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Centros
vitais – (Chacras)
(Centros de
força - Pontos de força - Centros morfogênicos)
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Estudado no plano em que nos
encontramos, na posição de criaturas desencarnadas, o corpo espiritual ou
psicossoma é, assim, o veículo físico, relativamente definido pela ciência
humana, com os centros vitais que essa mesma ciência, por enquanto, não pode
perquirir e reconhecer.
No perispírito
possuímos todo o equipamento de
recursos automáticos que governam os bilhões de entidades microscópicas a
serviço da Inteligência, nos círculos de ação em que nos demoramos,
recursos esses adquiridos vagarosamente pelo ser, em milênios e milênios de
esforço e recapitulação, nos múltiplos setores da evolução
anímica.
É assim que, regendo a atividade
funcional dos órgãos relacionados pela fisiologia terrena, nele identificamos:
-
o centro coronário, instalado na
região central do cérebro, sede da
mente,
centro que assimila os estímulos do Plano Superior e orienta a forma, o
movimento, a estabilidade, o metabolismo orgânico e a vida consciencial da alma
encarnada ou desencarnada, nas cintas de aprendizado que lhe corresponde no
abrigo planetário. O centro coronário supervisiona, ainda, os outros centros
vitais que lhe obedecem ao impulso, procedente do Espírito, assim como as peças
secundárias de uma usina respondem ao comando da peça-motor de que se serve o
tirocínio do homem para concatená-las e dirigi-las.
Ver:
Sincronia
de estímulos
Desses centros secundários,
entrelaçados no psicossoma e, conseqüentemente, no corpo
físico, por redes
plexiformes, destacamos:
-
o
centro cerebral contíguo ao coronário, com influência
decisiva sobre os demais, governando o córtex encefálico na sustentação dos
sentidos, marcando a atividade das glândulas endocrínicas e administrando o
sistema nervoso, em toda a sua organização, coordenação, atividade e
mecanismo, desde os neurônios
sensitivos até as células efetoras;
-
o centro
laríngeo, controlando
notadamente a respiração e a fonação;
-
o centro
cardíaco, dirigindo a
emotividade e a circulação das forças de base;
-
o centro
esplênico,
determinando todas as atividades em que
se exprime o sistema hemático, dentro das variações de meio e volume sangüíneo;
-
o centro gástrico, responsabilizando-se pela digestão e absorção dos
alimentos densos ou menos densos que, de qualquer modo, representam concentrados
fluídicos penetrando-nos a organização,
-
e o centro
genésico, guiando a
modelagem de novas formas entre os homens ou o estabelecimento de estímulos
criadores, com vistas ao trabalho, à associação e à realização entre as
almas.
André
Luiz (Uberaba,19
de Janeiro de 1958)
[56 - página
28] |
A
exteriorização dos centros vitais se
processa associando:
-
conhecimento
magnético
-
e
sublimação espiritual.
Os cientistas humanos chegarão,
por si próprios, à realização referida, como já atingiram noções
preciosas quanto à regressão
da memória e exteriorização da sensibilidade.
[56 - página 169] - Uberaba,
23/4/1958
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Nosso corpo de matéria
rarefeita (perispírito) está intimamente regido por sete centros de
força (coronário, cerebral, laríngeo, cardíaco, esplênico, gástrico
e genésico), os quais se conjugam nas ramificações dos plexos e
que, vibrando em sintonia uns com os outros, ao influxo do poder
diretriz da mente, estabelecem para nosso uso um veículo de células
elétricas, que podemos definir como sendo um campo eletromagnético,
no qual o pensamento vibra em circuito fechado.
ANDRÉ
LUIZ - Psicografado
por Francisco Cândido Xavier
Trabalho
de João Gonçalves Filho -
(CENTROS DE FORÇA - 429)
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O
perispírito – corpo de matéria rarefeita – está
intimamente regido por sete centros de força, que se conjugam nas ramificações
dos plexos e que, vibrando em sintonia uns com os outros, pelo poder da
mente,
estabelecem para nosso uso, um veículo de células elétricas (como um campo
magnético).
[4 - página 126]
[1 - página 80]
A complexa tessitura psicossômica apresenta, ao que
tudo indica, um número considerável de “pontos de força”, responsáveis
pela distribuição da energia vital (“neuropsíquica” [1
p.169])
e pelo equilíbrio fisiológico do organismo físico.
Nos Vedas, já
se sabia da sua existência. E muito antes os chineses com base no
Taoísmo.
[1 - página 75]
Segundo se compreende, é através do
duplo etérico,
com seus recursos vitais (“emanações neuropsíquicas” [28
- cit.
página 99]*) que
os centros de forças do perispírito,
compondo um complexo sistema de redes de intercomunicação e interação
energética, sustentam a organização somática,
possibilitando que cada célula
física receba da respectiva célula
[1 - página 168]
A tradição oriental denomina esses
centros de chacras
ou tchacras (do sâncrito: roda, círculo,disco,órbita), localizar-se-iam, num
segundo corpo, sutil, matriz do físico.
São sete os chacras citados
Em sâncrito:
-
sahasrâra, situado no alto da cabeça;
-
ajnã, na região frontal
do cérebro;
-
vishuddha, na região do pescoço;
-
anâhata, sobre o
coração;
-
manipura, na região do estômago;
-
swadhisthana, na
altura do baço,
-
e
mulâdhâra, situado na parte inferior da coluna
vertebral.
O perispírito rege a
vida física, dinamizando a
energia vital aglutinada no chamado
duplo etérico, através de seus
centros de força.
Como estes se projetam no duplo etérico, de natureza mais próxima à do
corpo material, refletindo-se neste, torna-se possível sua detecção por
instrumentação física.
[1 - página 78]
É sob o comando dos
centros vitais do psicossoma que se processa a interação energética total entre o corpo físico
e o perispírito. Identificados
por alguns cientistas como “centros morfogênicos”.
Nas fases de intermissão os centros vitais nada perdem em importância,
na sustentação do dinamismos perispírito, embora com algumas transformações
importantes, principalmente, nos centros gástrico e
genésico, como informa
André Luiz (espírito).
[1 - página 85]
[13 - cit. página 28]*
Os
Centros de Força
e A Glândula Pineal
http://www.cvdee.org.br/em/em07.rtf
LINKs:
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