|
Umbral[do espanhol umbral= soleira da porta
Umbroso[do espanhol umbral + -oso] - Aquilo que é escuro, sombrio, próprio do umbral. http://www.annex.com.br/pessoais /confrariahpe/u.htm (Link desativado)
Umbral, situado entre a Terra e o Céu, dolorosa região de sombras, erguida e cultivada pela mente humana, em geral rebelde e ociosa, desvairada e enfermiça. [83 - página 256]
O imenso Umbral, à saída do campo terrestre, vive repleto de homens e mulheres que vararam a grande fronteira, em plena conexão com a experiência carnal. [83 - página 58]
[25 - página 60]
Umbral - Nome atribuído a uma localidade do chamado "astral inferior", onde se estabelecem os espíritos de baixa vibração espiritual, que precisam pagar por infrações cometidas contra as leis de Deus.
Em geral ...
Muitas vezes o espírito, tão ignorante, desencarna, passa ali vários anos e mesmo assim ignora sua condição desencarnado.
Segundo as descrições dos espíritos, o umbral é a sede dos espíritos de baixo desenvolvimento espiritual da terra , e sua
descrição é, não raro, de um lugar de trevas povoado de dor, gritos de
sofrimento, gemidos, de um insuportável cheiro pútrido, o que já é
suficiente para caracterizar o nível moral dos que ali residem. Essa descrição deve ser tomada como uma constante, pois o umbral,
como já relatado alhures, se trata do nome do lugar onde existem essas características
básicas e para onde os espíritos inferiores são encaminhados para resgatar dívidas, crimes e infrações.
Leitura básica:
http://www.geocities.com/athens/ academy/6562/dic.html#u (Link desativado)
Em 1947, André Luiz (espírito) não tinha o curso de assistência aos
sofredores nas sombras espessas.Seu instrutor afagando-lhe de leve, com a destra carinhosamente, acrescentou:
[25 - página 220]
Nas zonas infernais, também dispomos de preciosas oportunidades de trabalho, não somente vencendo as aflições purgatoriais que estabelecemos em nós mesmos, como também preparando novos caminhos para o céu interior que devemos edificar. [83 - página 75]
Depois de cada desencarnação,
a grande maioria regressa habitualmente às zonas purgatórias de que procede, ...
[83 - página 137]
esses lugares não são infelizes, de vez que infortunados são os irmãos que os povoam...
[73 - página 72]
O estado de tribulação é pertinente ao espírito e não ao lugar. Muitos de nós, os desencarnados, suportamos tempos difíceis, em paisagens determinadas que nos refletem as próprias perturbações íntimas. Essa anomalia pode perdurar por muito tempo, de conformidade com as nossas inclinações e esforço indispensável para que nos aceitemos, imperfeitos como ainda somos, conquanto não ignoremos a necessidade de burilamento que as leis da vida nos estabelecem. Somos, por agora, consciências endividadas ou expoentes de evolução deficitária, ante a Vida Maior, carregando o dever de podar os nossos defeitos em trabalho digno e incessante.
Enquanto estejamos em desequilíbrio, após a desencarnação, desequilíbrio que é sempre agravado pela nossa
inconformidade ou rebeldia, orgulho ou desespero, ameaçando a segurança dos outros, permaneceremos
compreensivelmente internados ou segregados em faixas de espaço, junto de
quantos evidenciem perturbações ou conflitos semelhantes aos nossos, à maneira de doentes mentais, afastados do convívio doméstico para tratamento
justo.
[73 - página 87]
Lombroso e Freud encontrariam aí extenso material de observação. Incontáveis tipos que interessariam, de perto, à criminologia e à psicanálise.
Vagueavam absortos, sem rumo. Exemplares inúmeros de pigmeus, cuja natureza em si ainda não posso precisar, passavam por nós, aos magotes. Plantas exóticas, desagradáveis ao nosso olhar, ali proliferam, e animais em cópia abundante, embora monstruosos, se movimentavam a esmo, dando-me a ideia de seres acabrunhados que pesada mão transformara em duendes. Becos e despenhadeiros escuros se multiplicavam em derredor, acentuando-nos o angustioso assombro.
Com respeito aos Espíritos que se mostram nestas ruas Sinistras, exibindo formas quase animalescas, neles reparamos várias demonstrações da anormalidade a que somos conduzidos pela desarmonia interna. Nossa atividade mental nos marca o perispírito. Podemos reconhecer a propriedade do asserto, quando ainda no mundo:
[96 - página 59]
O Umbral começa na crosta terrestre. É a zona obscura de quantos no mundo não se resolveram a atravessar as portas dos deveres sagrados, a fim de cumpri-los, demorando-se no vale da indecisão ou no pântano dos erros numerosos. Quando o espírito reencarna, promete cumprir o programa de serviços do Pai; entretanto, ao recapitular experiências no planeta, é muito difícil fazê-lo, para só procurar o que lhe satisfaça ao egoísmo. Assim é que mantidos são o mesmo ódio aos adversários e a mesma paixão pelos amigos. Mas, nem o ódio é justiça, nem a paixão é amor.
Tudo o que excede,
sem aproveitamento, prejudica a economia da vida. Pois bem: todas as
multidões de desequilibrados permanecem nas regiões nevoentas, que se
seguem aos fluidos carnais. O dever cumprido é uma porta que
atravessamos no Infinito, rumo ao continente sagrado da união com o
Senhor. É natural, portanto, que o homem esquivo à obrigação justa, tenha
essa bênção indefinidamente adiada.
Não é de estranhar, portanto, que semelhantes lugares se caracterizem por grandes perturbações. Lá vivem, agrupam-se, os revoltados de toda espécie. Formam, igualmente, núcleos invisíveis de notável poder, pela concentração das tendências e desejos gerais. Muita gente da Terra não recorda que se desespera quando o carteiro não vem, quando o comboio não aparece? Pois o Umbral está repleto de desesperados. Por não encontrarem o Senhor à disposição dos seus caprichos, após a morte do corpo físico, e, sentindo que a coroa da vida eterna é a glória intransferível dos que trabalham com o Pai, essas criaturas se revelam e demoram em mesquinhas edificações. "Nosso Lar" tem uma sociedade espiritual, mas esses núcleos possuem infelizes, malfeitores e vagabundos de várias categorias. É zona de verdugos e vítimas, de exploradores e explorados. - Organização é atributo dos espíritos organizados. A zona inferior a que nos referimos é qual a casa onde não há pão: todos gritam e ninguém tem razão. O viajante distraído perde o comboio, o agricultor que não semeou não pode colher. Uma certeza, porém, posso dar-lhe: - não obstante as sombras e angústias do Umbral, nunca faltou lá a proteção divina. Cada espírito lá permanece o tempo que se faça necessário. Para isso, meu amigo, permitiu o Senhor se erigissem muitas colônias como esta ("Nosso Lar"), consagradas ao trabalho e ao socorro espiritual. Essa esfera se mistura quase com a esfera dos homens. (Ver: Mundo próximo à esfera física) é nessa zona que se estendem os fios invisíveis que ligam as mentes humanas entre si. O plano está repleto de desencarnados e de formas-pensamento dos encarnados, porque, em verdade, todo espírito, esteja onde estiver, é um núcleo irradiante de forças que criam, transformam ou destroem, exteriorizadas em vibrações que a ciência terrestre presentemente não pode compreender. Quem pensa, está fazendo alguma coisa alhures.
E é pelo pensamento que os homens
encontram no Umbral os companheiros que afinam com as tendências de
cada um. Toda alma é um imã poderoso. Há uma extensa humanidade
invisível, que se segue à humanidade visível. As missões mais laboriosas do
Ministério do Auxílio são constituídas por abnegados servidores, no Umbral, porque se a
tarefa dos bombeiros nas grandes cidades terrenas é difícil, pelas labaredas
e ondas de fumo que os defrontam, os missionários do Umbral encontram fluidos pesadíssimos emitidos, sem cessar, por milhares de mentes
desequilibradas, na prática do mal, ou terrivelmente flageladas nos
sofrimentos retificadores. É necessário muita coragem e muita renúncia para ajudar a quem nada compreende do auxílio que se lhe oferece. [32 - páginas 69/73]
Os anjos choram de júbilo nas regiões celestes, quando um coração sofredor se levanta do abismo... [40 - página 114] |
Páginas relacionadas:
