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Casamento:
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Filhos:
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- Francisco Luiz de Andrade [71],
nascido em Vitória-ES cerca de 1695.
Em 1732 morava em Vitória, onde servia como advogado dos auditórios [1] pág.177, casou (dispensa canônica de impedimento de parentesco de 1718) com sua prima Beatriz Ferreira, nascida em 1701
e batizada na matriz de Vitória, filha de João Leitão e Ines do Couto, neta paterna de Mauricio Correia (ou FERREIRA). Casou-se com dispensa canônica de impedimento de parentesco de 1718. O casal já vivia em comum há quatro anos, quando decidiu se casar.
Em 1732, Francisco Luis de Andrade, “morador na vila da Vitória”, onde “estava servindo de advogado dos auditórios da dita vila, sendo nomeado pelo capitão-mor dela Silvestre Cirne da Veiga”, obtinha provisão régia para continuar a exercer sua profissão (DH, LXXVII, 345). [1] pág.190
Sargento-Mor das Ordenanças da Vila do Espirito Santo até Dezembro de 1756, por ter sido promovido, conforme documento abaixo:

Pais de:
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Manuel Freire de Andrade, batizado em Vitória e que se habilitou para a vida eclesiástica no Rio de Janeiro. [71]
- Hipótese: Miguel_Freire_de_Andrade c.c. Maria da Assumpção, falecida em 1814 [66]
(Pardo), viúvo, inventariante
Pais de:
- João Freire de Andrade 46 anos em 1814
- Anna Maria do Rozario -44 anos em 1814 (Hipótese: Casada com Jose Joaquim de Moraes)
- Catharina Maria - 40 anos em 1814
- Izabel Ferreira da Conceição - 30 anos em 1814
- Dionizio Freire de Andrade - 27 anos em 1814 [66]
- Inocencia Maria de S. Anna (já falecida em 1814[66])
Mãe de:
- Victoria - 10 anos em 1814
- Francisco - 7 anos em
- Hipótese: Gil Freire de Andrade c.c. Catharina Pereira - já falecidos
em 1805
Hipótese: Manoel Freire de Andrade, que também assinou REPRESENTAçãO dos Oficiais Militares da Vila da Vitória e Oficiais da Câmara e Bons do Povo da Vila de Guarapari, em 1747.

Capitão
Assinatura de Manoel Freire de Andrade, em 1747, Julho,14, Vila de Vitória - REPRESENTAçãO dos Oficiais Militares da Vila da Vitória e Oficiais da Câmara e Bons do Povo da Vila de Guarapari, ao Rei [D.João Vi] a pedirem a reconduão do Ofício de Ouvidor Geral Mateus Nunes Jose de Macedo pelos bons serviçõs prestados a Capitania do Espirito Santo. ass. CTA:AHU-Espirito Santo,cx 03 doc.58 cx.02 doc.04 e CT:AHU-ACL-CU-007,cx.03 doc. 279 - Repúblico
Pai de:
- (hipótese, pelo nome) Cap. Mauricio de Lemos de Andrade, nascido em 1691 (ou 1698, de acordo com outro documento) e que em 1732 estava escrivão da Câmara de São Salvador. Em 1749 era vereador em 1751 estava no cargo de juiz de órfãos.
Foi casado com Maria da Encarnação de Jesus (segundo Alberto Lamego).
- (hipótese, pelo nome) Cap. Antonio de Lemos de Andrade, nascido cerca de 1696 e casado com Natália Barreto de Jesus, filha de Gregorio Barreto de Mendonça e Luzia de Oliveira.
Ele estava escrivão na vila de São Salvador em 1737. Deixaram os filhos listados no tit. CORDEIRO DE ALVARENGA.
- (hipótese) Manuel Barboza de Andrade, residente em São João da Barra em 1730, quando foi preso em São Salvador por não pagar por um fumo que comprara a Antonio da Cunha e vendera a Pantaleão Ferreira de Andrade.
Pai de:
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A Batalha de Alcácer-Quibir (grafias: Alcácer - Quivir, Al Quasr al-kibr, Alcazarquivir ou Alcassar, significando "grande fortaleza", em árabe) (árabe: معركة القصر الكبير), conhecida em Marrocos como Batalha dos Três Reis (árabe: معركة الملوك الثلاث), foi uma grande batalha travada no norte de Marrocos perto da cidade de Ksar-El-Kebir, entre Tânger e Fez, em 4 de Agosto de 1578. Os combatentes foram os portugueses liderados pelo rei D._Sebastião aliados ao exército do sultão Mulei_Moluco (Abd Al-Malik da dinastia Saadi) contra um grande exército marroquino liderado pelo Sultão de Marrocos Mulay_Mohammed (Abu Abdallah Mohammed Saadi II, da dinastia Saadi) com apoio otomano.
No seu fervor religioso, o rei D. Sebastião planeara uma cruzada após Mulay Mohammed ter solicitado a sua ajuda para recuperar o trono, que seu tio Abd Al-Malik havia tomado. A batalha resultou na derrota portuguesa, com o desaparecimento em combate do rei D. Sebastião e da nata da nobreza portuguesa.[1] Além do rei português morreram na batalha os dois sultões rivais originando o nome "Batalha dos três reis", com que ficou conhecida entre os Marroquinos.
A derrota na batalha de Alcácer-Quibir levou à crise_dinástica_de_1580 e ao nascimento do mito do Sebastianismo. O reino foi gravemente empobrecido pelos resgates que foi preciso pagar para reaver os cativos. A batalha ditou fim da Dinastia_de_Avis e do período de expansão iniciado com a vitória na batalha_de_Aljubarrota. A crise dinástica resultou na perda da independência de Portugal por 60 anos, com a união ibérica sob a dinastia Filipina.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Batalha_de_Alc%C3%A1cer-Quibir



NOBILáRIO DE FAMíLIAS DE PORTUGAL de FELGUEIRAS GAYO
Impressão diplomática do original manuscrito,
existente na Santa Casa de Misericórdia de Barcelos
http://purl.pt/12151/2/
António Gomes Freire de Andrade (Juromenha, 1685 — Rio de Janeiro, 1 de janeiro de 1763) foi um nobre militar e administrador colonial português. Foi feito primeiro conde de Bobadela por carta de 20 de dezembro de 1758.
Filho de Bernardino_Freire_de_Andrade e de D. Joana Vicência de Meneses, foi moço fidalgo com exercício, acrescentado a fidalgo escudeiro, do Conselho do rei D. João V de Portugal e do rei D. Jose I de Portugal.
Foi governador e capitão-general do Rio de Janeiro durante trinta anos, entre 1733 e 1763.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gomes_Freire_de_Andrade,_1.%C2%BA_Conde_de_Bobadela

"FREIRE ANDRADE"
Ao lado de Telles de Menezes, Furtado de Mendonça, e outros, um dos mais antigos sobrenomes compostos da península ibérica. Sobre a origem desta nobre família escreveu o linhagista Felgueiras Gayo: «Os Andrades são muitos antigos e são descendentes de Roma, de um dos cinco cavaleiros q, daquela cidade, passaram a Espanha na companhia do conde D. Mendo, como informa o conde D.Pedro de Barcelos, no ttº 7, do seu Nobiliário. Vieram combater os Mouros, sendo o citado cavaleiro descendente dos Godos. Têm por solar e Senhorio as Pontes de Hume, e Ferrol, no Reino da Galiza. A união com o sobrenome Freire, é muito antiga, e remonta ao tempo em que Castela pagava aos Mouros o tributo das cem donzelas. Quando, certa ocasião, deixou-se de pagar este tributo, os Mouros montaram um exército para exigir satisfação e foram combatidos pela ordem militar religiosa dos Templários, que saíram derrotados, perdendo o seu estandarte. A família Andrade, ciente do ocorrido, foi em busca dos Mouros, e não só os derrotaram, mas lhe tomaram de volta o Estandarte dos Templários, pelo que ficaram sendo chamados Freires de Andrade» (Gayo, Andrades Freires, I, 138). Felgueiras Gayo, no seu 2.º cap., de forma um pouco confusa, principia esta família em D. Vermuis Pires Potestade de Trava, filho de D. Pedro Fernandes de Trava e de D. Elvira de Urgel. Do seu cas. com Tereza Henriques, filha do conde D. Henrique (1035-1114), teve o filho D. Bernardo Freire de Andrade, Rico-Homem de Galiza, em quem o autor supracitado principia as antiquíssimas famílias Andrada, Andrade e Andrade Freire (Gayo, Andrades Feires, I, 138, cap. 2º, N1).
Brasil: Inúmeras foram as famílias com este duplo sobrenome que passaram ao Brasil, no decorrer destes seus quase 500 anos de história. Muitos dos seus representantes, passaram ao Brasil, no exercício de cargos administrativos, entre eles:
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I - Gomes Freire de Andrade [1636-1702], Governador e Capitão-General do Estado do Maranhãoe Grão-Pará, por nomeação de 25.01.1685 (Manuel Barata - Efemérides). Era décimo quinto neto do citado D. Vermuis Pires Potestade de Trava, o patriarca desta família (Gayo, Andrades Feires, I, 149, § 10, N11);
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II - outro Gomes Freire de Andrade [1685, Portugal - 01.01.1763, Rio de Janeiro], sobrinho do anterior, que passou em 1733, como Governador e Capitão-General. do Rio de Janeiro, depois acumulando os governos de São Paulo e Minas Gerais. General de Divisão. Foi agraciado por D. Jose I, rei de Portugal, por Dec. de 20.12.1758, com o título de conde de Bobadela (Anuário Genealógico Brasileiro, IX, 271). Era décimo sexto neto do citado D. Vermuis Pires Potestade de Trava, o patriarca desta família (Gayo, Andrades Feires, I, 149, § 11, N12).
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Entre os irmãos do primeiro conde, cabe registrar Henrique Luis Pereira de Berredo, que foi gov. de Pernambuco,
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e João Antonio Freire de Andrade [1708- ?], governador do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, governador da Província da Beira com patente de marechal de Campo, donde passou para a Prov. do Minho [1767], com patente de ten. General. Por morte de seu irmão, tornou-se o 2.º conde de Bobadela [09.05.1763]. O citado João Antonio Freire de Andrade, foi pai de:
- outro Gomes Freire de Andrade [1778 - ], que tornou-se o 3.º conde de Bobadela. A data de nascimento fornecida por Gayo, para pai e filho (2.º e 3.º conde), apresenta uma diferença de 70 anos.
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No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, está a de João Freire de Andrade, ajudante do Presídio [c.1635, Lisboa - ?], que deixou descendência do seu cas., em 1665, com Leonor de Barros [c.1645, Lisboa -] (Rheingantz, II, 194).
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Ainda, no Rio de Janeiro, estabelecida em Paraíba do Sul, na região do Vale do Paraíba Fluminense, do Estado do Rio de Janeiro, registra-se a família de João Freire de Andrade, Sargento-Mor da Vila de Paraíba do Sul, que deixou geraçao do seu cas. com Maria Tomasia Xavier. Entre os descendentes do casal, registram-se:
- I - o filho, Bento Xavier de Andradre, Capitão-Mor das Ordenanças da Vila de Paraíba do Sul. Deixou geração do seu cas. com Maria Pereira de Siqueira, filha de Francisco Pereira de Azevedo, Capitão das Ordenanças da Vila de Catiá (?), e de Angela de Siqueira; e
- II - o neto, Antonio Manuel de Jesus de Andrade, filho do anterior, natural da Vila de Paraíba do Sul. Sargento-mor do Terço das Ordenanças da Sagrada Religião de Malta. Teve mercê da Carta de Brasão de Armas. Brasão de Armas, datado de 02.11.1803. Registrada no Cartório da Nobreza, Livro VII, fls. 43v [Sanches de Baena, Archivo Heráldico-Genealógico, I]: um escudo esquartelado - no primeiro e quarto quartéis, as armas da família Andrade; no segundo quartel, as armas da família Pereira (v.s.); e no terceiro quartel, as armas da família Sequeira (v.s.). Nota: ver separadamente os sobrenomes Freire e Andrade.
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Registra-se, em Pernambuco, por exemplo, o padre Antonio Freire de Andrade, nat. da freguesia de S. Pedro Gonçalves do Recife, Familiar do Santo Ofício [1794].
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Linha Natural: Ainda, no Rio de Janeiro, com ramificações em Minas Gerais, registra-se a família de Jose Antonio Freire de Andrade [c.1725- ?], que teve relações com Maria do Bom Sucesso Correa de Sá [1729, RJ - ?], filha do ten. Gen. Martinho Correa de Sá e de Catarina do Espírito Santo. Desta união, nasceram dois filhos naturais, no Rio de Janeiro,
- um deles foi o Tenente-Coronel. Francisco de Paula Freire de Andrade, que passou a Minas Gerais, tornando-se um dos vultos da Inconfidência Mineira. Estabeleceu-se em Ouro Preto, onde cas., em 1782, com Isabel Carolina [ou Querubina] de Oliveira Maciel, nat. de Ouro Preto, filha do capitão-Mor Jose Alves Maciel, patriarca da família Oliveira Maciel (v.s.), de Minas Gerais. Tiveram 4 filhos, entre eles:
- I - o Tenente-Coronel Gomes Freire de Andrade [1790, Vila Rica, MG - 1855], coronel reformado, que foi agraciado com o título [15.11, 1846] de barão de Itabira. Deixou uma prole de 10 filhos do seu cas. com Francisca de Sá e Castro, baronesa de Itabira. Entre eles, Francisca de Paula Freire de Andrade, que foi casada com o conselheiro Herculano Ferreira Pena, da importante família Ferreira Pena (v.s.), de Minas Gerais; e
- II - Francisca Freire de Andrade [- 1852, Mariana], que por seu cas., na importante família Mesquita (v.s.), do Rio de Janeiro, tornou-se, em 1846, a baronesa com honras de grandeza de Bonfim. Faleceu antes da concessão do título de marquês de Bomfim, dada a seu marido.
Heráldica: usam as Armas dos Freires: um escudo em campo verde, com uma banda vermelha coticada de ouro saindo das bocas de duas cabeças de serpes de mesmo metal, armadas de sanguinho.
Timbre: dois pescoços de serpes também de ouro, torcidos um com o outro, voltados em fugida, armados de sanguinho (Sanches Baena, II, XIII).
Fonte: Dicionário das famílias brasileiras
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