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São os centros_vitais fulcros
energéticos que, sob a direção automática da alma,
imprimem às células a
especialização extrema, pela qual o homem
possui no corpo denso,
e detemos todos no corpo
espiritual em recursos equivalentes,...
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as células que produzem fosfato e
carbonato de cálcio para a construção dos ossos,
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as que se distendem para a
recobertura do intestino,
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as que desempenham complexas funções
químicas no fígado,
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as que se transformam em filtros do
sangue na intimidade dos rins
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e outras tantas que se ocupam do
fabrico de substâncias indispensáveis à conservação e defesa da vida...
Essas células que obedecem às
ordens do espírito, diferenciando-se e adaptando-se às condições por ele
criadas, procedem do elemento_primitivo, comum, de que todos provimos em laboriosa marcha no
decurso dos milênios, desde o seio tépido do oceano, quando as formações
protoplásmicas nos lastrearam as manifestações primeiras.
Tanto quanto a célula individual, a
personalizar-se na ameba, ser unicelular que reclama ambiente próprio e nutrição
adequada para crescer e reproduzir-se, garantindo a sobrevivência da espécie
no oceano em que respira, os bilhões de células que nos servem ao veículo de
expressão, agora domesticadas, na sua quase totalidade em funções exclusivas,
necessitam de substâncias especiais, água, oxigênio e canais de exoneração
excretória para se multiplicarem no trabalho específico que nosso espírito
lhes traça, encontrando, porém, esse clima, que lhes é indispensável, na
estrutura aquosa de nossa constituição fisiopsicossomática, a expressar-se
nos líquidos extracelulares, formados...
André
Luiz (Uberaba,19
de Janeiro de 1958) [56
- página 30]
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