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Um
episódio, entre inúmeros outros, vivido por Eurípedes Barsanulfo: Residia em
Uberaba, o tenente Afonso Modesto de Almeida, espírita e grande amigo de Eurípedes.
Em princípio de 1918, adoeceu um dos seus filhos, com dois anos de idade,
chamados dois médicos, constatou-se caso gravíssimo de pneumonia. O pai seguiu
para Sacramento à procura de recursos junto a Eurípedes. A noite, um parente
velava pelo doente, quando surge no quarto, Eurípedes, materializado e, ao seu
lado, grande luminosidade. Ele disse: Minha amiga, o caso é bastante grave. Diz
Menezes que se trata de Broncopneumonia. Vire a criança de braços. Aplique,
aqui, uma cataplasma de farinha de mandioca. O pulmão esquerdo está muito
congestionado. Dê-lhe áqua fluida e espere pelos medicamentos que virão. Ore
e tenha fé. A criança será salva. Olhou para um canto e sorriu, sorriso que
provocou a atenção e curiosidade da pessoa que recebia suas instruções e,
lentamente, desapareceu. No dia seguinte chegara de Sacramento o pai do enfermo,
trazendo os medicamentos. Entusiasmado e alegre foi dizendo: Olhem, olhem a
toquinha vermelha que Eurípedes viu, à noite, quando aqui esteve. Meu Deus!
Eurípedes esteve aqui com o Dr. Bezerra e curou o meu filho!
Sim, Eurípedes lhe dissera que à noite, com o Dr. Bezerra, esteve m sua
casa examinando o doente. Sorria porque havia notado, em um canto, uma touquinha
vermelha que ressaltou como testemunho e prova da sua presença inegável, em
Espírito, em seu lar...
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