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Aparece especialmente notável no processo de reencarnação, em que o ritmo
morfogenético, obedecendo aos impulsos psicossômicos
de crescimento, leva à formação de um novo corpo
físico, que se estrutura
rigorosamente de acordo com as características que marcam o corpo
espiritual.
-
“Uma única célula, para funcionar, necessita de 2.000
enzimas específicas.”
-
“A reunião de 1.000
dessas enzimas, de forma ordenada e perfeita, no decorrer de bilhões de
anos, representa, na verdade, uma impossibilidade, estatística: uma em dez,
elevado ao expoente 1.000”
-
“Não podemos senão constatar a existência
de um fenômeno de ordem subjacente que conduz inelutavelmente ao surgimento da
vida”
[1
- página 63]
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Nos últimos anos, inúmeros cientistas de muitos
países têm pressuposto a existência de uma espécie de matriz, uma espécie
de padrão organizador, invisível, inerente aos seres vivos. Na União Soviética, o Dr. Alexandre Studitsky picou um tecido muscular
em pedacinhos e enfiou-os na ferida feita no corpo de um rato. A partir desses
pedacinhos, o corpo reconstituiu um músculo inteiramente novo, como se
existisse um padrão organizador. Cientistas
norte-americanos, tomando de um glóbulo de protoplasma, que deveria crescer no
braço de um animal fetal, o colocaram no lugar da perna. Daí nasceu uma perna,
e não um braço, o que supõe, mais uma vez, um campo organizador.
[1
- página 64]
Modelo Organizador Biológico – MOB.
Rupert SHELDRAKE, da Universidade de Cambridge e da Royal Society, mostra
que o papel do DNA na estruturação dos organismos é bem mais modesta
do que se imagina.
[1
- página 65]
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Entre as demonstrações de SHELDRAKE propicia,
chama a atenção o caso, p.ex., dos platelmintos. Se um animal é cortado em
pedaços, cada parte se transforma em um organismo completo, mostrando que
existe uma “matriz invisível”, que permite a regeneração mesmo que removidas partes importantes.
Essa capacidade modeladora (ou plasmadora), varia de acordo com a evolução
do Espírito. Os Espíritos superiores podem plasmar por si mesmo e, não raro,
com a colaboração de instrutores da Vida Maior, o corpo em que continuarão as
futuras experiências.
[1
- página 76]
[13 - cit. página
152]*
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Os Espíritos inferiores que, nos inícios da
aprendizagem evolutiva, apresentam-se extremamente submissos ao comando biológico
ditado pela hereditariedade.
[1
- páginas 66 e 67 ]
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Na ausência do perispírito, pode acontecer que
um organismo se desenvolva sem que chegue a se tornar viável, como é o caso
dos natimortos. Pode mesmo haver um início de reencarnação, com um princípio
de moldagem perispiritual do novo corpo que, entretanto, se interrompe com a
cessação do processo e o afastamento do perispírito. Devido a isso,
interrompe-se naturalmente a gravidez ou, se for o caso, acontece o parto de
corpo sem vida. Deus o permite como prova, quer para os pais do nascituro, quer
para o Espírito designado a tomar lugar entre os vivos. A função organizadora do perispírito não diz apenas com a
forma, mas, principalmente, com os diversos sistemas de sustentação
psicofisiológica que regerão sua vida.
[1
- páginas 68 e 69 ]
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Nesse processo,
todavia, não acontece somente o fluxo de energia vital
(“neuropsíquica”
[1
p.169]), mas também uma espécie de “drenagem” da
energia degradada (miasmas espirituais), atraída aos centros de força do
perispírito, devido à invigilância moral e seus fatores subseqüentes, como a
desarmonização e o remorso. Esse tipo de energia provocará
as disfunções e as malformações que levarão o reencarnante – quase
sempre mui dolorosamente – à rearmonização espiritual, condição de seu
progresso.
[1
- página 70]
[13 - cit. página
154]*
(
Ver: Corpo
Espiritual depois da morte do corpo físico)
Como
se vê, essa importante função perispirítica, responsável pela organização
do instrumento físico do Espírito que retorna, aparece como o dado fundamental
no esquema da evolução
humana.
[1
- página 70]
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