Página acima: Espiritismo
Espírita

--

Diremos, pois, que a doutrina espírita ou o Espiritismo tem por princípio as relações do mundo material com os Espíritos ou seres do mundo invisível.
Os adeptos do Espiritismo serão os espíritas, ou, se quiserem, os espiritistas.

[9a - página 13 Introdução I ].

Espiritista - Esta palavra, empregada a princípio para designar os adeptos do Espiritismo, não foi consagrada pelo uso; prevaleceu o termo Espírita.

[17b - página 486 ]

        Espíritas

        No Cristianismo encontram-se todas as verdades; são de origem humana os erros que nele se enraizaram. Eis que do além-túmulo, que julgáveis o nada, vozes vos clamam: "Irmãos! nada perece. Jesus-Cristo é o vencedor do mal, sede os vencedores da impiedade."  

O Espírito de Verdade. (Paris, 1860)

[24 - página 130]

        Temos notado sempre que os Espíritas que crêem, antes de haver visto, apenas porque leram e compreenderam, longe de se conservarem superficiais, são, ao contrário, os que mais refletem. Dando maior atenção ao fundo do que à forma, vêem na parte filosófica o principal, considerando como acessório os fenômenos propriamente ditos. Declaram então que, mesmo quando estes fenômenos não existissem, ainda ficava uma filosofia que só ela resolve problemas até hoje insolúveis; que só ela apresenta a teoria mais racional do passado do homem e do seu futuro. Ora, como é natural, preferem eles uma doutrina que explica, às que não explicam, ou explicam mal. 

[17b - página 49 item 32]

(Ver: Fé raciocinada)

Infelizmente, muitos espíritas ainda não sabem conviver fraternalmente com opiniões que divirjam das suas.

[ 70 - página 140 ] - Chico Xavier

Para o espírita, o mais difícil é conservar-se com a simplicidade da primeira hora de sua adesão ao Espiritismo. No percurso, muita gente costuma mudar...

[ 70 - página 142 ] - Chico Xavier

 

        Não devemos especificar os deveres do espiritista cristão, porque palavra alguma poderá superar a exemplificação do Cristo, que todo discípulo deve tomar como roteiro da sua vida.
        Que o espiritista, nas suas atividades comuns, dispense o máximo de indulgência para com os seus semelhantes, sem nenhuma para consigo mesmo, porque, antes de cogitar da iluminação dos outros, deverá buscar a iluminação de si mesmo, no cumprimento de suas obrigações.

[41a - página 204] - Emmanuel - 1940

(Ver: Espiritismo)

  • Pergunta feita ao Médium Francisco_Cândido_Xavier: E agora, como última questão, poderá nos dizer qual a melhor maneira, segundo o seu ponto de vista, para que a criatura se torne um verdadeiro espírita?

  • Resposta: Os Benfeitores Espirituais sempre me dizem que temos espíritas de variados matizes e acrescentam que o espírita ideal é sempre aquele que conjuga a sua fé com o trabalho ativo no bem incessante, tomando por base o_próprio_aperfeiçoamento. Emmanuel costuma afirmar que o espírita genuíno é sempre alguém que caminha no mundo aprendendo e servindo, porque...
    • aprendendo estaremos na educação,
    • e servindo viveremos na caridade.
      • Nesse sentido, nosso orientador sempre recorda a palavra de Allan_Kardec quando assevera que o verdadeiro espírita é conhecido pelo esforço que realiza na própria sublimação de ordem moral. Assim, peçamos a Jesus que nos inspire e proteja, porque, segundo os nossos Orientadores da Vida Maior, estamos em nossas casas doutrinárias com o Espiritismo prático e que, fora delas, os nossos irmãos de Humanidade estão procurando em nós todos o Espiritismo praticado.

[118 - questão 19] - Emmanuel - Transcrita do jornal uberabense "A Flama Espírita", 20 de setembro de 1958, sob o título "Entrevista com Francisco Cândido Xavier".

        É indispensável a cada um o esforço próprio no estudo, meditação, cultivo e aplicação da Doutrina, em toda a intimidade de sua vida.
        A freqüência às sessões ou o fato de presenciar esse ou aquele fenômeno, aceitando-lhe a veracidade, não traduz aquisição de conhecimentos.

       Um guia_espiritual pode ser um bom amigo, mas nunca poderá desempenhar os vossos deveres próprios, nem vos arrancar das provas e das experiências imprescindíveis à vossa iluminação.

        Dai surge a necessidade de vos preparardes individualmente, na Doutrina, para viverdes tais experiências com dignidade espiritual, no instante oportuno.

[41a - página 205] - Emmanuel - 1940

Não basta investigar fenômenos, aderir verbalmente, melhorar a estatística, doutrinar consciências alheias, fazer proselitismo e conquistar favores da opinião, por mais respeitável que seja, no plano físico. É indispensável cogitar do conhecimento de nossos infinitos potenciais, aplicando-os, por nossa vez, nos serviços do bem.

[32 - página 10] - Emanuel - Pedro Leopoldo-MG, 03 de outubro de 1943.

  • Muitos estudiosos do Espiritismo se preocupam com o problema da concentração, em trabalhos de natureza espiritual.
  • Não são poucos os que estabelecem padrão ao aspecto exterior da pessoa concentrada,
  • os que exigem determinada atitude corporal
  • e os que esperam resultados rápidos nas atividades dessa ordem.

        Entretanto, quem diz concentrar, forçosamente se refere ao ato de congregar alguma coisa. Ora, se os amigos encarnados não tomam a sério as responsabilidades que lhes dizem respeito, fora dos recintos de prática espiritista, se, porventura, são cultores da leviandade, da indiferença, do erro deliberado e incessante, da teimosia, da inobservância interna dos conselhos de perfeição cedidos a outrem, que poderão concentrar nos momentos fugazes de serviço espiritual?

  • Boa concentração exige vida reta.
  • Para que os nossos pensamentos se congreguem uns aos outros, fornecendo o potencial de nobre união para o bem, é indispensável o trabalho preparatório de atividades mental na meditação de ordem superior.
  • A atitude íntima de relaxamento, ante as lições evangélicas recebidas, não pode conferir ao crente, ou ao cooperador, a concentração de forças espirituais no serviço de elevação, tão só porque estes se entreguem, apenas por alguns minutos na semana, a pensamentos compulsórios de amor cristão.

        Como vêem, o assunto é complexo e demanda longas considerações e ensinamentos.

[103 - página 244] - André Luiz

        “Irmãos! Há entre vós três classes de adeptos do Espiritismo; e digo três classes, agrupados os que reúnem condições similares, pois, realmente, se podia fazer uma classificação mais ampla.

  • espíritas que estudam, crêem, procuram progressivamente o melhoramento próprio e desejam a felicidade alheia, a cujo fim encaminham a sua atividade e a sua palavra. Fazem também ostentação da sua fé e pregam-na, sem vacilar, onde quer que se lhes ofereça oportunidade ou ocasião. Estes não retrocederão no caminho, porque provaram as primeiras doçuras da sabedoria, que é a felicidade espiritual, e aspiram a maior soma de doçuras para a vida do seu espírito.
  • Há outros, espiritas por inclinação e sem estudo, movidos do desejo da verdade, que não achavam em suas primeiras crenças. Confessam sinceramente a sua fé, mas essa fé irá sendo cada dia mais débil até apagar-se de todo, se não a firmarem e robustecerem pelo estudo e pela atividade no bem. Correm o risco de retroceder e de perder-se.
  • Há finalmente os espiritas filhos da casualidade e da curiosidade, entendimentos vãos e corações vazios, que se envergonham de confessar ante o mundo uma fé que não pede despertar em sua alma a vida do sentimento.
    Estes não retroeederão, porque já retrocederam e se ainda permanecem entre vós, irão desaparecendo aos poucos.

        Para outra vez falaremos destas coisas; por hoje basta.B."

[115 - página 232]

COMPANHEIROS DISTANCIADOS

  • Quando esse ou aquele companheiro se nos distancia, deixando-nos a sós na Seara do Bem, habitualmente a nossa reação inicial é de choque e desagrado.
    Recordamos para logo os votos em comum, as atividades partilhadas, as esperanças e os sonhos das horas primeiras...
    Entretanto, embora devamos resguardar intacto o amor por eles, não é o sentimento negativo de amargor ou censura que a vida espera de nós outros, nessas circunstâncias.
    É preciso entendê-los e acatá-los, antes de tudo. Lembrá-los no bem que nos fizeram, nas luzes que acenderam. E, ante a ausência, considerar as possíveis razões que a ditaram.

    • Esse se viu defrontado por obstáculos que não logrou vencer;
    • aquele entrou a experimentar a enfermidade complexa;
    • outro não achou em si a força necessária para garantir a própria esperança,
    • e outro ainda passou imperceptivelmente a faixas de obsessão oculta.

      E se integramos determinada equipe de trabalho, como condenar os companheiros doente ou acidentados em serviço?
      Claro que, em se verificando isso, nos cabe o dever de entregá-los a organizações capazes de restaurá-los, e continuar trabalhando, substituindo-os, quanto nos seja possível, na empresa em andamento.

  • Diante dos amigos que nos deixam nas frentes da luta edificante, procuremos honrá-los e abençoá-los com os nossos melhores pensamentos de carinho e de gratidão. E reconhecendo, acima de tudo, que nos achamos todos submetidos à Sabedoria e à Misericórdia do Senhor, compete-nos a obrigação de compreender-nos e auxiliar-nos, uns aos outros, em quaisquer circunstâncias, na certeza de que, se o Senhor nos permite a mudança de atividade quando assim desejamos - e já nos achamos credenciados para colaborar com ele, nas construções do Evangelho -, isso se verifica a fim de que aprendamos, na escola da experiência, a servi-lo na Obra de Redenção e Aperfeiçoamento do Mundo, sempre mais, e melhor.

[117 - páginas 69] - Emmanuel

ENSINAMENTO ESPÍRITA

  • Dividimos o prato com os irmãos em penúria, extinguindo o suplício da fome.
    Dividimos o vestuário com os que sofrem nudez, para que o frio não lhes anule a existência.
    Providenciamos remédio em favor dos enfermos desamparados.
    Partilhamos o teto com os que vagueiam sem rumo.
    Mas não é só.
    Ensinamos lições de justiça para que a desordem não nos induza à barbárie.
    Espalhamos noções de higiene preservando a saúde.
    Quanto mais se adianta a civilização mais se nos desdobram os bens da vida.

  • Imperioso lembrar que é necessário distribuir também os valores da alma.
    Nós, os tarefeiros desencarnados e encarnados da Doutrina_Espírita, em plena renovação da Terra, não podemos olvidar que é preciso repartir o conhecimento superior.
    Saibamos repartir, através da palavra e da ação, da atitude e do exemplo, o ensinamento espírita à luz do Evangelho do Cristo, imunizando a vida terrestre contra as calamidades de ordem moral.
    Nós que levantamos a escola para remover as sombras do cérebro, atendamos à educação espiritual que dissipa as trevas do coração.

[117 - páginas 83] - Emmanuel

DENTRE  OS  OBREIROS

        Dos obreiros que se te fizeram colaboradores e amigos, no campo do bem, conhecerás muitos deles na condição de representantes de faixas diversas da evolução humana:

  • aqueles que começam entusiasticamente, na trilha da obra, lançando arrojados planos de ação, e abandonam o apostolado nos alicerces, com receio do sacrifício;
  • os que chegam otimistas, louvando as perspectivas do trabalho, e deixam a tarefa, assim que lhe observam a complexidade e a extensão;
  • os que recolheram benefícios da seara e regressaram a ela, prometendo auxílio e reconhecimento, mas largam-na, às vezes de improviso, tão logo se vejam chamados a aprender quanto custa o esforço da sementeira;
  • os que formulam projetos avançados de renovação, sob o pretexto de se atender ao progresso, e retiram-se quando observam quanto suor e quanta distância existem sempre entre a teoria e a realização;
  • os que supõem na gleba um filão de recursos fáceis e fogem dela logo que tomam pessoalmente o peso da charrua de obrigações que lhes compete movimentar.

        Entretanto, ao lado desses cooperadores, sem dúvida respeitáveis, mas ainda inabilitados para os compromissos de longa duração, encontrarás aqueles outros, os que conhecem a importância da paz de espírito e não se arredam da empreitada que lhes coube, prosseguindo no desempenho dos deveres que abraçaram, ainda mesmo quando isso lhes custe o pão amassado com lágrimas, nos testemunhos de e abnegação, dia por dia.
        Forma entre esses que se mostram decididos a pagar o preço da própria ascensão e reconhecerás para logo que o obreiro digno do salário da felicidade e da paz, nos erários da vida eterna, será sempre aquele que caminha para a frente com a obra no pensamento e no coração, a pleno esquecimento de si mesmo, trabalhando e servindo, compreendendo e auxiliando, amando e construindo, a serviço do bem de todos, até o fim.

[117 - páginas 123/124]  - Emmanuel

Seareiros Futuros

        Assunto inevitável na lavoura do bem: a preparação de seareiros futuros.
        Referimo-nos, freqüentemente, a limpeza dos princípios que abraçamos e à elevação em que nos cabe conserva­los.
        Preocupação, aliás, das mais justas.
        Indispensável, porém, cogitar da formação daqueles que se nos farão continuadores nos círculos de serviço.
        De que modo laurear profissionais dignos e competentes nos estabelecimentos de ensino superior, sem a escola funcionando na base da cultura?
        Nas atividades espirituais, há que se observar igualmente o clima de seqüência, se quisermos obter colaboradores corretos e eficientes.
        Diante de companheiros imaturos, no que tange a discernimento, tanta vez mergulhados em nebulosas conceituações, ao redor dos temas da alma, é forçoso se nos concretize com mais veemência a cooperação espontânea, em favor deles, para que a Nova Revelação venha a possuir amanhã cooperadores à altura do trabalho que ela própria nos descortina.
        Encontrando amigos ainda verdes nos raciocínios da lógica, sejam médiuns ou explicadores, na edificação doutrinária, procuremos com afetuosa dedicação, uma porta para o entendimento recíproco, através da qual lhes possamos oferecer o coração, em forma de esclarecimento ou de apoio, auxiliando-os a superar os trechos de sombra que, porventura, estejam sendo obrigados a contornar, na caminhada para o Conhecimento Superior que todos nós aspiramos a atingir.
        Em suma, à frente de quaisquer irmãos, procedentes desse ou daquele distrito menos claro da obra espiritual, saibamos agir com bondade e compreensão, porqüanto muitos daqueles que nos pareçam enganados ou insipientes, se amparados com amor, ser-nos-ão no porvir valorosos vexilários na Causa do Bem, seja na plantação da verdade ou na colheita da luz.

[120 - capítulo XIX] - Emmanuel

        Está, pois, sobre a terra o Consolador - o Espiritismo; e vós, espíritas, trabalhadores da última hora, permiti que o mais humilde servo do Senhor vos chame a atenção para as responsabilidades que vos pesam sobre os ombros.
        Lembrai-vos que, assim como a Igreja deturpou os ensinamentos do Amado_Mestre, possível é também que alguém tente deturpar os ensinamentos da Doutrina Espírita, que é o reflexo do Código Divino.
        Tende bem presente à vossa memória a parábola das virgens do Evangelho de Mateus. (*)
        Considerai que, assim como a Casa de Deus foi transformada em mercado de sacramentos e de indulgências, é possível também que alguns dos que se dizem espíritas procurem fazer da sua oficina de trabalho o meio de satisfação dos seus interesses individuais!
        Mas, ai dos que assim praticarem!

  • Melhor fora que nunca tivessem lido esse livro de salvação,
  • melhor fora nunca terem compreendido Deus!

        Espíritas, lembrai-vos de que Jesus vos escolheu para a reivindicação das verdades que ele proferiu na Terra.
        Elas constituem um esplêndido tesouro que, qual pérola de grande preço, estava oculto dos homens; vós o descobristes. Pois bem, a preço das vossas virtudes, compraí o campo que o encerra e não o abandoneis jamais, pois que Jesus confia na seriedade das crenças que dizeis professar, esperando que saibais empregar esse tesouro para a vossa salvação e para a salvação de todo o seu rebanho na Terra!
        Médiuns ou não, procurai estar sempre em contato com os vossos Guias, a fim de que deles possaís receber a inspiração do que vos convém fazer quotidianamente, para que se acelere o estabelecimento do reinado de Jesus sobre a Terra, que é o da paz e do amor!
        Varrei da vossa alma o interesse e o egoísmo e vigiai para que, sob pretexto algum, penetre a moeda na vossa oficina de trabalho!
        Se soís médiuns, receitistas ou curadores, dai de graça o que de graça recebeís; buscando os trilhos sagrados dos verdadeiros discípulos de N. S. Jesus-Cristo, predisponde a vossa alma a todos os sacrifícios pela humanidade!
        Assim como os primeiros cristãos se entregavam gostosamente a todos os martírios, cantando hosanas ao santo nome de Jesus, procurai resistir, com toda a coragem da vossa fé e da vossa crença, a esse terrível embate que não tarda a dar-se, pois que é chegado o momento da queda de Roma, para o império do Evangelho.

[124 - página 181]
____________
(*) Mateus, cap. XXV, vv, 1 a 13.

CONSELHOS, REFLEXÕES E MÁXIMAS DE ALLAN KARDEC

Fragmentos extraídos dos doze primeiros anos da Revista Espírita

Traduzido por Paulo A. Ferreira - pauloaf@ism.com.br 

do original CONSEILS, REFLEXIONS, ET MAXIMES D’ALLAN KARDEC

editado por Le Centre Espirite Lionnais Allan Kardec:

         « O Espiritismo, tendo por objetivo a melhoria dos homens, não vem em absoluto buscar os que são perfeitos, mas aqueles que se esforçam por se transformar colocando em prática os ensinos dos Espíritos. O verdadeiro Espírita não é aquele que chegou ao objetivo, mas é aquele que quer seriamente atingi-lo. Quaisquer que sejam então seus antecedentes, ele será um bom espírita desde que reconheça suas imperfeições e que seja sincero e perseverante em seu desejo de se corrigir. O Espiritismo é para ele uma verdadeira regeneração, porque rompe com seu passado; indulgente para com os outros como queria que o fossem para com ele, não sairá de sua boca nenhuma palavra malevolente nem injuriosa para as pessoas. Aquele que em uma reunião se afastar da conveniência provará não somente uma falta de saber-viver e de urbanidade, mas uma falta de caridade; aquele que se melindra quando contrariado em suas opiniões e pretende impor sua pessoa ou suas ideias, fará prova de orgulho; ou, nem um nem o outro estará no caminho do verdadeiro Espiritismo, isto é do Espiritismo Cristão. Aquele que crê ter uma opinião mais justa que os outros a faria mais bem aceita pela doçura e pela persuasão; o azedume seria um grande erro de sua parte." 

http://home.ism.com.br/~pauloaf/


Ser Espírita



Veja aqui toda a série Ser Espírita é
...

http://www.casarecupbenbm.org.br/biblioteca/serespirita/serespirita.html

A Contribuição da Obra de Chico Xavier na Compreensão do Evangelho


Haroldo Dutra Dias
(Juiz de Direito)

http://www.youtube.com/watch?v=ZRO6ozUh8Eg&feature=related

Tendo alcançado um êxito fora do comum, que fêz se esgotasse ràpidaniente a primeira edição, é êste livro precioso código de atitudes que o espírita pode ou deve adotar em diferentes situações da vida, dentro e fora do campo do Espiritismo.


André Luiz, através da mediunidade de Waldo Vieira, traça ponderadas diretrizes relativamente a quarenta e sete temas de importância e atualidade, que formam um manual doutrinário de consulta fácil e rápida.


«Ler êste livro — sentenciou Emmanuel — equivale a ouvir um companheiro fiel ao bom-senso.»

LINKs:

Ver também:

Crianças e Adolescentes

DESAPARECIDOS