-
Prossiga
amando e respeitando os pais, depois da formação da própria casa,
compreendendo, porém, que isso traz novas responsabilidades para o
exercício das quais é imperioso cultivar independência, mas, a
pretexto de liberdade, não relegar os pais ao abandono.
-
Não
deprecie os ideais e preocupações do outro.
-
Selecione
as relações.
-
Respeite
as amizades do companheiro ou da companheira.
-
É
preciso reconhecer a diversidade dos gostos e vocações
daquele ou daquela que se toma para compartilhar-nos a vida.
-
Antes de observar os possíveis
erros ou defeitos do outro, vale mais procurar-lhe as qualidades e dotes superiores para estimulá-los ao desenvolvimento justo.
-
Jamais desprezar a importância das
relações sexuais com o respeito à fidelidade nos compromissos
assumidos.
-
Não sacrifique a paz
do lar com discussões e conflitos, a pretexto de honorificar essa ou
aquela causa da Humanidade, porque a dignidade de qualquer causa da
Humanidade começa no reduto doméstico.
-
Não deixe de estudar e aprimorar-se
constantemente, sob a desculpa de haver deixado a condição de
solteiro ou de solteira.
-
Sempre necessário
compreender que a comunhão afetiva no lar deve recomeçar, todos os
dias, a fim de consolidar-se em clima de harmonia e segurança.
pelo
espírito André Luiz - Francisco Cândido Xavier
[57
- página 20]
|
O matrimônio muito freqüentemente, na Terra,
constitui uma prova difícil,
mas redentora.
Os cônjuges, desvelados por bem cumprir
suas obrigações divinas, devem observar o máximo de atenção, respeito e
carinho mútuos, concentrando-se ambos no lar,
sempre que haja um perigo ameaçando-lhes a felicidade doméstica, porque na prece
e na vigilância espiritual encontrarão sempre as melhores defesas.
No lar, muitas vezes, quando um dos cônjuges
se transvia, a tarefa é de lutas e lágrimas penosas; porém, no sacrifício,
toda alma se santifica e se
ilumina, transformando-se em modelo no sagrado instituto da família.
Para alcançar a paciência e o heroísmo domésticos, faz-se mister a mais
entranhada fé em Deus, tomando-se
como espelho divino a exemplificaçãO de Jesus,
no seu apostolado de abnegação
e de dor, à face da
Terra.
[41a
- página 113]
- Emmanuel - 1940
|