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A razão humana
é ainda muito frágil e não poderá dispensar a cooperação da fé
que a ilumina, para a solução dos grandes e sagrados problemas da vida. Em virtude da separação de ambas, nas estradas da vida, é que observamos o homem terrestre no desfiladeiro terrível da miséria e da destruição. Pela insânia da razão, sem a luz divina da fé, a força faz as suas derradeiras tentativas para assenhorear-se de todas as conquistas do mundo.
Esse progresso é o da razão sem a fé, onde os homens se perdem em luta inglória e sem-fim.
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