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Morte de ente querido

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Essa causa de dor atinge assim o rico, como o pobre: representa uma prova, ou expiação, e comum é a lei. Tendes, porém, uma consolação em poderdes comunicar-vos_com_os_vossos_amigos pelos meios que vos estão ao alcance, enquanto não dispondes de outros mais diretos e mais acessíveis aos vossos sentidos.

 

[9a - página 433 questão 934]

PSICOGRAFIAS PÚBLICAS EM BLUMENAU, SC



http://www.youtube.com/watch?v=KHqjFeqpjY8

 

MAIS CARTAS DO ALÉM, NO CEIL DE BLUMENAU

http://www.youtube.com/watch?v=7EYdkNgzXQU

 

 

Outras psicografias - médium José Fernando Araujo:

Transmissão AO VIVO, através do canal de televisão, www.canal500.com, que pode ser visto em qualquer lugar do mundo, onde tem uma boa internet, tanto por computador quanto por iphone, ipad ou android.

CEIL - Centro Espírita Irmã Lucia - Blumenau - SC - www.ceil.com.br (47) 3336-2204


http://www.cartaconsoladora.com.br/

Psicografias:

A Perda de Entes Queridos

https://www.youtube.com/watch?v=QCzMDgP3KXM

  • 1. O padre François Brune diz que é escandaloso o silêncio, o desdém e mesmo a censura exercida pela Ciência e pela Igreja, a respeito da descoberta mais extraordinária de nosso tempo: a existência de vida após a vida e a possibilidade de comunicar-nos com os que chamamos de mortos. (P. 15).
  • 2. Acompanhando e estudando as pesquisas mais recentes realizadas nesse campo, Brune diz que suas conclusões ultrapassaram o que havia previsto: não somente a credibilidade científica das experiências com os mortos encontra-se confirmada e não pode mais ser posta em dúvida, como a prodigiosa riqueza dessa literatura_do_Além reanimou nele o que séculos de intelectualismo teológico haviam extinguido. (P. 15).
  • 3. A Igreja, diz ele, nutre a maior desconfiança em relação a esse tipo de fenômenos e, embora pregando a eternidade, não aceita que se possa vivê-la e entrar em comunicação com ela. Mas nem sempre foi assim. (P. 16).
  • 4. “A morte - afirma Brune - é apenas uma passagem.” Nossa_vida_continua, sem qualquer interrupção, até o fim dos tempos e levaremos conosco para o Além nossa personalidade, nossas lembranças, nosso caráter. (P. 17).

https://plus.google.com/u/0/111327385522076207713/posts/FN7RhwzLiQf?cfem=1        As dores inconsoláveis dos que sobrevivem se refletem nos Espíritos que as causam.

        O Espírito é sensível à lembrança e às saudades dos que lhe eram caros na Terra; mas, uma dor incessante e desarrazoada o toca penosamente, porque, nessa dor excessiva, ele vê falta de fé no futuro e de confiança em Deus e, por conseguinte, um obstáculo ao adiantamento dos que o choram e talvez à sua reunião com estes.

        Estando o Espírito mais feliz no Espaço que na Terra, lamentar que ele tenha deixado a vida corpórea é deplorar que seja feliz.  Figuremos dois amigos que se achem metidos na mesma prisão.  Ambos alcançarão um dia a liberdade, mas um a obtém antes do outro.  Seria caridoso que o que continuou preso se entristecesse porque o seu amigo foi libertado primeiro?  Não haveria, de sua parte, mais egoísmo do que afeição em querer que do seu cativeiro e do seu sofrer partilhasse o outro por igual tempo? O mesmo se dá com dois seres que se amam na Terra. O que parte primeiro é o que primeiro se liberta e só nos cabe felicitá-lo, aguardando com paciência o momento em que a nosso turno também o seremos.

        Façamos ainda, a este propósito, outra comparação. Tendes um amigo que, junto de vós, se encontra em penosíssima situação. Sua saúde ou seus interesses exigem que vá para outro país, onde estará melhor a todos os respeitos. Deixará temporariamente de se achar ao vosso lado, mas com ele vos correspondereis sempre: a separação será apenas material.

        Desgostar-vos-ia o seu afastamento, embora para o bem dele?

        Pelas provas patentes, que ministra, da vida futura, da presença, em torno de nós, daqueles a quem amamos, da continuidade da afeição e da solicitude que nos dispensavam; pelas relações que nos faculta manter com eles, a Doutrina Espírita nos oferece suprema consolação, por ocasião de uma  das mais legítimas dores.  Com o Espiritismo, não mais solidão, não mais abandono: o homem, por muito insulado que esteja, tem sempre perto de si amigos com quem pode comunicar-se.

        Impacientemente suportamos as tribulações da vida. Tão intoleráveis nos parecem, que não compreendemos possamos sofrê-las.  Entretanto, se as tivermos suportado corajosamente, se soubermos impor silêncio às nossas murmurações, felicitar-nos-emos, quando fora desta prisão terrena, como o doente que sofre se felicita, quando curado, por se haver submetido a um tratamento doloroso.

[9a - página 434 questão 936]


Programa Márcia Band Fala Sobre Espiritismo e Psicografias

Psicopgrafias:

        Pergunta feita no programa Flávio Cavalcante ao médium Francisco_Cândido_Xavier:
  • Flávio Cavalcante: Márcia de Windsor, a sua pergunta.

  • Márcia de Windsor – Eu faço apenas uma pergunta, servindo de portadora da mesma. Uma senhora perdeu um filho há um ano e durante esse ano inteiro essa senhora tem chorado, tem penado dores incríveis, numa inconformação absoluta por essa perda. Ela, muito aflita, me pede que lhe pergunte se essas lágrimas, se toda essa dor, esse sofrimento podem prejudicar, de algum modo o seu filho.

  • Chico Xavier – Em outros casos semelhantes, temos recebido o esclarecimento de que essa dor, essa dor entranhada na alma inconformada daqueles que ficam, prejudica muito e às vezes, de maneira intensa, aos corações amados que nos precedem na Vida Espiritual. Seria tão bom que essa mãe generosa pudesse entregar o filhinho a Deus, de quem ela recebeu esse mesmo filho, a fim de protegê-lo e orientá-lo nesse mundo! E estamos certos de que ela procurando reencontrá-lo entre tantas outras crianças que ai estão necessitadas, rapazes mesmo que precisam de benfeitores paternais e maternais, essa abençoada mãezinha estará extinguindo a dor dela no caminho desse filho, que deve, naturalmente, se afligir.

    Peçamos a Deus para que ela tenha bastante serenidade e que, na condição de mãe, na grandeza maternal de todas as mães, ela possa continuar auxiliando e abençoando o filho que partiu no rumo da Vida Maior.

[118 - questão 120] - Emmanuel - Transcrição do “Serviço Espírita de Informações” – SEI – Rio de Janeiro (RJ) 27 de julho de 1974, sob o título “Chico Xavier no Programa Flávio Cavalcanti”

Entre aqueles que se amam,
A morte aparece em vão,
Pode plantar saudade,
Mas nunca a separação.

 
Meimei
 
Médium: Francisco Cândido Xavier

http://www.luizbertini.net/mensagem2.html 


SAUDADE E AMOR

 

          Ante as lembranças queridas dos entes amados que te precederam na Grande Transformação, é natural que as tuas orações, em auxílio a eles, surjam orvalhadas de lágrimas.

          Entretanto, não permitas que a saudade se te faça desespero.   (Ver: Assistência espiritual)

          Recorda-os, efetuando por eles, o bem que desejariam fazer.

  • Imagina-lhes as mãos dentro das tuas e oferece algum apoio aos necessitados; 

  • lembra-lhes a presença amiga e visita um doente, qual se lhes estivesses atendendo a determinada solicitação; 

  • distribui sorrisos e palavras de amor com os irmãos algemados a rudes provas, como se os visses falando por teus lábios e atravessarás os dias de tristeza ou de angústia com a luz da esperança no coração, caminhando, em rumo certo, para o reencontro feliz com todos eles, nas bênçãos de Jesus, em plena imortalidade.

EMMANUEL

http://universoespirita.org.br/ajuda_pedidos/TRANSC0011.htm

        A oração coopera eficazmente em favor do que partiu, muitas vezes com o espírito emaranhado na rede das ilusões da existência material. Todavia, o coração amigo que ficou aí no mundo, pela vibração silenciosa e pelo desejo perseverante de ser útil ao companheiro que o precedeu na sepultura, para os movimentos da vida, nos momentos de repouso do corpo, em que a alma evolvida pode gozar de relativa liberdade, pode encontrar o Espírito_sofredor ou errante do amigo desencarnado, despertar-lhe a vontade no cumprimento do dever, bem como orientá-lo sobre a sua realidade nova, sem que a sua memória corporal registre o acontecimento na vigília comum.

        Daí nasce a afirmativa de que somente o amor pode atravessar o abismo da morte.

 

EMMANUEL

[41a - página 189 questão 330]

Para os pais que sofrem a falta de um filho, causada pela morte, não há nada mais maravilhoso do que saber que seu filho vive em Espírito e que o reencontrará um dia. Portanto, Deus não perderia a oportunidade de criar esta maravilha. Não é possível que Deus não tenha criado o que, verdadeiramente, é de tudo o mais maravilhoso para os pais que sentem a saudade e sofrem a tristeza da falta de um filho amado.  

[ 0 ]

        Que horrenda é a ideia do Nada! Quão de lastimar são os que acreditam que no vácuo se perde, sem encontrar eco que lhe responda, a voz do amigo que chora o seu amigo! Jamais conheceram as puras e santas afeiçoes os que pensam que todo morre com o corpo; que o gênio, que com a sua vasta inteligência iluminou o mundo; é uma combinação de matéria, que, qual sopro, se extingue para sempre; que do mais querido ente, de um pai, de uma mãe, ou de um filho adorado não restará senão um pouco de pó que o vento irremediavelmente dispersará.

        Como pode um homem de coração conservar-se frio a essa ideia? Como não o gela de terror a ideia de um aniquilamento absoluto e não lhe faz, ao menos, desejar que não seja assim? Se até hoje não lhe foi suficiente a razão para afastar de seu espírito quaisquer dúvidas, aí está o Espiritismo a dissipar toda incerteza com relação ao futuro, por meio das provas materiais que dá da sobrevivência_da_alma e da existência dos seres de além-túmulo. Tanto assim é que por toda a parte essas provas são acolhidas com júbilo; a confiança renasce, pois que o homem doravante sabe que a vida terrestre é apenas uma breve passagem conducente a melhor vida; que seus trabalhos neste mundo não lhe ficam perdidos e que as mais santas afeições não se despedaçam sem mais esperanças. (Cap. IV, n° 18; Cap. V, n° 21.)

[24 - página 422 Item 62]

  • Pergunta feita ao Médium Francisco_Cândido_Xavier: Chico, eu gostaria de fazer uma pergunta muito pessoal. Eu perdi meu pai, há dois anos. No começo eu chorava demais e diziam que a gente não devia chorar porque perturbava o espírito dele. A partir daquilo eu passei a chorar menos e a pensar mais nele. Senti que, realmente, isso me trouxe mais tranqüilidade. Acha você que quando a gente chora muito por um ente que nos deixou aqui, perturba o seu espírito?

  • Resposta: Geralmente, quando partimos da Terra, partimos em condições difíceis, sempre traumatizados por violenta saudade e essa saudade também fica do lado de cá.

    Se persistirmos nas impressões de dor negativa, cultivando angústia interminada, isso se reflete sobre a pessoa que nós amamos.

    Sem dúvida, o parente é nosso, a lágrima é uma herança nossa, sofremos e choramos, mas sempre que pudermos chorar escorados na fé em Deus, escorados na certeza de que vamos nos reencontrar, isso tranqüiliza aquele ente amado que espera de nós um diálogo pacífico.

    Creio que tudo aquilo que você fala com tanto amor, nas suas horas de maior sofrimento, ou que fala com tanto carinho junto às relíquias de seu venerado pai, em Gethsemani, tudo isso alcança, pelos mais belos sentimentos, seu pai, porque vocês estão ligados.
[118 - questão 36] - Emmanuel - Entrevista realizada por Hebe Camargo, a 17 de setembro de 1973, no Horto Florestal Paulistano, para o seu programa da TV Record, Canal 7, São Paulo.
Na noite de 28 de julho de 1971 no Canal 4, no programa "Pinga Fogo" da TV Tupi, São Paulo, Chico Xavier foi entrevistado por diversas pessoas. Selecionamos para esta página a pergunta formulada por Almir:

Almir — Dona Hilda Jorrad, da Rua Major Diogo-609, pergunta muito triste. Diz ela: “Perdi um filho há um ano. Choro muito. Quero saber: as minhas lágrimas estão prejudicando o meu filho?” 

   

Chico Xavier — Quando as lágrimas nascem do nosso reconhecimento a Deus pelos benefícios que recebemos; quando as lágrimas refletem a nossa saudade tocada de esperança, os nossos amigos desencarnados nos dizem que as lágrimas fazem a eles muito bem, porque elas são luzes no caminho daqueles que são lembrados com imenso carinho. Mas quando as nossas lágrimas traduzem revolta de nossa parte diante dos desígnios divinos que nós não podemos de imediato sondar, quando essas lágrimas retratam rebeldia, essas lágrimas prejudicam os desencarnados. Tanto quanto prejudicam os encarnados também.

http://universoespirita.org.br/chicoxavier/livros/lcx_111.htm

Eles Vivem!

Antes os que partiram, precedendo-te na Grande Mudança, não permitas que o desespero te ensombre o coração.
 

Eles não morreram.
 

Estão vivos.
 

Compartilham-te as aflições, quando te lastimas sem consolo.
 

Inquietam-se com a tua rendição aos desafios da angústia quando te afaste da confiança em Deus.
 

Eles sabem igualmente quanto dói a separação.
 

Conhecem o pranto da despedida e te recordam as mãos trementes no adeus, conservando na acústica do espírito as palavras que pronunciaste, quando não mais conseguiam responder às interpelações que articulaste no auge da amargura.
 

Não admitas estejam eles indiferentes ao teu caminho ou à tua dor.
 

Eles percebem quanto te custa a readaptação ao mundo e à existência terrestre sem eles e quase sempre se transformam em cirineus de ternura incessante, amparando-te o trabalho de renovação ou enxugando-te as lágrimas quando tateias a lousa ou lhes enfeitas a memória perguntando porque....
 

Pensa neles com saudade convertida em oração.
 

As tuas preces de amor representam acordes de esperança e devotamento, despertando-os para visões mais altas da vida.
 

Quando puderes, realiza por eles as tarefas em que estimariam prosseguir e te-los-ás contigo por infatigáveis zeladores de teus dias.
 

Se muitos deles são teu refúgio e inspiração nas atividades a que te prendes no mundo, para muitos outros deles és o apoio e o incentivo para a elevação que se lhes faz necessária.
 

Quando te disponhas a buscar os entes queridos domiciliados no Mais Além, não te detenhas na terra que lhes resguarda as últimas relíquias da experiência no plano material...
 

Contempla os céus em que mundos inumeráveis nos falam da união sem adeus e ouvirás a voz deles no próprio coração, a dizer-te que não caminharam na direção da noite,  mais sim ao encontro de Novo Despertar.


 

(Emmanuel)

www.idefran.com.br


Invisíveis_mas_não_ausentes.ppt

Mãe, estou aqui!

          A senhora X havia perdido, há alguns meses, sua filha única, de catorze anos de idade, objeto de toda a sua ternura, e muito digna de seus lamentos pelas qualidades que prometiam fazer, dela, uma mulher perfeita. Essa jovem pessoa havia sucumbido a uma longa e dolorosa doença. A mãe, inconsolável com essa perda, via, dia a dia, sua saúde alterar-se, e repetia, sem cessar, que iria logo juntar-se com sua filha. Instruída quanto à possibilidade de se comunicar com os seres de além-túmulo, a senhora X resolveu procurar, em uma conversa com a sua criança, um alívio para sua pena. Uma dama de seu conhecimento era médium, mas, pouco experimentadas, uma e outra, para semelhantes evocações, sobretudo, em uma circunstância tão solene, me convida para assistir. Não éramos senão três: A mãe, a médium e eu. Eis o resultado dessa primeira sessão.

  • a mãe. Em nome de Deus Todo-Poderoso, Espírito de Julie X, minha filha querida, eu te peço vir se Deus o permite.
    • julie. Mãe! Eu estou aqui.
  • a mãe. É mesmo tu, minha criança, quem me responde? Como posso saber que és tu?
    • julie. Lili.
      • (Era um pequeno nome familiar dado à jovem, em sua infância; não era conhecido nem pelo médium nem por mim, já que, desde vários anos, não a chamava senão pelo seu nome de Julie. A esse sinal, a identidade era evidente; a mãe, não podendo dominar sua emoção, explode em soluços).
    • julie. Mãe! Por que se afligir? Sou feliz; bem feliz; não sofro mais e te vejo sempre.
  • a mãe. Mas eu não te vejo. Onde estás?
    • julie. Aí; ao lado de ti, minha mão sobre a senhora Y (a médium) para_fazer_com_que_escreva, o que te digo. Veja minha escrita. (A escrita era, com efeito, a da sua filha.)
  • a mãe. Tu dizes: minha mão; tens, pois, um corpo?
    • julie. Não tenho mais esse_corpo_que_me_fazia_sofrer; mas tenho dele a aparência. Não estás contente, que eu não sofra mais, uma vez que posso conversar contigo?
  • a mãe. Se eu te visse, pois, te reconheceria?
    • julie. Sim, sem dúvida, e tu já me tens visto, freqüentemente, em teus sonhos.
  • a mãe. Eu te revi, com efeito, em meus sonhos, mas, acreditei que era um efeito da minha imaginação, uma lembrança.
    • Julie. Não; sou eu que estou sempre contigo, e que procura te consolar; fui eu quem te inspirou a idéia de me evocar. Tenho muitas coisas a dizer-te. Desconfie do senhor F, ele não é franco.
      • (Esse senhor, só conhecido de sua mãe, e assim nomeado espontaneamente, era uma nova prova da identidade do Espírito que se manifestava.)
  • a mãe. Que pode, pois, fazer contra mim o senhor F?
    • julie. Não posso dizer-te; isso me é proibido. Não posso mais que advertir-te para dele desconfiar.
  • a mãe. Estás entre os anjos!
    • julie. Oh! não ainda; não sou bastante perfeita.
  • a mãe. Não te reconheço, no entanto, nenhum defeito; tu eras boa, doce, amorosa e benevolente para todo o mundo; será que isso não basta?
    • julie. Para ti, mãe querida, eu não tinha nenhum defeito; eu acreditava nisso; tu me dizias, muito freqüentemente! Mas, no presente, vejo o que me falta para ser perfeita
  • a mãe. Como adquirires as qualidades que te faltam?
    • julie. Em novas existências, que serão mais e mais felizes.
  • a mãe. Será na Terra que terás essas novas existências?
    • julie. Disso não sei nada.
  • a mãe. Uma vez que não havias feito mal durante tua vida, porque tanto sofreste?
    • julie. Prova! Prova! Eu a suportei com paciência, pela minha confiança em Deus; por isso, sou bem feliz hoje. Até breve, mãe querida!

          Em presença de semelhantes fatos, quem ousaria falar do nada do túmulo, quando a vida futura se nos revela, por assim dizer, palpável? Essa mãe, minada pelo desgosto, goza, hoje, de uma felicidade inefável por poder conversar com sua criança; não há mais, entre elas, separação; suas almas se confundem e se expandem, no seio uma da outra, pela permuta dos seus pensamentos.
          Malgrado o véu do qual cercamos essa relação, não nos permitiríamos publicá-la, se para isso não estivéssemos formalmente autorizados. Pudessem, disse-nos essa mãe, todos aqueles que perderam suas afeições na Terra, experimentar a minha mesma consolação!
          Não acrescentaremos senão uma palavra endereçada àqueles que negam a existência dos bons_Espíritos; nós lhes perguntaremos como poderiam provar que o Espírito dessa jovem era um demônio malfazejo.

[37 - página 16] - Allan Kardec - Janeiro/1858 - http://www.espirito.org.br/portal/codificacao/re/1858/01g-evocacoes-mae.html

  

 

       Livros contendo mensagens de entes queridos, psicografadas por Chico Xavier, com análise e depoimentos dos respectivos parentes:

  • JOVENS NO ALÉM - Grupo Espírita Emmanuel S/C Editora - 1975

    • Augusto César Netto

    • Carlos Alberto da Silva Lourenço

    • Jair Presente

    • Wady Abrahão Filho

  • SOMOS SEIS - Grupo Espírita Emmanuel S/C Editora - 1976

  • CRIANÇAS NO ALÉM - Grupo Espírita Emmanuel S/C Editora - 1977

  • ENXUGANDO LÁGRIMAS - Instituto de Difusão Espírita - 1978

    • Yolanda Caralina Giglio Villela
    • João Jorge de Lima
    • Cristina; Jussara Maria; Ana Paula e Márcia Moreira Quaresma
    • Acylino Luiz Pereira Neto
    • Manoel Soares
    • Antenor de Amorim
    • Alvicto Osoris Nogueira
    • Gastão Henrique Gregoris
    • Henriques Emanuel Gregoris
    • Izídio Inácio da Silva
    • Marina Cupertino
    • Jacob Oliveira
    • Maurício Xavier de Vieira
  • VIAJORES DA LUZ - Grupo Espírita Emmanuel S/C Editora - 1980

    • Carlos Alberto Andrade Santoro
    • Lidai Benini
    • Cícero Barbosa Lima Júnior
    • Domingos Pinatari
    • Carmelo Grisi
  • VIDA NO ALÉM - Grupo Espírita Emmanuel S/C Editora - 1980

  • VIVENDO SEMPRE - Instituto Divulgação Editora André Luiz - 1981

    • Judith Moraes Dias
    • Laerte Assyrio Chaves
    • Marisa Lorena Babini
    • Antonio Carlos Mundim
    • Cássio Leme Maciel
    • Alzira de Oliveira
    • Luiz Rodrigues Neves
    • Ivone Martins Zazino
    • Carlos Gataz Stur
    • João Alves de Sousa Reis Filho
    • Luiza Biondi
    • Pedro Luis Pantaléo
    • Eduardo Budaszewski
    • Cláudio Rogério Alves do Nascimento
    • Cezar de Melo
    • Oswaldo Gomes Coimbra Filho
    • Eddie Barroso Soares
    • Arnaldo Bedaqui Junior e José Donizetti Bedaqui
    • Frederico Birnstiel
    • Paulo Roberto Cossi
  • FILHOS VOLTANDO - Grupo Espírita Emmanuel S/C Editora - 1982

    • José Roberto Pereira da Silva
    • José Roberto Pereira Cassiano
  • VENCERAM - Grupo Espírita Emmanuel S/C Editora - 1983

    • Carlos Alberto da Silva Lourenço
    • Carlos Alberto de Toledo
    • João Luiz Palatinus
    • Luiz Adamo Nucci
    • Wady Abrahão Filho
  • ESTAMOS NO ALÉM  - Instituto de Difusão Espírita - 1983

    • Alberto Davoli (Mogi Mirim, SP)
    • Ângelo Luizari Filho (Presidente Prudente, SP)
    • Antônio Jabur Neto (Jardinópolis, SP)
    • Carlos Alberto dos Santos Costa (Rio de janeiro, RJ)
    • Carlos César Pereira Basílio (Goiânia, GO)
    • Fernanda Goghi Cruañes (Limeira, SP)
    • Francisco Corrêa de Figueiredo (Três Pontas, MG)
    • Gerard Patrick Castelnaud (Rio de Janeiro, RJ)
    • Humberto Furlan (Ribeirão Preto, SP)
    • José Eduardo Jorge (Ribeirão Preto, SP)
    • José Murilo Netto (Juiz de Fora, MG)
    • Júlio Fernando Leite de Sant´Anna (Goiânia, GO)
    • Mônica Martins Bizarro (Leopoldo de Bulhões, GO)
    • Paulo Marcelo Reis Azevedo (Ribeirão Preto, SP)
    • Pedro Luiz de Carvalho Costa (São Paulo, SP)
    • Reginaldo Ramalho (Santos, SP)
    • René Oliva Strang (Ribeirão Preto, SP)
    • Roberto de Salas (São Paulo, SP)
    • Rui Vagner Garcia (Tupã, SP)
    • Sandra Regina Camargo (Goiânia, GO)
  • NOVAMENTE EM CASA Grupo Espírita Emmanuel S/C Editora - 1984

    • Álvaro Gonçalves
    • Argemiro Correa de Azevedo Filho
    • Docílio de Miranda Souza
    • Edvar Santana
    • Francisco Eduardo de Oliveira Morais
    • Geraldo Arantes de Souza
    • Hamílton dos Santos
    • Hélio Manzo Júnior
    • José Esmelcerei Bernardo
    • Luiz Alli Fayrdin
    • Marcel Jivago de Faria França
    • Maurício de Lima Basso
    • Meire Adriana Agnello
    • Paula Opípari Ramos
    • Paulo Augusto Signore
    • Tânia Paes Leme de Barros
  • VIDA ALÉM DA VIDA - Cultura Espírita União - CEU - 1988

    • Lineu de Paula Leão Junior
  • VIAJARAM MAIS CEDO - Grupo Espírita Emmanuel S/C Editora - 1985

    • Djalma Pompeu de Camargo Rangel
    • Evaldo Zamboni
    • Giovanna Motta
    • Heitor José Morina
    • Joaquim Afonso Carvalho
    • Luíza Corrêa Jardim
    • Mauro Augusto Cacique Andrade
    • Nelly Ferreira
    • Raul Pinheiro Torres Júnior
    • Renato José Sorrentino
    • Ricardo Carvalho de Mello
    • Simone Couceiro Horcel
    • Tibério Graco Dias
  • ASSUNTOS DA VIDA E DA MORTE - Grupo Espírita Emmanuel S/C

    Editora - 1991

    • Alceu Gouvêa Andries
    • Dimas Luiz Zornetta
    • Domingos Donizetti Zornetta
    • Maria Filomena de Jesus
    • Christino Gomes Portal
    • Fábio Mário Henry
    • Gilberto Teixeira da Silva Júnior
    • Wellington Ramon Monteiro Rodrigues
    • Solange Victoretti
    • Maurício Chacon
    • Dejair Fernando Rosa
    • Lilian Guadalupe Alves
    • Elizabete Aluotto Scalzo Palhares
  • ESTAMOS VIVOS - Instituto de Difusão Espírita - 1993

    • Alexandre Furtado Cardoso
    • Rodrigo Junqueira Alves de Souza
    • Wagner Augusto de Souza Júnior
    • Vitor Leonardo Santana
    • Romêro Junqueira de Souza
    • Antônio Carlos Nunes
    • Carlos Normando de Assis
    • Emídio Manuel Pereira de Araújo
    • Israel Ovídio Nogueira Júnior
    • José Afonso de Souza Queiroz
    • Júlio Brasílio Moraes
    • Luiz Carlos de Freitas
    • Magno Cardoso
    • Pedro Alexandre Borba Pereira
    • Sergio de Assis Cesarino
    • Valéria Consentino
  • VIVEREMOS SEMPRE - Instituto Divulgação Editora André Luiz - 1993

    • Carlos Alberto Elisei
    • José Demathê Filho 
    • Ayres Pinheiro
    • Rodrigues Bacci
    • Maria Cardoso
    • Tereza Franchini
    • Delfina Reverte
    • Leal Fernandes
    • Eccard Vollú
  • NINGUÉM MORRE - Instituto de Difusão Espírita - 1995

    • Bernardino Victoi Júnior
    • Edna Telma Pena
    • Eliete Caetano Grimaldi
    • Fátima Solange Assis Campos
    • João dos Santos Moutinho
    • Maria Thereza Lopes Maniglia
    • José Roberto Alves Pereira, Luci Maniglia Alves Pereira, Maria Antonieta Comodaro Pereira,
      Roberto Alves Pereira, Luciana Alves Pereira e Valdomiro Alves Pereira Neto.
    • Marco Antônio Migotto
    • Maria Dinah
    • Osmar de Freitas Filho
    • Wander Alves Azerêdo

As cartas psicografadas por Chico Xavier - trailer oficial

        "Quem pode reconhecer uma grande esperança na morte, pode também levar uma vida a partir da esperança. (...) O homem só é explicável, se existir um Amor que supere todo o isolamento, também o da morte, numa totalidade que transcenda até o espaço e o tempo. O homem só é explicável, só encontra o seu sentido mais profundo, se Deus existir. E nós sabemos que Deus saiu do seu afastamento e fez-se próximo, entrou na nossa vida e diz-nos: «Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá. E todo aquele que vive e crê em mim, jamais morrerá» (Jo 11, 25-26)" Bento XVI

Leia +http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/audiences/2011/documents/hf_ben-xvi_aud_20111102_po.html

1ª Psicografia do Guilherme Luiz Mendonça Ferreira

Mamãe Maiza,

Me abençoe, e compreenda o quanto me esforço para escrever esta carta, pois ainda me encontro convalescente.

A Anna mesma me pediu: “— Gui, não tente, é muito esforço!. Eu ainda não me vejo com coragem para enfrentar um compromisso como este”.

— Anna, vou tentar, e se me for permitido eu darei notícias à mamãe Maiza, ao papai Luiz, ao meu irmão Neto, e à Dona Mária, que sempre me tratou com carinho.

Ainda está difícil mãe!

Às vezes, eu e a Anna nos entregamos às lágrimas, tal a nossa preocupação quanto a vocês.

Mãe, quem tem me ajudado bastante é a tia Meire, e ela está aqui me ajudando, e trazemos o abraço do tio Nilson, do tio José, do vovô Múcio.

É..., vovó Terezinha... O vovô Múcio é um grande amigo.

Mãe, procure esquecer-se da viagem até Goiânia, pois eu e a Anna estávamos tão felizes na volta para Anápolis, mas aconteceu o que não esperávamos.

De certa forma me sinto culpado, embora a Anna me diga: “— Gui, você não tem culpa alguma. Esquece! Vamos cumprir com calma o que nos é necessário. Vamos ajudar ao outro com nossa confiança”.

Vovó Terezinha, não me deixe sem suas orações. Prometo a você que estarei bem.

O vovô Múcio vai ficar feliz quando eu chegar até ele dando a notícia de que escrevi esta carta.

Beijão vó.

Mãe, não se entregue.

Mária, você terá uma carta como esta da Anna Heloysa, e penso que não vai demorar muito. Levarei até ela o seu abraço carinhoso. Ela está melhor que eu, mas acha que deve esperar mais um pouco.

Meu abraço mãe.

Meu abraço no papai Luiz, no Neto, enfim, meu carinho a todos os nossos.

Guilherme Luiz Mendonça Ferreira.

MENSAGEM PSICOGRAFADA PELO MÉDIUM CELSO DE ALMEIDA AFONSO, EM REUNIÃO PÚBLICA, NA NOITE DO DIA 07/10/2011, NO CENTRO ESPÍRITA “AURÉLIO AGOSTINHO”, À AV. LUCAS BORGES, 61 – UBERABA – MG.

Esclarecimentos:

  • Maiza Mendonça Ferreira — Mãe;
  • Luiz Claudinei Ferreira — Pai;
  • Neto — Irmão;
  • Vovó Terezinha — Avó materna;
  • Máriamarcia Melo Constante (Márcia) — Mãe da Anna;
  • Wilson Constante — Pai da Anna;
  • Anna Heloysa Constante — Noiva (estava no carro com o Guilherme quando aconteceu o acidente, vindo também a desencarnar. Anna nasceu no dia 26/06/1985, em Anápolis – GO);
  • Tia Meire  — Tia materna, desencarnada em 17/08/1980, em decorrência de um acidente de carro;
  • Tio Nilson  — Tio Avô, desencarnado em 09/09/1988;
  • Tio José  — Tio Avô, desencarnado em 08/03/1994;
  • Vovô Múcio  — Avô materno, desencarnado em 11/03/1980.

Comentário:

A vida de Anna Heloysa e Guilherme é o exemplo de uma história escrita pela amizade sincera e pelo amor pleno, que os arrebatou na inocência da infância, passou pelas provações elementares da juventude, até chegar à plenitude do amadurecimento. O amor pela vida, demonstrado por Anna Heloysa (dentista) e Guilherme (advogado), é algo muito forte, que atravessou o céu e as estrelas, tornando-se eternos. Mas, na profundeza da alma, é a essência do amor que transforma, que torno tudo de novo... Estas dádivas, ambos herdaram primeiro de Deus que os criou, depois daqueles que pelo amor foram unidos e geraram vida. "Se pudéssemos materializar uma face para a vida plena, ela certamente teria o rosto de Anna Heloysa e Guilherme Luiz".

Guilherme Luiz Mendonça Ferreira
Nasceu em 03/10/1984 em Anápolis – GO
Desencarnou em 30/07/2011 em Anápolis - GO

http://www.saudadeeadeus.com.br/primeiraguilherme.htm

LINKs:

Programa 3ª Revelação - A perda dos entes queridos - https://www.youtube.com/watch?v=WZ1AaOYM5GU



Ver também:

 

Crianças e Adolescentes

DESAPARECIDOS