|
A teoria das cordas
proporciona uma mudança profunda e renovadora na nossa maneira de sondar
teoricamente as propriedades ultramicroscópicas do universo
— mudança essa que, como aos poucos foi se vendo, altera a
relatividade geral de Einstein de maneira tal que a torna integralmente
compatível com as leis da mecânica quântica. Permite
que um esquema harmônico único incorpore ambas as teorias (Relatividade geral
e Mecânica quântica)
De
acordo com esta teoria
das cordas, os componentes elementares do universo não são partículas
puntiformes (formato de ponto). Em vez disso, são mínimos filamentos
unidimensionais, como elásticos infinitamente finos, que vibram sem cessar.
Mas
não se deixe enganar pelo nome: ao contrário de uma corda comum, composta por
moléculas de átomo, as
cordas da teoria das cordas habitam o mais profundo do coração da
matéria.
A proposta da teoria é que cordas
são ingredientes ultramicroscópicos que formam as partículas que, por sua
vez, compõem os átomos. As cordas da teoria das
cordas são tão pequenas — elas têm em média o comprimento da distância
de Planck — que
parecem ser pontos, mesmo quando observadas com os nossos melhores instrumentos.
Esta
teoria propõe que toda a matéria e todas as forças provém de um único
componente básico: cordas oscilantes.
[54
- página 156] |
A
teoria das cordas não é apenas uma teoria
de força forte, é uma teoria quântica que inclui também a gravidade.
[54
- página 158]
(Propõe
unir a teoria da força gravitacional e a mecânica quântica.)
A
teoria das cordas
oferece explicações muito mais completas e satisfatórias do
que as do modelo-padrão.
[54
- página 160]
As
cordas são minúsculas mesmo na escala das partículas subatômicas. Seria
necessário aceleradores de partículas capazes de produzir choques a um nível
de energia cerca de 1(um) milhão de bilhões de vezes maior do que o que hoje
é atingido para comprovar diretamente que uma corda não é uma partícula
puntiforme.
[54
- página 161]
Embora
as cordas tenham extensão espacial, a sua composição é desprovida de
conteúdo. São elementares. Se as cordas fossem feitas de algo menor do
que elas, então não seriam elementares. Elemento mínimo constituinte
do universo. Como não há nada mais elementar, não se pode dizer que sejam
compostas por nenhuma outra substância. É a última das numerosas
camadas da subestrutura do mundo microscópico.
[54
- página 162]
|
A teoria das cordas materializa o
sonho de Albert Einstein de criar uma teoria única para explicar o
Universo. No século XX, a Ciência desenvolveu duas teorias que funcionam
como pilares da Física.
-
A
teoria geral da relatividade, criada por Einstein, explica como
a gravidade opera em grandes dimensões, em estrelas e
galáxias.
-
Já
a mecânica quântica explica como as leis da Física operam no
extremo oposto, nas subpartículas atômicas.
Durante várias décadas, essas duas teorias só funcionavam nos próprios
campos, o pequeno e o grande. Quando cientistas tentavam juntá-las - o
que é indispensável, por exemplo, para entender o que se passa no centro
de um buraco negro -, as equações se estilhaçavam.
As supercordas surgiram como uma nova
e fundamental entidade, a base para tudo o que existe no Universo. Já faz
algum tempo que conhecemos os átomos e também as partículas_subatômicas, como os elétrons,
que giram ao redor dos núcleos, e os prótons, que integram o núcleo dos
átomos. Conhecemos também algumas partículas subnucleares, como
os quarks, que habitam os nêutrons e prótons. Mas é aí que o
conhecimento convencional empaca. A teoria das
supercordas diz que existe algo menor e mais fundamental:
dentro dos quarks, da mais ínfima partícula subatômica, existe um
filamento de energia que vibra como as cordas de um violino. E são os
diferentes padrões de vibração dessas cordas que determinam a natureza
de diferentes tipos de subpartículas. Isso permitiria unificar a teoria
geral da relatividade com a mecânica quântica.
BRIAN
GREENE
http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT791042-1666-1,00.html |
Conforme
o livro dos Espíritos (1857):
A
matéria é formada de um só elemento primitivo. Os corpos que considerais
simples não são verdadeiros elementos, são transformações da matéria
primitiva.
[9a
- página 61 questão 30]
|
Conforme
o livro "A Gênese" (1868):
Há
um fluido_etéreo que enche o espaço e penetra os corpos. Esse fluido
é o éter ou matéria
cósmica primitiva, geradora do mundo e dos seres. São-lhe
inerentes as forças que presidiram às metamorfoses_da_matéria, as leis imutáveis
e necessárias que regem o mundo. Essas múltiplas forças, indefinidamente
variadas segundo as combinações da matéria, localizadas segundo
as massas, diversificadas em seus modos de ação, segundo as circunstâncias
e os meios, são conhecidas na Terra sob os nomes de:
-
gravidade,
-
coesão,
-
afinidade,
-
atração,
-
magnetismo,
-
eletricidade ativa.
Os movimentos vibratórios do agente são
conhecidos sob os nomes de:
Assim
como só há uma substância simples, primitiva, geradora de todos
os corpos, mas diversificada em suas combinações, também todas essas forças dependem de uma lei
universal diversificada em seus efeitos para imprimir harmonia
e estabilidade.
[38 -
capitulo VI página 111 item 10 ] |
Quanto
mais investiga a Natureza, mais se convence o homem
de que vive num reino de ondas
transfiguradas em:
Existem,
no entanto, outras manifestações da luz, da eletricidade, do calor e da matéria,
desconhecidas nas faixas da evolução_humana, das quais, por enquanto, somente poderemos recolher informações
pelas vias do espírito.
André
Luiz - 1959 - [29
- página 19]
A
matéria
quanto mais estudada mais se revela qual feixe de forças em temporária
associação.
[29 - página 22] - André Luiz - 1959
|
A
existência de uma matéria elementar única está hoje
-1861- quase geralmente
admitida pela Ciência, e os
Espíritos, a confirmam. Todos os corpos da
Natureza nascem dessa matéria que, pelas transformações por que passa,
também produz as diversas propriedades desses mesmos corpos. Daí vem que
uma substância salutar pode, por efeito de simples modificação, tornar-se
venenosa, fato de que a Química nos oferece numerosos exemplos. Toda gente sabe
que, combinadas em certas proporções, duas substâncias inocentes podem dar
origem a uma que seja deletéria. Uma parte de oxigênio e duas de
hidrogênio, ambos inofensivos, formam a água. Juntai um átomo de
oxigênio e tereis um liquido corrosivo.
Sem
mudança nenhuma das proporções, às vezes, a simples alteração no modo de
agregação molecular basta para mudar as propriedades. Assim é que um corpo
opaco pode tornar-se transparente e vice-versa. Pois que ao Espírito é
possível tão grande ação sobre a matéria_elementar, concebe-se que lhe seja
dado não só formar substâncias, mas também modificar-lhes as propriedades,
fazendo para isto a sua vontade o efeito de reativo.
[17b
- página 171 item 130] - 1861
(Ver:
Nascimento
e morte da matéria ) |
O
fluido
cósmico universal é, como já foi demonstrado, a
matéria elementar primitiva,
cujas modificações e transformações constituem a inumerável variedade dos
corpos da Natureza.
Como princípio elementar do Universo,
ele assume dois estados distintos:
-
a)
- O
de eterização ou imponderabilidade, que se pode considerar o
primitivo estado normal (mundo
invisível). (Ver: Energia
escura e Matéria
escura)
-
b)
- O de materialização ou de ponderabilidade, que é, de
certa maneira, consecutivo ao de eterização (mundo
visível).
O
ponto intermédio é o da transformação_do_fluido_em_matéria
tangível. Mas, ainda aí, não há transição brusca, porquanto podem
considerar-se os nossos fluidos_imponderáveis como termo médio entre os
dois estados.
[38 -
capítulo XIV página 273 item 2 ]
1868
Ainda
não se sabe se a teoria das cordas
está absolutamente correta nem se é a
teoria definitiva da natureza.
[54
- página 162]
|

Os
diferentes padrões vibratórios de uma corda (laço de corda) elementar dão
lugar a diferentes massas e cargas de força. Isto é, de acordo com a teoria
das cordas, as propriedades de uma "partícula elementar" -
a massa e as várias cargas de força - são determinadas pelo padrão de
vibração ressonante específico executado por sua corda interior.
Os
padrões vibratórios mais frenéticos têm mais energia.
[54
- página 165] |
Aprendemos
com a relatividade que a energia e
massa são duas faces de uma mesma
moeda. Maior energia significa mais massa e vice-versa.
De
acorde com a teoria das cordas,
a massa de uma
partícula_elementar é
determinada pela energia do padrão vibratório de sua corda interna. As
partículas mais pesadas têm cordas internas que vibram com mais energia.
A
carga elétrica, a carga fraca e a carga forte transmitida por uma corda
específica são determinadas pela maneira como ela vibra.
[54
- páginas 165 / 166]
(Ver:
Matéria)
A
teoria das cordas
mantém a promessa de uma descrição unificada, única e completa do
universo físico: uma teoria sobre tudo (TST)
O
universo sendo composto por um número enorme dessas cordas vibrantes,
assemelha-se a uma sinfonia cósmica.
[54
- página 167]
Tudo, nos domínios da matéria,
se concatena e se reúne, sob a orientação de um principio estranho às
suas qualidades amorfas.
[71
- página 139] - Emmanuel -
1938
(Ver:
Princípio
espiritual)
Vocês
sabem que na própria ciência humana de hoje o átomo
não é mais o tijolo indivisível da matéria... que, antes dele,
encontram-se as linhas de força, aglutinando os
princípios subatômicos, e que, antes desses princípios, surge a vida mental
determinante... Tudo é
espírito no santuário da Natureza. (Ver: Matéria)
André
Luiz - 1954 [28a
- página 169]
Anaxároga afirmava que o universo se constitui pela ação do Nous, conceito que geralmente é traduzido por espírito, mente ou inteligência. Segundo o filósofo, o Nous atua sobre uma mistura inicial formada pelas homeomerias, sementes que contém uma porção de cada coisa. Assim, o Nous, que é ilimitado, autônomo e não misturado com nada mais, age sobre estas sementes ordenando-as e constituindo o mundo sensível.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Anax%C3%A1goras_de_Claz%C3%B4menas
http://educacao.uol.com.br/biografias/anaxagoras.jhtm
|
Não obstante a teoria de Leucipo, o mentor de Demócrito, o
qual, quase cinco séculos antes do Cristo, considerava as coisas
formadas de partículas infinitesimais, em
constante movimentação, a cultura clássica prosseguia detida
nos quatro princípio de Aristóteles,
-
a
água,
-
a
terra,
-
o
ar
-
e
o fogo,
ou nos três elementos hipostáticos dos antigos alquimistas,
[28a
- página 9] - Emmanuel - Pedro Leopoldo-MG, 2/10/1954 |
A
ciência infatigável procura, agora, a matéria-padrão,
a força-origem, simplificadora,
da qual crê emanarem todos os compostos, e é nesse estudo proveitoso que ela
própria, afirmando-se atéia, descrente, caminha para o conhecimento de Deus.
Emmanuel - (Emmanuel) [55
- página. 72]
O
fluido cósmico é o plasma
divino, hausto do Criador ou força nervosa do
Todo-Sábio.
Nesse elemento
primordial, vibram e vivem constelações e sóis, mundos e
seres, como peixes no oceano.
André
Luiz (Uberaba,15
de Janeiro de 1958) [56
- página 21]
Sob a
orientação das Inteligências Superiores, congregam-se os átomos em colméias
imensas, e, sob a pressão, espiritualmente dirigida, de ondas
eletromagnéticas,
são controladamente reduzidas as áreas espaciais intra-atômicas, sem perda
de movimento, para que se transformem na massa nuclear adensada, de que se exculpem
os planetas, em cujo seio as mônadas celestes encontrarão adequado
berço ao desenvolvimento.
André
Luiz (Uberaba,15
de Janeiro de 1958) [56
- página 23]
|
A ciência, propriamente humana, poderá estabelecer bases convencionais,
mas não a base legítima, em sua origem divina, porquanto os átomos
e os elétrons são
fases de caracterização da matéria,
sem constituírem o princípio nessa escala sem-fim, que se
verifica, igualmente, para o plano dos infinitamente pequenos.
As noções modernas da Física aproximam-se, cada vez mais, do
conhecimento das leis universais, em cujo ápice repousa a diretriz divina
que governa todos os mundos.
Os sistemas antigos envelheceram. As concepções de ontem deram lugar a
novas deduções. Estudos recentes da matéria vos fazem conhecer que os
seus elementos se dissociam pela análise, que o átomo não é indivisível,
que toda expressão material pode ser convertida em força e que
toda energia volta ao reservatório do éter_universal. Com o tempo, as fórmulas acadêmicas se renovarão
em outros conceitos da realidade transcendente, e os físicos da Terra não
poderão dispensar Deus
nas suas ilações,
reintegrando a Natureza na sua posição de campo passivo, onde a inteligência
divina se manifesta.
Desde o ponto inicial de suas observações, a Física é obrigada
a reconhecer a existência de Deus em seus divinos atributos. Para
demonstrar o sistema do mundo, o cientista não recorreu ao chamado
“eixo imaginário”? Basta essa incógnita para que o homem seja
conduzido a ilações
mais altas, no domínio do transcendente.
A mecânica celeste prova a irrefutabilidade da teoria do movimento. O
planeta move-se na imensidade. A matéria vibra nas suas mais
diversificadas expressões.
Quem gerou o movimento? Quem forneceu o primeiro impulso vibratório no
organismo universal?
A Ciência esclarece que a energia
faz o movimento, mas a força é cega e a matéria não tem características
de espontaneidade.
Só na inteligência divina encontramos a origem de toda coordenação e
de todo equilíbrio, razão pela qual, nas suas questões mais intimas, a
Física da Terra não poderá prescindir da lógica com Deus.
Os homens possuem da matéria a conceituação possível de ser fornecida
pela sua mente, compreendendo-se que o aspecto real do mundo não é
aquele que os olhos mortais podem abranger, porquanto as percepções
humanas estão condicionadas ao plano sensorial, sem que o homem consiga
ultrapassar o domínio de determinadas vibrações.
Mergulhadas nas vibrações pesadas dos círculos da carne, as criaturas têm
noticias muito imperfeitas do Universo,
em razão da exigüidade dos seus pobres cinco sentidos.
É por isso que o homem terá sempre um limite nas suas observações da
matéria, força e movimento, não só pela deficiência de percepção
sensorial, como também pela estrutura do olho, onde a sabedoria divina
delimitou as possibilidades humanas de análise, de modo a valorizar os
esforços e iniciativas da criatura.
[41a
- página 30]
- Emmanuel - 1940
|
Diz Sua Voz em "A Grande Síntese": "Ainda quando
decompuserdes a matéria naquilo que vos parecer serem os últimos
elementos, nunca vos encontrareis em face de uma partícula sólida,
compacta, indivisível. O átomo é um vórtice; vórtices são o elétron
e o núcleo; vórtices são os centros e os satélites contidos no núcleo, e
assim ao infinito."
[45
- página 39]
|
CONCENTRAÇÕES FLUÍDICO-MAGNÉTICAS
Ao toque dos Operários Divinos, a matéria elementar
fora no princípio transubstanciada em massa astronômica de eletrões
e protões, que teceram o largo berço da vida humana em plena Vida Cósmica.
E ainda sob a inteligência deles, com a supervisão do Cristo de Deus,
-
semelhantes recursos baseiam a formação dos
átomos em elementos,
-
combinam-se
os elementos em conjuntos químicos,
-
abrem os conjuntos químicos lugar aos colóides,
-
mesclam-se os colóides em misturas substanciais, oferecendo ao princípio
inteligente, oriundo da amplidão celeste, o ninho propício ao
desenvolvimento...
André
Luiz (Uberaba, 2 de 1958)
[56
- página 50] |
O
princípio_vital
tem sua origem na matéria_universal modificada. É, para vós, um elemento, como o oxigênio
e o hidrogênio, que, entretanto, não são elementos
primitivos, pois que tudo
isso deriva de um só princípio. Tem
seu princípio numa propriedade especial
da matéria universal, devida a certas modificações.
[9a
- página 75 questão 64]
Disse
que os elétrons giram em redor do núcleo. Ora, nem mesmo o núcleo é o
último termo, em breve, aprendereis a decompô-lo. Porém, por
mais que procureis o último termo, jamais o
encontrareis, porque ele não existe. Nesta pesquisa,
dirigida para o âmago da matéria, acompanhais o caminho descendente que
w
percorreu, de a®b
®g
e tereis de encontrar b,
isto é, a energia da
qual nasceu a matéria e
à qual veremos regressar em seu caminho ascensional, que a reconduz a b.
[63
- A GRANDE SÍNTESE - Constituição da matéria - Unidades múltiplas
] 1937 -
Itália
(
Ver:
Constituição da matéria )
A maioria dividem, inexoravelmente, a matéria e o espírito,
localizando-os em campos opostos, quando nós, estudantes da Verdade,
ainda não conseguimos identificar rigorosamente as fronteiras entre uma
e outro, integrados na certeza de que toda a organização universal se
baseia em vibrações
puras.
[16a
- página 30] - André Luiz - 1943
Há céus inumeráveis e inumeráveis_mundos onde a
vida palpita numa
eterna mocidade; todos eles se encadeiam, se abraçam dentro do magnetismo
universal, vivificados pela luz, imagem real da Alma Divina, presente em
toda parte.
A carne é uma vestimenta temporária, organizada segundo a vibração
espiritual, e essa mesma vibração
esclarece todos os enigmas
da matéria.
[71
- página 143] - Emmanuel -
1938
Muito antes dos filósofos gregos — e certamente dos físicos quânticos — os
sábios da Índia sabiam que alguma coisa importante acontecia fora do domínio
dos sentidos. Os videntes, tanto hindus quanto budistas, ensinavam e ainda
ensinam que o mundo das aparências, o que percebemos por meio de nossos
sentidos, é maya ou ilusão, e que
existe alguma coisa subjacente ao reino material, algo mais poderoso e mais
fundamental, mais "real”, apesar de intangível. Como sugerem tantos textos
espirituais, existe uma “realidade superior”, mais fundamental que o
universo material, relacionada à consciência.
Isso é exatamente o que a física quântica está revelando. Ela sugere que no
núcleo do mundo físico existe um domínio completamente não-físico, que
pode ser chamado de informação, de ondas de probabilidade ou de consciência.
E, embora digamos que tudo é feito de átomos, se a visão quântica estiver
correta seremos obrigados a admitir que esse campo subjacente de inteligência
é, na essência, o que o universo “realmente” é.
O doutor Edgard Mitchell, astronauta da Nasa, na viagem de volta do espaço,
chegou à seguinte conclusão:
|
Logo percebi que esse universo é inteligente. Ele está avançando
em uma direção, e temos algo a ver com ela. E
aquele espírito criativo, a intenção criativa que fez a história
desse planeta, vem de dentro de nós e está lá fora
— tudo é o mesmo...
A consciência propriamente dita é o que é fundamental, e a
energia-matéria é o seu produto (...) Se mudarmos de opinião sobre quem
somos — e nos olharmos como seres criativos e eternos, criando a experiência
física, unidos por esse nível da existência que chamamos consciência
— então começaremos a ver e a criar de forma diferente esse mundo em
que vivemos. |
E o doutor Mitchell fez isso. Ele voltou
à Terra e criou o Instituto de Ciências Noéticas (IONS), instituto de
pesquisa dedicado a investigar cientificamente percepções “místicas”,
dele mesmo e de outros, sobre a realidade.
[99
- página 37]
|
Vós multiplicais vossa perspicácia e o poder de vossos meios de pesquisa, mas o
ponto de partida é sensório.
Assim, percebeis a matéria como solidez e não como velocidade.
Torna-se-vos difícil, mas só por vias indiretas chegais a imaginar:
-
como
a massa de um corpo exista em função de sua velocidade;
-
como
a transmissão de uma nova energia signifique para ele um peso maior;
-
como
a velocidade modifique as leis de atração (giroscópio);
-
como
a continuidade da matéria se deva à velocidade de deslocamento das
unidades eletrônicas que a compõem, tanto
que, sem essa velocidade — dado seu volume mínimo em relação ao espaço em
que circulam — vosso olhar passaria através delas sem perceber nada;
-
como sua
solidez, fundamental para vossas sensações, deva-se à velocidade de rotação
dos elétrons, que lhes confere quase uma contemporânea onipresença espacial;
velocidade sem a qual toda a imensa grandeza do universo físico se reduziria,
em um átimo, ao que verdadeiramente é: um pouco de névoa de poeira impalpável.
Eis a grande realidade da matéria, que a ciência deveria mostrar-vos: a
energia.
[63
- A GRANDE SÍNTESE - A filosofia da ciência ] |
| |
Vocês sabem que na própria ciência humana
de hoje o átomo não é mais o tijolo indivisível da matéria... |
ÁTOMO
|
|
Disse
que os elétrons giram em redor do núcleo. Ora,
nem mesmo o núcleo é o último termo; em breve, aprendereis a decompô-lo. |
...que, antes dele (do átomo),
encontram-se as linhas de força, aglutinando os
princípios subatômicos, e que, antes desses princípios,... |
MODELO
PADRÃO
|
|
Porém, por
mais que procureis
o último
termo, jamais o
encontrareis, porque ele não existe.
Pietro
Ubaldi - 1937 - Itália
[63
- A GRANDE SÍNTESE
]
Constituição da matéria
Unidades múltiplas |
...surge
a vida mental determinante...
Tudo é
espírito no santuário da Natureza.
André
Luiz
- 1954 - Brasil
[28a
- página 169]
|
TEORIA
DAS CORDAS
|
|
...Tal é a substância representada, segundo a ciência moderna, pelo elemento
fundamental da realidade.
-
O
extremo corpúsculo material, qual o elétron,
dissolve-se em ondas;
-
a
substância fundamental, material
de construção do edifício das coisas, é um puro campo
eletromagnético,
dado que estas ondas não têm necessidade de apoiar-se em nenhum
substrato material, sendo concebidas só como modificações periódicas.
-
Já
não se sabe dar a tudo isso qualquer significação física real, mas
somente aquela lógica de representar a possibilidade matemática de
que o elétron se encontre, naquele instante, naquele determinado
ponto do espaço.
-
A
solidez do mundo físico é, pois, inteiramente sensória e se reduz a
alguma coisa que está assás distante da realidade física, isto é,
de uma probabilidade matemática.
-
Eis
em que coisa se converte a matéria,
por obra da própria ciência materialista.
-
A
série_estequiogenética revela-nos como foi decomposta a matéria
em 92 elementos. Em seguida, foi decomposto o átomo,
à guisa de sistema sideral, em partículas dotadas de carga elétrica.
Agora essas últimas partículas de substância
são também reduzidas a determinações formais de processos
ondulatórios,
de modo que da substância nada mais resta que uma expressão matemática,
isto é, simplesmente variações dos fenômenos, sem que haja algo
que exista e persista por si só fora destas. De fato, não se pode
admitir uma substância absolutamente neutra, sem suas propriedades,
as quais não poderiam deixar de influir sobre os processos que lhe são
pertinentes. De modo que no vértice da ciência da matéria permanece
apenas uma ciência de relações, um mero processo lógico.
Assim, tende ela a conceber que a última substância
é exclusivamente pensamento, o Deus transcendente, assim como a
compreender como pôde esse puro pensamento criar, como expressão sua, o Universo...
AS
ÚLTIMAS ORIENTAÇÕES DA CIÊNCIA
Pietro
Ubaldi - 1951
http://geocities.yahoo.com.br/porland.geo/ciencia.html |
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