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Vasco Fernandes Coutinho, o velho |
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O brasão de Vasco Fernandes Coutinho é utilizado como Brasão da Universidade Federal do Espírito Santo.
Ver pdf: Coutinhos |
Ele era fidalgo da Casa Real, serviu em Goa e em Málaca entre 1510 e 1516. No ano de 1521, com o irmão Manuel, voltou à Índia e de lá passou para a China. Foi donatário da capitania do Espírito Santo de 1535 até sua morte, ocorrida em fevereiro de 1561.
Os filhos Jorge de Melo e Martim Afonso de Melo não sobreviveram ao pai. Por isso passou a Capitania do Espírito Santo a seu filho natural Vasco Fernandes Coutinho
http://www.marcopolo.pro.br/genealogia/paginas/famES_F.html
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Vasco_Fernandes_Coutinho
Nasceu em 1488. Aos 20 anos, em 1508, já servia à Coroa Portuguesa, seguindo para a Índia. Em 1511, com 23 anos, é consagrado herói na batalha que conquistou o Porto de Málaca (Singapura), e como prêmio foi nomeado Governador de Ormuz, no Golfo Pérsico, aos 26 anos, cargo exercido até 1524, quando lutou ao lado de Duarte Coelho na China; em 1527 combatia os muçulmanos no Marrocos; aos 40 anos, em 1528, retorna a Portugal, onde é recebido como herói, e premiado com uma pensão de 30 mil reais. Estabelecido em Portugal com bom patrimônio, honras e glórias, em 01-6-1534, recebe de D. João III a Carta de Doação da Capitania do Espírito Santo, com 50 léguas de litoral e outras tantas de fundo, até o limite do Tratado de Tordesilhas, (em cujo território, além do atual estado do Espírito Santo, estava incluída grande parte de Minas Gerais e Goiás). Aplica todos os seus bens na compra da caravela Grorya, equipagem e tudo mais para desenvolver sua capitania, seu “Vilão Farto” ou “capixaba” na língua indígena local; mais tarde se arrependeria, pois “o que ganhara em léguas teria que ser conquistado a polegadas”, enfrentando a hostilidade dos índios, franceses, holandeses e ingleses, e tendo de governar os degredados que a Coroa Portuguesa o obrigou a trazer.
Enfim, ancorou a caravela Grorya na sua Capitania, no dia 23-5-1535, domingo de Pentecostes, razão pela qual chamou sua terra de Espírito Santo, onde construiu Vila Velha, Vitória, etc. Em 1553, recebe o Padre Anchieta, grande amigo de sua família, conforme carta jesuítica de 01-12-1592, que abençoa toda a família: “haja paz, saúde e amizade entre todos e principalmente com Deus, e isto basta; vale ínterim et ora pro me cum tota família”. Em 1555, socorre com 4 navios seus amigos Cacique Araribóia e Gato Grande (Maracayassu), que eram perseguidos pelos Tamoios, levando toda a tribo Temiminó do Rio de Janeiro para o Espírito Santo. Graças a este feito, em 1563/65, Araribóia e Belchior Azeredo prestaram ajuda decisiva a Estácio de Sá na conquista do Rio de Janeiro, derrotando os franceses e tamoios.
http://www.chicoboticario.org.br/scripts/biografias/vascofernandescoutinho.asp
Em 1540, Vasco Fernandes Coutinho voltou a Portugal em busca de recursos. Ao retornar encontrou sua capitania semidestruída pela luta com os nativos. Faleceu em 1561, deixando a capitania para seu filho bastardo, Vasco Fernando Coutinho Filho. Homem de valor, autêntico conquistador do século XVI, mais não fez pela terra tropical que veio colonizar porque lhe faltaram recursos materiais e humanos.
http://www.sefaz.es.gov.br/painel/orig02.htm
Irmão de: Filipa de Melo; Manuel de Melo, comendador de Ferrados; Antonia de Vilhena; Maria de Melo; Martim Afonso de Melo e Guiomar Coutinho
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com Maria do Campo, filha de Andre do Campo e Maria de Azevedo (senhores de Erra)
https://gw.geneanet.org/valdenei?lang=en&pz=valdenei+correa&nz=silveira&p=maria+do&n=campo
Teve:
Felgueira Gayo
- Jorge de Melo Coutinho (legitimo) c.c Jeronima Juzarte,
filha de Garcia Juzarte e sua m.er D. Maria Coutinho s.g. [85]
http://www.myheritageimages.com/G/storage/site52254281/files/00/08/58/000858_8763627u5ff6b4c3b5933h.pdf,
- Jorge de Melo Coutinho
Pai de:
- Martim Afonso de Melo Coutinho (legítimo)
- Guiomar Coutinho c.c. Vasco Fernandes (Alcaide Mor de Pene),
Pais de:
- Francisco Coutinho
Pai de:
- Maria Coutinho de Mello (c. 1545) c.c. Ayres Dias de Magalhães
Em 1560, Mem de Sá encontrou no Espirito Santo tres filhos de Vasco Fernandes Coutinho, moços sem barbas. [1] - página 94]

Página 13 da Nobiliarquia Fluminense, do Conselheiro Macedo Soares - Genealogia das mais antigas familias do Rio de Janeiro - 1878

Página 13 da Nobiliarquia Fluminense, do Conselheiro Macedo Soares - Genealogia das mais antigas familias do Rio de Janeiro - 1878

Página 14/5 da Nobiliarquia Fluminense, do Conselheiro Macedo Soares - Genealogia das mais antigas familias do Rio de Janeiro - 1878
Página 17 da Nobiliarquia Fluminense, do Conselheiro Macedo Soares - Genealogia das mais antigas familias do Rio de Janeiro - 1878
Vimos acima que Miguel Rangel de Souza Coutinho apresenta uma dúvida com relação a Maria Coutinho de Mello. Mas, com base na informação de Felgueira Gayo, esta Maria Coutinho de Mello(c. 1550) não era filha bastarda, certamente conteporânea dos outros filhos legítimos de Vasco Fernandes Coutimho e mais velha do que Marcos de Azeredo nascido c.1560 , casado c.1589 com Maria Catharina de Mello Coutinho (c. 1570), filha bastarda de Vasco Fernandes Coutinho ,
https://gw.geneanet.org/valdenei?lang=en&n=magalhaes&oc=0&p=ayres+dias+de
https://gw.geneanet.org/valdenei?lang=en&pz=valdenei+correa&nz=silveira&p=maria+de+melo&n=coutinho&oc=2
Pais de:
- Justa de Azevedo (c. 1565 - ) c.c. Ambrosio de Souza,
Certamente o sobrenome Azevedo foi herdado da sua bisavó materna, Maria Azevedo
Pais de:
- Joana de Souza (c. 1585), casada no Espírito Santo por volta de 1609 com Baltazar Rangel de Macedo, filho de Julão Rangel de Macedo e Beatriz Sardinha.
(Casados na Capitania do Espirito Santo)

Nobiliário Fluminense II
Pais de:
- Julião Rangel de Souza (c. 1610) , que foi casado com Leonor Caldeira, filha de Matias Pinto Caldeira.
Ambos eram naturais do Espírito Santo e um deles era neto do donatário Vasco Fernandes Coutinho.
Julião era capitão no Espírito Santo em abril de 1654, quando foi nomeado procurador de moradores dos Campos dos Goitacases. Também dele deve ser a viúva que se casou com o alferes Jose Vaz de Saraiva e com ela foi para Campos (ver tit. VAZ SARAIVA).
Pais de:
- Mateus Pinto Caldeira (1640 - ) c.c. Florentina Pinto.
Em 1662 Belchior Rangel de Souza, então residente no Rio de Janeiro, nomeou Mateus Pinto Caldeira, Gonçalo Vaz Pinto e Manuel de Morais, residentes em Vitória (ES) para procuradores dele na capital capixaba,
Em 1687 Matheus Pinto Caldeira, estava com 47 anos de idade, foi testemunha no casamento de Maria Faleira e Antonio Garcia Santiago, morador em Vila Velha, Espírito Santo, de idade 47 anos, do costume disse que "corria em parentesco com a suplicante". Cecília Pereira, avó da suplicante (noiva), era sobrinha de Catarina Pereira. Conforme segue:

Banhos (Resumo dos processos de casamentos do Bispado do Rio de Janeiro - Século XVII ao Século XX), de Dalmiro da Motta Buys de Barros, registro 89
Avô de:
- 2 (Hipotese) Britiz Rangel de Souza (c. 1640) casada com o primo Antonio Pinto Caldeira,
Razão do sobrenome Rangel, da filha Beatriz, conforme segue:

Banhos (Resumo dos processos de casamentos do Bispado do Rio de Janeiro - Século XVII ao Século XX), de Dalmiro da Motta Buys de Barros
Pais de:
- Beatriz Rangel (1660) c.c. Antonio Pinto Pestana (1651 - Primos no 4° grau de consaguinidade),
avós de: (hipótese) Padres Francisco Ferraz Affonso Pestana e Manoel Pestana
Pais de:
- Hipótese: Catarina Nunes c.c. Antonio Ferreira Coutinho
Pais de:
- Maria Coutinho, natural do Espírito Santo e falecida em Campos a 8 de março de 1767, viúva de Francisco Ribeiro Cardozo, que nascera na freguesia de N. Sra. do Monte, em Portugal, e morreu em São Salvador a 12 de abril de 1756. Foram testamenteiros de Maria Coutinho seu filho Francisco, João Fernandes Antonio e o pe. Dionísio Teixeira de Barcelos. Eles receberam terras em sesmaria no ano de 1729, sítio na margem norte do rio Paraíba, defronte a ilha das Pombas, foreiros aos guarulhos. Francisco estava procurador da Câmara campista em 1748 quando foi expulso de seu cargo pelos sublevados. Voltou à edilidade no ano seguinte, como vereador. Tio de Valentim Ferreira de Queiróz Coutinho (nascido em 1717 e que em 1799 morava solteiro em Campos Novos de São Lourenço, termo de São João da Barra) e de Luzia.
-
Helena Coutinho, nascida no Espírito Santo e falecida em março de 1736 no termo da vila de São Salvador. Era viúva de Antonio Ribeiro Neguis, nascido em N. Sra. do Monte, termo de Almada (Portugal). Foi nomeado curador dos órfãos Bras de Mendonça Cavalcanti. Moravam em sítio na margem norte do rio Paraíba, defronte a ilha do Pires.
http://www.marcopolo.pro.br/genealogia/paginas/famES_F.html
- (Hipótese) Filha c.c. Miguel Gomes Pereira (Mesmo nome do neto abaixo)
Pais de:
- Certamente: Catharina Nunes (
* c. 1730 - já falecida em 1801) [65] caixa 02 1801,
Mãe de:
- Bento Ferreira Cotinho
Pai de:
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http://www.morrodomoreno.com.br/materias/genealogia-dos-donatarios-do-es.html |
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com Ana Vaz de Almada (vivente em 1589)
(Ver: familia Almada)
Teve:
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- Vasco Fernandes Coutinho Filho, o moço,
Pais de:
-
Frederico de Melo Coutinho c.c. Maria Luis Grou, filha de Simão Álvares Martins e outra Maria Luis Grou - Casou se em São Paulo com Maria Luis Grou, filha de Simão Álvares Martins e outra Maria Luis Grou. Os genealogistas Pedro Taques e Silva Leme nos mostram a descendência do casal. Ele acompanhou o sogro na bandeira de Antonio Raposo Tavares que atacou o Guairá. Conta se que ele praticou barbaridades espantosas. Na vila de São Paulo, Fradique foi capitão em 1624 e juiz ordinário em 1632. Ali morreu no dia 28 de janeiro de 1633.
-
Pedro de Melo Coutinho, casado em São Paulo de Piratininga com Maria da Penha, filha de Mateus Luis Grou e Isabel de Pinha Cortês.
- Diogo Coutinho de Melo, nascido no Espírito Santo e que foi para São Paulo, onde se casou com Agostinha Rodrigues, filha de Simão Jorge e Agostinha Rodrigues.
-
Manuel de Melo Coutinho, que também esteve na dita bandeira do Raposo Tavares ao Guairá em 1628.
- Yamar de Melo casada em 1581 em Vitória-ES com Ruano Tellez.
- Catarina de Mello Coutinho c.c. Manoel Fernandes,
Pais de:
- João de Melo Coutinho, nasceu na Capitania do Espírito Santo, Espírito Santo, Brasil, cerca de 1565, faleceu em Buenos Aires, Argentina - 1601, casou com Juana Holguín de Ulloa
Pais de:
- Ana de Melo Coutinho y Holguín;
- Francisco de Melo y Coutinho Olguin;
- Francisca de Melo Coutinho
- Isabel de Melo Coutinho
Outros capixabas, ou a princípio, portugueses residentes na capitania, que se mudaram para outras povoações, vão formar os núcleos iniciais de diversas capitanias, e até há o caso de um capixaba, neto de nosso primeiro donatário, nascido em Vitória, João de Melo Coutinho (c.1565-1601), que, hoje, é considerado, pelos genealogistas portenhos, ancestral de toda a elite criola[2] argentina, inclusive da futura rainha da Holanda, a princesa Máxima Zorreguietta Cerruti, esposa do príncipe Guilherme, futuro rei da Holanda[3].
http://www.morrodomoreno.com.br/materias/as-familias-portuguesas-radicadas-no-espirito-santo.html
Hipótese, neto de Vasco Fennandes Coutinho:
- Luiz de Mello - Provedor do almoxarifado da incorporação São Miguel, conforme documento de 1609: CTA: AHU-Espírito Santo, cx 01 doc. 04,05 e CT: AHU-ACL-CU-007, cx 01 doc. 04 do APEES.
Hipótese, descendente de Vasco Fennandes Coutinho:
- D. Ursula Coutinho - Proprietária de chãos defronte do Moreno - ES [69]
- Catarina Coutinho - Vivia em 1653 - casada com D. Gaspar Coutinho de Bragança.
Em 1650 proprietário de chãos vizinhos à sua sogra. Casou com dote [69]
Vasco Fernandes Coutinho Filho residia na "Fazenda da Costa", junto ao Monte Moreno
[1 - página 109]
- Manuel de Mello, Nasceu cêrca de 1628.
Capitão Manuel de Mello -
Morador no Espirito Santo, de idade de 57 anos em 1687, quando foi testemunha_no_casamento de Antonio Garcia Santiago e D. Maria Faleira 1687 [52]
Pai de:
- Antonio de Mello Coutinho - Vizinho de D. Ursula Coutinho [69]
Hipótese de ser: cap. Antonio de Melo Coutinho, que em abril de 1654 foi nomeado por habitantes de Campos procurador deles no Espírito Santo.
http://www.marcopolo.pro.br/genealogia/paginas/famES_F.html
- Branca Coutinho c.c. Manuel do Canto de Almeida.
Primeiras Familias do Rio de Janeiro - Volume I - Página 151
Viviam no Espírito Santo em 1644, quando Manuel foi nomeado capitão mór do presídio da vila, cargo que conservou até sua morte. Em 1663 ele era capitão de infantaria, quando participou da insurreição que mandou de volta a Salvador (BA) o capitão mór Jose Lopes, nomeado pelo governador da Bahia em substituição a D. Diniz Lobo. A Bahia mandou tropas para garantir a posse do capitão mór nomeado e Manuel do Canto foi preso, suspenso de seu cargo e remetido para Salvador. A justiça real, no entanto, o absolveu e ele foi reintegrado em suas funções pelo conde de Castelmelhor.
Foram pais de:
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Joana Coutinho, nascida no Espírito Santo e casada na igreja da Candelária, no Rio de Janeiro, a 11 de maio de 1683 com Sebastião Cordeiro Penalves.
http://www.marcopolo.pro.br/genealogia/paginas/famES_F.html
- hipótese: Catarina (de Melo) Coutinho, casada com Matias Teixeira Nunes, irmão de Catarina Teixeira.
http://www.marcopolo.pro.br/genealogia/paginas/famES_F.html
pais de:
- hipótese: Manoel Teixeira de Almeida -
002-002-0324-(173)- 1730- ES – Requerimento de Luis de Melo Pereira a pedir confirmação da patente do posto de Capitão do Forte São João – Manoel Teixeira de Almeida
002-002-0298-(166)- 1730- Lisboa – Consulta sobre candidatos ao cargo de Capitão-Mor da Capitania do ES: João da Silva Pereira – Silvestre Cirne da Veiga – Claudio Roquete da Silva – Manoel Álvares Pereira – Manoel Álvares da Fonseca – Antonio Ribeiro – Manoel de Almeida.
- hipótese:
Antonio de Almeida -
003-002-0341-(278)- 1747- ES- Representação dos oficiais da câmara e mais homens bons a pedirem recondução do Ouvidor Geral Mateus Nunes Jose de Macedo.
003-002-0343- Jose de Anchieta – Antonio Rodrigues ??? - João Luiz de Andrade ??? - Antonio de Almeida - Outros ???
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O historiador Jose Teixeira de Oliveira conta que o cap.
Canto cometera em 1650 excessos contra o capitão mór Manuel da Rocha de Almeida. ******** REVER!.
Em 1650 a Capitania foi confiada a Manuel da Rocha de Almeida que veio como Capitão-Mor. Logo pediu ao Governador Geral reforço de soldados e artilharia. [2 - página 69]
Hipótese, trineto de Antonio de Mello Coutinho, Manuel do Canto de Almeida e Branca Coutinho, Antonio do Canto de Almeida ou Manuel da Rocha de Almeida, se estes dois últimos ou seus descentes também se casaram, se uniram à família "Coutinho":
- Antonio Coutinho de Mello c.c. Francisca Xavier de Andrade (antepassados da minha avó materna Vivina Pimentel Netto - Antonio Coutinho de Mello nasceu cerva de 1720)
http://www.marcopolo.pro.br/genealogia/paginas/famES_F.html
(Certamente: alferes Antonio Coutinho de Melo que em 1775 comprou metade do morro da Concha, na Barra do Jacu). Os pais de Francisca Xavier de Andrade também eram proprietários de terras na Barra do Jucu (Senhores e possuidores das terras de Jucu e Camboapina-ES [66] -
Ver documentos anexos ao processo movido pelo trineto Jose Freire de Andrade),
Pais de:
- Jose Joaquim da Rocha c.c. Maria da Penha e Silva, (Jose Joaquim da Rocha foi batizado em 26/03/1758 e provavelmente o único filho homem e, também, um dos últimos/caçula),
Pais de:
- Luciano Jose de Almeida - Varão mais velho, conforme registro no processo movido pelo filho Jose em 1830 [66]
- Diogo de Almeida e Silva
- Antonio Coutinho da Rocha Mello
- Bernardino Falcão de Gouvea
- Andre de Almeida e Silva
- Anna Maria da Victoria, bisavó do Cel. Henrique da Silva Coutinho Presidente do ES 1890-1891; senador ES 1897-1904; presidente ES 1904-1908.
- Izabel de Barcellos Pereira
- Maria da Penha (solteira: de 12 a
25 anos, em 1830)
- Francisca Xavier (solteira: de 12 a 25 anos) [66] 1830
- Manoel da Rocha Pimentel (Freire) c.c. Rosa Maria da Silva,
pais de:
http://www.morrodomoreno.com.br/materias/genealogia-dos-donatarios-do-es.html
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Filha (bastarda)
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- Maria Coutinho casada com Marcos de Azeredo, o velho, filho de Lancerote de Azevedo e Isabel Dias Sodré. E foi esta sua filha bastarda quem, pelo casamento com Marcos de Azeredo, possibilitou a formação da Família Azeredo Coutinho e, mais tarde, da Rangel de Azeredo Coutinho
- Capitão Domingos de Azeredo Coutinho e Melo c.c. Antonia Tenreiro da Cunha (nascida em 1600, falecida em 1657),
Pais de:
- Marcos Azeredo Coutinho Melo, natural da cidade do Rio de Janeiro e ali casado com Paula Rangel de Macedo, Marcos andou com o pai pelas serras da Esmeralda, no Espírito Santo, em 1645. Deixaram descendentes no Rio de Janeiro.
Pais de:
- Sebastião de Azeredo Coutinho
- Cap. Antonio de Azeredo Coutinho
- Isabel Tenreiro da Cunha
- Joana Coutinho da Cunha
- Barbara Coutinho
- Belchior de Azeredo Coutinho, nascido no Espírito Santo e casado no Rio de Janeiro com Antonia Pedroso (de Gouveia), filha de Miguel Gomes Bravo e Isabel Pedroso
Pais de:
- Belchior Homem de Azeredo, que morreu na Bahia, degolado, por ter assassinado na Ilha Grande a sua parenta Maria Coutinho e o marido dela cap. Antonio Pompeu de Almeida. Com a descendência listada nas genealogias cariocas.
- Isabel de Azeredo Coutinho
- Helena de Azeredo Coutinho, casada com Duarte de Albuquerque e Melo.
- João de Azeredo Coutinho, nascido cerca de 1590 e casado com sua parenta Maria de Azeredo. Com geração.
- Miguel de São Marcos, nascido cerca de 1594 e que se tornou frade franciscano.
- Francisco de Azeredo Coutinho
- Capítão Antonio de Azeredo Coutinho e Melo , nascido no Espírito Santo e falecido no Rio de Janeiro a 23 de maio de 1674. Casou se no Rio de Janeiro com Maria de Galegos, batizada na Sé carioca a 7 de fevereiro de 1619 e que morreu em sua terra natal a 11 de abril de 1677, filha de Jorge de Souza Coutinho e Maria de Galegos. Vivia no Rio de Janeiro em 1645, quando foi nomeado Capitão Descobridor e Administrador das Minas da serra das Esmeraldas com seu mano Domingos.
Pais de:
- cap. João de Azeredo Coutinho, falecido solteiro.
- Paula de Galegos, batizada na Candelária (Rio de Janeiro) a 5 de julho de 1643 e casada com João Álvares Pereira, batizado na Sé do Rio a 4 de agosto de 1635 e que morreu na freguesia da Candelária a 26 de abril de 1709, filho de outro João Álvares Pereira e Isabel de Montarroios.
Deixaram:
- Isabel de Azeredo Coutinho, batizada na Candelária no dia 27 de fevereiro de 1661 e ali casada com seu primo em 3º grau Luis de Souza Coutinho, filho de Jorge de Souza Coutinho e Isabel (...).
Pais de:
- Paula, batizada na Candelária a 10 de agosto de 1692.
- Maria de Souza Coutinho, casada na capela de São Francisco, freguesia da Candelária, a 13 de junho de 1725 com Jose de Faria Magalhães (Málio de Bivar), natural de São Pedro de Porto de Mós, bispado de Leiria (Portugal), filho de Pedro de Faria de Magalhães e Ana Maria da Fonseca.
- Antonio de Azeredo Coutinho.
- Ana, batizada na Candelária a 25 de março de 1648.
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Em 1560, Mem de Sá encontrou no Espirito Santo tres filhos de Vasco Fernandes Coutinho, moços sem barbas
[1] - página 94]



https://books.google.com.br/books?id=cwsd4_vf2OsC&pg=PA382&lpg=PA382&dq=jorge+Mello+genealogia&source=bl&ots=vFFXIJEtdK&sig=IWXbXjIWIwHsh_rCevliSLi-Cto&hl=pt-BR&sa=X&ved=0ahUKEwj2lPbF58LVAhUGlpAKHWgCC5UQ6AEIRzAE#v=onepage&q=jorge%20Mello%20genealogia&f=false
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