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O pensamento que desencadeia o mal encarcera-se nos resultados dele, porque sofre fatalmente os choques de retorno, no veículo em que se manifesta. [4 - página 162]
Fazem-se especiais esforços para espalhar o conhecimento de uma verdade progressiva; esforços dos mensageiros de Deus aos quais resistem agora como sempre as hordas dos adversários.A história do mundo é a história da luta entre o bem e o mal;...
Há períodos – e atravessamos um deles – durante os quais se produzem esforços extraordinários. O exército dos mensageiros de Deus está reunido em grande força. Os homens são influenciados, os conhecimentos se espalham e o fim se aproxima.
Temei pelos desertores, pelos fracos de espírito, pelos contemporizadores, pelos curiosos frívolos. Temei por eles, mas não pela causa da verdade de Deus. [108 - página 29]
Fazer o
mal é infringi-la.
O homem tem meios de distinguir por si mesmo o que é bem do que é mal. Quando crê em Deus e o quer saber.
Deus lhe deu inteligência para distinguir um do
outro.
O bem não reclama escravos em sua ação e, sim, servidores livres, contentes e otimistas. [96 - página 206]
A Lei é viva e a Justiça não falha! [4 - página 8]
[96 - página 250]
Todos nós, meu irmão, encontramos no caminho os frutos do bem ou do mal que semeamos. Esta afirmativa não é frase doutrinária, é realidade universal. Tenho colhido muito proveito de situações iguais a esta.
Bem-aventurados os devedores em condições de pagar. [32 - página 222]
Estando
sujeito ao erro, para que o homem não se engane na apreciação do bem e do mal e crer que pratica o bem quando em realidade pratica o mal.Jesus disse: vede o que queríeis que vos fizessem ou não vos fizessem.
Tudo se resume
nisso. Não vos enganareis.
Quando
comeis em excesso, verificais que isso vos faz mal.Pois bem, é Deus quem vos dá a medida daquilo de que necessitais. Quando excedeis dessa medida, sois punidos. Em tudo é assim. A lei natural traça para o homem o limite das suas necessidades.
Se ele ultrapassa esse limite, é punido pelo sofrimento.
Estejamos convictos, porém, de que o mal é sempre um círculo fechado sobre si mesmo, guardando temporariamente aqueles que o criaram, ...
O Senhor tolera a desarmonia, a fim de que por intermédio dela mesma se efetue o reajustamento moral dos espíritos que a sustentam, de vez que o mal reage sobre aqueles que o praticam, auxiliando-os a compreender a excelência e a imortalidade do bem, que é o inamovível fundamento da Lei. Todos somos senhores de nossas criações e, ao mesmo tempo, delas escravos infortunados ou felizes tutelados.
[4 - página 12/13]
O bem não te imunizará do sofrimento, resolvendo todos os problemas,
mas auxiliar-te-ás a enfrentar as situações difíceis com ânimo
robusto, evitando que te encharques no pessimismo e oferecendo-te resistência
para vencer dificuldades e não contrair novos compromissos negativos. JOANNA DE ÂNGELIS
Já
te dissemos: os Espíritos foram criados simples e ignorantes.Deus deixa que o homem escolha o caminho. Tanto pior para ele, se toma o caminho mau: mais longa será sua peregrinação.
É preciso que o Espírito ganhe experiência; é preciso, portanto, que conheça o bem e o mau.
Eis por que se
une ao corpo.
A lei de Deus é a mesma para todos; porém, o mal depende principalmente da vontade que se tenha de o praticar.
O bem é sempre o bem e o mal sempre o mal, qualquer que seja a posição do homem.
Diferença só há quanto ao grau da
responsabilidade.
Eu
disse que o mal depende da vontade.
Pois bem ! Tanto mais culpado é o
homem, quanto melhor sabe o que faz.
Assim, mais culpado é, aos olhos de Deus, o homem instruído que pratica uma
simples injustiça, do que o selvagem ignorante que se entrega aos seus instintos.
O
mal recai sobre quem lhe foi o causador.Quando o homem pratica, da posição em que os outros homens o colocam, aquele que é levado a praticar o mal pela posição em que seus semelhantes o colocam tem menos culpa do que os que, assim procedendo, o ocasionaram. Porque, cada um será punido, não só pelo mal que haja feito, mas também pelo mal a que tenha dado lugar.
Aquele
que não pratica o mal, mas que se aproveita do mal praticado por outrem, é
tão culpado quanto este.
É como se o houvera praticado. Aproveitar do mal é participar dele.
Talvez não fosse capaz de praticá-lo; mas, desde que,
achando-o feito, dele tira partido, é que o aprova; é que o teria praticado,
se pudera, ou se ousara.
Parece,
às vezes, que o mal é uma conseqüência da força das coisas.Tal, por exemplo, a necessidade em que o homem se vê, nalguns casos, de destruir, até mesmo o seu semelhante. Embora necessário, o mal não deixa de ser o mal.
Essa necessidade desaparece,
entretanto, à medida que a alma se depura, passando de uma a outra existência.
Para
agradar a Deus e assegurar a sua posição futura, não bastará, apenas, que o
homem não pratique o mal.Cumpre-lhe fazer o bem no limite de suas forças, porquanto responderá por todo mal que haja resultado de não haver praticado o bem.
Não
há quem não possa fazer o bem.
Somente o egoísta nunca encontra ensejo de o praticar.
Basta que se esteja em relações com outros homens para que se tenha
ocasião de fazer o bem, e não há dia da existência que não ofereça, a quem
não se ache cego pelo egoísmo, oportunidade de praticá-lo.
Para
certos homens, o meio onde se acham colocados representa a causa primária de
muitos vícios e crimes.
Mas ainda aí há uma prova que o Espírito escolheu,
quando em liberdade, levado pelo desejo de expor-se à tentação para ter o
mérito da resistência.
Há virtude em resistir-se voluntariamente ao mal que se deseja praticar, sobretudo
quando há possibilidade de satisfazer-se a esse desejo.
Quando
o homem se acha, de certo modo, mergulhado na atmosfera do vício, o mal se torna
um arrastamento.
Mas, irresistível, não; porquanto, mesmo dentro da atmosfera do vício, com grandes virtudes às vezes deparas.
São Espíritos que
tiveram a força de resistir e que, ao mesmo tempo, receberam a missão de
exercer boa influência sobre os seus semelhantes.
O
mérito do bem está na dificuldade em praticá-lo.
Nenhum merecimento há em fazê-lo sem esforço e quando nada custe.
Em melhor conta tem Deus o pobre que
divide com outro o seu único pedaço de pão, do que o rico que apenas dá do
que lhe sobra, disse-o Jesus, a propósito do óbolo da viúva.
Diante dessas impossibilidades, Santo Agostinho concebe o mal como privação, ou como movimento em sentido contrário ao Ser, à Criação e à Deus. A alma humana é dotada de livre-arbítrio; assim, pode afastar-se do Criador. Tal afastamento, como movimento de modificação, constitui o mal.
Contudo, não é pelo mesmo
caminho, isto é, pela escolha humana, que a alma se reaproxima de Deus. Esta tese serve para conciliar duas noções aparentemente contraditórias:
Enciclopédia digital 2002 www.enciclopedia.com.br - (Santo Agostinho )
Não
deves permitir a intromissão de forças negativas e destruidoras no campo íntimo
da alma.É sempre possível transformar o mal em bem, quando há firme disposição da criatura no serviço de fidelidade ao Senhor. Considera, meu amigo, as grandes verdades da vida eterna!
Toda reconciliação é difícil quando somos ignorantes na prática do amor, mas sem a reconciliação humana jamais seria possível nossa integração gloriosa com a Divindade! [16a - página 179 ] (Ver: Perdão)
Na Terra, a influência dos maus sobrepuja a dos bons, por fraqueza destes.
Os maus são intrigantes e audaciosos, os bons são tímidos.
A origem do mal sobre a Terra resulta da imperfeição dos Espíritos que aí
estão encarnados.
A predominância do mal decorre de que, sendo a Terra um mundo inferior, a maioria dos Espíritos que a habitam são, eles mesmos, inferiores, ou progrediram pouco.
Nos mundos mais avançados,
onde não são admitidos a se encarnarem senão Espíritos depurados,
o mal é desconhecido, ou em minoria. Os males da Humanidade são a conseqüência da inferioridade moral da maioria dos Espíritos encarnados.
Pelo contato dos
seus vícios, eles se tornam reciprocamente infelizes e se punem uns
aos outros. Não ocorre o mesmo quando se considera a pluralidade das existências, e a brevidade de cada uma com relação à eternidade.
O estudo do Espiritismo prova que a prosperidade do mau tem terríveis conseqüências nas existências seguintes; que as
aflições do homem de bem são, ao contrário, seguidas de
uma felicidade tanto maior e durável quanto ele as
suportou com mais resignação; é para ele como um
dia infeliz em toda uma existência de prosperidade. Allan Kardec [78 - O Homem durante a vida terrestre]
É imprescindível recordar o impositivo da perseverançano
bem.O comprazimento nessa ou naquela espécie de atitude ou companhia, leitura ou conversação menos edificantes, estabelece em nós o reflexo condicionado pelo qual inconscientemente nos voltamos para as correntes invisíveis que representam. É desse modo que formamos hábitos indesejáveis pelos quais nos fazemos pasto de entidades vampirizantes acabando na feição de arcabouços vivos para moléstias fantasmas. Pensando ou conversando constantemente sobre agentes enfermiços, quais sejam a acusação indébita e a critica destrutiva, o deboche e a crueldade, incorporamos de imediato, a influência das criaturas encarnadas e desencarnadas que os alimentam, porque o ato de voltar a semelhantes temas, contrários aos princípios que ajudam a vida e a regeneram, se transforma em reflexo Condicionado de caráter doentio, automatizando-nos a capacidade de transmitir tais agentes mórbidos, responsáveis por largo acervo de enfermidade e desequilíbrio. [29 - página 119]
É fácil conhecer o bem quando o nosso coração se nutre de boa-vontade à frente da Lei.O bem é o progresso e a felicidade, a segurança e a justiça para todos os nossos semelhantes e para todas as criaturas de nossa estrada, aos quais devemos empenhar as conveniências de nosso exclusivismo, mas sem qualquer constrangimento por parte de ordenações puramente humanas, que nos colocariam em falsa posição no serviço, por atuarem de fora para dentro, gerando, muitas vezes, em nosso cosmo interior, para nosso prejuízo, a indisciplina e a revolta. O bem será, desse modo, nossa decidida cooperação com a Lei, a favor de todos, ainda mesmo que isso nos custe a renunciação mais completa, visto não ignorarmos que, auxiliando a Lei do Senhor e agindo de conformidade com ela, seremos por ela ajudados e sustentados no campo dos valores imperecíveis. E o mal será sempre representado por aquela triste vocação do bem unicamente para nós mesmos, a expressar-se no egoísmo e na vaidade, na insensatez e no orgulho que nos assinalam a permanência nas linhas inferiores do espírito. Possuímos em Nosso Senhor Jesus-Cristo o paradigma do Eterno Bem sobre a Terra.
Tendo dado tudo de si, em benefício dos outros, não hesitou em aceitar o
supremo sacrifício no auxílio a todos, para que o bem de todos prevalecesse, ainda mesmo que a ele, em particular, se reservassem a
incompreensão e o sofrimento, a flagelação e a morte. [ 83 - página 90 ]
O bem é expansão da luz, o mal é condensação da sombra O
bem é a luz que liberta, o mal é a treva que aprisiona... [83 - página 70] (Ver: Pensamento)
Nunca te esqueças de que o amor vence todo ódio e de que o bem aniquila todo mal. [96 - páginas 245]
Acreditar na força do bem e cooperar com ela na sustentação da
harmonia geral, é imperativo da Lei Divina, de cuja execução não nos
é lícito desvencilhar. EMMANUEL
Dar utilidade à própria vida, transformando-nos em socorro e bênção
para os demais, é ser médium do Eterno Bem, sob a inspiração do Espírito
de Jesus Cristo, privilégio que cada um de nós pode usufruir. Trabalho de João Gonçalves Filho (BEM - 287)
Acreditar na força do bem e cooperar com ela na sustentação da
harmonia geral, é imperativo da Lei Divina, de cuja execução não nos
é lícito desvencilhar. EMMANUEL
O determinismo de Deus é o do bem, e todos os que se entregarem realmente
ao bem, triunfarão de todos os óbices do mundo. EMMANUEL
Não se diga que no homem estão conflitantes as forças do bem e do mal.Gerado pelo Divino Amor, está o homem fadado ao Amor. O bem, nele congênito, é o destino natural do ser, o estímulo para a vida, a geratriz da vida, sua preservação, seu estímulo, a luta para que se mantenha. Eleger a condição em que prefere transitar, é opção livre de cada um.
A diretriz do bem acalma, normaliza, dulcifica e integra o
homem na consciência cósmica. JOANNA DE ÂNGELIS
"Eu te ensinarei o verdadeiro conhecimento do bem
e do mal que o Espírito confunde tão freqüentemente.
O mal é a
revolta dos instintos contra a consciência,
esse tato interior e delicado que é o toque moral. O instinto, primitivamente destinado a desenvolver no homem animal o cuidado de sua conservação e de seu bem-estar, é a única origem do mal; porque, persistindo mais violento e mais áspero em certas naturezas, impele-os a se apoderar do que desejam ou a concentrar o que possuem.
O instinto, que os
animais seguem cegamente, e que lhes é a própria virtude, deve ser, sem
cessar, combatido pelo homem que quer se elevar e substituir o grosseiro
instrumento da necessidade pelas armas finamente cinzeladas da inteligência. Sociedade
Espírita de Paris. Espírito: LÁZARO http://www.espirito.org.br/portal/ codificacao/re/1862/02g- ensinamentos.html#instintos
Se lêsseis a história do mundo com os olhos do espírito, veríeis que sempre houve batalhas renovadas em certos períodos entre o bem e o mal.
Fases houve em que as inteligências não desenvolvidas predominaram, fases especialmente conseqüentes das grandes guerras que arrebentam entre vós. É muito prejudicial ser uma alma atirada fora da vida terrestre sem que seja o laço cortado por efeito da morte natural.
Toda destruição de vida corpórea é selvageria e loucura; selvageria, demonstrando uma bárbara ignorância das condições de vida e progresso, na vida de além-túmulo; loucura, por libertar de seus óbices um Espírito atrasado, irritado, que obtém assim mais intensa a capacidade malfazeja.
Com um tal método, não é de admirar que tenhais adquirido a convicção de que a disposição declarada para o crime é raras vezes sanável; sois vós próprios os cúmplices manifestos desses Espíritos, que assistem com alegria às quedas que estimularam.
Mas se quiserdes experimentar um melhor sistema para os culpados, obtereis um lucro perceptível, e incalculáveis bênçãos seriam conferidas aos mal guiados e aos viciosos. Deveríeis colocá-los onde espíritos adiantados e ardentes, entre vós, pudessem incutir-lhes a aversão ao pecado e a sede do bem, onde os bandos dos Bem-aventurados pudessem auxiliar os seus esforços e os Espíritos das mais elevadas esferas pudessem espalhar por sobre eles a sua reconfortante e benigna influência. Porém, reunis os espíritos perigosos e os castigais barbaramente com vinganças e crueldades, tratando-os como pessoas das quais nada mais se pode esperar, e o homem que foi a vítima da vossa ignorante repressão prossegue em sua louca carreira de pecado suicida, até que acrescentais, à série dos vossos atos insensatos, o último e pior; eliminais o culpado.
Vós o libertais do grande freio das suas paixões e o mandais trabalhar, sem obstáculo, na vida de além-túmulo, sob a infernal sugestão das suas paixões irritadas. Arrogai-vos falsamente o direito, pela Lei Divina, de derramar o sangue humano.
Errais, e não sabeis que os espíritos assim maltratados vingar-se-ão por sua vez de vós. Fabricastes um monstro que se compraz em estragar, em matar, em torturar, um Deus que se regozija infligindo amargos castigos sem-fim nem alívio.
Fizestes Deus pronunciar palavras que Ele nunca conheceu, atribuís-lhe leis que Ele reprovaria.
Dize-lhes que fazem mau juízo de ti, que te não conhecem nem podem conhecer-te até que apaguem as suas ignorantes concepções da tua natureza e do teu amor.
As guerras e massacres em massa são ainda mais pavorosos.
Aprendei primeiro a lição de ouro: que Piedade e Amor são a sabedoria, e não a vingança nem os castigos rancorosos. [108 - página 38 / 42]
O lobo que existe dentro de nós Uma noite, um sábio contou ao seu neto sobre a guerra que acontece dentro das pessoas. Ele disse: "A batalha é entre dois ‘lobos' que vivem dentro de todos nós".
O neto pensou nessa luta e perguntou ao avô: "Qual lobo vence?" |



