Sol

Sol, cujo núcleo e zona próxima de irradiação escapam à possibilidade de observação, sem a aparelhagem específica, mas que, projetando-se, expandindo seus potenciais energéticos, origina a fotosfera, a qual, de sua vez, forma a cromosfera e esta, a coroa solar e um vasto campo que chega a abranger todo um sistema planetário! Percebe-se, assim, só a sua projeção, mas sabe-se que lá está ele, desde o centro, irradiando e sustentando a vida em tudo que se encontra sob sua regência gravitacional.

 [1 p. 187] http://www.universohp.cjb.net/


           (1 UA - unidade astronômica - são 150 milhões de quilômetros - a distância entre a Terra e o Sol)


Sabe-se, em conseqüência de modernas observações, que ele não é fixo, nem central, como se acreditava nos primeiros tempos da nova astronomia; que avança pelo espaço, arrastando consigo o seu vasto sistema de planetas, de satélites e de cometas.

          Ora, não é fortuita esta marcha e ele não vai, errando pelos vácuos infinitos, transviar seus filhos e seus súditos, longe das regiões que lhe estão assinadas. Não, sua órbita é determinada e, em concorrência com outros sóis da mesma ordem e rodeados todos de certo número de terras habitadas, ele gravita em torno de um sol central. Seu movimento de gravitação, como o dos sóis seus irmãos, é inapreciável a observações anuais, porque somente grande número de períodos seculares seriam suficientes para marcar um desses anos astrais.

[38  cap. VI  pág.128 it.42 ] - Allan Kardec  - A Gênese - 1868


        Massa solar é a quantidade de massa no nosso Sol e corresponde a 1,99 x 1030. Ela é também a unidade na qual as massas de outras estrelas, galáxias e outros corpos celestes grandes são expressas. Um buraco negro tem algo entre um milhão a um bilhão de massas solares

http://www.on.br/glossario/alfabeto/m/m.html#massasolar 


       Pequena expedição de entidades espirituais, uma das inumeráveis turmas de socorro que colaboram nos círculos da Crosta, representam milhares de servidores, nessas condições, ligados a diversas regiões espirituais mais elevadas. Com atividades entrelaçadas com as tarefas de vários instrutores de Nosso Lar. (*)

        Este grupo destina-se ao reconforto de doentes graves e agonizantes

  • De modo geral, as condições de luta para os enfermos são mais difíceis à noite. 

  • Os raios solares, nas horas diurnas, destroem grande parte das criações mentais inferiores dos doentes em estado melindroso, não acontecendo o mesmo à noite, quando o magnetismo lunar favorece as criações de qualquer espécie, boas ou más. Em vista disso, o nosso esforço há de ser vigilante. 

        Quase ninguém no círculo de nossos irmãos encarnados conhece a extensão de nossas tarefas de socorro. Permanecem eles num campo de vibrações muito diferentes das nossas e não podem apreender ou discriminar nosso auxilio. Isto, porém, não importa. Outros benfeitores, muito mais elevados que aqueles dos quais podemos guardar conhecimento direto, velam por nós e inspiram-nos, devotadamente, no campo das obrigações comuns, sem que vejamos a sua forma de expressão nos trabalhos referentes aos divinos desígnios.

(*) Colônia de que trata o primeiro livro de André Luiz, com esse mesmo nome: "Nosso Lar" 

[16a - página 71] - André Luiz -  1943


        Na maior parte das vezes, é mais eficiente o concurso das entidades espirituais à noite, quando os raios solares diretos não desintegram certos recursos de cooperação destas entidades.

[16a - página 65] - André Luiz -  1943


       A radioatividade opera incessantemente, trabalhando as suas forças sobre a matéria. O Sol é essa fonte vital para todos os núcleos da vida planetária. Todos os seres, como todos os centros em que se processam as forças embrionárias da vida, recebem a renovação constante de suas energias através da chuva incessante dos átomos, que a sede do sistema envia à sua família de mundos, equilibrados na sua atração, dentro do Infinito.

[41a - página 27] Emmanuel - 1940


        Sabeis que o sol está em estado de completa desagregação atômica, pela radioatividade, o que significa saída de elétrons (energia, transformação de g em b); estes são lançados à Terra, junto com todas as demais formas de energia. Esses centros dinâmicos lançados pelo sol ricocheteiam, penetram ou se combinam na atmosfera elétrica que circunda o vosso planeta, produzindo vários fenômenos, cujas causas não saberíeis explicar de outra maneira, como por exemplo, o da luz difusa no céu noturno. O feixe de radiações dinâmicas que o sol vos envia é o mais volumoso, complexo e rico. O fato de que os raios solares, caindo numa superfície negra de um metro quadrado, exercem sobre este uma pressão de quatro décimos de miligrama, mostra-vos, além de sua constituição eletrônica, que a radiação-luz se conjuga também com impulsos ativos-reativos de ordem gravífica. Verificais, nos fenômenos de radioatividade, que a dissociação espontânea da matéria implica num enorme desenvolvimento de calor, devido, justamente, à emissão (a partir do sistema planetário atômico) das partículas periféricas. E calculastes: m v2/2 (em que m = massa, e v = velocidade), a energia cinética de cada partícula; 1,78 x 109 cm/s, a velocidade média de uma partícula.

[63 - A GRANDE SÍNTESE - ESTUDO DA FASE BETA:  ENERGIA ]

http://pietroubaldieditora.com.br/biblioteca/GS/GrandeSintese/Capitulo046/fPagina187.htm


        O Sol só é uma estrela por causa da grande quantidade de massa que tem, cerca de 334.672 vezes a massa da Terra. É constituído, principalmente pelos gases hidrogénio e hélio, que são os dois gases mais leves que existem.

        A massa do Sol

        Quando se diz que o Sol tem quase 98% de gases a pergunta mais comum que aparece é: como é possível o Sol ter tanta massa, ser tão grande sendo formado de gases?
        Bem, essa é uma longa história que nem mesmo os cientistas que estudam o Sol e outras estrelas sabem explicar exactamente como acontece, mas uma coisa eles sabem: antes de existir o Sol e os planetas o que existia no lugar do sistema solar era uma enorme nuvem de gases e poeira muito maior que o sistema solar. Os gases são os que conhecemos: oxigénio, azoto e principalmente hidrogénio e hélio; a poeira são todos os outros elementos químicos; ferro, ouro, urânio, etc. Mas, a grande parte dessa nuvem era formada por hidrogénio e o hélio. Por algum motivo que ainda não foi devidamente explicado essa nuvem encontrou condições para se começar a aglomerar, juntar-se em pequenos blocos, blocos esse que se começaram a juntar em blocos cada vez maiores. Um desses blocos, o primeiro que se formou, no centro da nuvem, ficou tão grande e pesado que sua força gravitacional tornou-se suficiente para reter os gases com muita facilidade.
        Esse bloco aumentou tanto de tamanho e massa que acabou por se transformar numa estrela: o Sol. Os blocos menores que se formaram ao redor do bloco central deram origem aos planetas.
        Mas atenção! Os planetas não são blocos expelidos pelo Sol como se pensava no início do século passado.

        Localização do Sol

        O Sol ocupa uma posição periférica na nossa Galáxia, ou seja, ele está a 33.000 anos-luz do centro galáctico, o que corresponde a 2/3 do raio galáctico. Nós estamos num dos braços espirais, o braço de Orion, como mostra o esquema a seguir. Figura 1: Localização do Sol na Galáxia.


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