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A simpatia ou a antipatia têm as suas
raízes profundas no espírito, na sutilíssima entrosagem dos fluidos
peculiares a cada um e, quase sempre, de modo geral, atestam
uma renovação de sensações experimentadas pela criatura, desde o pretérito
delituoso, em iguais circunstâncias.
Devemos, porém, considerar que toda antipatia,
aparentemente a mais justa, deve morrer para dar lugar à simpatia
que edifica o coração para o trabalho construtivo e legítimo da
fraternidade.
[41a
- página 106]
- Emmanuel - 1940 |
De
não simpatizarem um com o outro, não se
segue que dois Espíritos sejam necessariamente maus. A antipatia,
entre eles, pode derivar de diversidade no modo de pensar. À proporção irá
desaparecendo e a antipatia deixará de existir.
[9a
- página 214 questão 389]
Os
Espíritos simpáticos são os que se sentem atraídos para o nosso lado por
afeições particulares
e ainda por uma certa semelhança de gostos e de sentimentos, tanto para o bem como
para o mal. A duração de suas relações se acha subordinada
às circunstâncias.
O
mau gênio é um Espírito imperfeito ou perverso, que se liga ao homem para desviá-lo
do bem. Obra, porém, por impulso próprio e não no desempenho de missão. A tenacidade
da sua ação está em relação direta com a maior ou facilidade de acesso que encontre
por parte do homem, que goza sempre da liberdade de escutar-lhe a voz ou de lhe cerrar
os ouvidos.
[9a - página
263 questão
514] |
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