9ª filha
Nasceu em: 20-2-1787, faleceu em: 22-2-1876
Isabel Maria da Visitação Werneck casada com João Pinheiro de Souza
Pais de: Thereza Peregrina de Souza Werneck
João Pinheiro de Souza, Cap. Mor, Condecorado
Em 1816 requereu ao Governo de Dão João VI, a Sesmaria de São João, na margem esquerda do Rio Parahyba, municipio de Valença.
(Fazendas: do Morro, do Braço Livre da União etc...)
Foi agraciado por S. M. o Imperador, primeiramente com o habito, e depois, com o Oficialato da Ordem da Rosa.
A edificação da Matriz de Nossa Senhora da Glória teve começo em 1808, no local onde era um aldeamento de índios.
Concedida a Sesmaria supracitada.
Os índios vinham à fazenda de São João e eram recebidos com carinho e hospitalizados, quando doentes.
https://www.guia.heu.nom.br/genealogia/JoaoPinheiroSouza_IsabelMariaVisitacao.html
Tenente Coronel Jose Pinheiro de Souza Wernek
Bisavô de Cizilina de Almeida Ramos Macedo e Argemiro de Macedo.
De
Argemiro por parte do 1º casamento e Cizilina por parte do 2º casamento
Tenente Coronel Jose Pinheiro de Souza Wernek
Registros históricos
Veio para Muqui-ES por volta de 1850, da velha Província fluminense, de solo já esgotado, depois que o café já empreendera o seu "rush" veio Jose Pinheiro de Souza Werneck, da heráldica Valença, quando adquiriu a um caboco de nome João Corumbá os seus direitos na "aberta" feita na região de Sumidouro, adquirindo depois todas as terras situadas na bacia. Foi a Vitória e ali, pagando a cisa, na quantia de R$ 2.800$000(dois contos e oitocentos mil réis), se imitiu nos direitos de propriedade da Bacia do Sumidouro, precisamente em 1850. Jose Pinheiro de Souza Werneck foi um dos primeiros marco humano do início do desbravamento do solo de Muqui-ES. Descendente dos Barões de Ipiabas. Ele abriu sua fazenda no sopé da serra dos Pirineus, onde o vale do Sumidouro se alarga em grande anfiteatro e alí, às margens do riacho e defrontando o imenso muro granítico que lhe barrava avista, ergueu a sede de sua fazenda. Em homenagem à sua mulher, deu à mesma o nome de Santa Tereza do Sumidouro, a propriedade que ali formou e que, no seu tempo, foi o centro da vida social e rural do município de Muqui-ES. Até hoje (1989), ainda existe a imagem de Santa Tereza, obra de entalhe em cedro, padroeira da fazenda, com o seu manto pintado a ouro". [3] e [4] Era oficial da ordem da rosa. Chegou em Itapemirim em 1854, mas transferiu-se em definitivo com a sua familia para o Espirito Santo (Muqui) somente em Junho de 1859. [44 página 157]
Thereza Peregrina de Souza Werneck
Bisavó de Argemiro de Macedo
Sabino Teixeira da Silva casado com Anna Adelaide de Andrade
Pais de Ambrosina de Andrade Pereira casada com Olavo de Alcantara Pereira
Essa é uma assinatura de Anna Aelaide de Andrade, que conseguimos em um dos seus documentos.
Na sua época poucas mulheres sabiam ler e escrever.
Nasceu em 1858 e faleceu em Muqui-ES, no dia 04/07/1940, com 81 anos de idade
Falecimento de Anna Andrade, natural de Minas Gerais,
falecida no dia 04/07/1940, às 14, com 81 anos de idade, em domicílio, no Municipio de Muqui-ES,
conforme registro no Talão nº 11, página 166, óbito Nº 3506.
Jornal O Programma Guiador: Folha Diaria (RJ) - 1887
Ano 1887\Edição 00140 (1) -
Sabino Teixeira da Silva produzia arreios e charretes, conforme anúncio acima.
Familia Teixeira da Silva
Antiga família de Minas Gerais estabelecida região da Zona do Carmo".
A união dos dois sobrenomes teve princípio no
Ten. Manuel Jose Martins da Silva [1773, Braga, Portugal- ?], que deixou numerosa descendência (oito filhos), pela
qual correm os sobrenomes Ferreira da Silva, Teixeira da Silva e Martins da Silva, de seu
cas., em 1809, c. Ana Leonarda da Conceição [1782, Furquim, MG - ?], filha do
alf. Leonardo Jose Teixeira, patriarca desta
família Teixeira (v.s.), em Minas Gerais.
(Raimundo Trindade, Genealogia da Zona do Carmo, 64).
Olavo de Alcantara Pereira, pai de Olavo de Andrade
Ambrosina de Andrade Pereira, mãe de Olavo de Andrade
Casado com Cizilina de Almeida Ramos, pai de Maria de Macedo
Dentre estes Argemiro de Macedo, Diretor do Muquyense (Jornal de Muqui-ES)
"Meu bisavô, Argemiro Macedo era um muquiense forte e bom. Foi no seu tempo eterno secretário e tesoureiro da Prefeitura de Muqui. Em 1915 redigiu a primeira ata da primeira eleição para prefeito. De 1927 a 1928 foi o 9º prefeito de Muqui. Foi um servidor público exemplar, honrado e honesto. Morreu pobre como viveu. Ele e minha bisavó Cizilina de Almeida Ramos Macedo tiveram 8 filhos: Walter, Yolanda, Olavo, Argelina (Bidi),Tereza, Maria, Anna (Nini) e Argemiro Filho. E naqueles dias adotaram outras duas crianças, Nelson e Julieta, por amor e por conta dos reveses da vida. De Julieta contava-se que quisera ser freira junto às Irmãs Vicentinas do Colégio do Carmo, em Vitória. Foi dispensada e mandada de volta, não por falta de vocação, mas por ser preta. Foi um duro golpe para vovó Cizilina, que, por esse motivo, deixou de usar a fita vermelha do Apostolado da Oração. A envergonhada noviça foi esconder-se no Rio de Janeiro onde tia Landinha lhe deu guarida até que por vontade própria mudou-se para a Baixada Fluminense e nunca mais deu notícias.
A casa do enorme tamarindeiro, não só funcionava como abrigo, mas era também uma espécie de armazém de emergência. Eu tinha uns três ou quatro anos, quando, viúva, a querida bisa Cizilina, vitimada por um AVC, deixou sua casa e chegou lá em casa. A vida de todos mudou. O derrame é para o cérebro o que o infarto é para o coração. Eu, que era criança, não tinha muita noção do que acontecia. Desde o primeiro dia fui buscando entender o máximo para lidar com tudo. Comigo viviam minha mãe-avó Bidi e seu marido Delphor Ghiotti, tia Zaide e tia Teresinha e todos eles também precisaram aprender. O derrame é uma doença da família. Há que ter parceria para lidar com ela. Os filhos e noras da vovó Cizilina quase todos haviam se mudado de Muqui e os que permaneceram na cidade não tinham qualquer condição estrutural de cuidar de uma pessoa idosa e doente.
Coube a tia Zaide a parte significativa dos cuidados e hoje sei o quanto é duro ver a avó ir se desfazendo diante dela. Uma avó-matriarca. Ainda assim, com todos os medos e perplexidades, tia Zaide foi adentrando no universo da vovó Cizilina, sacrificando seus estudos, suas noites, sua juventude. Logo, logo pegou as “manhas” todas dos cuidados e era capaz de fazê-los sozinha, mesmo nas difíceis horas escatológicas. Nélson havia feito na serraria onde trabalhava quatro rodas de madeira e as adaptara numa cadeira de braços e eu adorava empurrar a “cadeira de rodas” e levar a bisa para desfrutar as mais deliciosas comidas que minha mãe Bidi fazia entre especiarias de todo tipo que se amealha na horta. Era uma feiticeira dos sabores.
Num curto espaço de tempo, vovó Cizilina já não conseguia nem pegar os talheres para comer. Foi quando consultamos um jovem médico, Jessé Coimbra, desses, preciosos e necessários, que pensam no ser humano e não na doença. E do saco de remédios que ele trouxera na primeira visita, sobrou só um: o da pressão. A nova prescrição foi cuidado, atenção, conversas, estímulo, interação social, alimentação saudável e balanceada. Tudo foi sendo cumprido e vovó Cizilina renasceu graças ao Dr. Jessé. Ele nos deixou muito claro que a única maneira de manter a sanidade e a alegria por estar vivo é estar cercado de pessoas que lhes prestam atenção e garantam uma relação de amizade.
Nélson aparecia em casa quase todos as tardes. Vinha visitar a “madrinha”. Magro, olhos esverdeados intensos, calça e camiseta impregnadas de cheiro de suor, ele acumulava uma quantidade de calos nas mãos, trabalhando na serraria do “Alemão”, fora da cidade, já na estrada para Cachoeiro. Nélson entrava pela porta da cozinha, sorridente pedia um cafezinho, sentava na taipa do fogão começa a perguntar de todos, sem parar de murmurar para si mesmo. Era pitoresco. Era mais que um irmão para minha avó Bidi. Amigo incondicional. Ela me contara que na infância de ambos tiveram um breve aprendizado de música, ela bandolim, ele sanfona de oito baixos. Minha avó deixou o bandolim ao se casar com 16 anos. Nélson ao contrário, perseverou e tornou-se sanfoneiro requisitado. A própria vovó Cizilina várias vezes pediu que ele tocasse o pequeno acordeon. Nunca recusou um pedido da sua “madrinha”. Ele, que para tocar sanfona, colocava os óculos e fechava os olhos, tudo em nome da inspiração, lirismo e boniteza, purgando os nossos desenganos desta vida malvada".
Cizilina de Almeida Ramos, mãe de Maria de Macedo
Cizilina de Almeida Ramos Macedo
Cizilina de Almeida Ramos Macedo e netos S
Maria de Macedo e Olavo de Andrade
Maria de Macedo
Antepassados de Maria de Macedo
Maria de Macedo e Olavo de Andrade 
Maria de Macedo com seus filhos: Marília, Cizilina, Yêdda, Antonio (Tunino),
Olavo (Olavito), Terezinha (Tete), Ambrozina (Zina),
Iolanda (Landa)
Maria de Macedo e Olavo de Andrade
Obs.: Por se tratar de foto de tamanho muito reduzido e de qualidade não muito boa, na restauração ocorre pequenas distorções na fisionomia.
Argemiro
Macedo
Beraldi (Russo), com o cachorro,
Yêdda, Terezinha (Tete), Antonio (Tunino),
Olavo (Olavito) e Fernando (atraz)
Argemiro
Macedo
Beraldi (Russo)

Este no colo, provavelmente seja Marcos, filho de Jose Macedo e Maria Osoria

Marília, Maria Jose (Zezeca), Cizilina, Yêdda,
Lilia,
Antonio (Tunino), Olavo(Olavito), Terezinha (Tete), Ambrozina (Zina),
Iolanda (Landa), Fábio (no colo)
Obs.: A última menina a direita, deve ser Lilia Macedo
de Andrade (nascida no dia 22/12/1938, em Muqui-ES), provavelmente falecida posterior a esta foto. Esta informação deve ser questionada com os irmãos, se sabem desse ocorrido.
Olavo de Andrade e Lilia Macedo
de Andrade?

Fernando, Maria Jose (Zezeca), Maria Osoria e Jose (meus pais), Marilia, Russo, Cizilina, Yêdda, Olavo Andrade, Maria Macedo, Antonio (Tunino), Olavo (Olavito), Ambrozina (Zina), Iolanda (Landa), Marcos (no colo do avô), Sonia (no colo da avó) e Terezinha.
Olavo de Andrade e Marilia Macedo
de Andrade
Marília, Maria Jose (Zezeca), Cizilina, Yêdda, Terezinha (Tete), Ambrozina (Zina),
Iolanda (Landa) e Fábio
Maria Jose (Zezeca) ou Cizilina, Marília, Terezinha (Tete), Ambrozina (Zina),
Iolanda (Landa) e Fábio
Antonio (Tunino) e Olavo (Olavito)
Antonio (Tunino) e Olavo (Olavito)

Olavo (Olavito), Ambrozina (Zina), Marília, Antonio (Tunino), Fausto, Maria de Macedo, Fábio,
Iolanda (Landa), Ricardo e Maria Jose (Zezeca), Terezinha (Tete),
(Não estavam: Cizilina e Yêdda)
Maria Osoria, Olavo de Andrade, Moacyr (a confirmar) e outros
Terezinha (irmã de Maria Osoria), Lauro (a confirmar, irmão de Moacyr) e Cizilina
2ª - Maria Osoria, 3ª - Terezinha (irmã de Maria Osoria), 5ª (de estido amarelo) Cizilina
(Obs.: a IA trocou as cores dos vestidos nas duas fotos acima)

Iolanda de Andrade Bertholasce (Landa)
e
Ambrozina Macedo
de Andrade (Zina)
Iolanda de Andrade Bertholasce (Landa)
Iolanda de Andrade Bertholasce (Landa), Neusa Maria Moraes Andrade e Marcio Jose Moraes de Andrade
Casamento de Antonino Macedo de Andrade (Tunino) e Neide Almeida
Walter de Macedo (Irmão de Maria de Macedo)
Walter de Macedo
Lygia Dutra Macedo, nascida no dia 28/09/1924.
Filha de Walter
de
Macedo (irmão de Maria de Macedo) e Ambrosina
Werneck
Dutra
Vídeo "Minha avó é uma fotografia", produzido pela neta Monica Nitz
Cizilina Macedo
de Andrade e Moacyr Vescovi
Cizilina Macedo
de Andrade
À esquerda, Olavo de Andrade e Maria de Macedo, acimas deles Jose Macedo e Maria Osoria,
no centro da mesa Moacyr e Cizilina, Terezinha (irmã de Maria Osoria, atraz de Cizilina), Lauro (irmão de Moacyr, em pé atraz)
Olavo Macedo
de Andrade (Olavito) e Maria de Jesus Conte
Segundo Julia Rapozo Giglio: "O menino de jaqueta vermelha perto do bolo na direita da foto é meu pai Ricardinho (Ricardo Silva Giglio Junior), filho da vó Zezeca".
No alto, da esquerda para a direita: Tereza, Gilson, Rossana Maria, Luiz Augusto, Landa, ... , Marilia
Na parte superior, segunda fila: Tunino, Gilson, Marcinho no meu colo (Marcos), entre eu e Tunino está Neusa, ao lado de Tunino: Neide, Solange, Maria Osoria, Fausto, Maria Macedo (Vovó), Olavo Andrade (Vovô), próximo a Tunino e Neide, está Benedita (menina que criávamos, hoje mora em Nova Almeida com sua fammilia).
Embaixo:
Sonia com Saulos no colo, Cristina Maria, Rogéria Maria, Katia Maria ou Samara Maria, Moacyr e Fernando
Precisamos identificar todos
Segundo Cristina: "Da mais velha para a mais nova: Tânia Maria, Sandra Maria, Rossana Maria, Cristina Maria, Rogéria Maria, Katia Maria e Samara Maria.
As sete Marias" ... Netas de Maria de Macedo
Cristina Maria, Rogéria Maria, Rossana Maria
Gilson, Maria de Macedo, Rita (casada com Nequir), Olavo de Andrade, Tereza (esposa de Gilson) e Jose Macedo, pai de Gilson, em frente à casa em Santa Cruz de Cabrália-BA, onde Nequir e Jose Macedo trabalhavam.
Maria de Macedo, Rita, Olavo de Andrade, Tereza e Iolanda (Landa)
Carnaval no Parana, em 1974
Terezinha (Tete) e Jacinto à esquerda, Maria Jose (Zezeca, no chão)
e Ana Maria Andrade Giglio (Aninha, filha de Zezeca - no centro, com um cordão na mão,)
Olavo de Macedo, que foi vereador de Muqui-ES
no período de 1947 a 1950,
casado com Maria da Penha
Caldeira Queiroz, ladeado pelas irmãs Maria de Macedo e Argelina
de Macedo (Bidi)
A foto é de janeiro de 1980 quando do aniversário de 80 anos de Bidi (Argelina mistura de Argemiro e Cizilina), segundo correção feita pelo neto de Argelina,
Emanuel Mignone Cheibub
Antonio (Tunino), Iolanda Landa), Ambrozina (Zina), Terezinha (Tete), Marilia e Jose Macedo
Luiz Augusto, Russo, Fernando, Rosana e Julinha
Luiz Augusto
Rosana em 05/12/63
Jacinto e Tete
Tete, Maria Osoria e amigas japonesas
Jose Macedo, Maria Osoria e Yeda
Jose Macedo, Yeda e Beto
Maria Osoria, Marcos, Yedda e Jose Macedo

Maria Osoria, Zezeca, Zina e ...
Zina e Amanda
Zina e Amanda
Zina, Landa e Jose Macedo
Marilia e Jose Macedo
Sonia e Zezeca
Yedda, em São Mateus-ES
Yedda
Yedda
Zaide Macedo Cheibub, Zairo Macedo Cheibub e Jose Macedo de Andrade (Confirmar se é Zaide)



Osmar Andrade, irmão de Olavo Andrade, oficial da Policia Militar do Espirito Santo, turma de 1940
Frente e verso da medalha e o diploma da medalha.
Acima, foto de Jose Macedo de Andrade recebendo a "Medalha do Pacificador - Duque de Caxias", por ter mantido a ordem no Estado do Espirito Santo, durante a revolução de 1964, sem transtornos e tratado os presos politico com respeito e dignidade.
No verso da foto está descrito, por Jose Macedo de Andrade, as condições e exigências para a entrega desta medalha.