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A
Ciência foi dada ao homem para seu
adiantamento em todas as coisas; ele,
porém, não pode
ultrapassar os limites que Deus estabeleceu.
[9a - página 57
questão 19]
A ausência de demonstrações histológicas
não implica a inexistência do Espírito. É essa
certeza que compete à Ciência atingir.
[71
- página 78]
- Emmanuel - 1938
Em
cada século o progresso científico renova a sua concepção acerca dos mais
importantes problemas da vida.
Raramente
os verdadeiros sábios são compreendidos por seus contemporâneos. Se as
contradições dos estudiosos são o sinal de que a Ciência
evolve
sempre, elas atestam, igualmente,...
[71
- página 36]
- Emmanuel - 1938
Hoje, quase todas as nossas esperanças estão voltadas para a Ciência
e não para a Religião, que,
por ação de espíritos retrógrados, interessados na
ignorância espiritual do homem, estacionou no tempo.
[70
- página 121]
- Chico Xavier
(Ver: Instrução
)
A
ciência, se não deseja continuar no papel
de comparsa da tirania e da destruição, tem absoluta necessidade do
Espiritismo, cuja
finalidade divina é a iluminação dos
sentimentos, na sagrada melhoria das características
morais do homem.
[41a
- página 23]
- Emmanuel - 1940
Quanto aos
apontamentos científicos
humanos, é
preciso reconhecer-lhes o caráter passageiro, no que se refere à definição e
nomenclatura, atentos à circunstância de que a experimentação constante
induz os cientistas de um século a considerar, muitas vezes, como superado o
trabalho dos cientistas que os precederam.
[29
- página 19]
- André
Luiz - 1959
"A ciência não é materialista, nem
pode servir ao erro. Como, e porque, pois, haveriam de temê-la o espiritualismo
e a verdadeira religião?
Duas verdades não se podem opor a uma terceira. Se Deus existe, sua existência
não poderia ser suspeitada nem combatida pela Ciência. (...)
Esperamos que esta tentativa de
versar a existência de Deus pelo método experimental aproveite ao progresso de
nossa época, por estar de acordo com as suas tendências características
." (FLAMMARION,
1979. P. 14-15)
http://www.geae.inf.br/pt/biografias/cflammarion.html
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Chegará a ciência a dar-nos uma concepção do mundo exaustiva e
demonstrada, em todos os campos, coordenando organicamente a tudo, o que
sabemos e o que saberemos, em uma síntese universal? Certo que chegará e
por isso já urge compensar o atual e divergente trabalho racional de análise
com seu oposto e convergente trabalho intuitivo de síntese. Hoje em dia,
já não se pode fazer uma filosofia ou explicar uma religião, sem a ciência.
Hoje já não se admite o pensador isolado de todos os ramos do saber
humano; ele deve conhece-los a todos. Importa descobrir as relações que
façam do conhecimento disperso um todo orgânico. É necessária, por
isso, uma obra criativa de intuição
reveladora de uma idéia que, sem
representar nenhuma das idéias particulares, tomadas em cada campo,
consista numa nova, a da coordenação delas, o que significa criação de
um organismo novo, de uma potência muito maior do que a dos componentes
individuais tomados em conjunto. Não são, inclusive em física, as fórmulas
e os complicados processos da matemática que criam. Eles apenas
demonstram. O que importa são as idéias fundamentais, filhas de intuições,
das quais depois nascem as teorias. Na origem destas encontram-se as idéias
e não as fórmulas. Somente depois é que aquele pensamento deverá tomar
a veste matemática de uma teoria quantitativa ao cabo do controle
experimental. Assim como na história temos o período clássico e o romântico,
a guerra e a paz, a revolução e reconstrução, em biologia o macho e a
fêmea, em física o núcleo e os elétrons e, em astronomia, o sol e os
planetas, porque tudo é bipolar e avança primeiro por lampejos de intuição
criadora e, depois, por paciente controle analítico e racional, assim
também a elaboração racional da mais árida ciência pressupõe, como
ponto de partida, o seu oposto, e esse ponto de partida é uma fé. E que
é uma hipótese de trabalho senão um ato de fé?
Trata-se de antecipar e, sem fé, não se antecipa. Poderá chamar-se
fantasia, intuição, mas estamos sempre em um campo suprarracional, onde
só pode irradiar a primeira centelha. Assim, a ciência, que foi inimiga
da fé - mas não o será sempre - nasceu da fé e não pode nascer senão
dela. Se a observação não é assim fecundidade, se os dados da experiência
não são coordenados pelo espírito, tudo se tornará material desconexo
e a ciência jamais saberá concluir. Ela não constitui somente observação,
mas também síntese das observações. Assim, só uma grande fé é
criadora em qualquer parte, inclusive no campo da ciência. É esse o
impulso que sustenta o homem por toda parte, até no emaranhado das áridas
fórmulas matemáticas. Assim, qualquer obra, ainda que tecnicamente
imperfeita e parcialmente errada, pode ser frutífera e produtiva, desde
que sustentada por uma grande fé, de que só pode nascer a genial intuição.
Entende-se com isso uma fé livre, espontânea e sentida. O próprio
cientista, que deve indagar sem preconceitos, não pode ligar-se à
priori, por absolutismos dogmáticos, a nenhum campo. A fé orienta,
impulsiona, aguça os sentidos e gera a intuição, faz ver o essencial em
um mar de particularidades. Assim, o matemático encontra e formula um
novo teorema antes de estar em condições de demonstrá-lo. A ciência
nasceu da fé em uma ordem racional do universo. Assim, o cientista, de início
mantém-se no habitual terreno da experiência e da realidade dos fatos e
os respeita, baseando-se neles como primeiro fundamento sem o qual não se
faz ciência; mas, depois, só a fé poderá dar-lhe asas aos pés, no áspero
caminho.
AS
ÚLTIMAS ORIENTAÇÕES DA CIÊNCIA
Pietro
Ubaldi -1951
http://geocities.yahoo.com.br/porland.geo/ciencia.html |
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