Página acima: Via Lactea
Sistema solar

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http://heliopereiriano.iforums.com.br/viewtopic.php?t=91& 


http://www.aticaeducacional.com.br/htdocs/secoes/atual_cie.aspx?cod=759


http://www.findpk.com/zahid/universe.htm


http://www.findpk.com/zahid/universe.htm

http://constelaciondeorion.blogspot.com/2006/06/escalas-astronmicas.html 

        Estamos mais ou menos no meio de um dos distantes braços espiralados da nossa Galáxia: a Via_Láctea. Perdidos, confusos, e sem referência para nada em níveis galácticos e universal. Sequer estamos no centro desta galáxia que comporta 400 bilhões de outros_sóis_iguais, maiores ou menores que o nosso. E esta galáxia é apenas uma das 400 outras bilhões que compõem o Universo conhecido. Enfim há apenas vários septilhões de estrelas conhecidas no Universo.
        Nosso_Sol, maior referência em nosso imaginário celestial é apenas uma estrelinha se comparado a Eta Carinae que é cinco milhões de vezes maior que ele e Betelgueuse que é trezentas vezes maior que Eta Carinae. E este monstro cintilante do espaço chamada de Canis_Majoris que é uma estrela nada mais nada menos que um bilhão de vezes maior que o Sol. Será que isso não é suficiente para nos fazer pensar na nossa insignificância no contexto universal?
        Pense bem! A Terra é tão pequena que caberia um milhão delas dentro do nosso Sol, o que quer dizer que caberiam um quatrilhão de planetas Terra dentro da estrela Canis Majoris.
        Dentre as 400 bilhões de galáxias a de Andrômeda, que possui 400 bilhões de estrelas e 200 000 anos luz de diâmetro é a mais próxima da Via Láctea e está a 2,2 milhões de anos luz de distância, ou seja, 20 quintilhões de quilômetros. Se conseguíssemos um dia viajar a velocidade da luz (360 mil quilômetros por segundo) levaríamos dois milhões e duzentos mil anos para chegar até Andrômeda.
        No entanto a Via Láctea e Andromeda são galaxias medianas em número de estrelas, uma vez que já se supõem haverem galáxias elípticas com mais de um trilhão de estrelas.
        Mas, nossa galáxia é tão pequena que o nosso Sol e os planetas solares demoram apenas 226 milhões de anos para completar uma órbita em torno da Via Láctea.
        A estrela mais próxima do Sol é Próxima Centauri, situada a 4,2 anos luz daqui. Para irmos até ela, viajando na velocidade da luz levaríamos mais de quatro anos.
        Em todo este contexto será que apenas uma raça de seres viventes, baseada, em carbono, emergiu e evoluiu para a vida inteligente e se tornou capaz de prever o que pode acontecer com seu futuro.
        É até ridículo pensar que os Maias, os Astecas, os seguidores do I Ching e outras baboseiras em circulação pela Terra teriam capacidade de prever o fim do Planeta.
        Isso não descarta a possibilidade de que algum dia nossa Estrela vai se expandir e virar uma anã_branca e, é claro, exterminar tudo o que existe em nosso sistema solar. Mas para isso há uma previsão otimista. De acordo com a média de vida das estrelas o nosso Sol só deve acelerar sua ignição daqui há alguns bilhões de anos.

        A propósito: sobre o fim do mundo leia os livros de ficção cientifica “OH MY GOD” e “O MANTO DE VEGA”. Com essa leitura você pode até mudar sua concepção sobre a vida.

Luiz Paulo Pieri - Jornalista e Escritor de Ficção Científica - luiz.pieri@camara.gov.br

A hipótese moderna para a origem do sistema solar é baseada na hipótese nebular, sugerida em 1755 pelo filósofo alemão Immanuel Kant (1724-1804), e desenvolvida em 1796 pelo matemático francês Pierre-Simon de Laplace (1749-1827), em seu livro Exposition du Systéme du Monde.

        Laplace, que desenvolveu a teoria das probabilidades, calculou que como todos os planetas estão no mesmo plano, giram em torno do Sol na mesma direção, e também giram em torno de si mesmo na mesma direção (com excessão de Vênus), só poderiam ter se formado de uma mesma grande nuvem de partículas em rotação. Essa hipótese sugeria que uma grande nuvem rotante de gás interestelar, a nebulosa solar, colapsou para dar origem ao Sol e aos planetas. Uma vez que a contração iniciou, a força gravitacional da nuvem atuando em si mesma acelerou o colapso. À medida que a nuvem colapsava, a rotação da nuvem aumentava por conservação do momentum angular e, com o passar do tempo, a massa de gás rotante assumiria uma forma_discoidal, com uma concentração central que deu origem ao Sol. Os planetas teriam se formado a partir do material no disco.


Ver mais informações em:
http://astro.if.ufrgs.br/planetas/planetas.htm# 

        Sucedeu que, num ponto do Universo, perdido entre as miríades de mundos, a matéria_cósmica se condensou sob a forma de imensa nebulosa, animada esta das leis_universais que regem a matéria. Em virtude dessas leis, notadamente da força molecular de atração, tomou ela a forma de um esferóide, a única que pode assumir uma massa de matéria insulada no espaço.

        O movimento_circular produzido pela gravitação, rigorosamente igual, de todas as zonas moleculares em direção ao centro, logo modificou a esfera primitiva, a fim de a conduzir, de movimento em movimento, à forma lenticular. Falamos do conjunto da nebulosa.

[38 - capítulo VI  página 118 item 20 ] - Allan Kardec  - A Gênese - 1868

        Novas forças surgiram em conseqüência desse movimento de rotação: 

  • a força centrípeta (tendendo a reunir todas as partes no centro)

  • e a força centrífuga (tendendo a afastá-las dele).

        Ora, acelerando-se o movimento, à medida que a nebulosa se condensa, e aumentando o seu raio, à medida que ela se aproxima da forma lenticular, a força centrífuga, incessantemente desenvolvida por essas duas causas, predominou de pronto sobre a atração central.

        Assim como um movimento demasiado rápido da funda lhe quebra a corda, indo o projetil cair longe, também a predominância da força centrífuga destacou o circo equatorial da nebulosa e desse anel uma nova massa se formou, isolada da primeira, mas, todavia, submetida ao seu império. Aquela massa conservou o seu movimento equatorial que, modificado, se lhe tornou movimento de translação em torno do astro solar. Ao demais, o seu novo estado lhe dá um movimento de rotação em torno do próprio centro.

[38  - capítulo VI  página 118 item 21 ] - Allan Kardec  - A Gênese - 1868

        A nebulosa_geratriz, que deu origem a esse novo mundo, condensou-se e retomou a forma esférica; mas, como o primitivo calor, desenvolvido por seus diversos movimentos, só com extrema lentidão se atenuasse, o fenômeno que acabamos de descrever se reproduzirá muitas vezes e durante longo período, enquanto a nebulosa não se haja tornado bastante densa, bastante sólida, para oferecer resistência eficaz às modificações de forma, que o seu movimento de rotação sucessivamente lhe imprime.

        Ela, pois, não terá dado nascimento a um só astro, mas a centenas de mundos destacados do foco central, saídos dela pelo modo de formação mencionado acima.  Ora, cada um de seus mundos, revestido, como o mundo primitivo, das forças naturais que presidem à criação dos universos gerará sucessivamente novos globos que desde então lhe gravitarão em torno, como ele, juntamente com seus irmãos, gravita em torno do foco que lhes deu existência e vida. Cada um desses mundos será um Sol, centro de um turbilhão de planetas sucessivamente destacados do seu equador. Esses planetas receberão uma vida especial, particular, embora dependente do astro que os gerou.

[38 - capítulo VI  página 119 item 22 ] - Allan Kardec  - A Gênese - 1868

Formação do Sistema Solar

 

http://www.on.br/site_edu_dist_ss/modulos/modulo_1/7-formacao-sistema/7-formacao-sistema.html 

Descoberto sistema planetário semelhante ao nosso Sistema Solar

        Ainda não encontramos um sistema exactamente análogo ao nosso, com um planeta com uma órbita circular e uma massa próxima da de Júpiter, mas esta descoberta mostra que estamos a chegar lá. Estamos a ponto de encontrar planetas que se encontrem a distâncias superiores a 4 u.a. das estrelas que orbitam", afirmou Butler. "Penso que encontraremos mais planetas deste tipo entre as 1200 estrelas que temos vindo a observar."

        A equipa partilhou os seus dados com o astrónomo Greg Laughlin da Universidade da Califórnia (E.U.A). Os seus cálculos dinâmicos mostraram que um planeta com uma dimensão semelhante há da Terra poderia existir numa órbita estável entre estes dois gigantes gasosos. Mas isto não passa, até ao momento, de pura especulação. No total, a equipa de investigadores, encontrou 13 planetas. Entre eles encontra-se o mais pequeno planeta descoberto até hoje. Ele orbita a estrela HD49674, da constelação Auriga_(O_Cocheiro), da qual se encontra separado por apenas 0,05 u.a. A sua massa é cerca de 15% da de Júpiter (40 vezes a massa da Terra). Este estudo vem assim elevar para 90 o número de planetas extra-solares até hoje descoberto.

http://www.astro.up.pt/nd/astro_news/2002/0621pt.html 

Para mais informações: http://science.nasa.gov/headlines/y2002/13jun_newplanets.htm?list101146



Cientistas descobrem planeta maior que Plutão no Sistema Solar

http://360graus.terra.com.br/expedicoes/default.asp?did=14230&action=news


órbita da 2003 UB313 em 29 de Julho de 2005 ( NASA)
fonte: http://neo.jpl.nasa.gov/orbits/2003ub313.html

http://commons.wikimedia.org/wiki/File:2003-UB313-orbits.png

 


http://www.gemini.edu/gallery/v/astronomical_images_and_illustrations/Illustrations/2003_UB313_orbIt.jpg.html

 

 

        As notícias de um novo planeta no Sitema Solar começaram a chegar no Verão passado. O astro rochoso, baptizado com o estranho nome de 2003 UB 313, aparecia como um forte candidato ao lugar de décimo planeta. Hoje, novas observações publicadas na Nature vêm reforçar esta hipótese e relançar a polémica sobre o que é um planeta afinal, o misterioso astro não é só maior do que Plutão, mas é também o maior objecto trans-neptuniano conhecido até hoje.
        Recorde-se que, já no Verão passado, a equipa de cientistas norte-americanos liderada por Mike Brown anunciara a detecção do 2003 UB 313. Na altura, no entanto, pensavam que o corpo celeste, composto de rocha e gelo, seria, no mínimo, do mesmo tamanho que Plutão.
       "O que os astronomos conseguiram agora foi medir definitivamente o tamanho do objecto e concluir de vez que é muito maior do que Plutão", explicou ao DN Nuno Peixinho, investigador do Grupo de Astrofísica da Universidade de Coimbra. Uma descoberta "fantástica", que volta a levantar a questão sobre o que deve ser ou não um planeta.
        De acordo com o trabalho publicado hoje na Nature, o 2003 UB 313 tem 3100 quilómetros de diâmetro - bem mais do que os 2300 quilómetros de Plutão. Para chegar a estas conclusões, a equipa liderada por Frank Bertoldi, da Universidade de Bonna, na Alemanha, recorreu a um radiotelescópio de 30 metros de diâmetro, na Sierra Nevada. O trabalho permitiu-lhes medir a razão entre a luz solar recebida pelo objecto e a luz reflectida pelo mesmo (albedo) e calcular o seu tamanho, com base na radiação térmica emitida.
        Além de ser o maior objecto do cinturão_de_Kuiper - ou seja, trans-neptuniano - conhecido até hoje, o 2003 UB 313 é também o mais distante detectado no Sistema Solar. Demora 560 anos terrestres a completar uma volta em torno do Sol - quase o dobro do que Plutão. O que levanta questões sobre o lugar deste último no Sistema. É que, se os quatro planetas mais próximos do Sol são corpos rochosos, de tamanho modesto, e os quatro seguintes são gigantes gasosos, Plutão - e 2003 UB 313 -são completamente diferentes com órbitas muito excêntricas e compostos sobretudo de gelo. Por isso, 2003 UB 313 é o décimo planeta ou Plutão deve perder o seu título?
        Para Nuno Peixinho, embora seja "fantástico" descobrir um objecto desta dimensão na cintura de Kuiper - onde orbitam milhares de asteróides -, seria "preferível" que nenhum destes objectos trans-neptunianos fosse considerado um planeta - nem mesmo Plutão. Recorde-se que, desde o primeiro, descoberto em 1992, já se detectaram cerca de mil objectos trans-neptunianos.
        Segundo o astrofísico, estima-se que haja "mais cinco a dez do tamanho de Plutão, ainda por descobrir". Ou seja, se a União Astronómica Internacional optar por considerar o 2003 UB 313 , é provável que a lista se avolume e a lengalenga - "Mercúrio, Vénus, Terra, Marte..." - que se aprende na escola se torne bem mais difícl de decorar...

DIÁRIO DE NOTÍCIAS
http://dn.sapo.pt/inicio/interior.aspx?content_id=635323

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Ver também:


Crianças e Adolescentes

DESAPARECIDOS