|
É lícito considerar-se espírito
e matéria como
estados diversos de uma essência imutável, chegando-se dessa forma a
estabelecer a unidade substancial do Universo. Dentro, porém, desse monismo
físico-psíquico, perfeitamente conciliável com a doutrina dualista,
faz-se preciso considerar:
O
ponto de integração dos dois elementos estreitamente unidos em todos os
planos do nosso relativo conhecimento, ainda não o encontramos.
A ciência terrena,
no estudo das vibrações,
chegará a conceber a unidade
de todas as forças físicas e psíquicas do Universo, O homem,
porém, terá sempre um limite nas suas investigações sobre a matéria
e o movimento. Esse limite é determinado por leis sábias e justas, mas,
cientificamente poderemos classificar esse estado inibitório como oriundo
da estrutura do seu olho e da insuficiência das suas faculdades
sensoriais.
[71 -
página 169]
- Emmanuel - 1938 |