Pais: Jorge de Mello, (filho de Martim Affonso de Mello e Leonor Barreto). Casado com Branca Coutinho, (filha de Vasco Fernandes Coutinho e Maria de Lima). Jorge de Melo (o Laio ou Lágio, segundo o historiador capixaba J. Teixeira de Oliveira e o Logrio, segundo Filgueiras Gayo), alcaide mór de Serpa.

Foram seus irmãos: Martim Afonso de Melo Coutinho, Diogo de Melo Coutinho, Manuel de Melo e Antonia de Vilhena.

http://www.morrodomoreno.com.br/materias/genealogia-dos-donatarios-do-es.html



 

Vasco Fernandes Coutinho, o velho

O brasão de Vasco Fernandes Coutinho é utilizado como Brasão da Universidade Federal do Espírito Santo.

Ver pdf: Coutinhos

Ele era fidalgo da Casa Real, serviu em Goa e em Málaca entre 1510 e 1516. No ano de 1521, com o irmão Manuel, voltou à Índia e de lá passou para a China. Foi donatário da capitania do Espírito Santo de 1535 até sua morte, ocorrida em fevereiro de 1561.

Os filhos Jorge de Melo e Martim Afonso de Melo não sobreviveram ao pai. Por isso passou a Capitania do Espírito Santo a seu filho natural Vasco Fernandes Coutinho


http://www.marcopolo.pro.br/genealogia/paginas/famES_F.html

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Vasco_Fernandes_Coutinho

Nasceu em 1488. Aos 20 anos, em 2508, já servia à Coroa Portuguesa, seguindo para a Índia. Em 1511, com 23 anos, é consagrado herói na batalha que conquistou o Porto de Málaca (Singapura), e como prêmio foi nomeado Governador de Ormuz, no Golfo Pérsico, aos 26 anos, cargo exercido até 1524, quando lutou ao lado de Duarte Coelho na China; em 1527 combatia os muçulmanos no Marrocos; aos 40 anos, em 1528, retorna a Portugal, onde é recebido como herói, e premiado com uma pensão de 30 mil reais. Estabelecido em Portugal com bom patrimônio, honras e glórias, em 01-6-1534, recebe de D. João III a Carta de Doação da Capitania do Espírito Santo, com 50 léguas de litoral e outras tantas de fundo, até o limite do Tratado de Tordesilhas, (em cujo território, além do atual estado do Espírito Santo, estava incluída grande parte de Minas Gerais e Goiás). Aplica todos os seus bens na compra da caravela Grorya, equipagem e tudo mais para desenvolver sua capitania, seu “Vilão Farto” ou “capixaba” na língua indígena local; mais tarde se arrependeria, pois “o que ganhara em léguas teria que ser conquistado a polegadas”, enfrentando a hostilidade dos índios, franceses, holandeses e ingleses, e tendo de governar os degredados que a Coroa Portuguesa o obrigou a trazer.

Enfim, ancorou a caravela Grorya na sua Capitania, no dia 23-5-1535, domingo de Pentecostes, razão pela qual chamou sua terra de Espírito Santo, onde construiu Vila Velha, Vitória, etc. Em 1553, recebe o Padre Anchieta, grande amigo de sua família, conforme carta jesuítica de 01-12-1592, que abençoa toda a família: “haja paz, saúde e amizade entre todos e principalmente com Deus, e isto basta; vale ínterim et ora pro me cum tota família”. Em 1555, socorre com 4 navios seus amigos Cacique Araribóia e Gato Grande (Maracayassu), que eram perseguidos pelos Tamoios, levando toda a tribo Temiminó do Rio de Janeiro para o Espírito Santo. Graças a este feito, em 1563/65, Araribóia e Belchior Azeredo prestaram ajuda decisiva a Estácio de Sá na conquista do Rio de Janeiro, derrotando os franceses e tamoios.

http://www.chicoboticario.org.br/scripts/biografias/vascofernandescoutinho.asp

Em 1540, Vasco Fernandes Coutinho voltou a Portugal em busca de recursos. Ao retornar encontrou sua capitania semidestruída pela luta com os nativos.   Faleceu em 1561, deixando a capitania para seu filho bastardo, Vasco Fernando Coutinho Filho. Homem de valor, autêntico conquistador do século XVI, mais não fez pela terra tropical que veio colonizar porque lhe faltaram recursos materiais e humanos.
http://www.sefaz.es.gov.br/painel/orig02.htm

com Maria do Campo, filha dos senhores de Erra, André do Campo e Maria de Azevedo teve:


  1. Jorge de Melo (legitimo) c.c Jerônima Juzarte, filha de Garcia Juzarte e sua m.er D. Maria Coutinho s.g. [85]
    http://www.myheritageimages.com/G/storage/site52254281/files/00/08/58/000858_8763627u5ff6b4c3b5933h.pdf,
    avós de:

    1. Hipótese: Jorge de Mello c.c. Genebra Coutinho, pais de:

      1. Felício de Melo Coutinho, casado na Sé do Rio de Janeiro em maio de 1622 com Juliana Lopes, filha de Henrique de Araújo e Juliana Henriques. Pais de:

        1. Luísa, batizada na Sé carioca a 15 de outubro de 1624.
        2. Maria, também batizada na Sé do Rio a 18 de junho de 1627.

  2. Martim Afonso de Melo Coutinho (legitimo)

  3. Guiomar de Melo c.c. Vasco Fernandes (Alcaide Mor de Pene),pais de:

    1. Francisco Coutinho
      http://www.myheritageimages.com/G/storage/site52254281/files/00/08/58/000858_8763627u5ff6b4c3b5933h.pdf,

  4. Maria Catarina de Melo Coutinho

http://www.morrodomoreno.com.br/materias/genealogia-dos-donatarios-do-es.html



com Ana Vaz de Almada (vivente em 1589) teve:
(Ver: familia Almada)

  1. Maria Coutinho de Mello c.c. Ayres Dias de Magalhães, pais de:

    1. Justa de Azeredo c.c. Ambrósio de Souza, pais de:

      1. Joana de Souza, casada no Espírito Santo por volta de 1609 com Baltazar Rangel de Macedo, filho de Julão Rangelde Macedo e Beatriz Sardinha. Desse casamento vieram:

        1. Julião Rangel de Souza, que foi casado com Leonor Caldeira, possivelmente filha do cap. Mateus Pinto Caldeira. Ambos eram naturais do Espírito Santo e um deles era neto do donatário Vasco Fernandes Coutinho.
          Julião era capitão no Espírito Santo em abril de 1654, quando foi nomeado procurador de moradores dos Campos dos Goitacases. Também dele deve ser a viúva que se casou com o alferes Jose Vaz de Saraiva e com ela foi para Campos (ver tit. VAZ SARAIVA). Desse casamento vieram:

          1. Baltazar Rangel de Souza, nascido por volta de 1629 e que já estava morto em março de 1685.
            Baltazar se disse
            segundo neto do donatário Vasco Fernandes Coutinho e filho dos capixabas Julião Rangel de Souza e Leonor Caldeira. Ele foi casado com Ângela de Mendonça, batizada no Rio de Janeiro a 24 de julho de 1643, filha de Francisco de Souza Coutinho e Ascença de Mendonça (ou de MENEZES).
            Baltazar foi escrivão da Câmara e tabelião no Rio de Janeiro.


          2. Mateus Pinto Caldeira, casado com Florentina Pinto.
            Mateus recebeu sesmaria em Moritiba no ano de 1630. Em 1662 Belchior Rangel de Souza, então residente no Rio de Janeiro, nomeou Mateus Pinto Caldeira, Gonçalo Vaz Pinto e Manuel de Morais, residentes em Vitória (ES) para procuradores dele na capital capixaba.


            Mateus Pinto Caldeira e Florentina Pinto, talvez ancestrais de:

            1. Florentina Pinto, casada com Salvador Pacheco de Resende.

            2. João Pinto Caldeira, juiz ordinário em São João da Barra nos anos 1742, 1747 e 1752.

            http://www.marcopolo.pro.br/genealogia/paginas/famES_R.html
            www.myheritageimages.com/G/storage/site52254281/files/00/08/58/000858_8763627u5ff6b4c3b5933h.pdf


            Foi casado com (...) certamente Catarina Pereira (considerando os nomes dos filhos, confirma a hipótese de ser o 2º casamento de Mateus Pinto Caldeira e não terem sido casados oficialmente, ou seja: filhos naturais com o sobrenome do pai, como era de costume),
            pais de:


            1. certamente Cap. Mateus Pinto Caldeira que em 1687 foi testemunha no casamento de D._Ângela_Ferreira_e_Sargento-mor Manuel Faleiro Cabeça, morador em Vila Velha, Espírito Santo, de idade 47 anos em 1687, do costume disse que "corria em parentesco com a suplicante". Cecília Pereira, avó da splicante (noiva), era prima de Catarina Pereira.

            2. Antonio Pinto Caldeira, pai de:

              1. Beatriz Rangel c.c. Antonio Pinto Pestana (Primos no 4° grau de consaguinidade), avós de:

                1. Catharina Nunes (já falecida em 1801) [65] caixa 02 1801, mãe de:

                  1. Antonio Pinto Pestana (nome idêntico ao do seu bisavô) c.c. Angélica Maria de Jesus, pais de:

                    1. João Barboza de Oliveira c.c. Joanna Maria de Jesus, filha de Francisco Rodrigues Bermudes e Maria do Nascimento, pais de:

                      1. Francisco Rodrigues Bermudes c.c. Francisca Maria de Lírio, pais de:

                        1. Anna Maria da Conceição c.c. Manoel Rodrigues de Jesus, pais de:

                          1. Manoel Rodrigues Bermudes c.c. Albertina Maria da Conceição, pais de:

                            1. Manoel Vicente Bermudes c.c. Olga Fernandes Bermudes, pais de:

                              1. Adelia Bermudes Moraes c.c. Manoel Badoca Moraes, pais de:

                                1. Neusa Maria Moraes c.c. Marcos Jose Neto Andrade


                    2. Miguel Gomes Pereira c.c. Maria da Conceição do Amor Divino, filha de Jose dos Santos Machado e D. Anna Maria de São Jose, pais de:

                      1. Francisca Maria dos Anjos c.c. Antonio da Rocha Pimentel, pais de:

                        1. Francisca Maria Pimentel de Mattos c.c. Luiz Ribeiro Pinto de Mattos, pais de:

                          1. Vivina Pimentel Netto c. c. Otto Netto, pais de:

                            1. Maria Osória Netto Andrade c.c. Jose Macedo de Andrade, pais de:

                              1. Marcos Jose Neto Andrade c.c. Neusa Maria Moraes





                    Bento Ferreira_Coutinho c.c. Joana Ferreira da Rosa, pais de:

                    1. Marcellino Ferreira de Lírio c.c. Theodora de Almeida, conforme [65] 1817 cx 06, pais de:

                      1. Lauriano
                      2. Mathias
                      3. Bernardino
                      4. Alexandre
                      5. Córdula - certamente Córdula Maria de Jesus, casada com Antonio dos Santos (Ferreira?), pais de:

                        1. Maria Rangel do Nascimento c.c. João de Moraes Athayde, filho de Manoel de Moraes Athaide e Francisca ? Xavier da Rosa, pais de:

                          1. João Ferreira de Moraes c.c. Maria Rodrigues da Conceição, pais de:

                            1. Manoel Gonçalves Francisco de Morais c.c. D. Felomena Luiza da Conceição Mattos, pais de:

                              1. Manoel Badoca de Moraes c.c. Adelia Bermudes Moraes, pais de:

                                1. Neusa Maria Moraes c.c. Marcos Jose Neto Andrade



          3. Belchior Rangel de Souza. Talvez o alferes Belchior Rangel de Souza, que nasceu no Espírito Santo cerca de 1670. Belchior Rangel foi casado com Cristina do Couto, que entendemos ser da família Couto PIMENTEL, da qual tratamos em parte no capítulo COUTO PIMENTEL dessa obra. Eles deixaram os seguintes filhos:

            1. Belchior Rangel de Souza, nascido cerca de 1704 e que foi capitão mór da gente campista pelos anos ______.
              Obteve em 1736 sesmaria de terras ao norte do Paraíba, onde fundou engenho de açúcar.
              Em 1738, 1766 e 1770 ele estava juiz ordinário na vila de São Salvador. Em 1740 foi acusado de revoltoso e teve de fugir da vila por ter sido decretada sua prisão.
              Nos anos 1766 e 1770 encontrâmo lo como capitão.
              Ele foi a primeira vez casado com Inácia da Luz Pessanha, falecida em agosto de 1749, filha do sargento mór Manuel de Carvalho e Domingas da Rosa.

              Casou se em segundas bodas com Mariana Luísa de Carvalho, filha natural de João Luis de Carvalho (natural da vila de Peniche, em Portugal, e que testou em Campos a 5 de julho de 1764) e de Inês Pinto.

              Por fim, Belchior se casou com Maria da Rosa Pessanha, filha de Antonio Álvares de Carvalho e Antonia Maria da Rosa.

              Belchior fez testamento em Campos no dia 29 de novembro de 1786.

            2. Faustina das Neves Rangel, que se casou em 1727 com Antonio da Silva Cordeiro, nascido na cidade do Rio de Janeiro por volta de 1687 e já finado em 1765.
              Ele foi juiz ordinário em 1737, vereador em 1739 e juiz de órfãos nesse mesmo ano.
              O casal recebeu em sesmaria, no dia 4 de abril de 1736, terras ao norte do rio Paraíba (por certo no sertão das Cacimbas, pois confrontava com as de Mateus Pinto Caldeira e de Gregório da Silva Homem).
              Faustina morreu viúva no dia 22 de julho de 1789.

            3. Manuel, citado pelo juiz Belchior Rangel de Souza como seu irmão.

          4. Salvador Rangel de Souza

  2. Vasco Fernandes Coutinho Filho, o moço, pais de:

    1. Frederico de Melo Coutinho c.c. Maria Luís Grou, filha de Simão Álvares Martins e outra Maria Luís Grou - Casou se em São Paulo com Maria Luís Grou, filha de Simão Álvares Martins e outra Maria Luís Grou. Os genealogistas Pedro Taques e Silva Leme nos mostram a descendência do casal. Ele acompanhou o sogro na bandeira de Antonio Raposo Tavares que atacou o Guairá. Conta se que ele praticou barbaridades espantosas. Na vila de São Paulo, Fradique foi capitão em 1624 e juiz ordinário em 1632. Ali morreu no dia 28 de janeiro de 1633.

    2. Pedro de Melo Coutinho, casado em São Paulo de Piratininga com Maria da Penha, filha de Mateus Luis Grou e Isabel de Pinha Cortês.

    3. Diogo Coutinho de Melo, nascido no Espírito Santo e que foi para São Paulo, onde se casou com Agostinha Rodrigues, filha de Simão Jorge e Agostinha Rodrigues.

    4. Manuel de Melo Coutinho, que também esteve na dita bandeira do Raposo Tavares ao Guairá em 1628.


  3. Yamar de Melo  casada em 1581 em Vitória-ES com Ruano Tellez.


  4. Catarina de Mello Coutinho c.c. Manoel Fernandes, pais de:

    1. João de Melo Coutinho, nasceu na Capitania do Espírito Santo, Espírito Santo, Brasil, cerca de 1565, faleceu em Buenos Aires, Argentina - 1601, casou com Juana Holguín de Ulloa ,pais de:
      1. Ana de Melo Coutinho y Holguín
      2. Francisco de Melo y Coutinho Olguin
      3. Francisca de Melo Coutinho 
      4. Isabel de Melo Coutinho 

        Outros capixabas, ou a princípio, portugueses residentes na capitania, que se mudaram para outras povoações, vão formar os núcleos iniciais de diversas capitanias, e até há o caso de um capixaba, neto de nosso primeiro donatário, nascido em Vitória, João de Melo Coutinho (c.1565-1601), que, hoje, é considerado, pelos genealogistas portenhos, ancestral de toda a elite criola[2] argentina, inclusive da futura rainha da Holanda, a princesa Máxima Zorreguietta Cerruti, esposa do príncipe Guilherme, futuro rei da Holanda[3].
        http://www.morrodomoreno.com.br/materias/as-familias-portuguesas-radicadas-no-espirito-santo.html

    2. Maria Coutinho Mello, casada com Marcos de Azeredo, o velho, filho de Lancerote de Azevedo e Isabel Dias Sodré. E foi esta sua filha bastarda quem, pelo casamento com Marcos de Azeredo, possibilitou a formação da Família Azeredo Coutinho e, mais tarde, da Rangel de Azeredo Coutinho.

      1. Capitão Domingos de Azeredo Coutinho e Melo  c.c. Antonia Tenreiro da Cunha (nascida em 1600, falecida em 1657), pais de:
        1. Marcos Azeredo Coutinho Melo, natural da cidade do Rio de Janeiro e ali casado com Paula Rangel de Macedo, Marcos andou com o pai pelas serras da Esmeralda, no Espírito Santo, em 1645. Deixaram descendentes no Rio de Janeiro.
          pais de:
          1. Maria Coutinho de Marins

          2. Catarina de Azeredo Coutinho e Melo c.c. Luís de Barcelos Machado (Cariocas)

          3. Paula Rangel de Azeredo Coutinho

          4. Baltazar Coutinho

          5. Brites de Azeredo Coutinho

          6. Inácio Mariz Rangel de Macedo de Azeredo Coutinho

          7. Antonio Rangel de Azeredo Coutinho

          8. Domingos de Azeredo

        2. Sebastião de Azeredo Coutinho

        3. Cap. Antonio de Azeredo Coutinho

        4. Isabel Tenreiro da Cunha

        5. Joana Coutinho da Cunha 

      2. Bárbara Coutinho

      3. Belchior de Azeredo Coutinho, nascido no Espírito Santo e casado no Rio de Janeiro com Antonia Pedroso (de Gouveia), filha de Miguel Gomes Bravo e Isabel PedrosoPais de:

        1. Belchior Homem de Azeredo, que morreu na Bahia, degolado, por ter assassinado na Ilha Grande a sua parenta Maria Coutinho e o marido dela cap. Antônio Pompeu de Almeida. Com a descendência listada nas genealogias cariocas.

      4. Isabel de Azeredo Coutinho

      5. Helena de Azeredo Coutinho, casada com Duarte de Albuquerque e Melo.

      6. João de Azeredo Coutinho, nascido cerca de 1590 e casado com sua parenta Maria de Azeredo. Com geração.

      7. Miguel de São Marcos, nascido cerca de 1594 e que se tornou frade franciscano.

      8. Francisco de Azeredo Coutinho

      9. Capítão Antônio de Azeredo Coutinho e Melo , nascido no Espírito Santo e falecido no Rio de Janeiro a 23 de maio de 1674. Casou se no Rio de Janeiro com Maria de Galegos, batizada na Sé carioca a 7 de fevereiro de 1619 e que morreu em sua terra natal a 11 de abril de 1677, filha de Jorge de Souza Coutinho e Maria de Galegos. Vivia no Rio de Janeiro em 1645, quando foi nomeado Capitão Descobridor e Administrador das Minas da serra das Esmeraldas com seu mano Domingos.

        Pais de:
        1. cap. João de Azeredo Coutinho, falecido solteiro.

        2. Paula de Galegos, batizada na Candelária (Rio de Janeiro) a 5 de julho de 1643 e casada com João Álvares Pereira, batizado na Sé do Rio a 4 de agosto de 1635 e que morreu na freguesia da Candelária a 26 de abril de 1709, filho de outro João Álvares Pereira e Isabel de Montarroios.
          Deixaram:

          1. Isabel de Azeredo Coutinho, batizada na Candelária no dia 27 de fevereiro de 1661 e ali casada com seu primo em 3º grau Luis de Souza Coutinho, filho de Jorge de Souza Coutinho e Isabel (...).
            Pais de:

            1. Paula, batizada na Candelária a 10 de agosto de 1692.

            2. Maria de Souza Coutinho, casada na capela de São Francisco, freguesia da Candelária, a 13 de junho de 1725 com Jose de Faria Magalhães (Málio de Bivar), natural de São Pedro de Porto de Mós, bispado de Leiria (Portugal), filho de Pedro de Faria de Magalhães e Ana Maria da Fonseca.

          2. Antônio de Azeredo Coutinho.

          3. Ana, batizada na Candelária a 25 de março de 1648.

      10. Maria Coutinho (Hipótese: Maria de Azeredo, filha de negra da terra (filha de índia) do sertão de Porto Seguro, casada com Manoel Fernandes) [51]

    3. Hipótese: Manoel Fernandes c.c. Maria_de_Azeredo (Mameluca), filha de negra da terra do sertão de Porto Seguro. [51], pais de:
      1. ?X?, casado com Leonor de Queirós, neta de outra negra do sertão, pais de:

        1. ??? pai de:

          1. Antônio de Azeredo, Alferes, morador da Vila de Vitória, natural da Capitania do Espírito Santo, morador na Serra do mestre Álvaro, casado em 1675 com sua prima no 2º grau de consanguinidade Leonor de Queirós. Vizinho de Pero Correia do Couto (vereador mais velho 60 anos).[51]

          2. Marcos de Azeredo (a noiva Leonor de Queiroz "morava em sua casa do seu cunhado"). [51]

        2. ??? casado com uma negra da terra, pais de:

          1. Leonor de Queirós, natural da Capitania do Espírito Santo, neta de Leonor de Queirós, que era neta de outra negra do sertão, casada em 1675 com seu primo no 2º grau de consanguinidade Antônio de Azeredo [51] Obs.: Morava e assistia em casa de Francisco Queirós Rocha

      2. Inês Álvares (tia de Antônio Azeredo), testemunha do casamento dos sobrinhos de 3º grau, com 65 anos em 1675, c.c. sargento-mor João Cardozo de Oliveira, já falecido em 1675. [51]

        O sargento mor João Cardozo de Oliveira já era defunto em 1675, quando sua viúva depôs em processo de dispensa matrimonial na Câmara Eclesiástica.
        Foi casado com Inês Álvares, nascida do Espírito Santo cerca de 1610, pois contava com 65 anos em 1675. Era tia em terceiro grau de Antonio de Azeredo, bisneto de Manuel Fernandes e Maria de Azeredo.
        http://marcopolo.pro.br/genealogia1/paginas/famES_C.shtml




        3ª testemunha: Capitão Sebastião Lobo de Almeida 70 anos em 1675
        4ª testemunha: Capitão Melchior Mendes Barboza 67/68 anos

        [51]


Hipótese, neto de Vasco Fennandes Coutinho:

  1. Luiz de Mello - Provedor do almoxarifado da incorporação São Miguel, conforme documento de 1609: CTA: AHU-Espírito Santo, cx 01 doc. 04,05 e CT: AHU-ACL-CU-007, cx 01 doc. 04 do APEES.


    Hipótese, descendente de Vasco Fennandes Coutinho:

    1. D. Ursula Coutinho - Proprietária de chãos defronte do Moreno - ES [69]

      1. Catarina Coutinho - Vivia em 1653 - casada com D. Gaspar Coutinho de Bragança. Em 1650 proprietário de chãos vizinhos à sua sogra. Casou com dote [69]

        Vasco Fernandes Coutinho Filho residia na "Fazenda da Costa", junto ao Monte Moreno
        [1 - página 109]



      2. Manuel de Mello, Nasceu cêrca de 1628. Capitão Manuel de Mello - Morador no Espirito Santo, de idade de 57 anos em 1687, quando foi testemunha_no_casamento de Antonio Garcia Santiago e D. Maria Faleira 1687 [52],
        pai de
        :

        1. Quitéria Coutinho c.c. Antonio Ferreira Queiroz,
          pais de:

          1. Maria de Melo Nunes [71],
            mãe de:

            1. Hipótese (provavelmente filho natural): Antonio Ferreira de Queiróz, o moço, que em 1702 estava participando da bandeira de Francisco Monteiro de Morais ao sertão do rio Doce. 

          2. Manuel de Mello Coutinho c.c. Maria do Rosário,
            pais de:

            1. Luiz de Mello Coutinho nasceu na Capitania do E.S.- Morador E.S.; Em 1704 se habilita de genere no Rio de Janeiro - Ver processo, de 1730, no qual o padre Bento Lobo Gavião estava sendo acusado de ter adulterado o inventário dos bens do falecido Luiz de Mello Coutinho.

            2. Francisco Coutinho - Padre

            3. Hipótese: Margarida Coutinho de Mello c.c. Eusebio Cordeiro Alvarenga,
              pais de:

              1. Pedro Velho Celestino, nascido cerca de 1715 c.c. Ana das Neves Pimentel, filha de Antonio Pimentel e Luzia Ferreira (é o Alferes Antonio Pessoa Pimentel-1725?) - ambos da vila de Vitória -
                [71] - http://www.marcopolo.pro.br/genealogia/paginas/famES_C.html


              2. Catarina Coutinho (Campista) c.c.  Domingos Álvares de Marins, nascido em 1702 no Espírito Santo e cujo auto de inventário de bens teve início a 3 de junho de 1773 (testamento de 4 de abril do mesmo ano). O inventário de bens começou a 3 de setembro de 1783, pais de:

                1. João Francisco da Lapa, batizado em S. Salvador a 28 de agosto de 1748 por Maria de Jesus (mulher de João da Silva Tavares) e Carlos Gomes de Brito (nascido e residente no Espírito Santo).
                2. Domingos, batizado em São Salvador a 9 de novembro de 1752. Talvez já fosse morto em setembro de 1755, quando se batizou outro desse nome.
                3. Domingos, batizado em S. Salvador a 26 de setembro de 1755.
                4. Margarida, batizada em S. Salvador a 3 de junho de 1759.
                5. Quitéria, batizada a 1º de setembro de 1750 em São Salvador. Não é citada no testamento do pai nem no invetário de bens da mãe.



                Hipótese, netos de Manuel de Mello Coutinho e Maria do Rosário:

               

            4. Hipótese: Diogo Coutinho de Mello - (*1673 - 52 anos em 1725) CTA:AHU-Espirito Santo, cx 02 doc. 38,30 e CT:AHU-ACL-CU-007, cx 02 doc 131) - (002-001-0125-(131)- 1725 – ES – Carta do capitão mor, ao Rei a informar o procedimento do capitão de infantaria Antonio de Lemos por andar bêbado e cometer vários crimes - testemunha 11: Diogo Coutinho de Mello

            5. Hipótese: Antonio Ferreira Coutinho c.c. Catarina Nunes, pais de:

              1. Maria Coutinho, natural do Espírito Santo e falecida em Campos a 8 de março de 1767, viúva de Francisco Ribeiro Cardozo, que nascera na freguesia de N. Sra. do Monte, em Portugal, e morreu em São Salvador a 12 de abril de 1756. Foram testamenteiros de Maria Coutinho seu filho Francisco, João Fernandes Antonio e o pe. Dionísio Teixeira de Barcelos. Eles receberam terras em sesmaria no ano de 1729, sítio na margem norte do rio Paraíba, defronte a ilha das Pombas, foreiros aos guarulhos. Francisco estava procurador da Câmara campista em 1748 quando foi expulso de seu cargo pelos sublevados. Voltou à edilidade no ano seguinte, como vereador. Tio de Valentim Ferreira de Queiróz Coutinho (nascido em 1717 e que em 1799 morava solteiro em Campos Novos de São Lourenço, termo de São João da Barra) e de Luzia.

              2. Helena Coutinho, nascida no Espírito Santo e falecida em março de 1736 no termo da vila de São Salvador. Era viúva de Antonio Ribeiro Neguis, nascido em N. Sra. do Monte, termo de Almada (Portugal). Foi nomeado curador dos órfãos Brás de Mendonça Cavalcanti. Moravam em sítio na margem norte do rio Paraíba, defronte a ilha do Pires.

                http://www.marcopolo.pro.br/genealogia/paginas/famES_F.html


              3. Hipótese: Leonor Coutinho c.c. Antonio Velho Barreto, pais de:

                1. Antonio Ferreira Coutinho, natural de Vitória, no Espírito Santo e que faleceu viúvo, deixando testamento de 27 de junho de 1782.  Foi a primeira vez casado com Cecília de Jesus, que morreu em sua casa na ilha do Pires (sem testamento, inventário de bens iniciado em 1765), filha de Manuel de Brito e Maria de Azevedo.

            6. Hipótese, pelos sobrenomes: João Ferreira Coutinho, segundo o historiador Fernando Jose Martins, descendia do donatário da capitania do ES (Vasco Fernandes Coutinho), foi casado com Maria de Melo Nunes.  Moravam em São João da Praia e parece que ele já era finado em 1709, quando a mulher vendeu terras aos beneditinos. Pais de:

              1. João Ferreira Coutinho, casado com Francisca da Fonseca, filha de Manuel Leal dos Santos e Catarina de Azevedo. Eles moravam em São João da Praia e lá ele foi vereador em várias legislaturas (1726, 1732, 1734 e 1736) e juiz (1730 e 1738).

            http://www.marcopolo.pro.br/genealogia/paginas/famES_F.html

      3. Antonio de Mello Coutinho - Vizinho de D. Ursula Coutinho [69]

        Hipótese de ser: cap. Antonio de Melo Coutinho, que em abril de 1654 foi nomeado por habitantes de Campos procurador deles no Espírito Santo.
        http://www.marcopolo.pro.br/genealogia/paginas/famES_F.html

      4. Branca Coutinho c.c. Manuel do Canto de Almeida.
        Viviam no Espírito Santo em 1644, quando Manuel foi nomeado capitão mór do presídio da vila, cargo que conservou até sua morte. Em 1663 ele era capitão de infantaria, quando participou da insurreição que mandou de volta a Salvador (BA) o capitão mór Jose Lopes, nomeado pelo governador da Bahia em substituição a D. Diniz Lobo. A Bahia mandou tropas para garantir a posse do capitão mór nomeado e Manuel do Canto foi preso, suspenso de seu cargo e remetido para Salvador. A justiça
        real, no entanto, o absolveu e ele foi reintegrado em suas funções pelo conde de Castelmelhor. Foram pais de:

        1. Joana Coutinho, nascida no Espírito Santo e casada na igreja da Candelária, no Rio de Janeiro, a 11 de maio de 1683 com Sebastião Cordeiro Penalves.
          http://www.marcopolo.pro.br/genealogia/paginas/famES_F.html


        2. hipótese: Catarina (de Melo) Coutinho, casada com Matias Teixeira Nunes, irmão de Catarina Teixeira.
          http://www.marcopolo.pro.br/genealogia/paginas/famES_F.html
          pais de:


          1. hipótese: Manoel Teixeira de Almeida - 002-002-0324-(173)- 1730- ES – Requerimento de Luis de Melo Pereira a pedir confirmação da patente do posto de Capitão do Forte São João – Manoel Teixeira de Almeida

            002-002-0298-(166)- 1730- Lisboa – Consulta sobre candidatos ao cargo de Capitão-Mor da Capitania do ES: João da Silva Pereira – Silvestre Cirne da Veiga – Cláudio Roquete da Silva – Manoel Álvares Pereira – Manoel Álvares da Fonseca – Antonio Ribeiro – Manoel de Almeida.

          2. hipótese: Antonio de Almeida - 003-002-0341-(278)- 1747- ES- Representação dos oficiais da câmara e mais homens bons a pedirem recondução do Ouvidor Geral Mateus Nunes Jose de Macedo.

            003-002-0343- Jose de Anchieta – Antonio Rodrigues ??? - João Luiz de Andrade ??? - Antonio de Almeida - Outros ???

            .
            .
            .

            O historiador Jose Teixeira de Oliveira conta que o cap. Canto cometera em 1650 excessos contra o capitão mór Manuel da Rocha de Almeida. ******** REVER!.

            Em 1650 a Capitania foi confiada a Manuel da Rocha de Almeida que veio como Capitão-Mor. Logo pediu ao Governador Geral reforço de soldados e artilharia. [2 - página 69]


            Hipótese, trineto de Antonio de Mello Coutinho, Manuel do Canto de Almeida e Branca Coutinho, Antonio do Canto de Almeida ou Manuel da Rocha de Almeida, se estes dois últimos ou seus descentes também se casaram, se uniram à família "Coutinho":

              1. Antonio Coutinho de Mello c.c. Francisca Xavier de Andrade (antepassados da minha avó materna Vivina Pimentel Netto - Antonio Coutinho de Mello nasceu cerva de 1720)
                http://www.marcopolo.pro.br/genealogia/paginas/famES_F.html

                (hipótese:
                alferes Antonio Coutinho de Melo que em 1775 comprou metade do morro da Concha, na Barra do Jacu
                ). Os pais de Francisca Xavier de Andrade também eram proprietários de terras na Barra do Jucu (Senhores e possuidores das terras de Jucu e Camboapina-ES [66] - Ver documentos anexos ao processo movido pelo trineto Jose Freire de Andrade), pais de:
                1. Jose Joaquim da Rocha c.c. Maria da Penha e Silva, (Jose Joaquim da Rocha foi batizado em 26/03/1758 e provavelmente o único filho homem e, também, um dos últimos/caçula),pais de:

                  1. Luciano Jose de Almeida - Varão mais velho, conforme registro no processo movido pelo filho Jose em 1830 [66]
                  2. Diogo de Almeida e Silva
                  3. Antonio Coutinho da Rocha Mello
                  4. Bernardino Falcão de Gouvea
                  5. André de Almeida e Silva
                  6. Anna Maria da Victória, bisavó do Cel. Henrique da Silva Coutinho Presidente do ES 1890-1891; senador ES 1897-1904; presidente ES 1904-1908.
                  7. Izabel de Barcellos Pereira
                  8. Maria da Penha (solteira: de 12 a 25 anos, em 1830)
                  9. Francisca Xavier (solteira: de 12 a 25 anos) [66] 1830

                  10. Manoel da Rocha Pimentel (Freire) c.c. Rosa Maria da Silva, pais de:

                    1. Antonio da Rocha Pimentel c.c. Francisca Maria dos Anjos, pais de:

                      1. Francisca Maria Pimentel de Mattos c.c. Luiz Ribeiro Pinto de Mattos, pais de:

                        1. Vivina Pimentel Netto c. c. Otto Netto, pais de:

                          1. Maria Osória Netto Andrade c.c. Jose Macedo de Andrade, pais de:

                            1. Marcos Jose Neto Andrade c.c. Neusa Maria Moraes

       


      http://www.morrodomoreno.com.br/materias/genealogia-dos-donatarios-do-es.html

Em 1560, Mem de Sá encontrou no Espirito Santo tres filhos de Vasco Fernandes Coutinho, moços sem barbas
[1] - página 94]


https://books.google.com.br/books?id=cwsd4_vf2OsC&pg=PA382&lpg=PA382&dq=jorge+Mello+genealogia&source=bl&ots=vFFXIJEtdK&sig=IWXbXjIWIwHsh_rCevliSLi-Cto&hl=pt-BR&sa=X&ved=0ahUKEwj2lPbF58LVAhUGlpAKHWgCC5UQ6AEIRzAE#v=onepage&q=jorge%20Mello%20genealogia&f=false



 

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