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Segundo os dados da vossa fisiologia, a célula
primitiva é comum a todos os seres vertebrados e espanta ao embriólogo
a lei organogênica que estabelece a idéia diretora do desenvolvimento
fetal, desde_a_união_do_espermatozoário_ao_óvulo, especificando os elementos amorfos
do protoplasma;
nos domínios da vida, essa idéia diretriz conserva-se inacessível até
hoje aos vossos processos de indagação e de análise, porquanto esse_desenho_invisível não está subordinado a nenhuma determinação
físico-química, porém, unicamente ao corpo
espiritual preexistente, em cujo molde se realizam todas
as ações plásticas da
organização, e sob cuja influência se efetuam todos os fenômenos
endosmóticos.
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O organismo_fluídico,
caracterizado por seus elementos imutáveis, é o assimilador das
forças protoplásmicas, o mantenedor da aglutinação molecular que
organiza as configurações típicas de cada espécie,
incorporando-se, átomo por átomo, à matéria do germe e
dirigindo-a, segundo a sua natureza particular. |
Algumas objeções científicas têm sido apresentadas à teoria irrefutável
do corpo espiritual preexistente,
destacando-se entre elas, por mais digna de exame, a hereditariedade, a
qual somente deve ser ponderável sob o ponto de vista fisiológico.
Todos os tipos do reino mineral, vegetal, animal, incluindo-se o hominal,
organizam-se segundo as disposições dos seus precedentes ancestrais, dos
quais herdam, naturalmente, pela lei das afinidades, a sua sanidade ou os
seus defeitos de origem orgânica, unicamente.
De todos os estudos referentes ao assunto, em vossa época, salienta-se a
teoria_darwiniana das gêmulas, corpúsculos infinitesimais que se
transmitem pela vida seminal aos elementos geradores, contendo na matéria
embrionária disposição de todas as moléculas do corpo, as quais se
reproduzem dentro de cada espécie. A maioria das moléstias, inclusive a dipsomania, são transmissíveis; porém, isso não implica um fatalismo
biológico que engendre o infortúnio dos seres, porque inúmeros Espíritos,
em traçando_o_mapa_do_seu_destino, buscam, com o escolher determinado_instrumento, alargar as suas possibilidades de triunfo sobre a matéria,
como um fato decorrente das severas leis morais, que, como no ambiente
terrestre, prevalecem no mundo espiritual, o que não nos cabe discutir
neste estudo.
Não obstante a preponderância dos fatores físicos nas funções
procriadoras, é totalmente inaceitável e descabido o atavismo
psicológico,
hipótese aventada pelos desconhecedores da profunda independência da
individualidade espiritual, hipótese que reveste a matéria de poderes
que nunca ela possuiu em sua condição de passividade característica.
(Ver: Epigenética)
Reconhecendo-se, pois, a veracidade da argumentação de quantos aceitam a
hereditariedade fisiológica nos fenômenos da procriação, representando
cada
ser o organismo de que provém por filiação, afastemos a hipótese da
hereditariedade psicológica, porquanto, espiritualmente, temos a
considerar, apenas, ao lado da influência ambiente, a afinidade sentimental.
[71
- página 130] - Emmanuel -
1938
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O citoplasma,
que é, no fundo, o elemento intersticial
de vinculação das forças fisiopsicossomáticas (corpo físico e
perispírito), obriga as células ao
trabalho de que necessita para expressar-se, trabalho este que, à custa de
repetições quase infinitas, se torna perfeitamente automático para as
unidades celulares que se renovam, de maneira incessante, na execução das
tarefas que a vida lhes assinala.
André
Luiz (Uberaba, 29
de Janeiro de 1958) [56
- página 45]
(Ver:
Células
e Perispírito)
Cada proteína funcional em nosso corpo é uma “imagem”
complementar de um sinal do ambiente. Se não houvesse um sinal para
complementá-las elas não teriam função. Isso significa que cada proteína
em nosso organismo é um complemento físico-eletromagnético de algo no
ambiente. Como somos máquinas de proteína, por definição somos feitos
à imagem do ambiente, seja ele o chamado universo ou, como muitos
preferem chamá-lo, o próprio Deus.
[98
- página 226]
Complementando estudo publicado no Nature,
o biofísico F. Weinhold concluiu:
-
“Quando os livros de química servirão
para ajudar ao invés de se colocarem somente como barreiras para a perspectiva
da mecânica quântica sobre o funcionamento das moléculas?
-
Quais são as forças
que fazem com que as moléculas se movimentem e adotem formatos tão complexos?
Não procure as respostas em um livro de química orgânica” (Weinhold,
2001). A química orgânica oferece base mecânica para a biomedicina; mas,
como observa Weinhold, esse ramo da ciência está tão defasado que seus livros
sequer mencionam a mecânica quântica. Os pesquisadores da
medicina
convencional não compreendem os mecanismos moleculares que são a base da
vida.
Centenas de estudos científicos realizados nos últimos 50 anos revelam que “forças invisíveis” do espectro_eletromagnético
têm grande impacto sobre o funcionamento da biologia. Essas energias englobam...
Freqüências e padrões
específicos de radiação
eletromagnética...
-
regulam o
DNA, o RNA, a síntese das
proteínas,
-
alteram a função
e o formato das proteínas,
-
controlam os genes, a divisão das células, sua
diferenciação, a morfogênese (processo pelo qual as células se agrupam,
formando órgãos e tecidos), a secreção hormonal, o crescimento e as funções
nervosas.
Cada uma dessas atividades celulares tem um comportamento específico
que contribui para o desenvolvimento da vida. Embora esses estudos tenham sido
publicados em alguns dos periódicos biomédicos mais respeitados, suas
descobertas revolucionárias ainda não foram incorporadas ao currículo das
escolas de medicina (Liboff, 2004; Goodman e Blank, 2002; Sivitz, 2000; Jin et
ai., 2000; Blackman et ai., 1993;
Rosen, 1992; Blank, 1992; Tsong, 1989; Yen-Patton et
ai., 1988).
[98
- página 131] - Bruce
Lipton
As alterações_epigenéticas desempenham papel importante
na diferenciação
celular, permitindo
a existência de células com distintas funções, apesar de carregarem o mesmo material_genético. Isto leva necessariamente à existência de códigos
epigenéticos responsáveis pela regulação_genômica, exercida principalmente por grupos metil e proteínas
conhecidas com o histonas.
Revista
MENTE / CÉREBRO - SCIENTIFIC AMERICAN - ANO XV - Nº 181 - página 48.
www.mentecerebro.com.br
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