Luiza Coutinho (c. 1560)
Felgueira Gayo - Castilhos



Vicente Banhos
e Luiza de Castilho (Hipótese: Filha de Luiza Coutinho (c. 1560) e Vasco de Azdº acima)

Pais de:

  • Angela dos Banhos (* no Espirito Santo c 1592 + 29/06/1650 Rio de Janeiro)
    c.c. Francisco de Mariz (Loureiro), irmão de Izabel de Mariz

    Primeiras Familias do Rio de Janeiro - Volume II - Página: 268



  • (Hipótese) Francisco dos Banhos (n.c. 1610 +1658 RJ) casado em 1645 com Luzia do Couto, conforme Dicionário das Familias Brasileiras


  • (Hipótese) Gaspar dos Banhos, aparece na CERTIDÃO (treslado) de 1647

  • (Hipótese) Pe. Vicente dos Banhos, também aparece na CERTIDÃO (treslado) de 1647
    (Ver abaixo, declaração do Pe. Vicente dos Banhos, anexada ao treslado de 1647)





    Tetra-avô:

    Certamente

    Testamento no casamento de Antonio Pinto Pestana e Beatriz Rangel, em 1679 - Cap. Pero Gonçalves dos Banhos, morador na dita Capitania do Espirito Santo, de idade 46 anos, parente de 3º para o 4º grau da contraente.

    Capitão Pedro Gonçalves dos Banhos, morador em Vitória, de idade de 54 anos em 1685, neste ano foi testemunha no casamento de Antonio Garcia Santiago e D. Maria Faleira, parente dos suplicantes.

Avô: Certamente

Alferes Francisco dos Banhos, um dos que assinou a "Representação de 1747"


Pais ou avós: Hipótese: Capitão Manuel Ribeiro Pereira e Maria Pinto

2-1 – Manuel Ribeiro Pereira (capitão), o Vigário de alcunha, nascido freg. de Sampaio de Oliveira em 14/01/1681 e batizado 19/01/1681. Capitão de Ordenanças. Casado em Sampaio de Oliveira, em 19/09/1701, com sua prima Maria Pinto (moradora em Sampaio de Oliveira e era irmã de Joana Pinto), a Vigária de alcunha, nascida em Amarante, bat. a 10/02/1685 e filha natural do padre João Ribeiro, o poeta de Amarante, nascido em Amarante, e de sua prima Ana Pinto, nascida freg. da Chapa, junto a Amarante – A prima pobre veio para servir-lhe e se enamorou.



Casamento:

Francisco dos Banhos

Roza Maria

Viúvo em 1812 [66]







Filhos:


Ver imagem:
Roza Maria c.c. Francisco dos Banhos




... "resamos aos Evangelhos e nós assinamos todos aqui... ano de 1646": Sebastião Cardoso // Manoel da Silva // João Fernandes // Diogo da Silva // Manoel Teixeira Freire // Gaspar dos Banhos da ... // Baltazar Gonçalves Machado // Gonçalo Rodrigues Freire // João Pinto Caldeira // Pero Dias Sanches // João Camello // Gonçallo de Morim Falcão // Pascoal Borges dos Ramos // Simão Correa de Lemos //Francisquo Ferreira // Sebastião de Azevedo Coutinho // Miguel de Azevedo Coutinho //

Declaração do Pe. Vicente dos Banhos, anexada ao treslado de 1647, acima




Inventário de Roza Maria casada com Francisco dos Banhos, viúvo, no Espírito Santo - Processo de 1812 [66] - Processos de INVENTáRIOS do Cartório da 1ª Vara de órfãos e Sucessões Tutela e Curatela Testamentos Inventários - David Lacerda Fafá - Vitória - ES:

Inventário datado de 09 de Julho de 1803, por falecimento de Romão de Mattos Soeiro, natural da Freguesia da Serra - ES, falecido no dia 13/5/1803.
Viúva inventariante: Vitória Maria de Jesus, da Freguesia da Serra-ES.


Filhos:

  • 1 - Jose (18 anos em 1803). No documento anexo deixa dúvida a respeito da idade: 8 ou 18. Entretanto, com base na declaração do próprio Jose (Jose Ribeiro Pinto) em 1812, chegamos a esta conclusão.
  • 2 - Maria
  • 3 - Manoel
  • 4 - Izabel

Avaliadores dos bens: Antonio de Mendonça e Manoel Nunes do Amaral.
Curador: Miguel da Silva Lira

Declaração de Jose Ribeiro Pinto, filho legítimo de Romão de Mattos Soeiro e Victoria Maria da Conceição.

Em 1812, na época do inventário da sua trisavó, Roza Maria, declarou ter capacidade para administrar seu bens.
Em 1803, estando com 18 anos de idade

Em 1812 -estava com 27 anos de idade - de maior idade para administrar seus bens.

Processos de INVENTÁRIOS do Cartório da 1ª Vara de órfãos e Sucessões Tutela e Curatela. Testamentos Inventários - David Lacerda Fafá - Vitória - ES [66]

João Ribeiro (3-3?). Segundo Basilio Carvalho Daemon, no ano de 1780 foram avaliadas terras: as da parte d’além da vila da Vitória, com extensão de 3 quilômetros e que corriam de Este a Oeste, dividindo-se pelo Norte com a baía em frente à vila, pelo Sul até o sítio que foi de Manoel Gonçalves Lima e depois de João Antonio, e se dividem com os mangues, entrando pelo Aribiri e deste Gonçalves Lima em diante se dividem pelo alto do morro chamado do Frade, em águas vertentes para o Norte, descendo até rumo de Oeste até o Paul, e pela parte de Leste demarcadas pelo mesmo rio navegável, foi avaliado um quinhão de terras na ilha chamada do Sinai do Andrada, que julgamos ser a hoje chamada da Pedra d’água, já pela configuração, já por estar unida à terra firme e em frente às pertencentes aos Padres da Companhia de Jesus, cuja parte fora comprada ou doada por Gaspar de Matos, e que pelo Sul se dividia com terras de João Ribeiro, herdeiros daquele Andrada, principiando pela Taputera (pedra fora d’água), correndo pelo alto da ilha para Leste e parte do Norte se dividia com as margens que fazem mar no rio morto, o Aribiri, e pela parte de Leste se confinava com o mangue que a cerca e pela parte de Oeste fazem frente pelo rio Santa Maria navegável, tendo pouca extensão e menos largura, podendo levar dois alqueires de planta; ainda outras terras foram avaliadas no Pontal, da outra parte do rio no chamado Maruípe, hoje da Passagem, que de um lado se divide com a Passagem Real, que ia desse lugar para a praia de Maruípe e da outra se dividiam com a estrada das Pitangueiras e faziam um ângulo na encruzilhada das ditas duas estradas, fazendo termo afinal no mar, onde tinham mais largura e alguma mata virgem.

Conforme Livro Tombo da Vila de Nova Almeida de 1945 - APEES - informações de 1760 - Entre os primeiros proprietários de terras em Nova Almeida: Franciso de Mattos c.c. Angelica de Jesus e Manoel de Mattos

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