que reflita compreende perfeitamente bem que se poderia abstrair das manifestações,
sem que a Doutrina deixasse de subsistir. As manifestações a corroboram, confirmam, porém, não lhe constituem a base essencial. O
observador criterioso não as repele; ao contrário, aguarda circunstâncias
favoráveis, que lhe permitam testemunhá-las. A prova do que avançamos é que
grande número de pessoas, antes de ouvirem falar das manifestações,
tinham a intuição desta Doutrina, que não fez mais do que lhes dar corpo,
conexão às ideias.
As peculiaridades que marcam os modos de manifestação guardam relação com:
Manifestação [do latim manifestatione] – Ato pelo qual o Espírito revela a
sua presença.
As manifestações podem ser:
http://www.espirito.org.br/portal/ (Link desativado)
ESPIRITISMO GLOBO REPORTER PESQUISAS ESPIRITUAIS
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