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Reflexões sobre as Previsões do Futuro GUSTAVO HENRIQUE NOVAES RODRIGUES INTRODUÇÃO
A
Humanidade busca, através dos tempos, os recursos e o conhecimento necessários
para controlar a Natureza. O Espírito que busca o domínio de si mesmo, que se esforça no sentido de domar suas más tendências e de ter todos os seus atos dedicados a Deus, não precisa prever o seu futuro, pois sabe que graças à Lei de Causa e Efeito tudo o que viverá será conseqüência de seus bons atos. Aqueles que atuam no bem se valerão dos recursos de previsão do futuro como uma ferramenta para aumentar sua capacidade de fazer o bem. Na impossibilidade de controlar a Natureza, busca-se prever os eventos futuros, de forma a estar preparado para o amanhã. Na tentativa de prever o futuro, a Humanidade se vale de inúmeros recursos: adivinhos, tarô, astrologia, ciência, etc. Como não podia deixar de ser, os Espíritos também são consultados na tentativa de obter revelações do futuro. O objetivo do presente artigo é traçar um paralelo entre as técnicas matemáticas usadas pela Ciência para prever eventos futuros e a Teoria da Presciência apresentada por Kardec [1] Revista
REFORMADOR Junho de 2002
Não procuramos adivinhar indiscretamente o futuro, mas deixamo-lo Àquele cuja abundante misericórdia experimentamos no passado e no presente; a crença muito perfeita que temos de Deus não nos permite especular; vivemos para Ele, esforçamo-nos por conhecer a sua vontade e por obedecê-la, certos de que procedendo desse modo obteremos graças para nós e para todos os seres criados de que nos ocupamos, e sempre lhe rendemos as honras que lhe são devidas e a única homenagem digna de sua aceitação. Amamo-lo, adoramo-lo, rendemos-lhe grande culto, somos submissos a Ele e não discutimos os seus planos, do mesmo modo que não procuramos penetrar seus mistérios. [108 - página 176]
Mensagem psicografada Em princípio, o futuro deve ser ocultado ao homem: não é senão em casos raros e excepcionais que Deus permite a sua revelação. Se o homem conhecesse o futuro, negligenciaria o presente e não agiria com a mesma liberdade, porque seria dominado pelo pensamento que, se uma coisa deve chegar, não há com que dela se preocupar, ou bem procuraria entrevá-la. Deus não quis que assim fosse, a fim de que cada um concorresse para o cumprimento das coisas, mesmo daquelas às quais gostaria de se opor. Deus permite a revelação do futuro quando esse conhecimento prévio deva facilitar o cumprimento de uma coisa, em lugar de entravá-la, conduzindo a agir de outro modo ao que se teria feito sem isso. Allan Kardec Médium: Francisco Cândido Xavier http://www.luizbertini.net/mensagem5.html (Link desativado) |
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