| Avós: João Alvares de Azeredo e Isabel Luisa Lorena
Pais: Lancerote de Azevedo e Isabel Dias Sodré (Depois de viúvo, Lancerote se tornou frade capuchinho) |
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(*circa 1559 -Guimarães, Braga, Portugal + Liderou uma entrada ao sertão em 1611, descobrindo as lendárias esmeraldas que, sabe-se hoje, eram apenas turmalinas. Desta expedição, participaram os filhos Domingos de Azeredo Coutinho e Melo e Antonio de Azeredo. A entrada, formada por 17 brancos e 250 índios, partiu de Vila Velha do Espírito Santo em 1647 navegando em 25 canoas. As "esmeraldas" que trouxeram foram consideradas falsas - certamente eram turmalinas - porém obtiveram informações tão detalhadas sobre o interior que Salvador Correia de Sá e Benevides decidiu formar uma segunda tropa chefiada pelo seu filho João Correia de Sá. Esta entrada foi ainda mais desastrada, pois foi desbaratada pelos índios. Ver pdf: Coutinhos |
(Filha bastarda, conforme documento a seguir)) ---///-\\\--- http://www.morrodomoreno.com.br/materias/genealogia-dos-donatarios-do-es.html Maria Catharina de Mello Coutinho |
Marcos de Azeredo, o velho, nascido em Guimarães (Portugal) e falecido em Vitória (ES), deixando testamento de 19 de maio de 1618.
Consta que esse Marcos de Azeredo seja filho de Lancerote de Azeredo e Isabel Dias Sodré, fidalgos em Guimarães (Portugal), mas o linhagista lusitano Filgueiras Gayo o confirma muito vacilantemente.
Teixeira de Oliveira escreveu que um Marcos de Azeredo e um Miguel de Azeredo foram sobrinhos de Belchior de Azeredo, provido capitão mór do Espírito Santo por Martim Afonso de Souza no dia 3 de agosto de 1560.
Marcos foi cavaleiro da Ordem de Cristo e moço fidalgo da Casa Real. Ele passou ao Brasil com seu irmão Miguel, indo servir na capitania do Espírito Santo.
Esteve bandeirando na serra das Esmeraldas em fins do século XVI e lá voltou em 1611 a mando de D. Francisco de Souza, governador geral do Brasil. As pedras encontradas, contudo, eram turmalinas de baixo valor.
Em 1591 Marcos estava camarista em Vitória. Ele foi provedor da Fazenda Real (1607) e, desde 1598, da fazenda dos defuntos e ausentes. Esteve capitão mór governador do Espírito Santo (1605) por nomeação do terceiro donatário, Francisco de Aguiar Coutinho.
http://www.marcopolo.pro.br/genealogia/paginas/famES_A.html
AZEREDO - Sobrenome provavelmente de origem geográfica, embora não se conheça em Portugal nenhum lugar com este nome. Do substantivo comum azeredo, mata de azereiros. Em galego aceredo. O vocábulo pode vir de azereiredo, com redução do ditongo ei em e e haplologia (Antenor Nascentes, II, 34). O solar desta família era na vila de Betamos (hoje cidade), no reino de Galiza. Passou a Portugal na pessoa de Vasco Rodrigues de Azeredo, que viveu na vila de Guimarães (Anuário Genealógico Latino, 1, 15). Felgueiras Gayo, principia sua genealogia em Antonio Rodrigues de Azeredo, Escudeiro Fidalgo e juiz da Cidade do Porto em 1469, e Chanceler da Província de Entre Douro e Minho. Deixou numerosa descendência do seu cas. com Constança Soares de Araujo (Gayo, Azeredos, Tomo 111, Título, 183). Foram quartos avós dos irmãos Miguel e Marcos de Azeredo, que passaram para o Brasil, conforme segue no próximo título. Brasil: Numerosas foram as famílias, que passaram com este sobrenome para diversas partes do Brasil, em várias ocasiões. Não se pode considerar que todos os Azeredos existentes no Brasil, mesmo procedentes de Portugal, sejam parentes, porque são inúmeras as famílias que adotaram este sobrenome pela simples razão de ser de origem geográfica, ou seja, tirado do lugar de Azeredo. O mesmo se aplica no campo da heráldica; jamais se pode considerar que uma Carta de Brasão de Armas de um antigo Azeredo, se estenda a todos aqueles que apresentam este mesmo sobrenome, porque não possuem a mesma origem. Uma das mais antigas famílias do Brasil, com este sobrenome, assinava a forma composta Azeredo Coutinho (vs.). No Espírito Santo, uma das mais antigas, a de Miguel de Azeredo, nat. de Portugal, que serviu no Brasil por 22 anos, onde foi Cap. e Gov da Fortaleza do Espírito Santo. Era irmão de Marcos de Azeredo, que foi o patriarca da citada família Azeredo Coutinho (v s.). Vieram acompanhando um tio, Belchior de Azeredo, CFCR, que veio nomeado cap. do Espírito Santo [1560] (Aro,. Gilson Nazareth). Linha Natural: O mencionado Miguel de Azeredo, deixou cerca de oito filhos naturais, havidos com Luiza Correia, filha ilegítima de Pedro Álvares Correia e de Antônia de Abreu. Cristãos Novos: No Rio de Janeiro: Ana, Brites e Esperança de Azeredo, irmãs [Parte Cristão Novo - 1713, pela família do pai - Correia Ximenes, e do avó materno - Paredes]; Brites de Azeredo [3/4 Cristão Novo - 1713, pela família do avô materno - Paredes]. Flávio de Carvalho, em sua obra Raízes Judaicas, fora os integrantes da família Azeredo Coutinho, registra mais 6 pessoas com este sobrenome, envolvidas em Autos-de-Fé, por «crime de serem judeus» (Flávio Mendes de Carvalho, Raízes Judaicas, 81). Heráldica: I - um escudo em campo azul, oito contrabandas de ouro; timbre um leão de azul nascente contrabandado de oiro; II - Vilas-boas apresenta um escudo em campo de ouro com sete barras azuis, lançadas ao viez. (TOPO) AZEREDO COUTINHO - Sobrenome composto de uma das grandes e importantes famílias de abastados proprietários rurais, donos de engenhos, desbravadores e povoadores da Província do Rio de janeiro, além de donatários da Capitania do Espírito Santo. Teve princípio em Iançarote Coutinho, natural de Portugal, filho de João Alvares de Azeredo, e quarto neto de Antonio Rodrigues de Azeredo, patriarca desta família Azeredo (vs.), em Portugal. Deixou numerosa descendência do seu cas. com Isabel Dias Sodré. Dois filhos deste casal, tiveram atuação no Brasil: I - Miguel de Azeredo, que serviu no Brasil 22 anos onde foi Capitão e Governador da Fortaleza do Espírito Santo. Deixou geração natural, da sua união cota Luiza Correia, filha bastarda de Pedro Álvares Correia e de Antônia de Abreu; e II - Marcos de Azeredo, nasc. c.1562, em Guimarães, Portugal, e falecido em Vitória, Espírito Santo, com testamento feito em 1618. Moço Fidalgo da Casa Real, Cavaleiro da Ordem de Cristo, Cap. da Capitania do Espírito Santo. Deixou numerosa descendência, do seu cas., c.1589, com Maria Coutinho de Melo, filha bastarda de Vasco Fernandes Coutinho, 1° Donatário da Capitania do Espírito Santo - conforme vai registrado no título dos Melo Coutinho (vs.). Seus descendentes, povoaram grande parte das Províncias do Rio de janeiro e do Espírito Santo.
https://familysearch.org/photos/artifacts/26190586
Toda genealogia em: Primeiras Familias do Rio de Janeiro - Volume I - Página: 75
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http://www.genealogiabrasileira.com/titulos_perdidos/cantagalo_ptazercout.htm
https://www.geni.com/people/Marcos-de-Azeredo/4732400567740038868
https://pt.wikipedia.org/wiki/Marcos_de_Azeredo_Coutinho
https://pt.wikipedia.org/wiki/Domingos_de_Azeredo_Coutinho
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(Hipótese) Para verificação: Netos de Marcos de Azeredo?, que estavam no ES: |
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Marcos Azeredo - Provedor da Dazenda






Parte do documento onde podemos ver a identificação das pessoas que acompanharam Antonio Azeredo Coutinho e Domingos Azeredo Coutinho, na expedição à "Serra das Esmeraldas", em 1646:

Sebastião Cardozo
Manoel da Silva
João Fernandes
Diogo da Silva
Manoel Teixeira Freire
Gaspar dos Banhos ???
Baltazar Gonçalves Machado
Gonçalo Ferreira
Freire
João Pinto Caldira
Pero Dias Paranhes
João Camello
Gonçalo de Amorim Falcão
Pascoal Borges dos Ramos
Simão Correia de Lemos
Francisco Ferreira
Sebastião de Azevedo Coutinho
Miguel de Azevedo Coutinho