|
De
duas espécies são os fenômenos espíritas:
[17b
- página 54 item 37]
(Ver: Fenômenos metapsíquicos - Em Charles Richet)
Os fenómenos paranormais, dividem-se em dois grandes grupos; os Psi-Gama e os Psi-Kappa. (Ver: Parapsicologia)
- Psi-Gama, manifestam-se ao nível da natureza psíquica. São eles:
- Telepatia - Transmissão e captação de conteúdos mentais (pensamentos), entre duas ou mais pessoas, sem a intervenção de qualquer meio físico detectável.
- Clarividência - é a percepção extra-sensorial de um facto físico.
- Precognição - Antevisão de um facto futuro, que não pôde ser obtido através de qualquer meio racional.
- Psi-Kappa, manifestam-se ao nível da biologia e da física. Demonstram o poder que pode ser exercido sobre o próprio organismo, assim como sobre a matéria em geral, usando aparentemente e exclusivamente, a mente. Estes fenómenos, são muitos e variados. Limitar-nos-emos a presentar aqueles que se relacionam com os "milagres" apresentados.
- Desmaterialização - é o desaparecimento, total ou parcial de um corpo físico.
- Levitação - é a capacidade de uma pessoa se erguer no espaço, vencendo a força da gravidade (ou anulando-a parcialmente), sem o apoio de quaalquer acção física controlável.
- Metafanismo - Consiste no aparecimento ou desaparecimento de objectos, vegetais, animais e até de pessoas. Verifica-se o "transporte" de objectos, de um lugar para outro, sem que se verifique o percurso físico entre os dois lugares.
- Psicocinesia, telecinesia ou telequinésia - Capacidade de movimentar objectos, sem qualquer causa física aparente. Neste caso os objectos percorrem um percurso, sem que aja um agente físico a promover a sua locomoção.
- Ubiquidade - capacidade de estar simultâneamente em vários lugares (não se trata de omnipresença), porque só existe uma presença efectiva, enquanto as outras são "projecções", que podem converter-se em efectivas, passando a origem a ser uma projecção ou a desaparecer de facto.
http://reflexao47.bloguepessoal.com/7/

Não esqueçamos que a denominação de fenômenos mediúnicos propriamente ditos designa um conjunto de manifestações supranormais, de ordem física e psíquica, que se produzem por meio de um sensitivo a quem é dado o nome de médium, por se revelar qual instrumento a serviço de uma vontade que não é a sua. Ora, essa vontade tanto pode ser ...
a de um defunto,
como a de um vivo. (Ver: Manifestações mediúnicas entre vivos)
Quando a de um vivo atua desse modo, à distância, somente o pode fazer em virtude das mesmas faculdades espirituais que um defunto põe em jogo. Segue-se que as duas classes de manifestações resultam de naturezas idênticas, com a diferença, puramente formal, de que, ...
quando elas se dão por obra de um vivo, entram na órbita dos fenômenos anímicos propriamente ditos,
e quando se verificam por obra de um defunto, entram na categoria, verdadeira e própria, dos fenômenos espíritas.
Evidencia-se, portanto, que as duas classes de manifestações são complementares uma da outra, a tal ponto que o Espiritismo careceria de base, dado não existisse o Animismo.
[111 - página 51] - Ernesto Bozzano

Alexandre Aksakof classificou os fenômenos medianímicos em três categorias de fenômenos:
de “Personismo”,
de “Animismo” e
de “Espiritismo”.
Demonstrando que as duas primeiras categorias provinham das faculdades supranormais, inerentes à subconsciência humana, sem qualquer intervenção de Espíritos de mortos.
[105 - página 40] - Ernesto Bozzano
As
principais manifestações são:
a
dos médiuns
de efeitos físicos;
a
dos médiuns sensitivos,
ou impressionáveis;
a
dos audientes;
a
dos videntes;
a
dos sonambúlicos;
a
dos curadores;
a
dos pneumatógrafos;
a
dos escreventes,
ou psicógrafos.
[17b
- página 203 item 159]
O
perispírito,
como se
vê, é o princípio de todas as manifestações. O
conhecimento
dele foi a chave da explicação de uma imensidade de fenômenos e permitiu
que a ciência espírita desse largo passo, fazendo-a enveredar por nova senda, tirando-lhe todo o cunho de maravilhosa. Dos
próprios Espíritos, porquanto notai bem que
foram eles que nos ensinaram o caminho, tivemos a explicação da ação do
Espírito sobre a matéria, do movimento
dos corpos inertes, dos ruídos e das aparições.
[17b
- página 146 item 109]
|
Posta
de lado a opinião materialista,
porque condenada pela razão e pelos fatos, tudo se resume em saber se a alma,
depois da morte, pode manifestar-se aos vivos. Reduzida assim à sua expressão
mais singela, a questão fica extraordinariamente desembaraçada. Caberia, antes
de tudo, perguntar por que não poderiam seres inteligentes, que de certo modo
vivem no nosso meio, se bem que invisíveis por natureza, atestar-nos de
qualquer forma sua presença. A simples razão diz que nisto nada absolutamente
há de impossível, o que já é alguma coisa. Demais, esta crença tem a seu
favor o assentimento de todos os povos, porquanto com ela deparamos em toda
parte e em todas as épocas. Ora, nenhuma intuição pode mostrar-se tão
generalizada, nem sobreviver ao tempo, se não tiver algum fundamento. Acresce
que se acha sancionada pelo testemunho dos livros sagrados e pelo dos Pais da
Igreja, tendo sido preciso o cepticismo e o materialismo do nosso século para
que fosse lançada ao rol das idéias supersticiosas. Se estamos em erro,
aquelas autoridades o estão igualmente.
[17b
- página 75 item 52] |
As
manifestações espíritas não são mais do
que efeitos das propriedades da alma.
[17b
- página 24]
|
Quando
começaram a produzir-se os estranhos fenômenos do
Espiritismo, ou, dizendo melhor, quando esses fenômenos
se renovaram nestes últimos tempos, o primeiro sentimento que despertaram foi o
da dúvida, quanto à realidade deles e, mais ainda, quanto à causa que lhes
dava origem. Uma vez certificados, por testemunhos irrecusáveis e pelas
experiências que todos hão podido fazer, sucedeu que cada um os interpretou a
seu modo, de acordo com suas idéias pessoais, suas crenças, ou suas
prevenções. Daí, muitos sistemas, a que uma observação mais atenta
viria dar o justo valor.
[17b
- página 53 item 36] |
Quem
quer que reflita compreende perfeitamente bem que se poderia abstrair das manifestações,
sem que a Doutrina deixasse de subsistir. As manifestações
a corroboram, confirmam, porém, não lhe constituem a base essencial. O
observador criterioso não as repele; ao contrário, aguarda circunstâncias
favoráveis, que lhe permitam testemunhá-las. A prova do que avançamos é que
grande número de pessoas, antes de ouvirem falar das manifestações,
tinham a intuição desta Doutrina, que não fez mais do que lhes dar corpo,
conexão às idéias.
[17b
- página 49 item 32]
As peculiaridades que marcam os modos de
manifestação guardam relação com:
a estrutura psíquica de cada
médium,
sua
constituição orgânica,
sua história espiritual
e condições perispiríticas
que vão definir os vários tipos de intercâmbio mediúnico.
[1
- página 295]
|
Manifestação
[do latim manifestatione] – Ato pelo qual o Espírito revela a
sua presença. As manifestações podem ser:
-
ocultas
– não ostensivas, quando o Espírito age sobre o pensamento;
-
patentes
– quando apreciáveis pelos sentidos;
-
físicas
– quando se traduzem por fenômenos materiais, tais como ruídos,
movimento e deslocamento de objetos;
-
inteligentes
– quando revelam um pensamento;
-
espontâneas
– independentes da vontade e ocorrem sem que nenhum Espírito seja
chamado;
-
provocadas
– efeitos da vontade, do desejo ou de uma evocação determinada;
-
aparentes
– quando o Espírito se faz visível.
http://www.espirito.org.br/portal/doutrina/vocabulario/letra-m.html
Links
|
|