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O
Universo Primordial.
Esta simulação computacional mostra o universo
como ele deve ter sido quando tinha uma fração de sua idade atual. As manchas
brilhantes e as fibras correspondem às galáxias
e aos filamentos.
WIMPs
Os candidatos mais promissores a matéria escura fria
são partículas neutras e que interagem muito fracamente entre si ou com a matéria_baryônica, reagindo quase que exclusivamente à gravidade, chamadas
WIMPs ( sigla para weakly interacting massive particles ). Os principais
candidatos nessa classe são:
-
os
axions
-
e
os neutralinos.
Ricardo
O. de Mello
Estudante
de doutorado do Departamento de Física-Matemática do Instituto de Física da
USP na área de Física de Partículas e Campos. Atualmente pesquisa gravitação
quântica em 1+1 dimensões.
http://www.cosmobrain.com/cosmobras/artigos/artigo_012001.html
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Wimps acelerando a mais de 1 milhão de quilômetros por hora em
uma "rodovia" no espaço podem estar chovendo na Terra -um fenômeno
que poderá provar a existência da "matéria
negra" que compõe grande parte de nossa galáxia e um
quarto do Universo, disse um estudo de co-autoria de um físico da
Universidade de Utah.
Muitos pesquisadores há muitos
suspeitam que a matéria escura pode
ser feita de Wimps (Weakly Interacting Massive Particles, ou
partículas maciças que interagem fracamente) que são
hipoteticamente partículas subatômicas.
Mais de 20 grupos de físicos em todo mundo estão construindo ou construíram
dispositivos para detectá-las.
Cientistas que operam um
detector de Wimp chamado Dama (Matéria
Escura), na Itália, alegaram em 1998 que o dispositivo subterrâneo
sentiu Wimps atingindo a Terra vindos de um halo invisível de matéria
escura cercando nossa galáxia, a Via
Láctea. A alegação enfrentou a dúvida de cientistas que
operam outros detectores de Wimps, que são projetados de forma
diferente do Dama e não encontraram Wimps.
O novo estudo -publicado na
revista "Physical Review Letters"- aconselha como os cientistas
do Dama podem provar sua alegação.
"Nós sugerimos uma forma
de checar se o que o Dama alegou ter visto são realmente Wimps",
disse o co-autor do estudo, Paolo Gondolo, um professor assistente de física
da Universidade de Utah. "Isto se trata de descobrir do que é feita
90% de nossa galáxia."
Gondolo e colegas disseram que além do afluxo de Wimps em nossa
galáxia, a Via Láctea, vindas do halo à sua volta, a
"rodovia" de matéria escura
de Wimps pode estar chovendo em nosso sistema
solar após deixar Sagitário, uma galáxia anã que está
lentamente sendo engolida e despedaçada pela gravidade da Via Láctea.
A combinação dos Wimps
da Via Láctea com os da galáxia anã de Sagitário devem produzir um
padrão distinto nos dados italianos que "seriam a prova cabal para a
detecção de Wimp", disse o novo estudo.
Gondolo conduziu a pesquisa com
a física Katherine Freese e o estudante de doutorado Matthew Lewis, da
Universidade de Michigan, e com a astrônoma Heidi Jo Newberg, do
Instituto Politécnico Rensselaer, em Troy, Nova York ...
http://noticias.uol.com.br/inovacao/ultimas/ult762u1935.jhtm |
Corrente
de Magalhães observada em rádio com o radiotelescópio Parkes, na Austrália,
de 64 m de diâmetro - (2003-05-15 23:02:33)
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Modelo
da corrente de Magalhães.
Esta
simulação descreve a trajectória do gás, calculando as posições de
56 000 partículas de gás na Corrente.
Crédito:
Mapa de rádio: M.E. Putman (University of Colorado), L.
Staveley-Smith (CSIRO), K.C. Freeman (Australian National University),
B.K. Gibson (Swinburne University) & David G. Barnes (Swinburne
University). Modelo: Daisuke Kawata, Chris Fluke, Sarah Maddison
& Brad Gibson, Swinburne University of Technology, Australia. |
Estas observações parecem ter resolvido uma dúvida, já com 40 anos, acerca
da natureza das nuvens de gás que circundam a nossa_galáxia. As pequenas nuvens de hidrogénio de alta velocidade
observadas na vizinhança da Via Láctea são essencialmente despojos de pequenas
galáxias que orbitam a nossa galáxia e não, como se pensava, uma
componente da matéria escura fria prevista
pela teoria da formação
de galáxias.
Uma equipa de astrônomos, liderada por Mary Putman da Universidade do Colorado
(EUA), também usou o radiotelescópio Parkes para efetuar o estudo mais
detalhado até à data da chamada Corrente de Magalhães - uma banda de hidrogénio
neutro que se estende pela órbita das Nuvens de Magalhães e que pode ter sido
criada pelo varrimento de gás dessas galáxias quando da sua passagem através
do halo da Via Láctea, provavelmente, e segundo os modelos, há cerca de
200 milhões de anos. Ou então terá sido a força de atração gravitacional
diferencial (ou força de maré), exercida pela Via Láctea sobre as
Nuvens de Magalhães, a arrancar o gás destas galáxias, o qual formou um rasto
na órbita destas. Esta equipa estudou igualmente nuvens de alta velocidade
em torno da Corrente de Magalhães.
As nuvens de alta velocidade
foram descobertas há cerca de 40 anos, mas tem sido extremamente difícil
precisar a sua massa e a distância a que se encontram. Assim, a sua origem e
verdadeira natureza tem sido motivo de aceso debate na comunidade científica...
http://www.portaldoastronomo.org/noticia.php?id=215
LINKs:
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