1º Casamento:

Luiz da Fraga Loureiro

Thereza Maria de Jesus


Avaliador dos bens de Marcellina Maria de Jesus casada com João de Lemos Morim (Amorim), falecida em 1812


1813 – Segundo Regimento de Milícias datado de 6 de Julho deste ano eram seus Oficiais: do Estado Maior Coronel-comandante o Governador Francisco Alberto Rubim; Tenente-coronel, Manoel Vieira Machado; Sargento-mor Francisco Luís das Chagas Carneiro, primeiro Ajudante Jose Barboza Pereira, Segundo Ajudante Miguel Rodrigues Ferreira, Quartel-mestre Manoel do Nascimento Rosa, Secretário Jose Ribeiro Pinto e Cirurgião João Antônio Pientznauer. Companhia de Granadeiros: Capitão Inácio Martins Ferreira Meireles, Tenente Jose Pinto Ribeiro de Carvalho, Alferes Manoel Joaquim de São Boaventura. Companhia de Infantaria: Capitães Jose Pinto Ribeiro, Jose Correia Vidigal, Manoel Rodrigues Pimentel, Antônio Joaquim Franco, Francisco Jose Guimarães, Luís Jose Pereira, Inácio Luís da Costa Brandão e Francisco Antônio da Fonseca; Tenentes: Inácio Gonçalves Coelho, Jose Rodrigues de Amorim, Manoel Pinto Homem de AzevedoJose Joaquim da Rocha, Luís da Fraga Loureiro, Antônio Jose Lambertino, Antônio das Neves Teixeira e Joaquim Marcellino da Silva Lima; Alferes: Antônio de Aguiar Brandão, Antônio Bonifácio Pereira, Inácio Leão da Fraga, Francisco Jose de Barros Lima, Manoel Machado de Almeida, Manoel Rodrigues Pereira, Jose Francisco de Melo e Jose da Silva Pereira. Companhia de Caçadores: Capitão Sebastião Vieira Machado; Tenente Manoel da Silva Maia; Alferes João Pinto de Castro e Tenente agregado Francisco Luís de Andrade. Companhias de Cavalaria: Capitães: Miguel Rodrigues Pinto e Jose Martins Ferreira Meireles; Tenentes: Antônio Felipe Soares de Mesquita e Joaquim Honorato de Amorim; Alferes: Joaquim Duarte Carneiro e Francisco Ferreira Toscano.   [27]

1820. É sentenciado o sargento de milícias e fazendeiro Luís da Fraga Loureiro pelo Conselho de Guerra, por ter ferido em conflito com um tiro de espingarda João Ferreira Freire, indo esta sentença em recurso ao Conselho Supremo Militar de Justiça e à clemência do monarca. [27]

1822 - Capitão, conforme Gazeta do Rio


Falecida em 1810 [65] cx 05

Os quatro primeiros filhos foram herdeiros de
Jose Francisco de Moraes
, falecido em 1829.

Parentes dos Monteiro de Moraes, razão de uma das netas ter recebido
o nome de Maria Monteiro
.





Filhos:
(Em 1810 todos maiore de 25 anos [65] cx 05)

  1. Francisco Luiz de Araujo - já estavam casados em 1810 [65] cx 05

  2. Manoel Francisco Feo (já estava casado em 1810 [65] cx 05) c.c. Thereza Maria da Gloria
    Manoel Francisco Feo
    , faleceu no dia 17/07/1854, na Freguesia da Serra-ES, com testamento, com 64 anos de idade

    [Registro: OL01-09.1847-12.1860-BR.CMV.NSC.OBT.L.001 - página: 47D]

    pais de:
    1. Thereza Maria de Jesus c.c. Antonio Pinto Loureiro


    2. Hipótese: Roza Maria de Jesus c.c. o tio Francisco Luiz Araujo


  3. Manoel Francisco Feo c.c. Franciaca das Neves Pereira


  4. Luiz da Roza Loureiro c.c. Rosa Pinta de Viterpo
    [65] cx 05 - 1810

  5. Thereza Maria de Jesus c.c. Joaquim Francisco Pinto - [65] cx 05 - 1810

    Hipótese: Com base nos nomes dos filhos, esta deve ser a Thereza Maria de Jesus falecida em 1847 [65] cx 24,
    mãe de:
    1. Francisco da Fraga Loureiro - 1847 [65] cx 24
      Francisco da Fraga Loureiro
      c.c. Francisca Xavier de Jesus,
      pais de:
      1. Luiza Maria do Rosario c.c. Joaquim Diogo Borges

      2. Anna Ribeiro da Fraga Loureiro c.c. Jose Ribeiro Coelho, filho de Quiteria Maria Ribeira. (da Conceição)
        pais de:
        1. Senhorinha, batizada no dia 23/06/1939, na Matriz de Vitoria-ES
          Padrinhos: Francisco da Borja Braga e Eduarda Maria da Penha

          [Batismo Vitória B18-04.1832-06.1841 - página 436]

        2. Jose, batizado no dia 16/08/1840, na Matriz de Vitoria-ES
          Padrinhos: Avô materno Francisco da Fraga Loureiro e D. Eduarda Maria da Penha

          [Batismo Vitória B18-04.1832-06.1841 - página 516]


    2. Maria Monteira c.c. Francisco Gonçalves dos Banhos - 1847 [65] cx 24, filho de (Hipótese) Francisca Roza
      pais de:
      1. Jose Francisco Gonçalves dos Banhos c.c. Rosa da Silva Lina


    3. Thereza Maria de Jesus c.c. Antonio Ribeiro de Lirio - 1847 [65] cx 24


    4. Joaquim Jose de Santa Anna c.c. Victoria Maria da Conceição - 1847 [65] cx 24


  6. Catharina Ribeiro de Lirio c.c. Manoel Ribeiro de Lirio - [65] cx 05 - 1810
    Manoel Ribeiro de Lirio faleceu no dia 01/04/1850, na Vila da Serra-ES, com 60 anos de idade.



Pais
: Francisco de Azevedo Pinto e Maria Ferreira de Jesus



Pais:
Jose de Barcellos Pimentel e Córdula Pereira de Lyra
(nascidos em Vitória)




Casamento: (segunda núpcias de Luiz da Fraga Loureiro)

Coronel Luiz da Fraga Loureiro

Izabel Pereira da Conceição


(* ..........- + 1863 – conforme inventário arquivado no Arquivo do Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo)





Filhos:

  1. Anna Izabel Cândida Loureiro

  2. João Luís da Fraga Loureiro -"Em 1825. Segue para [a] Corte a 26 de fevereiro deste ano, por mandado do presidente Inácio Acióli de Vasconcelos, o jovem João Luís da Fraga Loureiro, filho do sargento- mor Luís da Fraga Loureiro, que tendo alguns estudos e muito talento era enviado ao ministro Luís Jose de Carvalho e Melo para o apresentar a S. M. o imperador, a fim de ser recomendado para França, onde ia concluir seus estudos em qualquer universidade, sendo toda a despesa feita por conta do referido sargento-mor Loureiro". [27]

    Nasceu em 1805, descendente de uma das mais antigas famílias do Espírito Santo, cujos antepassados tinham raíz da fidalguia portuguesa, nasceu na vila da Serra, em 1805, ordenou-se na antiga corte do Império e de volta à província exerceu o seu ministério em diversas paróquias, foi lente de Latim, militou na política tendo em várias legislaturas tomando assento na assembléia provincial. Cego aos sessenta anos de idade, finou-se aos setenta e três anos. Dele se disse que "não houve no seu tempo poeta que gozasse de mais ampla popularidade e ainda hoje, memória que seja tão gratamente recordada como a de Fraga Loureiro". Não foi só um bardo popular, foi um improvisador sem igual nas festas, quer sacras ou profanas, um espírito extremamente galhofeiro, em suma um homem do povo, não obstante os brasões de sua genealogia que sabendo o quanto valia, jamais quis por a prova a estima de seu mérito. Após o tirocínio eclesiástico jamais deixou o berço provinciano. Tudo quanto produziu resulta de impressões do lar, das idéias e crenças do seu berço, mas por isso mesmo admira que seus primeiros versos dos vinte anos, quanto tão estreita era a compreensão da sociedade do tempo e tão saliente as distinções entre brancos e homens de cor, fidalgos e brasis, já na província, houvesse um poeta reclamando contra tão arbitrária demarcação de órbita das raças e ainda mais - protestando contra as poressões feitas pelos homens do governo contra os seus semelhantes governados. O padre João Luiz faleceu em Vitória a 06/04/1878 . Não deixou livro publicado sendo que suas poesias são todas de cunho regional e religioso se encontram esparsas em velhos jornais da antiga província do Espírito Santo. As festas de São Benedito despertavam então, grande interesse na população de Vitória, acirradas disputas e contendas entre duas irmandades rivais ali existentes, ambas tendo como patrono, o mesmo santo franciscano. Os poeta populares atiçavam tal rivalidade compondo versos sobre este teor.

    FONTE: Coletânea "Serra em Prosa & Versos - Poetas e Escritores da Serra", organização de Clério Jose Borges Santa Anna.

    1840. – Instala-se neste ano, no 1º de Abril, a 1ª sessão da 3ª legislatura da Assembléia Legislativa Provincial concernente aos anos de 1840 a 1841, sendo deputados reconhecidos: Aires Vieira de Albuquerque Tovar, Luís da Silva Alves de Azambuja Suzano, Joaquim Jose Gomes da Silva Filho, Bacharel Manoel Joaquim de Sá Matos, Jose da Silva Vieira Rios, Capitão Jose Ribeiro Coelho, Jose Joaquim de Almeida Ribeiro, Bacharel Francisco Jorge Monteiro, João Malaquias dos Santos, Dionísio álvaro Resendo, Padre Manoel_Antônio_dos_Santos_Ribeiro, Heliodoro Gomes Pinheiro, Capitão Jose Francisco de Andrade e Almeida Monjardim, Padre João Luís da Fraga Loureiro, Padre Manoel Jose Ramos, Manoel dos Passos Ferreira, Manoel Pinto Rangel e Silva, Padre Francisco Antunes de Siqueira, Francisco Martins de Castro, Padre Dr. João Clímaco de Alvarenga Rangel.



  3. Cordula Izabel Firmina Loureiro c.c. o Alferes Ayres Vieira de Albuquerque Tovar, filho de D. Maria Magdalena da Cunha
    pais de:
    1. Ayres, batizado no dia 04/12/1836, na Freguezia de Victoria - ES
      Padrinhos: Reverendo João Luiz da Fraga Loureiro e D. Izabel Pereira da Conceição por seu procurador Diolindo Alvaro Rozendo

      [Batismo Vitória B18-04.1832-06.1841 - página 251]

 

 


 

 

Batismo de escravo de Manoel Francisco Feo em 1846

 

Batismo de Francisco, no dia 04/04/1864, na Matriz de Nossa Senhora da Conceição - Serra-ES, nascido no dia 22/03/1864, filho natural de Maria, escrava de Luiz da Fraga Loureiro Araujo.

Padrinhos: Alfferes Luis da Fraga Feo

No dia 20/01/1858, na matriz da Serra-ES, foi batizado Severiana ("P" - preta), nascida no dia 23/06/1857, filha natural de Felicidade Maria da Conceição, neta de Paulo Pereira de Jesus.
Padrinhos: Luiz da Fraga Araujo e Victoria Maria Pereira de Jesus

Quase um ano e meio após a independência do Brasil, que havia sido declarada em 07 de setembro de 1822, foi quando houve as primeiras eleições de vereadores às Câmaras Municipais da Província do Espírito Santo, em 01 de fevereiro de 1824, neste ano, ainda, não houve eleições na Serra-ES, pois, o município não havia sido emancipado.

O município da Serra-ES foi criado, através da resolução do Conselho de Governo, de 02 de abril de 1833, e instalado em 19 de agosto daquele ano, quando era presidente da província do Espírito Santo, o Sr. Manoel Jose Pires da Silva Pontes. A sua instalação só foi possível, após a cessão de um espaço da casa do vereador eleito, Jose Simoens da Silva, pois não havia naquela ocasião um prédio para instalar o município, assim, aquele vereador permitiu usar sua residência como Paço Municipal (Casa do Governo Municipal).

A Câmara era formada pelos vereadores:

  1. Luiz da Rosa Loureiro - Presidente

  2. Manoel da Rocha Pimentel

  3. Jose Simoens da Silva

  4. Manoel Fernandes de Miranda

  5. Luiz Vicente Loureiro

  6. Fabiano Gonçalves Fraga

  7. Padre Joaquim de Santa Magdalena Duarte

 

 

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