Ver:(Célula e Perispírito)
Relato de André Luiz "... Com o auxílio do supervisor, o médium foi convenientemente exteriorizado. A princípio, seu perispírito ou «corpo astral» estava revestido com os eflúvios vitais que asseguram o equilíbrio entre a alma e o corpo de carne, conhecidos aqueles, em seu conjunto, como sendo o «duplo_etérico», formado por emanações_neuropsíquicas que pertencem ao campo fisiológico e que, por isso mesmo, não conseguem maior afastamento da organização terrestre, destinando-se à desintegração, tanto quanto ocorre ao instrumento carnal, por ocasião da morte renovadora." [28a - página 98 ] (Ver: Desdobramento em serviço )
Corpo vital ou duplo etéreo, de algumas escolas espiritualistas, duplicata mais ou menos radiante da criatura. (Ver: Aura humana )
Também denominado:
Constituído de Princípio vital. Parece mais uma duplicação do corpo_físico que do perispírito, propriamente, mas como ele se organizaria simultaneamente, aglutinando-se no campo ensejado pelo psicossoma, como um revestimento do perispírito, ainda que em caráter provisório – ao menos, em se tratando de Espírito encarnado na Terra. (O termo revestimento foi empregado num sentido didático, pois, em verdade, perispírito, duplo etéreo e corpo físico interpenetram-se dinamicamente, distinguindo-se aos olhos dos Espíritos Superiores por sua qualidade energética e densidade). Essencial para o equilíbrio Espírito-corpo.De importância fundamental na conservação da vida orgânica. “O equilíbrio fisiológico reflete a harmonia que reina no cosmo e o corpo etérico tem por função estabelecer a saúde automaticamente, sem intergerência da consciência. Promove, assim, as cicatrizações de ferimentos, a cura de enfermidades localizadas etc...”
A Professora Gaskel sustentava que “os átomos físicos que constituem o organismo de qualquer criatura viva são interpenetrados por um elemento vital, uma certa vida, aos quais se deve a organização dos seres vivos. Essa nova unidade ou essência, não possuindo as propriedades físicas do átomo, não entraria nas combinações atômicas e não poderia formar combinações químicas, mas permaneceria intra e infra-atômica e, na hora da morte, se desprenderia do sistema atômico que ela havia organizado e vitalizado. O Dr. Watters e seus colaboradores trabalhando com um “grilo dos campos”, e um equipamento fotográfico, acionado no momento de sua morte, conseguia registrar a “presença de um grilo-fantasma superposto ao cadáver do inseto”. Resultados como este foram, também, obtidos com ratos e ràs. Mas quando conseguiam restituir a vida ao animalzinho ‘eterizado’, a chapa fotográfica não fora impressionada.
Na conceituada Universidade de Kirov, Cazaquistão-,
biologistas, bioquímicos e biofísicos, acoplando um imenso microscópio ao
equipamento dos Kirlian, viram, “na silenciosa descarga de alta freqüência”,
o duplo vivo de um organismo vivo em movimento, aparentando uma espécie de
“constelação elementar, semelhante ao plasma, feita de elétrons e prótons
ionizados, e mostrando ser todo um organismo unificado, emitindo “os próprios
campos eletromagnéticos”, representando a base de campos biológicos.
Com a desencarnação, normalmente, esta estrutura se desintegra junto com o corpo físico. [1 - página 172] e [28 cit. páginas 98 / 99]*
Investigações russas e suecas, nos momentos de morte, aliadas a informações
e resultados alcançados por outros pesquisadores e estudiosos, sugerem que, na desencarnação,
com o desligamento do perispírito, grande parte da energia vital contida no corpo etérico ainda permanece no cadáver, liberando-se pouco a pouco — e, às vezes, antes
de diluir-se, adensando-se em suas proximidades; uma parcela reintegra-se, desde
logo, no Todo, e uma outra parte permanece com o próprio perispírito,
que o utiliza, em sua interação com o meio, enquanto necessário. Esse contingente de plasma físico que permanece agregado ao perispÍrito, em maior ou menor quantidade, de acordo com a evolução do Espírito, se dilui à medida que a alma se sensibiliza e se distancia das necessidades físicas.
Bioenergia,
contingentes de energia vital
(“neuropsíquica”), resultado da ação do corpo espiritual
sobre os elementos físicos (segundo EMMANUEL), canalizados à consolidação do corpo físico
como, também, aglutinados em uma outra estrutura que vai servir de verdadeiro
reservatório de vitalidade, necessário, durante a vida física, à reposição
de energias gastas ou perdidas.É o chamado Duplo etérico
Em conclusão, as informações já disponíveis
asseguram a existência de um campo energético mais adensado, que serve de ligação
entre as estruturas_perispirítica e somática
(corpo_físico),
interpenetrando-se com ambas. É o grande aglutinador de energia vital.
Podendo, às vezes, na desencarnação, ficar próximo
ao corpo físico ou pairar no ambiente, por algum tempo (dias ou meses, se o ser
é medianamente evoluído), até que, ocorrido o desligamento definitivo,
sobrevenha a sua desintegração.Isto porque, sendo um campo de energia de predominância física, poderá servir de sustentação a espíritos inferiores. Nos indivíduos evoluídos, o duplo-etérico sofre quase que de imediato uma espécie de queima ou desfazimento de suas energias.
Faltam maiores informações mediúnicas – e os Espíritos, obviamente, sabem das razões – já por se tratar de assunto em plena investigação. |
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