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LUCAS[20]
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34 Respondeu-lhes
Jesus: Os filhos deste mundo casaram-se e dão-se em casamento;
-
35 mas os que são julgados dignos de alcançar o mundo vindouro, e a
ressurreição dentre os
mortos, nem se casam nem se dão em casamento; (Ver: Sexo no Espírito)
-
36 porque já não podem mais morrer; pois são iguais aos anjos, e são filhos de Deus, sendo filhos da ressurreição.
-
37 Mas que os mortos hão de ressurgir, o próprio Moisés o mostrou, na passagem a respeito da sarça, quando chama ao Senhor; Deus de Abraão, e Deus de Isaque, e Deus de Jacó.
-
38 Ora, ele não é Deus de mortos, mas de vivos; porque para ele todos vivem.
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A
EVOLUÇÃO DOS SISTEMAS RELIGIOSOS
A ideia da imortalidade é latente em todas
as almas e é o substrato de todas as religiões antigas e modernas.
Os sistemas religiosos, em
cada período de progresso humano, renovam-se na fonte de verdade
relativa que promana do Alto, compatível com a época.
Nos tempos modernos, as ideias novas, referentes ao espiritualismo e à imortalidade, necessitam difusão por
toda parte. Não mais a concepção de um Deus terrível, criando a eternidade_dos_tormentos, segundo a teologia em voga, que tem ensinado
erradamente a ideia de um paraíso_beatífico, insípido, e um inferno
aterrador, irremissivelmente eterno; não mais a religião que
malsina o
progresso e a investigação, mas a ideia pura e verdadeira da imortalidade
para todas as criaturas, a vida estuando em todo
o Universo, e a luta
em todos os seus mais recônditos redutos argamassando, à custa dos esforços
de cada um, o portentoso edifício da evolução
humana.
[71
- página 87]
- Emmanuel - 1938 |

II TIMóTEO [1]
- 1 Paulo, apóstolo de Cristo Jesus pela vontade de Deus, segundo a promessa da vida que está em Cristo Jesus,
- 2 a Timóteo, amado filho: Graça, misericórdia e paz da parte de Deus Pai e de Cristo Jesus nosso Senhor.
- 3 Dou graças a Deus, a quem desde os meus antepassados sirvo com uma consciência pura, de que sem cessar faço menção de ti em minhas súplicas de noite e de dia;
- 4 e, recordando-me das tuas lágrimas, desejo muito ver-te, para me encher de gozo;
- 5 trazendo à memória a fé não fingida que há em ti, a qual habitou primeiro em tua avó Loide, e em tua mãe Eunice e estou certo de que também habita em ti.
- 6 Por esta razão te lembro que despertes o dom de Deus, que há em ti pela imposição das minhas mãos.
- 7 Porque Deus não nos deu o espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação.
- 8 Portanto não te envergonhes do testemunho de nosso Senhor, nem de mim, que sou prisioneiro seu; antes participa comigo dos sofrimentos do evangelho segundo o poder de Deus,
- 9 que nos salvou, e chamou com uma santa vocação, não segundo as nossas obras, mas segundo o seu próprio propósito e a graça que nos foi dada em Cristo Jesus antes dos tempos eternos,
- 10 e que agora se manifestou pelo aparecimento de nosso Salvador Cristo Jesus, o qual...
- destruiu a morte e trouxe à luz a vida
- e a imortalidade pelo evangelho,
- 11 do qual fui constituído pregador, apóstolo e mestre.

PESQUISAS
CIENTÍFICAS SOBRE A IMORTALIDADE DA ALMA
Álvaro
Chrispino
http://www.espirito.org.br/portal/artigos/diversos/ciencia/pesquisas-cientificas.html
Muitos cientistas pesquisaram e reconheceram a autenticidade dos fenômenos espíritas. (Ver: Grandes cientistas)
-
Na
Inglaterra, os mais importantes foram Frederick William Henry Myers,
fundador da Sociedade para a Pesquisa Psíquica; os físicos William_Crookes e Oliver Lodge e o biólogo Alfred Russell Wallace.
-
Na
França, além de Kardec, destacaram-se Camille Flammarion e o fisiólogo
Charles Richet;
-
na
Itália, o criminólogo Cesare Lombroso e o astrônomo Giovanni
Schiaparelli;
-
na
Alemanha, o astrofísico Karl Friedrich Zöllner e o médico Albert von
Schrenck-Notzing.
http://www.savage.tur.br/espiritismo_novo.htm

Como nos dias precedentes à vinda do Filho do homem, assim agora se anuncia a aurora vinda do Alto:
- Em vez do fanatismo insensato e do ignorante farisaísmo, tereis uma religião_racional, de mais amplas ideias concernentes a Deus, tereis noções mais exatas sobre os vossos deveres e sobre o vosso destino;
- sabereis que aqueles a quem chamais mortos estão vivos ao redor de vós; vivendo mais realmente do que na Terra, ocupando-se de vós com amor que não diminui; animados em sua infatigável relação convosco, da mesma afeição que vos testemunhavam enquanto estavam ainda na carne.
Disse-se que o Cristo havia posto às claras a vida e a imortalidade. É verdade no sentido mais lato, e os homens começam apenas a perceber o resultado da revelação do Cristo, que é a abolição da morte, a demonstração da imortalidade. O homem nunca morre, não poderia morrer, ainda que quisesse.
A imortalidade do homem, admitida não como artigo de fé, mas como resultado da experiência pessoal, é a base da abóbada da religião futura. Nela estão todas as grandes verdades que ensinamos, as mais nobres concepções do dever, as mais vastas perspectivas do destino, as mais verdadeiras realizações da vida.
Não podeis atingi-la ainda. O vosso espírito, por deslumbrado e perturbado, não lhe poderia suportar o esplendor. Mas, crede, amigo, bem curto espaço de tempo vos separa do momento em que reconhecereis em nossas palavras os traços da verdade, o aspecto do divino.
[108 - página 158 / 159] - Médium: William Stainton Moses - (1839 - 1892)
“Não existe outra explicação racional dos fatos senão a hipótese da sobrevivência da alma; as provas cumulativas, que convergem em seu favor, são por tal forma peremptórias que não trepido em declará-las em tudo equivalentes, senão mesmo superiores, àquelas que confirmam a teoria da evolução.” (Contacts with the other world, pág. 328.)
James Hervey Hyslop
[105 - página 51] - Ernesto Bozzano
A teoria espírita ensina que a vida continua; que a palavra imortal deve ser tomada no sentido etimológico, exprimindo o que não morre. A continuidade do ser não é então mais do que um efeito natural de causas presentes. Desse modo, o inquérito em busca de uma crença na existência de órgãos_espirituais e faculdades da compleição humana, manifestando sempre o seu trabalho na vida terrena e formando a base da vida comum a este e ao seguinte estado do ser, torna-se um processo estritamente científico e experimental, jogando com as mais delicadas e recônditas partes da ciência fisiológica, ou com os desenvolvimentos psicofisiológicos da nossa natureza mista. É por terem confundido o fato de uma vida futura com as questões especulativas teológicas e religiosas que chegaram à conclusão de ser esse fato colocado fora das raias de verificação científica.
Há pessoas piedosas que declaram que, a não ser pela autoridade da Bíblia, não têm motivos para crer em Deus e na vida futura. Sobre isso, John Page Hopps observa eloquentemente:
- “O que poderá dizer ao povo, que só concebe a vida futura como a restauração de um corpo_dissolvido, aquele que, sem refletir e dirigido por inculto instinto animal, despreza com zombaria a asserção de ser o Espírito uma realidade maior que o corpo, ou que nos diz que só crê na imortalidade porque ela se acha consignada nos textos da Bíblia, livro que não é infalível? Pouco importa que o povo seja bom, fervoroso ou cultivado em outros sentidos; suas ideias relativamente ao Espírito e à vida_espiritual mostram que nesse tremendo assunto eles não são mais do que meninos... A primeira coisa a fazer-se é colocar toda a questão fora da região do mistério, da falsidade, da fantasia e do temor, e chamá-la para a do frio raciocínio e, se for possível, para a experimentação científica.”
é isso precisamente o que a Inteligência, que se manifesta pelos chamados fenômenos espirituais, parece incitar-nos a fazer.
- “O Espiritismo – disse o falecido Dr. Hallock – não é um problema novo que deva surpreender os discípulos da Ciência; através de todas as idades ele bateu à porta de todos os pensadores, pedindo uma solução. Em falta desta, o pensamento popular, mal dirigido por uma teologia completamente cega e caduca, envolveu numa mortalha a imortalidade de sua própria crença e converteu-a em um espantalho, transformando a mais bela e sublime operação, pela qual a Humanidade é glorificada, em um horrível esqueleto a que deram o nome de morte, fazendo dela o objeto do mais profundo horror. Competia à Ciência despojar desses andrajos o Espírito imortal. Por que não o fez?”
Os fatos que têm sido corroborados de forma concludente pelos fenômenos do sonambulismo, mesmerismo e Espiritualismo foram, nos últimos cem anos, olhados como demonstração da crença, persistente entre todas as raças de homens, em todas as épocas, de que, apesar da dissolução do seu invólucro físico, o homem individual, com todas as faculdades da sua natureza mental, moral e emocional, sobrevive e, em condições apropriadas, pode_dar_provas_de_sua_sobrevivência_àqueles_que_deixou_na_Terra. Todas as teorias genésicas da crença na imortalidade, que não admitirem, como um fator importante original, um conhecimento obtido, pelo método experimental, dos fenômenos atuais, objetivos e subjetivos, são defeituosas e ilusórias.
[97 - páginas 37/38] - Epes Sargent (1813-1880)
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