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Quando um médium se
resolva a transformar suas faculdades em fonte de
renda material, será melhor esquecer suas possibilidades psíquicas
e não se aventurar pelo terreno delicado dos estudos espirituais. A remuneração financeira, no trato das questões profundas da alma, estabelece um comércio criminoso, do qual o médium deverá esperar no futuro os resgates mais dolorosos. A mediunidade não é oficio do mundo, e os Espíritos esclarecidos, na verdade e no bem, conhecem, mais que os seus irmãos da carne, as necessidades dos seus intermediários. [41a
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