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Muitas pessoas perguntam por que as entidades se apresentam sob as formas de
caboclos, pretos-velhos e crianças. Mas se observarmos bem veremos que esses são
tipos de fácil identificação popular, representando as faixas etárias do
homem e modelos de comportamento, como mostramos abaixo:
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Tipos |
Faixa
etária |
Comportamento |
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Pretos-velhos |
Velhice |
Prudência e humildade |
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Caboclos |
Adulto |
Vigor e pujança |
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Crianças |
Infância |
Inocência e pureza |
http://www.obara6a.ubbi.com.br/pagina2.html
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UMBANDA
Seu
Mestre Supremo:
Suas
Normas:
-
Sessões
- Assim se chamariam os períodos de trabalhos espirituais;
-
Vestes
- Os participantes estariam uniformizados de Branco;
-
Sacrifícios
- Os sacrifícios de aves e animais é totalmente alheio à Umbanda;
-
Fundamento
básico - É a crença ou culto aos espíritos evoluídos;
-
Atendimento
- GRATUITO
Origem
da palavra "UMBANDA":
-
Oriunda
do Sânscrito ( a mais antiga língua da Terra-raiz mestra dos demais
idiomas existentes no
mundo), que se pode traduzir por "DEUS AO NOSSO LADO"
ou "O LADO DE DEUS".
-
ou
UM - Deus (único) - Deus, o supremo espírito.
BANDA - Povo da Terra - Grupo ou Facção.
Colaboração
de:
CASA
BRANCA DE OXALÁ TEMPLO UMBANDISTA -
Rua
Barbacena 35 - Lagoa Santa - Minas Gerais CEP 33400-000
Dirigentes;
Solano de Oxalá e Maria de Omolú
Email: vianasolano@uol.com.br |
Havia na época uma variação de culto afro chamada Quimbanda, originário
do Congo, muito orientado à magia e que incorporava o trabalho com entidades
incorporadas junto com ritos africanos similares aos do ,
mas não iguais porque o Candomblé vem de uma região muito diferente.
Assim sem uma alternativa a Umbanda
foi criada como meio para que entidades pudessem cumprir sua missão. Sendo uma
linha muito branda e que era totalmente baseada no catolicismo,
sendo assim acabou por absorver a Quimbanda
e hoje existem muito poucas casas de Quimbanda.
http://www.povodesanto.com.br/catimbo/My_Homepage_Files/Page58.html
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Data:
09/02/2005
Lei
amplia livre exercício religioso
Projeto de lei
do presidente da Câmara de Curitiba, vereador João Cláudio Derosso (PSDB),
que de determina a data de 15 de novembro para comemoração anual do Dia da
Umbanda já foi sancionado. A iniciativa, que objetiva ampliar, em âmbito
municipal, o direito garantido pela Constituição Federal do livre exercício
religioso e manifestações culturais populares originárias nas migrações indígenas
e afro-brasileiras, atende reivindicação do Superior Órgão Internacional de
Umbanda e dos Cultos Afro (SOI), com mais de 50 templos na cidade. No País,
ultrapassa 70 milhões de adeptos. “Apesar da origem no século 20, a umbanda
só foi oficializada como religião na legislação de 1934”, explica o autor.
Leis
divinas
A
escolha da data foi em função de registro de 1908, quando Zélio Fernandino de
Moraes, de apenas 17 anos, deu início à doutrina, através de seus guias
mentores. O vocábulo “aum-ban-dan”, abrasileirado para “umbanda”, teve
origem na língua Abanheenga, do “tronco Tupy”, e significa “o conjunto
das leis divinas”.
Atualmente,
o Movimento Umbandista, que concentra adeptos em todo o País, procura
desmistificar o preconceito quanto à prática religiosa, confundida desde a
origem. Na realidade, de acordo com pesquisas deste movimento, a umbanda foi
adaptada pelos escravos. Eles utilizaram o conhecimento ritualístico indígena
para cultuar crenças trazidas da África, sob vestes de santos católicos, por
sua vez introduzidos pelos portugueses.
http://www.cmc.pr.gov.br/ass_det.php?not=4511 |
A Umbanda
não foi codificada, como foi o kardecismo em sua origem por Hippolyte
Leon Denizard Rivail (Livro dos espíritos, Livro dos médiuns, Evangelho
Segundo Espiritismo, O Céu e o Inferno e A Gênese) a Umbanda
foi manifestada e o kardecismo esclarecido, por isso temos muito a aprender com
o Kardecismo sobre esclarecimento e eles muito a aprender conosco sobre
manifestação.
Costumo dizer que se não temos uma “Bíblia Umbandista”, todos os livros
sagrados da humanidade são nossos, para extrairmos o que eles tiverem de
melhor, temos a liberdade de estudar a Bíblia Cristã, o Tora (Judeu), O Alcorão
(Muçulmano), O Tao Te Ching (Chinês), O Zend Avesta (Persa), Os Vedas (Hindu)
e tantos outros.
-
Não
temos 10 mandamentos Católicos, mas nos basta apenas um mandamento: “Amar
ao próximo como a si mesmo e Deus acima de todas as coisas”
-
Não
temos sete pecados capitais (gula, avareza, inveja, ira, luxuria, orgulho e
preguiça) porque não acreditamos em pecado, mas cremos em vícios
e virtudes, nos sete
sentidos da vida (Fé, Amor,
Conhecimento, Justiça, Lei, Evolução
e Geração) dentro de nosso livre_arbítrio, onde o que se volta para o ego torna-se vicio.
-
Não
temos dogma nem tabu,
pois na Umbanda
ninguém é obrigado a aceitar nada, mas o conhecimento vai sendo absorvido
naturalmente e da mesma forma a própria religião evolui e se adapta.
Não é uma seita religiosa,
é religião, portanto tem
seus fundamentos próprios que devem ser esclarecidos. O conceito de seita é
muito antigo e vem da época em que haviam religiões oficiais, onde aqueles que
se opunham de alguma forma àquela liturgia, formando grupos dissidentes, eram
chamados de seitas e portanto considerados “hereges”, à margem da
sociedade...
...Podemos e devemos absorver o conhecimento de outras religiões, ampliando
assim nosso universo espiritual. Na verdade temos a aprender com todos e todos têm
a aprender conosco, quando a única religião for o Amor, o que existirão serão
práticas diferentes deste Amor, Umbanda
é a nossa prática do Amor...
...Cada um ou cada grupo umbandista realiza seus trabalhos, sessões, segundo
seu ponto de vista, sem deixar de ser umbanda. Cada casa, templo ou tenda é
diferente um do outro e todos são centros ou “igrejas de umbanda”. O que há
em comum é a essência e não a forma!
http://www.jornaldeumbandasagrada.com.br/q1p=01.php
Visões sobre o vocábulo
Umbanda
Referência Histórioco-Literária
A mais
antiga referência literária e denotativa ao termo
Umbanda
é de Heli Chaterlain, em Contos
Populares de Angola, de 1889. Lá aparece a referência à palavra
Umbanda,
como: curador, magia que cura, sinônimo de Kimbanda.
Visão Exotérica sobre o vocábulo
Umbanda
Segundo a corrente exotérica que existe na
Umbanda,
a origem do vocábulo Umbanda
estaria na raiz sânscrita AUM que, na definição de Helena Petrovna
Blavatsky, em seu Glossário Teosófico, significa a sílaba sagrada; a
unidade de três letras; daí a trindade em um. É uma sílaba composta
pelas letras A, U e M (das quais as duas primeiras combinam-se para formar a
vogal composta O). É a sílaba mística, emblema da divindade, ou seja, a
Trindade na Unidade (sendo que o A representa o nome de Vishnu; U, o nome de
Shiva, e M, o de Brahmâ); é o mistério dos mistérios; o nome místico da
divindade, a palavra mais sagrada de todas na Índia, a expressão laudatória
ou glorificadora com que começam os Vedas e todos os livros sagrados ou místicos.
As outras palavras componentes se supõem, como: Bandha, de origem sânscrita,
no mesmo glossário significa laço, ligadura, sujeição, escravidão. A
vida nesta terra.
Autores dessa corrente exotérica,
analisando as duas palavras, definiram Umbanda
como sendo a junção dos termos Aum + Bandha, que seria o elo de ligação
entre os planos divino e terreno. A palavra mântrica Aumbandha foi
sendo passada de boca a ouvido e chega até nós como
Umbanda.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Origem_da_Umbanda
AS
SETE LÁGRIMAS DE UM PRETO VELHO
Num
cantinho de um terreiro sentado num banquinho pitando o seu cachimbo, um
triste Preto Velho chorava. De seus “olhos” molhados, esquisitas
lagrimas desciam-lhes pelas faces e não sei porque contei-as. Foram sete.
Na incontida vontade de saber, aproximei-me e o interroguei. Fala, meu
Preto Velho, diz ao teu filho por que externa assim uma tão visível dor?
E ele, suavemente
respondeu. Estás vendo esta multidão que entra e sai? As lágrimas
contadas estão distribuídas a cada uma delas.
- A primeira, eu dei à estes indiferentes
que aqui vem em busca de distração, para saírem ironizando
aquilo que suas mentes ofuscadas não podem conceber...
-
A
segunda, a esses eternos duvidosos
que acreditam, desacreditando, na expectativa de um milagre que os façam
alcançar aquilo que seus próprios merecimentos negam.
-
A
terceira, distribui aos maus,
aqueles que somente procuram as entidades de pouco esclarecimento
sobre a doutrina verdadeira do Mestre Jesus, em busca de vingança,
desejando sempre prejudicar o seu semelhante.
- A quarta, aos frios e calculistas, que sabem que existe uma força
espiritual e procuram beneficiar-se ~ela de qualquer forma e não
conhecem a palavra gratidão.
- A
quinta, chega suave,
tem o riso, o elogio da flor dos lábios mas se olharem bem o seu
semblante, verão escrito: Creio na doutrina do Cristo Jesus, nos Teus
Caboclos e nos Teus Zumbis, mas somente se vencerem o meu caso, ou me
curarem disso ou daquilo.
- A
sexta, eu dei aos fúteis
que vão de templo em templo, não acreditando em nada, buscando
aconchegos e conchavos e seus olhos revelam um interesse diferente.
-
A
sétima, filho, notas como
foi grande e como deslizou pesada? Foi a última lágrima, aquela que
vive nos olhos de todos os Orixás. Fiz doação dessa aos médiuns
vaidosos que só aparecem no templo em dia de festa e faltam às
doutrinas. Esquecem que EXISTEM TANTOS IRMÃOS PRECISANDO DE CARIDADE,
TANTAS CRIANCINHAS PRECISANDO DE AMPARO MATERIAL E ESPIRITUAL.
Assim, filho meu, foi para esses todos, que vistes cair, uma a uma...
Do
livro: Umbanda de Todos Nós
W.W.da
Matta e Silva (Mestre Yapacany)
O Sr. W.W. da Mata e Silva, uma figura de real importância na
Umbanda, autor de várias obras, cultuava: Oxalá, Ogum, Iemanjá, Oxossi, Xangô,
Yuri (linha do Oriente) e Yorima (linha dos pretos-velho). |
TEXTOS:
MENSAGENS:
CANDOMBLÉ
E UMBANDA
DIVERSOS:
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