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Na morte, o
perispírito se desprende “molécula por
molécula.”
[1 - página 481]
[38 - citação páginas 214 / 215]*
(Ver: Histogênese
Espiritual )
Na desencarnação comum, a separação entre o Espírito
e o corpo não ocorre de forma brusca. Dependendo do desencarnante, pode
demandar muito tempo, até !
A Alma
se desprende gradualmente.
[1 - página 481]
“A sensação dolorosa da
Alma, por ocasião da morte, está na razão direta da soma dos pontos de contatos existentes entre o
corpo e o perispírito,
e também da maior ou menor dificuldade que apresenta o
rompimento.”
[1 - página .482]
[39 - página 167]*
O principal fator no desprendimento é o “estado_moral_da_Alma”, “para o homem
cuja Alma se desmaterializou e cujos pensamentos se destacam das coisas terrena,
o desprendimento quase se completa antes da morte real, isto é, ao passo que o
corpo ainda tem vida orgânica, já o Espírito penetra a vida espiritual,
apenas ligado por elo tão frágil que se rompe com a última batida do coração.”
[1 - página 482]
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A
Alma se desprende
gradualmente, não se escapa como um pássaro cativo a indivíduos. Estes
laços se desatam, não se quebram.
Durante
a vida, o Espírito se acha preso ao corpo pelo seu envoltório semimaterial ou
perispírito.
-
Em uns, o desprendimento é bastante rápido, podendo dizer-se que o momento da morte
é mais ou menos o da libertação.
-
Em outros,
naqueles sobretudo cuja vida toda material e
sensual, o desprendimento
é muito menos rápido, durando algumas vezes dias, semanas e até meses, o que não implica existir, no corpo, a menor vitalidade,
nem a possibilidade de volver à vida, mas uma
simples afinidade com o Espírito, afinidade que guarda sempre proporção com a
preponderância que, durante a vida, o Espírito deu à
matéria.
É, com efeito, racional conceber-se
que, quanto mais o Espírito se haja identificado com a matéria, tanto mais penoso lhe seja separar-se dela; ao passo que a
atividade intelectual e moral, a elevação dos pensamentos
operam um começo de desprendimento, mesmo durante a vida do corpo, de modo
que, em chegando a morte,
ele é quase instantâneo.
Essas observações
ainda provam que a afinidade, persiste entre a alma e o corpo, em certos indivíduos,
é, às vezes, muito penosa, porquanto o Espírito pode experimentar o horror da
decomposição. Este caso, porém, é excepcional e
peculiar a certos gêneros de vida e a certos
gêneros de morte.
Verifica-se com alguns suicidas.
[9a
- página 114 questão 155]
(Ver:
Cremação
) |
A
Alma, no
momento em que reconhece estar no mundo dos
Espíritos,
-
se praticou o mal, impelido pelo
desejo de o praticar, no primeiro momento
sentirá envergonhada.
-
Com a alma do justo as coisas se passam
de modo bem diferente. Ela se sente como que aliviada de grande peso, pois que não teme nenhum olhar perscrutador.
[9a -página 116 questão 159]
A
perturbação que se segue à separação da alma e do corpo não é do mesmo
grau e da mesma duração para todos os
Espíritos. Depende da elevação de cada um.
Aquele que já está purificado, se reconhece quase
imediatamente, pois que se libertou da matéria
antes que cessasse a vida do corpo, enquanto que
o homem carnal, aquele cuja consciência ainda não está pura, guarda por muito
mais tempo a impressão da
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Etapas liberatórias do Espírito num processo
normal de desencarnação programada:
-
Os operadores espirituais, através de
complexo serviço de magnetização, “para facilitar o desligamento das vísceras”,
isolam o sistema nervoso simpático, neutralizando, mais tarde, “as fibras
inibidoras do cérebro”.
-
Dirigindo ao plexo solar
(centro-gástrico), desata
laços “que localizam forças físicas”, provocando o extravasamento, pelo
umbigo, de “certa porção de substância leitosa”, que fica pairando em
torno, enquanto começam a surgir sintomas de esfriamento dos membros
inferiores.
-
Passes sobre o centro
emocional (centro-cardíaco) relaxa os elos que mantêm “a coesão celular”
nesse centro, ao tempo em que nova “cota de substância desprende-se do corpo,
do epigastro à garganta”.
-
Foge, então, o pulso, cessa a capacidade de
raciocinar e sobrevém o coma e ocorre a
"histogênese-espiritual" e
, também, o singular fenômeno conhecido como “visão panorâmica” de todo
o passado, em vertiginosa sucessão de imagens. Esse fenômeno de recapitulação
tem sido registrado, também, de certa forma, nos casos das chamadas Experiências_de_Quase_Morte.
[1 - páginas 483 / 486]
[40 -páginas 209 / 212]*
[13 citação página 93]* |
Apenas na
histogênese_espiritual, quando os acontecimentos da
morte se
realizam, é que a criatura humana desencarnada, plenamente renovada em si
mesma, abandona o veículo carnal a que se jungia; contudo, muitas vezes
intimamente aprisionada ao casulo dos seus pensamentos
dominantes, quando não trabalhou para renovar-se, nos recessos do espírito,
passa a revelar-se em novo peso específico, segundo a densidade da vida mental
em que se gradua, dispondo de novos elementos com que atender à_própria_alimentação,
equivalentes às trompas fluídico-magnéticas de sucção, embora sem perder de
modo algum o aparelho bucal que nos é característico, salientando-se, aliás,
que semelhantes trompas ou antenas de matéria sutil estão patentes nas
criaturas encarnadas, a se lhes expressarem na aura
comum, como radículas alongadas de essência dinâmica, exteriorizando-lhes as
radiações específicas, trompas ou antenas essas pelas quais assimilamos ou
repelimos as emanações das coisas e dos seres que nos cercam, tanto quanto as
irradiações de nós mesmos, uns para com os outros.
[56
_página 84] - Uberaba,
5/3/1958.
Há
casos de desencarnação estando_o_Espírito_desdobrado, por exemplo, nas zonas_umbralinas e o corpo em estado comatoso.
Isso pode acontecer perfeitamente, do ponto de vista da exteriorização
do pensamento, porque céu e inferno,
exprimindo equilíbrio e perturbação, alegria e dor, começam invariavelmente
em nós mesmos.
[56
- página 207]
- Uberaba,
18/6/1958.
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