Obsessores
semelhantes aos ovóides, mas em um nível menos extremo. O espírito obsessor-vampirizador,
ao definir seu perseguido -- por questões_cármicas ou por simples prazer em exercer o mal --, põe-se a
sugar-lhe as forças. O vampirismo se faz ainda
mais presente no caso em que:
O espírito-vampiro
segue-lhe os passos, "alimentando-se" das emanações, sejam do fumo,
da bebida, etc., ou até mesmo do próprio fluido_vital. Há vários graus de subjugação em uma relação
vampirizante. Há vampiros que drenam apenas emanações
de fumo, bebida, etc., mas há aqueles que têm a capacidade de vampirizar a um
tal ponto que o obsidiado vê se minguarem-lhe as forças, emagrecendo,
adoecendo e não raro -- se não é efetuado um trabalho de desobsessão -- o
indivíduo pode acabar por morrer. O nome "vampiro" foi dado apenas
pelo ato de o espírito sugar as forças do outro e, não pela forma de seu perispírito,
que não apresenta semelhança com a figura conhecida do vampiro terrestre. No
entanto, um obsessor, dado o seu rebaixamento moral, adquire muitas vezes formas
grotescas de monstros e demônios, sempre de acordo com seu baixo nível moral.
http://www.plenus.net/arquivos/glossario.html
OBSESSÃO E VAMPIRISMO
Em processos diferentes, mas atendendo aos mesmos princípios de simbiose_p rejudicial, encontramos os circuitos de obsessão
e de vampirismo entre encarnados e desencarnados,
desde_as_eras
recuadas em que o espírito humano, iluminado pela razão, foi
chamado pelos princípios da Lei Divina a renunciar ...
Rebelando-se, no entanto, em grande maioria,
contra as sagradas convocações, e livres para escolher o próprio caminho, as
criaturas humanas desencarnadas, em alto número, começaram a oprimir os
companheiros da retaguarda, disputando afeições e riquezas que ficavam na
carne, ou tentando empreitadas
de vingança e delinqüência, quando sofriam o processo
liberatório da
desencarnação em circunstâncias delituosas.
As vítimas de homicídio, e violência, brutalidade manifesta ou perseguição
disfarçada, fora do vaso_físico, entram_na_faixa_mental_dos_ofensores, conhecendo-lhes a enormidade das
faltas ocultas, e, ao invés do perdão, com que se exonerariam da cadeia de
trevas, empenham-se em vinditas atrozes, retribuindo golpe a golpe e mal por
mal.
Outros desencarnados, exigindo que Deus lhes providencie solução aos caprichos
pueris e proclamando-se inabilitados para o resgate do preço devido à evolução
que lhes é necessária, tomam-se madraços e gozadores, e, alegando a suposta
impossibilidade de a Sabedoria Divina dirimir os padecimentos dos homens, pelos
próprios homens criados, fogem, acovardados e preguiçosos, aos deveres e serviços
que lhes competem.
[56
- página 114] - Uberaba,
19/3/1958
PARASITOSE
MENTAL
Na reunião da noite de 28 de outubro de 1954, fomos novamente felicitados
com a palavra do nosso Instrutor Espiritual Doutor Francisco de Menezes
Dias da Cruz, que nos enriqueceu os estudos, palestrando em torno do tema
que ele próprio definiu por “parasitose mental”.
Observações claras e
precisas, estabelecendo um paralelo entre:
O Doutor Dias da Cruz, na condição de médico que é, no-las fornece,
aconselhando-nos os elementos curativos do Divino Médico, através do
Evangelho, a fim de que estejamos em guarda contra a exploração da
sombra.
Avançando em nossos ligeiros
apontamentos acerca da obsessão,
cremos seja de nosso interesse apreciar o vampirismo,
ainda mesmo superficialmente, para figurá-lo como sendo inquietante fenômeno
de parasitose mental.
Sabemos que a parasitogenia
abarca em si todas as ocorrências fisiopatológicas, dentro das quais os
organismos vivos, quando negligenciados ou desnutridos, se habilitam à
hospedagem e à reprodução dos helmintos e dos ácaros que escravizam
homens e animais.
Não ignoramos também que o parasitismo
pode ser externo ou interno.
-
Nas
manifestações do primeiro, temos o assalto de elementos carnívoros,
como por exemplo as variadas espécies do aracnídeo acarino sobre o
campo epidérmico e,
-
nas
expressões do segundo, encontramos a infestação de elementos saprófagos,
como, por exemplo, as diversas classes de platielmíntios, em que se
destacam os cestóides no equipamento intestinal.
E, para evitar as múltiplas formas de degradação orgânica, que o parasitismo
impõe às suas vítimas, mobiliza o homem largamente os vermífugos, as
pastas sul-furadas, as loções mercuriais, o pó de estafiságria e
recursos outros, suscetíveis de atenuar-lhe os efeitos e extinguir-lhe as
causas.
No vampirismo,
devemos considerar igualmente os fatores externos e internos,
compreendendo, porém, que, na esfera da alma,
os primeiros dependem dos segundos, porquanto não há influenciação
exterior deprimente para a criatura, quando a própria criatura não se
deprime.
É que pelo ímã do
pensamento doentio e descontrolado, o homem provoca sobre si a contaminação
fluídica de entidades em desequilíbrio, capazes de conduzi-lo:
-
à
escabiose e à ulceração,
-
à
dipsomania e à loucura,
-
à
cirrose e aos tumores benignos ou malignos de variada procedência,
-
tanto
quanto aos vícios
que corroem a vida moral,
-
e,
através do próprio pensamento desgovernado, pode fabricar
para si mesmo as mais graves eclosões de alienação
mental, como sejam:
-
as
psicoses de angústia e ódio,
-
vaidade
e orgulho,
-
usura
e delinqüência,
-
desânimo
e egocentrismo, impondo ao veículo
orgânico processos patogênicos indefiníveis,
que lhe favorecem a derrocada ou a morte.
|
Imprescindível, assim, viver em guarda contra as ideias_fixas (Fixação mental), opressivas ou aviltantes,
que estabelecem, ao redor de nós, maiores ou menores perturbações,
sentenciando-nos à vala comum da frustração.
Toda forma de vampirismo
está vinculada à mente deficitária, ociosa ou inerte, que se
rende, desajustada, às sugestões inferiores que a exploram sem
defensiva.
Usemos, desse modo, na garantia
de nossa higiene mento-psíquica, os antissépticos do Evangelho.
-
Bondade
para com todos,
-
trabalho
incansável no bem,
-
otimismo
operante,
-
dever
irrepreensivelmente cumprido,
-
sinceridade,
-
boa-vontade,
-
esquecimento
integral das ofensas recebidas
-
e
fraternidade simples e pura, constituem sustentáculo de nossa saúde
espiritual.
— «Amai-vos uns aos outros como eu vos amei» recomendou o Divino
Mestre.
— «Caminhai como filhos da
luz» — ensinou o apóstolo da gentilidade.
Procurando, pois, o Senhor e
aqueles que o seguem valorosamente, pela reta conduta de cristãos leais
ao Cristo, vacinemos
nossas almas contra as flagelações externas ou internas da parasitose
mental.
[79
- página 159] - ano de 1954
(Instruções
Psicofônicas, FCXavier - 28 de outubro de 1954 - pelo Doutor Francisco de
Menezes Dias da Cruz, médico e trabalhador espírita, desencarnado em
1937, Presidente da Federação Espírita Brasileira no período de 1889 a
1895)
http://www.institutoandreluiz.org/estudo_das_enfermidades.html |