Anãs

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Anã Branca

          Estrela agonizante. Seu diâmetro eqüivale a 1/100 do raio do Sol (aproximadamente o tamanho da Terra), sua luminosidade a 1/10.000 a do Sol, e. sua massa é menor do que o limite de Chandrasekhar (1,4 vezes a do Sol). A densidade das anãs brancas é 1.000.000 de vezes superior à da água.

          Embora geralmente sejam brancas, estas estrelas podem ser de qualquer cor, sendo que esta depende da temperatura de sua superfície. As anãs brancas mais quentes, que foram as primeiras a serem descobertas, são de cor branca. O estágio de anã branca é o antepenúltimo no processo de morte de uma estrela cuja massa final (após o colapso de suas camadas externas) é inferior a 1,4 vezes a do Sol. Após estas estrelas terem fundido todo seu hidrogênio elas entram em colapso. Quando, em função do colapso, elas atingem uma temperatura suficiente para reiniciar a fusão, esta se inicia com um salto e elas transformam-se em gigantes vermelhas.

          As gigantes vermelhas perdem a maior parte de sua massa no vento solar transformando-se em nebulosas_planetárias e continuam a perder massa. Os núcleos resfriados destas nebulosas são as anãs brancas. Estas estrelas agonizantes não conseguem mais produzir energia a partir da fusão, e sua luz advém da fuga de gás quente de seu interior. Quando esta fonte de calor se esgotar elas perderão seu brilho e se transformarão em anãs_pretas. Como elas não estão mais efetuando a fusão, não existe mais energia capaz de contra-atacar os efeitos da força gravitacional, e elas entram em colapso. Em conseqüência, sua matéria está degenerada, o que significa que os elétrons escaparam de seus átomos e se uniram. A força que evita que as anãs brancas tornem-se estrelas de neutros ou buracos_negros é chamada de degeneração, e é provocada pela resistência mútua dos elétrons.  (Ver: Desintegração )

          Os cálculos efetuados para determinar que dimensão as anãs brancas devem ter para permanecerem estáveis demonstram que quanto mais massa uma anã branca tiver, menor ela será. A anã branca mais famosa é Sírius B, companheira da estrela Sírius.


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Anã Vermelha

          Menor estrela da seqüência principal e provavelmente o tipo mais comum de estrela. Os astrônomos acreditam que 80% de todas as estrelas sejam anãs vermelhas

          As anãs vermelhas possuem a superfície fria (de acordo com os padrões siderais) e, como fundem seu combustível nuclear vagarosamente, elas brilham durante 50 bilhões de anos. Devido a seu pequeno tamanho e baixa temperatura (2.000 a 3.000 K), sua luminosidade corresponde a apenas 5% a 0,01% da do Sol. Em conseqüência os astrônomos só conseguem ver as anãs vermelhas que estão a até 100 anos-luz de distância.


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Anãs Marrons

        Corpos celestes que seriam estrelas, porém não possuem massa suficiente para efetuar reações nucleares. Até o momento nenhuma anã marrom foi realmente identificada, mas há evidências de que algumas estão se formando na nuvem Camaleão e de que já existem algumas nas Plêiades. As anãs marrons teriam uma quantidade de massa entre a de Júpiter e a das estrelas de pouca massa. Alguns astrônomos acreditam que as anãs marrons sejam uma parte da matéria escura do Universo.

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Anãs Marrons

        É um objeto pequeno e opaco, com uma massa entre 0,013 e 0,080 massas_solares (o que equivale a 13 a 80 massas de Júpiter). Isto significa que sua massa não é suficiente para iniciar, na sua região central, o processo de reação nuclear que transforma hidrogênio em hélio. Uma anã marrom não pode, por conseguinte, produzir energia suficiente para brilhar como uma estrela. No entanto, embora este objeto seja pequeno demais para realizar uma fusão nuclear normal de hidrogênio em hélio ele é suficientemente grande para realizar a fusão do deutério. As anãs marrom são maiores do que os planetas mas menores do que as estrelas. Podemos dizer que uma anã marrom é um tipo de "estrela que falhou".

http://www.on.br/glossario/alfabeto/a/a.html#aglomeradoaberto 

Anãs Pretas

Anãs brancas que se resfriaram completamente. Não se sabe se nosso Universo é antigo o suficiente para que este tipo de corpo celeste já tenha se formado.

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Anãs Castanhas

        As anãs castanhas são conhecidas como "estrelas falhadas", pois embora sejam maiores que os planetas gigantes, como é o caso de Júpiter, a sua massa é inferior a 8% da massa do Sol, ou seja, são, tipicamente, cerca de 75 vezes maiores que Júpiter. Não são suficientemente pesadas para produzir no seu interior as reacções nucleares que as fariam brilhar como estrelas.

        As anãs castanhas podem ser melhor detectadas se observarmos o céu no infravermelho, porque a sua superfície liberta calor à medida que elas lentamente se contraem. Com uma massa que se estima ser 38 a 70 vezes superior à massa de Júpiter, esta recém identificada anã castanha orbita uma estrela designada por LHS 2397a. O par encontra-se a 46 anos-luz da Terra.

http://www.astro.up.pt/nd/astro_news/2002/0528pt.html

 

Crianças e Adolescentes

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