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Instinto

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        Espécie de inteligência rudimentar que dirige os seres vivos nas suas ações, malgrado a sua vontade e no interesse da sua conservação.

  • Pelo instinto obra-se sem raciocinar;
  • pela inteligência raciocina-se antes de obrar.

        No homem as idéias instintivas são muito freqüentemente confundidas com as idéias_intuitivas. Estas últimas são aquelas que ele hauriu quer no estado de Espírito, quer nas existências anteriores e das quais conserva uma vaga lembrança.

[126 - Vocabulário Espírita]

Instinto [do latim instinctu]Espécie de inteligência rudimentar que dirige os seres vivos em suas ações, à revelia de sua vontade e no interesse de sua conservação. O instinto torna-se inteligência quando surge a deliberação.

http://www.espirito.org.br/portal/doutrina/vocabulario/letra-i.html 

        Instinto [do latim instinctu]

  • 1. Tendência natural; aptidão inata.
  • 2. Força de origem biológica, própria do homem e dos animais superiores, que atua de modo inconsciente, espontâneo, automático, independente de aprendizado.

http://www.annex.com.br/pessoais/confrariahpe/i.htm 

O instinto não é independe da inteligência. O instinto é uma espécie de inteligência. É uma inteligência sem raciocínio. Por ele é que todos os seres provêem às suas necessidades.

[9a - página 78 questão 73]  

O instinto e a inteligência muitas vezes se confundem. Mas, muito bem se podem distinguir os atos que decorrem do instinto dos que são da inteligência.

[9a - página 79 questão 74]  

        O instinto existe sempre, independente da intelectualidade, mas o homem o despreza. O instinto também pode conduzir ao bem. Ele quase sempre nos guia e algumas vezes com mais segurança do que a razão. Nunca se transvia. O instinto seria sempre infalível, se não fosse falseada pela má educação, pelo orgulho e pelo egoísmo. O instinto não raciocina; a razão permite a escolha e dá ao homem o livre-arbítrio.  O instinto varia em suas manifestações, conforme às espécies e às suas necessidades. Nos seres que têm a consciência e a percepção das coisas exteriores, ele se alia à inteligência, isto é, à vontade e à liberdade.

[9a - página 79 questão 75]                                                               

 

Consumindo pensamentos alheios pela reflexão automática, exageramos nossas necessidades afastando-nos da simplicidade e estruturando complicado mecanismo de cautela e desconfiança, para além da justa preservação, retendo, apaixonadamente, o instinto da posse e, com o instinto da posse, criamos os reflexos do egoísmo e do orgulho, da vaidade e do medo. 

EMMANUEL

João Gonçalves Filho - (CUPIDEZ - 661)      Cupidez

      Freud (Sigmund Freud) argumentava que o princípio do prazer, na verdade, exprimia impulsos primitivos, animais. Para seus contemporâneos vitorianos, a ideia de que o comportamento humano fosse no fundo governado por compulsões sem nenhum propósito mais nobre que a auto-realização carnal era simplesmente escandalosa. O escândalo se atenuou nas décadas seguintes, mas o conceito freudiano do homem como animal foi mantido em segundo plano pelos cientistas cognitivos. Agora ele está de volta. Neurocientistas como Donald W Pfaff, da Universidade Rockefeller, e Jaak Panksepp, da Universidade Estadual de Bowling Green, acreditam hoje que os mecanismos instintivos que regem a motivação humana são ainda mais primitivos do que imaginava Freud. Nossos sistemas_básicos_de_controle_emocional são iguais aos de nossos parentes primatas e aos de todos os mamíferos.  No nível profundo da organização mental que Freud chamou de ID, a anatomia e a química funcionais de nosso cérebro não são muito diferentes daquelas dos animais que vivem nos currais ou dos bichos de estimação.

       

SCIENTIFIC AMERICAN Brasil ANO 3 - N°25 - Junho/2004

www.sciam.com.br 

        Não se poderia negar que, além de possuírem o instinto, alguns animais praticam atos combinados, que denunciam vontade de operar em determinado sentido e de acordo com as circunstâncias. Há, pois, neles, uma espécie de inteligência, mas cujo exercício quase que se circunscreve à utilização dos meios de satisfazerem às suas necessidades físicas e de proverem à conservação própria. 

 

[9a - página 294 questão 593]

A imitação da voz humana, por alguns animais, origina-se de uma particular conformação dos órgãos vocais, reforçada pelo instinto de imitação.

 

[9a - página 295 questão 596]

        Conquanto não tenha alma animal, que, por suas paixões, o nivele aos animais, o homem tem o corpo que, às vezes, o rebaixa até ao nível deles, por isso que o corpo é um ser dotado de vitalidade e de instinto, porém ininteligentes estes e restritos ao cuidado que a sua conservação requer. 

 

[9a - página 298 questão 605]

Assim, mais culpado é, aos olhos de Deus, o homem instruído que pratica uma simples injustiça, do que o selvagem ignorante que se entrega aos seus instinto.

 

[9a - página 312 questão 637]

A sobreexcitação dos instinto materiais abafa, por assim dizer, o senso moral, como o desenvolvimento do senso moral enfraquece pouco a pouco as faculdades puramente animais. 

 

[9a - página 354 questão 754]

Antes_de_se_unir_ao_corpo, a alma compreende melhor a lei de Deus do que depois de encarnada.  Compreende-a de acordo com o grau de perfeição que tenha atingido e dela guarda a intuição quando unida ao corpo.  Os maus instinto, porém, fazem ordinariamente que o homem a esqueça.

 

[9a - página 307 questão 620]

        Todo Espírito tem que progredir incessantemente. Aquele que, nesta vida, só tem o instinto do mal, terá noutra o do bem e é para isso que renasce muitas vezes, pois preciso é que todos progridam e atinjam a meta. A diferença está somente em que uns gastam mais tempo do que outros, porque assim o querem. Aquele, que só tem o instinto do bem, já se purificou, visto que talvez tenha tido o do mal em anterior existência. 

 

[9a - página 459 questão 993]

A Humanidade progride. Esses homens, em quem o instinto do mal domina e que se acham deslocados entre pessoas de bem, desaparecerão gradualmente. Mas, desaparecerão para renascer sob outros invólucros. Como então terão mais experiência, compreenderão melhor o bem e o mal.

 

[9a - página 354 questão 756]

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Ver também:

Crianças e Adolescentes

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